História Dollhouse - Creepypasta - Capítulo 13


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Categorias Lendas Urbanas
Tags Creepypastas, Jeff The Killer, Puppeteer, Slender
Visualizações 120
Palavras 1.675
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Ai, meu bri***
50 FAVORITOS COM DOZE CALITULOS!!! COMO EU AMO VCS STRANGE PEOPLE!!!!!!!
EU TO MTO FELIZ!!! *Infarte*
*ressucita*
BOA LEITURA!!

Capítulo 13 - Informações


Fanfic / Fanfiction Dollhouse - Creepypasta - Capítulo 13 - Informações

   

                        Gregory

Cheguei no quartel general da RAC já me dirigindo até a sala da General. A primeira vista, o primeiro andar parecia apenas um escritório comum com pequenas paredes dividindo os escritórios. Porém eles eram soldados rasos. Faziam apenas pesquisas territoriais, contas e etc - a diferença era que as pesquisas se tratavam de incidencias de assassinatos em grande escala, informações ultraconfidenciais. E pensar que três meses atrás eu estava aí...

Mas não era só isso. Esse é só o terreo da organização, que apesar de ser grande, nem se comparava com o quartel de verdade.

Havia dois andares subterrâneos. A primeira "camada" é um andar inteiro de armamento leve como armas brancas e algumas armas de fogo. No geral, esse andar é direcionado totalmente ao treino dos novatos, com provas fisícas, disciplinares, mentais e psicológicas principalmente. Aqui eles nos ensinaram que de alguma forma ou de outra, os creepys vão tentar nos assombrar - pois essa é a principal arma deles. O medo -, brincarão com nossas mentes e terão êxito em destruilas se tivermos mentes fracas. Sinceramente, acho que de tudo esse é o pior tipo de treinamento.

Numa outra sala, bem no canto da área e treinamento, temos nosso pequeno IML. Ali, só trabalham os de estômago forte. Corpos nunca param de entrar para serem estudados, as causas de morte são sempre as mesmas: ACD - acidentes de causa duvidosa ( que possam ter algo com creepys) -, assassinatos e etc. Tenho a hipótese de que essa sala está localizada ali para quando passarem com os corpos, os recrutas verem o que vão enfrentar e o que pode acontecer a eles. Foram vários os que desertaram. Uma coisa adicional do treinamento são as missões em campo aberto. Depois de certo tempo de treino - de um mês até um ano -, eles escolhem um aluno que se destacou durante esse tempo e o introduz como dupla de um agente esperiente que perdeu o parceiro

Isso é uma espécie de "prova final". Os "aprovados" podem entrar no último andar.

Nunca entrei lá antes, pois quando fui escolhido para a prova final, fiquei obsecado em impressionar meu pai e me perdi do objetivo da missão. 

Ao passar pelo segundo andar em direção a porta de entrada, meus antigos instrutores e colegas me fitavam com reprovação. Notícias de missões bem sucedidas sempre chegam rápido aqui, notícias de missões fracassadas - ainda mais se por falha do novato - aparentemente se teletransportam.

Mas, quando cheguei na porta fortificada que separava o segundo do terceiro andar, ninguém tentou impedir que eu entrasse. Provavelmente pensavam que eu estava indo atrás de outra missão para tentar recobrar minha honra e demonstrar que tenho valor. Pessoas que vão fazer isso normalmente são enxotadas e, em caso de acharem que vazamos uma minúscula informação, são apagadas.

Não sei o que esperar. Passei a identificação do meu pai do detector e aguardei. A porta começou a se abrir, camada por camada, -cheguei a conclusão de que no total são 5 - dando espaço á uma câmara pequena e fria. Sem saber o que fazer, entrei. A porta se fechou novamente atrás de mim e ouvi barulinhos mecanicos. Lazeres vermelhos vieram de todos os lados, focando em mim. Ferrou, é o meu fim. Mas logo depois se tornaram verdes e uma porta a minha frente se abriu.

*

Que droga. Aparentemente, notícias de fracassos passam por aqui primeiro. Quando eu passei pelo vão, sooldados me cercaram e me vendaram acabando com a possibilidade de eu descobrir como é o local.

Depois de certo percuso, ouvi resmungos baixos e indecífraveis, e logo outra porta fortificada se abriu. Senti uma iluminação morna atingir meu rosto e tiraram minha venda.

-- Gregory Anderson, 17 anos. -- Minha visão ainda se recuperava enquanto eu ouvia uma voz feminina a minha frente -- Soldado da área dois. Apesar de não ter tido muito sucesso nos testes disciplinares e psicológicos, conseguiu ir para uma missão em campo aberto para desvendar o caso White. Mas falhou miseravelmente.

Minha visão se acostumou e já tinha um palavrão bem elaborado para retrucar quando percebi minha situação.  A pessoa à minha frente é a General. Sempre imaginei-a como uma mulher de quase 40 anos mas em forma, com diversas cicatrizes pelo rosto. Mas ela é uma jovem de aparentemente 21 anos, com os cabelos avermelhados e seus olhos, um de cada cor. Seu rosto tem um sorrisinho cruel e um olhar orgulhoso. Corei quando percebi que era o único de pé na frente dela.

-- General, este soldado foi pego invadindo nosso andar. -- Disse um oficial. Pelas suas medalhas, estava na RAC a algum tempo. Seu rosto é quase totalmente coberto de cicatrizes; pelo o que me lembro, ele foi encarregado do caso Woods.

-- Hum, muito bem. Podem se retirar, eu cuido dele.

Eles pareceram gelar por algum tempo. Depois, se levantaram rápidamente e bateram uma continencia rígida e se saíram marchando.

A General ficou um tempo me estudando. Como não sabia de que forma reagir, apenas fiquei parado.

-- Então, soldado Anderson, o que sabe sobre mim? -- Ela indagou se levantando. As diversas medalhas tilintavam umas nas outras. Se dirigiu até a prateleira e começou a passar o pequeno chicote que tinha em mãos nos títulos. -- Ande logo, ou quer descobrir na prática o que ocorreu com os que desacataram minha autoridade?

Engoli em seco e me adiantei.

-- Ahn, aproximadamente a quatro anos atrás, você era a prodígio da organização. Em quase três semanas de treinamento, já estava participando de missões em campo com membros renomados da RAC. É filha do antigo General Jackson, e antes de se introduzida, recebeu treino individualizado do próprio em casa. Nunca teve problemas com as provas psicológicas. Imbatível em lutas corpo a corpo, quase levou a óbito o treinador que antigamente era o terror dos alunos. -- Ela asentia enquanto passava por todos os arquivos -- Conseguiu impedir o sabotamento da organização por espiões dos creepys e quase deu um fim ao reino de discórdia deles.

-- Ótimo, ótimo... -- A ruiva asentiu por uma última vez ao chegar no caso mais recente: O assasinato dos propietários da mansão White e o sumiço da filha adotiva. -- Mas, mesmo depois de ter dito todas essas informações com aparente precisão, esqueceu de um detalhe.

Engoli em seco mais uma vez, minhas pernas tremendo enquanto encarava a droga do chicote que ela havia colocado em cima da mesa.

-- E, o que seria? -- Arrisco.

-- Cometemos o mesmo erro. A quase dois anos e meio atrás, fui escolhida a dedo pelo General Jackson para acompanha-lo numa missão em campo. Foi uma enorme honra ter sido escolhida pessoalmente por meu pai e líder da organização. Mas deixei o orgulho subir á cabeça.

Meus pelos da nuca e braços se arrepiaram. É praticamente a mesma coisa que eu fiz.

-- Quis provar meu valor a qualquer custo, mas sem deixar de parecer desciplinada. Então, quando estavamos quase esterminando os Quatro Irmãos e Zalgo, cometi o erro de baixar a guarda para chamar a atenção do General aos meus feitos. Ele se virou, e  correu em minha direção, tentando me proteger; mas na hora eu pensei que ele estava vindo me parabenizar. Meu.. pai se jogou atrás de mim para impedir um golpe que certamente me mataria. Seu coração foi perfurado, e mesmo como um escudo humano, não sai ilesa. -- Ela arregaçou a manga do braço direito, revelando uma prótese mêcanica.

-- E- eu, acho que agora entendo. -- Gaguejei. Depois de reviver como o próprio pai foi morto, sua expressão não mudou. Apenas o sorriso se apagou.

-- Isso é realmente bom. Pois eu te readimitirei na organização, e terá um treino árduo e individualizado comigo. Mas por hora, o que você conseguiu encontrar antes de se deparar com o proxy?

**

                             Slender

Bons e velhos tempos.

Devolvo o livro a prateleira e ando um pouco pelo cômodo. Relembro de quando eu e meus irmãos não eramos tão... frios.

Como criaturas de outras dimensões, um de nossos poderes é controlar linhas do tempo. Podíamos nos teletransportar para qualquer fase da humanidade, e a qualquer dimensão. Não tinhamos que estabelecer verdadeiros reinos de terror e  nos preocupar com nossas existências. Mas com a  enorme evolução dos seres humanos após o século XIX, fomos obrigados a isso. Zalgo nos ajudou, ele enviou demônios menores que espalharam a palavra. Porém com novos poderes, veio a eterna responsabilidade.

Precisariamos de "protegidos" para reclamarem nossos territórios. E encontrar os ideais para o trabalho se tornou complicado com o passar dos anos. Diversas vezes fomos traídos, e uma vez, quase destruidos. Mas sobrevivemos graças ao ego de uma comandante da Riot Against Creepys.

Humanos... Sempre crendo que são, e sempre serão a raça dominante. Mas quando se dão conta de que estão errados, correm para debaixo do rabo de saia de uma organização que dão seus comunicados por um representante, pois não querem correr o risco de expo-lo.

Depois de assumirmos a linha do tempo desta época, pausas para "descanso" são em 99,9 impossíveis. Apenas Offenderman se arrisca a sair da "rotina", mas eu e meus outros irmãos tentamos interpretar isso como uma forma de espalhar medo. Trenderman parece se enfurnar de propósito na biblioteca, porém esse é só um jeito de tentar recolher informações sobre nossos inimigos, de tal forma que seus proxys e creepys foram passados para mim. E Splendorman, bem, ele é...ele. Ao contrário de nós, tem a visão mais positiva de sua situação. Splendor é tipo uma funcionária doméstica que não exije pagamento e está feliz com o trabalho. Ele cozinha, lava as roupas e mansão etc. E (não contem para ninguém isso), é uma espécie de colher que se intromete nas brigas entre mim e Off. 

***

Sinto a presença de Masky e Rouge no corredor. Havia mandado-os se recolher das fronteiras após a ligação que fizeram sobre o intruso e coloquei alguns proxys de Trender no lugar.

Aparentemente, a RAC voltou a ativa.


Notas Finais




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