História Dollhouse - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dollhouse, Drama, Máfia, Romance
Exibições 4
Palavras 855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Lírica, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi gente!


Como o prometido,aqui estou com mais um capítulo.

O trailer saiu e está nas notas finais.

Perdoem qualquer erro.

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 1 - Catástrofe


Fanfic / Fanfiction Dollhouse - Capítulo 2 - Capítulo 1 - Catástrofe

P.O.V  Belinda  Wood

 

 Assim que  entramos  na boate, meu sangue   começa  a ferver e  aos  poucos   eu me  torno vítima  da adrenalina  de  uma  festa.  Eu olhei ao redor  completamente familiarizada com o ambiente.    As  luzes  de néon  dão um toque especial no local e  me dava   vontade  de me soltar ainda mas e foi exatamente isso que eu fiz. Puxei Isabella   até  o bar e pedi  uma daquelas bebidas coloridas  que  eu nem sabia  o nome,mas  isso pouco m e importava desde que   a bebida  me  proporciona-se  um pouco de alegria  e talvez também um pouco de  loucura.

 

O barman não demorou muito para  começar  a fazer   nosso  drinque .  Assim que peguei  copo bebi rapidamente o conteúdo sem me  importar  as conseqüências.  Isabella  riu da minha  atitude  e fez o mesmo, o que   a fez engasgar.

 

 

- Eu sinceramente não sei como consegue beber  tão rápido!  - Disse  Isabela perto do meu ouvido,pois a músicas  estava alta  demais.

 

- È  um talento, querida!  - Me gabei.  Isabela  revirou os  olhos  pela  minha atitude.

 

Uma  garota  de  cabelos  ruivos   e  olhos  verdes  profundos se  aproxima  de nós. Seu nome  era Maya  e  ela  era  uma   estudante  brasileira  que  veio fazer  intercâmbio aqui em  Nova Iorque.  Maya era uma de   nossa companheiras de  baladas. A mais  contida do grupo.

 

-  Olá  meninas!   - Disse Maya com animação.

 

-  Olá!  - Respondemos juntas.

 

 

- Venham  o pessoal só estava esperando vocês!  - Disse Maya  sorridente.

 

 

Fomos  até  o pessoal e   todos  nos  cumprimentaram.  Logo, começou a  tocar Cool Girl da  cantora Tove lo e  eu puxei Isabela e Maya  para  a  pista de  dança. Nós dançamos animadamente e sensualmente.  O ritmo da música me  envolvia  completamente. Meu corpo balançava  com   extrema  facilidade  e  eu não podia  conter minha satisfação.    Como eu amava, me sentir  tão leve  e  livre. Sem  rótulos   ou  julgamentos.  Somente curtição  e  liberdade.  Sem preocupações  ou stress, pelo menos por  hora.   

Eu dançava com minhas  amigas,totalmente alheia aos  meus problemas. A bebida me deixa   anestesiada  de todos  os  problemas,como por exemplo a morte da minha família ou  eu não ter   realizado meu sonho de ser atriz. Em vez, disso eu tinha aquela  merda de vida. Mesmo, entorpecida pela  bebida, me senti triste e   falei para  as meninas que iria  no banheiro.

 

Sai da pista de dança  ás pressas,esbarrando em diversas pessoas e ignorando olhares feio e  xingamentos.   Eu entro no banheiro e tinha algumas mulheres  retocando as suas maquiagens. Caminho até  uma  das cabines  do banheiro.  Tranco-me lá dentro e  começo a chorar.   Tiro dá minha  bolsa  o meu próprio frasco de bebida e bebo lentamente aproveitando cada  gole  e  me entorpecendo cada   vez mais. 

 

 

De filha  problemas e atriz  aspirante  eu virei uma  garçonete   bêbada.    Minha  vida  ao invés de  subir,somente desceu até   o final do poço.  Depois   do meu surto de tristeza  saio do banheiro e vou retocar  minha maquiagem.   Por  sorte não havia mas ninguém  no banheiro. Pelo menos  ninguém veria  minha desgraça.   

 

 

A  porta  do banheiro se abre  e Isabela  entra.  Ela  caminha até  mim e ao ver minha maquiagem borrada, me encara  com preocupação.  Ela  me abraça.

 

-  O que aconteceu?   - Perguntou   Isabella.

 

- Eu só fiquei chateada  pela minha vida não ser como eu planejei,mas  já estou melhor.  – Disse   dando um meio sorriso.

 

 

- Não fique assim!  Pelo menos ainda temos  uma  á  outra!  - Disse  me tranqüilizando.

-  Continua  logo a retocar sua maquiagem e vamos voltar para a festa.  – Disse  Isabela e eu ri de sua ansiedade.

 

-Tá bom! – Digo  revirando os olhos

 

 

 Já estava  quase terminando de retocar a  maquiagem,quando  ouvimos   um estrondo do lado de fora  somado a gritos. As  luzes  do banheiro  começam á  piscar   nos  causando  grande susto e  pânico.  Saímos do banheiro alheias ao seja  lá   o que  tiver acontecido,quando alguém esbarra   em mim.  Era  a Maya.  Maya  estava   comas  roupas  cobertas de  poeira e  rosto com múltiplos  cortes.  

 

 

-  O prédio está  desabando!  - gritou desesperada. 

 

 

Ninguém precisou dizer  mas  nada,para que  eu e Isabelle  percebêssemos que era  hora  de sai dali.  Começamos  a correr  em direção a saída.  No meio da correria  eu infelizmente,pude  ver  uma  garota  caindo no chão e ser  pisoteada  por  uma  grupo de pessoas.  Eu pude  ouvi seus  ossos  quebrando e   mas  ninguém parecia se importar.   Uma  barra  de ferro caiu  em cima  de   Maya,fazendo a mesma  prender  sua  perna.

 

 

-Podem ir sem mim!  -  Disse Maya  chorando.

 

- Não!   - Eu neguei. 

 

 Quando eu ia  me  aproximar  outra  barra  de ferro cai sobre a  cabeça  de  Maya  a matando instantaneamente .  Eu  prendi  o choro,não era  hora  de  pirar e  sim de fugir.    Avistei outra  porta  de saída e sem pensar  duas  vezes   corri até a mesma levando  Isabella  comigo.   Assim, que atravessamos  podemos    notar que   a  porta  dava  para  um beco.   

 

 

 

-  Estamos  bem!  - Disse Isabela  com os olhos  lacrimejando.

 

 

 

-Vamos  para  casa.   -   Digo  segurando sua  mão.

 

 

 

Ficamos  uma  olhando para  outra , ainda  sem acreditar na sorte  que tivemos quando um pano é  colocado sobre meu nariz e  eu fico entorpecida,até  finalmente  me  entregar  ao véu da  inconsciência.

 

 

 


Notas Finais


Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=cVa-PSOgNJU

Espero que tenham gostado!

Muitos beijos e abraços <3

Até o próximo!


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