História Dolls Eye - Capítulo 30


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Categorias Another
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Sexo
Exibições 14
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Festa, Hentai, Josei, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá gente...
Desculpa a demora, mas nem sei mais se vcs se importam.
Estou meio triste esse últimos meses, mas problemas pessoais não são do interesses de vcs.
Boa leitura.
Kissus Yonoowari

Capítulo 30 - Aquela que escuta


Pov's Hikari
 

"MERDA! MERDA! MERDA! MERDA!!!!" Queria sumir dali, correr para bem longe, mas para onde iria, como eu sairia dali, toda fraca e desprotegida desabei no chão.
As pessoas vieram me ajudar, mas eu escutava apenas barulhos indecifráveis, queria saber o que fazer.

-HIKARI! HIKARI-CHAN!- A ardência no meu rosto me despertou, a pessoa a me dar um tapa era Madoka, meio zonza me levantei com sua ajuda.

-O que foi? A senhorita está bem?- Alguma pessoa perguntou, ignorei e Madoka me ajudou a ir até o quarto onde estava.

-O que aconteceu no telefone?- Mesmo sem forças, me apoiei na cama hospitalar, nos travesseiros pra ser exata.

-Problemas familiares- Tapei os olhos com o antebraço, agora tudo me irritava.

-Tipo aquele seu primo?- Deixei uma brecha para olhá-la.

-Também- Suspirei pensando na pior situação possível, nem no outro lado do mundo me livro dessas pragas do passado.

-Oi- Batidas na porta chamaram nossa atenção, Kelly e Kelvin entraram no quarto, a blusa regata mão cobria algumas partes de suas faixas, nem queria saber o que que foi aquilo- Tô entrando.

-Tá, calado e você continue- Madoka nem percebeu que falou em japonês com eles, cruzou as pernas elegante e me encarou.

-Aquele que nos atacou, meu primo, ligou pra mulher que me criou, minha tia, mas ela me odeia e eu... Bem eu retribuo- Não sou obrigada a falar em inglês, que o irmão dela traduza- A mesma está aqui e a merda do Yusuke vai ajuda-la a me infernizar, nem no fim do mundo eu tenho paz.
 

-Você acha isso um problema? Problemas tenho eu- Me assustei com a garota, ela me entendeu?- Sou órfã e não temos apoio financeiro, Kelvin tá desempregado, meus únicos parentes vivos são tios-avôs que moram em algum lugar, não tenho amigos da minha idade e sofro bullying por ser eu e também por ter um belo irmão que gosta de homens, minhas notas não são das melhores e eu tô achando que vão me cobrar a conta desse hospital- Kelly ficou sem ar de tão rápido que falou, estava espantada com tudo que revelou em um minuto.
 

-Pera, como ela...- Madoka perguntou, mas Kelvin não deixou terminar.

-Eu não falo japonês, mas conheço algumas palavras que meu irmão tentou me ensinar, família, xingamentos e muita reclamação- Voltou ao inglês.

-Ok- Calei-me, não posso revidar, pois  eu com cinco anos foi quando descobri que meus pais morreram, com sete quando destruir o carro da professora e nove em diante sendo o que sou- Mas sendo problema ou não, não quero minha amada tia aqui- Falava em inglês para ela entender.

-Amanhã resolvemos isso, aposto que ela ainda não está aqui, foi 8 horas apenas deste o incidente, uma viagem de avião demora 16, mesmo que pegue jato demora 9 ou sei lá, não tem aeroporto por aqui então ela ainda tem que pegar carro para vir- Kelvin finalmente se pronunciou no quarto, possuía uma bolsa ao seu lado, Kelly segurou a mão dele e foi o puxando para fora.

-Já fomos liberados, como você foi um pouco mais grave vai ficar até amanhã de manhã aqui, iremos te buscar, ja que possivelmente não sabe como voltar pra casa, tchau Madoka, tchau Hikari do olhinho estranho- A porta fez barulho qo ser fechada, restou apenas nos duas no quarto.

-Eu fui quase que esquecida pela autor

-Se preocupa não que o Kelvin também, mas como vai ficar o assunto da invasão?- Batidas na porta chamaram atenção, de lá veio uma copeira, trazendo a refeição para os paciente do cômodo, você pensou que era só eu na sala? Entregou uma bandeja e foi, quem é que pagou um hospital para mim?

-Porque tanta regalia? Perdi sangue, mas porque tenho um quarto e refeição? Que saiba isso é pago- Remexia a comida nutritiva, preparada especificamente para mim.

-Plano de saúde da escola, caso algo acontecesse aqui, a escola deveria providencia o necessário, seu caso foi um deles, a única coisa de devemos dar em troca é ficarmos quietas sobre o incidente para mídia- Até que não é tão ruim a comida daqui.

-E você? Já comeu?- Ofereci aquele pão crocante, não sei o nome dessas coisas americanas.

-Já, antes de você aparecer caída na recepção eu fui comprar alguma coisa pra comer, tinha uma loja chamada spo... Esp... Supo... Uma loja de macarrão aí, la era bom- Terminei tudo, comida de hospital é maravilhosa- Vou ficar aqui até você ser liberada, separa um travesseiro aí pra mim que eu durmo na cadeira.

-Ok!- Assim a noite continuou, assuntos banais, experiências, minha infância, já que a dela... Bem... Vocês sabem.
 

___Quebra de tempo___
 
 
 

Pov's Madoka
 

 

-Graças a deus!- Meus músculos agradeciam saber daquele lugar, dormi na cadeira não foi a melhor coisa que já fiz, me espreguiça aliviava bastante a tensão

-Aonde eles estão?- Hikari tinha uma cara de sono, como assim ela não dormiu bem? Ela tava na cama!

-São sete horas da manhã, acalma-te e respira-te- Sotaquei legal! Ok, parei.

-Vamos nos sentar e...- O chão tava gelando, como sei disso? A porra da Hikari me jogou nele junto com ela- QUE POR...- A morena tapou minha boca, fiquei quieta, o quê que tá acontecendo?

-Cala boca- Engatinhamos até atrás de uma planta tropical, Hikari espiava se escondia de quem? Olhei também, mas somente vi uma mulher... Mulher, Hikari, ontem, tia, treta... PUTA QUE PARIU!

-Como vamos sair daqui?!- Levei um tapa fraco por falar alto.

-Vamos deixa-la entrar e depois saímos correndo daqui- Sussurrou, a mulher já estava perto da porta automática, quando um carro vermelho chegou.

-Ótima hora! Vamos!- Saímos disparada pra dentro do carro, o outro que tinha trazido a mulher saiu um cara loiro, o mesmo do apartamento

-Kaede-san!- Filho da puta!

-Oi pra vocês tamb...

-VAI! VAI! VAI!- Ele nem perguntou, saímos cantando pneu, a mulher tia entrou no outro carro, AI MEU DEUS! PERSEGUIÇÃO? SERIA MEU SONHO?

-DO QUE A GENTE TÁ FUGINDO?- Nem vi Kelly por aqui, notei que vestia um vestido florido, ficou bonitinha.

-A TIA DELA E O PRIMO!

-A GENTE VAI SER MULTADO!(Kelvin)

-ELES TÃO NA NOSSA COLA!- Hikari estava desesperada.

-CALMA QUE EU TÔ AQUI!- Kelvin aumentou a velocidade, todas nós começamos a gritar, as curvas levava a gente de uma lado para o outro.

Uma sirene chamou atenção, fudeu! A polícia.

-Vamos parar, já despistamos a família dela- Tentava respirar, toda essa fuga me fez esquecer de como se faz a troca gasosa.

-NÓS NÃO VAMOS RECEBER MULTA!- Kelvin e Kelly me assustaram, exclamaram ao mesmo tempo com sangue nos olhos... Ok né.

-MAS COMO? ELES TEM A PLACA DE VOCÊS?- O carro da polícia ia chegando cada vez mais perto, mas com uma curva perigosa nós distanciamos.

-Falsa- Cair pro lado de Hikari, a coitada tava enjoada.

-VOCÊS SÃO LOUCOS? VAMOS SER PRESOS SE NÓS PEGAREM!

-Por que acha que estamos fugindo?- Num beco, saímos do carro a mando do Kelvin, ajudei a coitada da Hikari – que tava enjoada – a descer.

-O que estamos fazendo?- Ele abriu o porta-malas e pegou algo que não conseguimos ver, Hikari foi pro canto e vomitou, dei um paninho pra ela.

-Tô tirando a placa falsa, saber, uso três placas, caso eu seja pego numa- Olhei-o incrédula, já trocada a placa, entramos no carro e saímos normalmente, como se nada tivesse acontecido.

-Se eu for pega, me faço de japonesa seqüestrada- Disse Hikari encostada na Kelly.

-Alguém me nocateei se isso acontecer, posso falar quando acorda que fui levada a força- Pedi educadamente.

-Se for assim, tem uma corda ali por porta luvas, se isso acontecer, me amarrem e coloque esse meu laço na minha boca, que o Kelvin seja o responsável por tudo isso- Rimos dos nossos pedidos e ouvimos o rapaz reclamar, por ser o único que não tinha álibi.
 

_Quebra de tempo_
 

Na calada da noite acordei com batidas na porta, tinha problemas ao dormir – devido aos longos anos de tortura, não confiava em ninguém e em nada durante a noite, mais atenta do que os próprios vigias determinados a madrugar – levantei da cama e caminhei para fora do quarto, o breu era meu amigo, já tinha feito isso antes, quando ia buscar água e fui ver pelo olho mágico.

-Mas...- Mesmo sendo um ato imprudente, abrir a porta, o corredor ainda tinha iluminação, o suficiente par iluminar a mulher de 43 anos- Como achou esse lugar e a essa hora?

-Deve ser a Madoka- O tom calmo dela me causou arrepio pela espinha, como isso é possível?

-Tia da Hikari?- Acenou em afirmação, sair do apartamento e fechei apartamento, vocês acham mesmo que vou deixa-la entrar? Nem nos pesadelos de Hikari.

-Me responda, o que faz aqui?- Tô só de camisola de velhinha, mas quem se importa?

-Vim ver como ela estava, mas parece que não era necessário- Senti um ar melancólico da mulher, não sei se acredito nela.

-Você mente, mas ao mesmo tempo diz a verdade. Vou repetir mais uma vez... O que faz aqui?- Me preparava para entrar em casa, caso ela mentisse de novo.

-Queria falar com ela sobre Maiku- Desviou olhar, dessa vez não mentia- Aquela garota foi embora a mais de um mês e não tenho se quer uma única noticia dela nesse meio tempo, quando recebo é do primo dela e que a mesma esta nos estados unidos e sofreu um acidente- Bufou irritada, passando a mãos sobre os cabelos.

-Ela não sabe de nada, apenas é uma pessoa ignorante e cheia de escolhas erradas e eu sou pior por não guia-la ou tentar ser mais próxima dela- Encostei na parede e deixe ia falar, escutar é o que aprendi a fazer a tempos.

-Agora meu marido está morrendo numa cama de hospital, as dividas vão aumentando, minha sobrinha é uma desorientada e eu já não sei porque viver- Ela queria chorar, mas engoliu o choro- Eu estou no fundo do poço, sozinha, perdida, iludida e desesperada- Puxei-lhe pelo braço até as escadarias e sentamos na escadaria.
 

Essa noite eu não dormiria, mas teria mais uma história de vida.

Longa, depressiva e cheia de lamentações


Notas Finais


Nem editei, desculpa


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