História Doll Factory - (SYNACKYFRERARD) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Avenged Sevenfold, My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags Lovexhate, Mercadonegro, Prostituição, Sequestro, Synacky
Visualizações 21
Palavras 1.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Espero que gostem do capítulo :)

Capítulo 2 - You know what they do to guys like us in prison


Fanfic / Fanfiction Doll Factory - (SYNACKYFRERARD) - Capítulo 2 - You know what they do to guys like us in prison

Zacky abriu lentamente seus olhos para encontrar um teto diferente do quarto de hotel que acordava todos os dias pela manhã.

Sua visão demorou em se acostumar com a luz do ambiente, por mais que esta estivesse baixa e deixasse o recinto proporcionalmente iluminado.

Após piscar uma, duas, três vezes, seus olhos percorreram as paredes até que outro olhar chamou sua atenção.

Logo a sua frente um jovem com a idade próxima a sua, olhos castanhos quase verdes e com uma argola no lábio e outra no nariz o observava de sua cama de forma tediosa. 
-Bem vindo ao inferno, novato. Prazer, Frank.

O moreno voltou seu olhar para o caderno em frente de si, rabiscando a folha enquanto Zack o observava em confusão.

Seus pés se desvencilharam do fino lençol branco que o cobria e seu corpo deslizou da cama lentamente enquanto ele absorvia todos os detalhes do quarto.

Tudo era branco. A cama, os lençóis, as paredes, o teto, e seus respectivos adornos. Zack se questionou se estaria em um hospital, considerando a falta de decoração e a assepsia elevada do local.

Caminhou até a porta e tentou abri-la sem sucesso. Seu olhar voltou para o homem sentado sobre a cama.

-Onde eu estou? Quem é você?

Frank riu, seus olhos ainda fixos em seu desenho.

-Você tem Alzheimer ou algo assim?

Zack se enfureceu imediatamente, dando passos largos até a cama do moreno até que estivesse parado logo a sua frente.

-Onde eu estou, Frank? Por que estamos trancados?

O moreno finalmente levantou seu olhar, encarando-o com pouca curiosidade.

-Logo alguém virá te buscar para explicar absolutamente todas as dúvidas que você tem sobre tudo. Não perca seu tempo se desesperando. Aproveite enquanto você não sabe de nada. Depois que souber aí sim você poderá se desesperar.

Zack o olhava com total e completa confusão evidenciada pela forma quase cômica que suas sobrancelhas quase se tocavam.

-Mas... – Quando estava prestes a questionar mais um milhão de coisas a porta se abriu atrás de si e por detrás dela surgiu um homem alto, cabelos pretos como os seus, olhos amendoados que se confundiam com pedaços de um verde intenso. Ele vestia uma camiseta preta, uma jaqueta e calças jeans pretas, em suas mãos estava uma pequena prancheta com folhas alinhadas no prendedor.

-Bom dia. – O homem disse, entrando e fechando a porta atrás de si, enquanto Zack o observava atentamente.

-Quem é você? – Zack questionou, olhando para Frank e novamente para o homem. O menor permaneceu imóvel em sua cama, seus olhos ainda fixos em seu caderno enquanto ignorava a presença do terceiro.

- Meu nome é Gerard. Eu sou o coordenador da sua ala. – ele disse prontamente, analisando a feição de Zack cuidadosamente. -Iero, você pode ir para a sala de refeições. Já estão servindo o almoço.

Frank se levantou de forma cerimoniosa, os braços estendidos sobre a cabeça enquanto se alongava preguiçosamente.

Assim que passou pelo coordenador seus olhos se encontraram e o menor lhe lançou um pequeno sorriso e uma piscada.

Gerard revirou os olhos enquanto aguardava Frank se posicionar na porta, puxando um pequeno fio que estava preso à gola de sua camiseta até os lábios.

-Way para Hennesey. Liberar leito M83. Iero, código 9. – Zack abriu a boca para perguntar algo quando o homem a sua frente levantou um dedo ao ar, sinalizando para que esperasse.

A porta foi aberta por um homem loiro musculoso que vestia uma camiseta branca, calças pretas e botas de sola reforçada. Em sua cintura ele carregava uma pequena pistola vermelha de plástico do lado esquerdo, e na perna, preso por uma fita ao redor de sua coxa um revolver que parecia muito mais realista do que a pistola de plástico. Zack fitou o homem, um cordão com um crachá preso em seu pescoço e um fio idêntico ao de Gerard solto sobre a camiseta.

Assim que a porta se fechou Gerard abaixou o dedo que ainda estava no ar.

-Zachary. Eu vou lhe levar até uma sala onde terá um homem que lhe explicará sobre tudo o que você precisa saber. Antes disso eu preciso que você esteja ciente de uma coisa. Você foi escolhido com base em uma análise muito precisa de sua personalidade. Nós sabemos exatamente quem você e estamos preparados para qualquer reação sua. Atrás dessa porta no corredor e até a sala que eu vou te levar temos pelo menos um segurança por ala. Eu aconselho fortemente que você não tente nada no caminho pois eles estarão preparados para lhe conter a qualquer momento. Você compreende as informações que acabei de lhe passar?

Zack permaneceu em silêncio enquanto contemplava o homem diante de si.

- Você pode ao menos me responder aonde eu estou?

Gerard o observou longamente antes de responder sua pergunta.

-Você está na Fábrica... Qualquer outra pergunta além desta será respondida pela pessoa responsável pela Fábrica. A pessoa responsável por ela vai lhe receber agora.

Zack assentiu. Por mais que todas as células de seu corpo estivessem estremecidas e sua mente estivesse com um turbilhão de ideias e perguntas, ele se conteve em simplesmente acatar as orientações.

-Estou pronto. – ele respondeu. Gerard sorriu brevemente e o guiou até a porta.

 

~~’~~

 

Zack permaneceu deitado em sua cama observando o teto até que a porta se abriu novamente e Frank foi deixado por Hannessey, o segurança de mais cedo.

-Você já está de volta? – Frank perguntou surpreso, sentando sobre sua cama enquanto desamarrava os tênis e os chutava para longe. –Introdução mais rápida da história da fábrica.

-O responsável não pôde me atender então o coordenador me trouxe de volta para cá. – Zack levantou rapidamente, caminhando até a cama do outro homem e o observando de forma desesperadora. – Eu preciso que você me conte o que está acontecendo, Frank. Eu te imploro. Eu vou perder a cabeça. O que é isso? Eles querem resgate? Eles vão vender nossos órgãos no mercado negro? É alguma faculdade fazendo um estudo? Eu já pensei em todas hipóteses, mas aquele filho da puta não me responde nada. Por favor--- Por favor, me fale o que é isso. Por que estamos aqui? Você está preso também?

Frank respirou fundo, fechando os olhos rapidamente enquanto aparentemente processava uma forma de responder Zack. Após uma longa pausa Zack voltou a suplicar e lhe atordoar com outras perguntas, fazendo com que ele abrisse os olhos rapidamente e o interrompesse.

-A fábrica é onde eles nos preparam para o nosso trabalho... Zachary, né? Zack... Não sei como lhe dizer isso de forma menos radical, então vou direto ao ponto... Você foi bem longe com o lance de venda de órgãos – Frank riu de forma infantil, e depois se alinhou novamente. – Mas você não está tão errado... Estamos sim tratando de um mercado negro. Mas o interesse dos clientes dessa galera que você está conhecendo é outro... Nós fomos escolhidos a dedo pelo responsável que você iria conhecer agora...

Zack o observou atentamente, a respiração presa à espera da continuidade.

-E o principal empreendimento da fábrica é preparar os projetos – que somos nós, no caso- para a prática de rufianismo.

O silêncio se perpetuou na sala, e Frank arqueou as sobrancelhas como se questionasse a falta de palavras de Zack.

-O que? Ahn?

Frank riu.

-Somos putas, Zack. Basicamente somos putas. Transamos por dinheiro. E eles administram essa porra toda com o nosso suor. Capisci? 


Notas Finais


comenteeeeeeeeeem se gostaram :'( nunca sei se devo continuar com uma ideia ou se ela é totalmente falha. um beijo!


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