História Dolly - Capítulo 4


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Categorias Carly Rae Jepsen, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Carly Rae Jepsen, Dolly, Drama, Hola Hola, Igrt, Justin Bieber, Longfic, Obsessão, Psicopata, Repostando
Visualizações 238
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU VOU REBOLAR BEM NA SUA CARA!!!!


Olá pessoal!!
Muito obrigada por todo o apoio<3
Boa leitura❤

Capítulo 4 - Prometa


Fechei a porta atrás de mim e respirei fundo, pressionando minhas têmporas com os dedos. Ainda não acreditava no que tinha acontecido agora pouco. Estava tudo tão confuso na minha cabeça. 

Caminhei lentamente até a cozinha e peguei um copo de água. Enquanto bebia coloquei a mão no bolso de trás da calça, a procura do celular, e o liguei. 

Arregalei os olhos ao ver que tinha 17 ligações e 27 mensagens, todas da mesma pessoa. Justin devia estar morrendo de raiva, eu não devia ter fugido dele daquele jeito. É melhor eu ligar de volta...

É, vou ligar pra ele. Mas só depois do meu tão esperado banho. Não aguento mais essa quentura que eu tô sentindo. 

Saí do banheiro enrolada em uma toalha e secando o cabelo com outra, o relógio na cabeceira da cama marcava 17:45 e desde que cheguei não achei nenhum sinal de que meu pai estivesse aqui. Ótimo, pensei comigo mesma. Estava demorando para começar tudo novamente.

Peguei o celular e liguei para Justin, chamou uma, duas... cinco vezes até cair na caixa postal. Tentei mais algumas vezes e ele não atendia. Desisti de tentar falar com ele agora e disquei o número do celular do papai, ouvi uma música começar a tocar atrás de mim. O celular dele está na bancada. 

 

Visto meu casaquinho vermelho e saio pelas frias ruas de Nova York, o clima esfriou um pouco mais agora de tarde. Andei duas quadras e entrei em um barzinho, caras jogando sinuca, velhos bêbados caídos no chão e umas mulheres dançando. Nada de Harold. Bufei e saí daquele estabelecimento asqueroso. Andei até outro bar um pouco longe daqui. Nada também. Eu já estava ficando preocupada. Muito preocupada. 

 

×××

 

Abri a porta cabisbaixa por não ter encontrado meu pai em lugar nenhum depois de horas procurando. Resolvi fazer o jantar, colocando na cabeça que meu pai está bem e que logo, logo ele voltará para casa.

Olhei as mensagens que Justin mandou mais cedo em meu celular, a cada pergunta dele eu me sentia mais culpada, ele não merecia o que eu fiz. Depois de muito pensar resolvi mandar uma mensagem, ignorando o meu orgulho depois dele ter ignorado minhas chamadas.

 

Oi. Me desculpa por hoje mais cedo. Espero que você entenda o meu lado e não desista de mim, Jus.

Ass. Lis

 

Algumas horas mais cedo

Narração em Terceira Pessoa

 

 Harold Lawson estava sentado no estofado de sua sala de estar, as mãos suando e os pés balançando freneticamente no chão. O prazo tinha acabado, ele só tinha até a meia noite daquele dia para pagar sua conta para o dono do Cassino. Ele tinha feito uma grande dívida e se não arranjasse dinheiro para pagar, perderia a casa e ficaria sem lugar para morar.

Elizabeth não tinha a mínima ideia do real motivo que o fez ter parado de frequentar aquele lugar cheio de jogos de azar, na cabeça da recepcionista ele havia deixado aquilo por causa dela, por amor a ela, e não por medo de perder a casa que continha tantas lembranças de sua mãe. 

Onde iriam morar agora? Por Deus, como ele iria conseguir olhar nos olhos da filha e contar a verdade? 

Chega! Cansando de bancar sempre a vítima da história pegou seu casaco no cabideiro ao lado da porta e saiu para sua longa caminhada até o lado oeste da cidade, iria bater de frente com o dono daquele lugar e não deixaria que tirassem sua casa dele, não poderia fazer isso com Elizabeth. 

 

×××

 

A menina cochilava no sofá com a TV ligada em uma programação qualquer quando a porta foi aberta escandalosamente, fazendo-a arregalar os olhos assustada. 

— O que está acontecendo? — Em resposta seu pai começou a arrastá-la até o começo da escada, mandando-a subir. Ela até obedeceria, mas simplesmente não podia ignorar a expressão de pânico no rosto do homem a sua frente. — Pai, me conta o que está acontecendo. — Ela ficou mais confusa ainda quando o viu arrastar o sofá até a porta.

— Elizabeth, suba e não desça aqui por nada! Entendeu? 

— Não vou a lugar nenhum até você me contar o que está acontecendo! 

Um barulho alto foi ouvido no lado de fora da casa. Era como se quisessem arrombar a porta.

— Vai lá pra cima, Elizabeth. — Olhou no fundo de seus olhos castanhos. — Agora.

Não tinha como não obedecer dessa vez, subiu as escadas rapidamente, o medo tomando conta de seu ser. Cogitou a ideia de se trancar no quarto, mas preferiu ficar escondida na parede do corredor do segundo andar, ao lado da escada. Não poderia deixar nada de ruim acontecer com seu pai. 

Um barulho alto. O sofá foi arrastado. Vozes. Gritos

Ela queria conseguir entender o que estavam dizendo, mas a única coisa que seu cérebro conseguiu processar foi a imensidão rouca vinda da voz do possível líder dos que vieram atrás de seu pai. Uma imensidão rouca desgraçadamente familiar.

Na sala de estar, Harold observava o intimidador homem a sua frente — Mesmo que fosse menor do que os que vieram acompanhando-o — andar de um lado para o outro. Subitamente, para em frente a um porta retrados e o pega em mãos, nele havia uma foto de Elizabeth com 7 anos de idade.

— Sua filha? — Em resposta recebeu apenas um olhar de desprezo. Soltou uma risada nasal e colocou o objeto de volta no local. — Muito bonita. Quantos anos ela tem agora? 

Vendo que não iria receber resposta mandou um olhar significativo para um dos seus capangas que segurou o mais velho por trás e apontou uma arma para sua cabeça. 

— Deze-esseis.

— Eu tenho uma proposta para você, seu porco imundo. Esqueço sua dívida e deixo você viver sua vidinha medíocre, se me der a única coisa que realmente interessa aqui. — Não foi difícil para Harold entender o que é essa coisa.

— Está louco? Nunca deixarei você tocar na minha filh- 

Foi interrompido pela risada irônica do loiro a sua frente.

— Você não acha que está se achando muito para um velho gagá? Quem manda nessa porra toda sou eu. Eu dito as regras aqui. 

Calou-se por um momento, vendo o quanto estava intimidando o homem e ficou secretamente contente com aquilo.

— Você só tem duas opções. Aceita minha proposta de levar sua filha ou... Eu te mato e ela terá que ir comigo do mesmo jeito. 

— Você não vai levá-la! - Harold cuspiu as palavras no rosto do homem.

— Então eu não tenho outra escolha a não ser te ma-

Fora interrompido com um grito.

 

 

 

 

— Não! Eu vou com você! Apenas prometa que não fará nada contra meu pai. 


Notas Finais


Foi isso, beninxs!! Espero que tenham gostado, até o próximo<3


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