História Domain - Capítulo 38


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Dominação, Empresas, Jensen Ackles, Joseph Morgan, Poder, Romance, Sexo
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Notas finais.
Boa leitura!

Capítulo 38 - Acordando


Fanfic / Fanfiction Domain - Capítulo 38 - Acordando

Jasmine

   O som irritante e contínuo de uma máquina despertava a minha consciência. Por Deus, o que tinha acontecido comigo?! Movi meus músculos mas nem sequer os conseguir tirar do lugar: todo o meu corpo pesava como mil elefantes, incrivelmente minhas pálpebras se negavam a abrir. Contudo, eu podia sentir um calor na minha mão, como se alguém a estivesse segurando e velando por mim. Eu não ouvia vozes nem outro ruído que não fosse o da máquina, mas o contato com a minha mão me mostrava que não estava sozinha.

   Não demorou muito tempo até que me embarcasse no sono novamente.

   *
   Dessa vez vozes aleatórias e confusas invadiam os meus ouvidos. Muitas vozes, mas todas elas em volume baixo como se estivessem com medo de acordar alguém. Mas por falar em acordar, porque eu não conseguia simplesmente abandonar esse sono profundo?

  Outra vez senti um calor em minhas mãos e um pequeno arrepio pelo meu rosto. Um arrepio bastante agradável e meigo; quem poderia ser?

   Mais vozes ecoavam e vez ou outra eu podia discernir o meu nome.

   Eu só queria acordar depressa.

*

   -- Ela irá despertar em breve. Felizmente essa recuperação tem sido rápida, mas mesmo assim teremos de estar atentos. -- alguém falava. -- Os efeitos poderão ser ainda graves.

   Ouvi um suspiro e de seguida senti perfeitamente o toque suave na minha bochecha.

   -- Eu nunca vou ser capaz de te agradecer, querida...

   M-mãe!?

   Forcei a abrir os olhos, ou pelo menos mexer-me, mas não dava. Estava presa dentro do meu próprio corpo... Isso não seria um dos efeitos, seria?!

   Mas efeitos... De quê?! O que aconteceu?

   Então flashes daquela noite povoou minha mente: Bebê da Victoria. Mãe. Sequestro. Noite. Apartamento de Louis. Vince. Fugir. Polícia. Casa abandonada. Aaron. Ryan. Ameaça. Lágrimas. Troca. Explosão e... Hospital.

   Involuntariamente a minha mente montou o cenário de estado do meu próprio corpo completamente queimado com cascas escuras secas, meu rosto deformado, e a falta de movimento nos membros só podia significar uma coisa: eu estaria tetraplégica.

   Não, não... Não podia ser. Não! Eu não poderia estar confinada à uma cama pelo resto da minha vida! Não! Não seria possível, não podia ser verdade!

   Eu tinha vontade de gritar, mas até mesmo o grito ficara preso em minha garganta. Eu estava totalmente dependente de outras pessoas... Não poderia trabalhar, não poderia dirigir, não poderia estar com os meus amigos como costumava, não poderia fazer babaquice com Victoria, não poderia fazer mais nada... Nem ao banheiro sozinha eu poderia mais!

   Aquela escória humana acabou totalmente com a minha vida, antes tivesse me matado. Eu preferia morrer do que viver dessa maneira!

   No entanto, algo me chamou a atenção: o aperto da minha mão ficou mais forte até a voz de mamãe sair embargada de seus lábios.

   -- E-ela está chorando!

   Eu estava chorando? Como assim chorando?

   -- Isso é um bom sinal, senhora Allen. -- disse um homem. -- Na maioria dos casos quer dizer que ela está parcialmente consciente e o acúmulo de emoções pode sair em forma de lágrimas. Mas também pode ser que não esteja mas o corpo começa a recuperar-se pelas coisas mais pequenas como lágrimas ou pequenos espasmos nos dedos, boca e sombrancelha, por exemplo.

   Um beijo na minha testa foi depositado. Eu ainda estava em choque: realmente estava chorando?

   -- Quando você acordar... Estaremos todos aqui para te receber, anjinho... -- a voz de mamãe ia ficando cada vez mais baixa e embolada. -- Seu pai, eu, Louis, os avôs e avós, sua amiga Victoria e seus outros amigos estão ansiosos e torcendo por você... E Aaron está se matando por...

   Então deixei de ouvir totalmente.

   Volta, mamãe! Fala mais!

   Mas o que sobrou foi apenas o silêncio que me atormentou por mais um longo tempo.

*

  Um desconforto acabou por me despertar repentinamente; senti cada pedaço do meu corpo pinicando dolorosamente. Ao mesmo tempo que sentia isso, outra coisa parecia me sufocar, como se uma almofada estivesse sido forçada no meu rosto.

   Eu tentava me debater mas todos os meus movimentos estavam limitados a nada, então, como se alguém me salvasse de um afogamento, os meus olhos se abriram de rompante ao mesmo tempo que uma crise de tosse me agitava.

   Apenas um abajur fraco ao lado da cama iluminava o quarto. Afinal, tudo aquilo não tinha sido um sonho: as máquinas denunciavam os batimentos acelerados do meu coração e os fios de soro ligados ao meu nariz, mãos e na dobra do braço mostravam o quão mal eu tinha ficado.

   Olhei ao longo do meu corpo e reparei que afinal eu podia me mexer, pois não notei que tinha me sentado quando despertei aflita e sufocada.

   Um sorriso tomou conta dos meus lábios, então, uma sombra próximo à pequena poltrona de visitantes me chamou a atenção. Ao mesmo tempo que eu ia dizer algo, o vulto se aproximou um pouco, podendo ser iluminado pela fraca luz laranjada.

   Eu pensei que fosse ver a minha mãe, mas foi Aaron quem se materializou ali.

   Ele se aproximou completamente, alcançando minha mão e a apertando como se garantisse que eu não fosse uma assombração. Só que esse aperto trouxe uma lembrança suave de um sonho onde ele segurava a minha mão... Teria sido um sonho? Ou...

   -- Como se sente? -- perguntou calmamente.

   -- N-n... -- forcei minha garganta. -- N-normal...

   Aaron suspirou totalmente aliviado.

   -- Eu pensei que fosse te perder. -- ele fechou os olhos, respirando profundamente. -- Mas finalmente você acordou e esse pesadelo acabou.

   -- Por... Quantas horas fiquei a-assim?

   Ele levantou uma sombrancelha.

   -- Horas? Bem, -- ele fez uma pausa de 3 segundos, olhando para o relógio -- Acho que mais ou menos... 330 horas. -- arregalei os olhos. -- Praticamente duas semanas bancando a bela adormecida.

   Sorri e entrei na brincadeira.

   -- Talvez eu acordaria com u-um príncipe...

   -- Eu roubei vários beijinhos seus mas não resultou.

   -- Pervertido!

   Ele se fez de admirado.

   -- Para me chamar coisas a sua garganta fica ótima, não é?

   Revirei os olhos; a minha garganta estava seca e dolorida mas isso não era o suficiente para me deixar muda, ainda mais perder a oportunidade de zoar o Volker!

   -- Talvez v-você não seja o príncipe...

   -- Ah sim? Eu estava pensando em te contar tudo o que aconteceu nesses dias, mas vou deixar para o seu príncipe contar.

   Ele ia?!

   -- Não! Você é o meu p-príncipe!

   O executivo deu de costas, caminhando para a porta.

   -- Interesseira.

   -- O-onde vai...?

   -- Chamar alguém. É provável que você seja submetida a uma bateria de exames e então... -- sorriu safado. -- Posso ver se te conto ou não...

   Fiquei boquiaberta quando o filho de Leonard piscou um olho e me deixou sozinha. Logo dois homens entraram no quarto, perguntando imensas coisas até me levarem para outro lugar onde começariam os exames.

   Quase duas horas depois eu pude ver meus pais. Graças aos céus eles estavam bem e felizmente mamãe estava com bom aspecto físico, o que denunciava o poder de persuasão de Aaron, papai e Louis. Com certeza ela teria ficado horas e horas no hospital mas os três homens tinham feito com que a mulher descansasse.

   Papai mantinha a severidade no rosto, contudo, ainda assim era de ver que ele ficara preocupado, aliviado e ao mesmo tempo zangado. Preocupado que eu não pudesse acordar, aliviado por mamãe estar a salvo e zangado por eu ter me jogado nos braços do inimigo de uma só vez.

   Suspirei enquanto recebia um afago do meu irmão. Eu não poderia estar mais aliviada do que ver toda a minha família unida e saudável.

   -- E quando ela tem alta, doutor?

   -- Se os exames estiverem limpos, então daqui a três dias sua filha já vai para casa, senhora Allen.

   -- Eu poderia dizer que estou cansada de ter estado aqui, mas a verdade é que nem me lembro... -- falei inocente, arrancando algumas poucas gargalhadas deles.

*

   Victoria tinha acabado de sair do meu apartamento juntamente com o seu menino e o marido. O pequeno Hugh era uma bolinha cheirosa de olhinhos castanhos; a minha melhor amiga estava tão feliz que parecia que via a luz todos os dias, mas pudera! Aquele menino era um raiozinho no mundo! Taylor estava todo babado, falando no que os dois iriam aprontar quando mais velhos enquanto Vic revirava os olhos.

   A noite já estava escura lá fora e o cheiro de sopa caseira tomava conta da cozinha e do meu nariz. Sol tinha preparado algo que ela jurava ser um levanta--defunto, e se eu comesse tudo, certamente ficaria tão bem que nunca mais um coma iria me fazer dormir.

   Eu ri disso e, assim que a mesa estava preparada, eu me sentei a comer.

   -- Ao menos agora você escuta a pessoa certa.

   Olhei para trás reconhecendo a voz do empresário. As minhas sobrancelhas se curvaram em surpresa. Como ninguém me avisou que esse indivíduo tinha entrado?

   -- Quer dizer, você invade o meu apartamento e ainda vem falar como se tivesse razão?

   Ele se sentou na cadeira próxima a mim.

   -- Uhum. -- roubou a minha colher, provando da sopa que eu comia. -- Sol cozinha muito bem. Já vi que não vou ter problemas em me adaptar aqui.

   Encarei Aaron estupefacta.

   -- Como assim adaptar aqui?

   -- Seus papais imploraram para que eu ficasse de olho em você. Claro que eu disse que você não iria gostar mas eles me fizeram prometer que eu cuidaria de você, nem que tivesse que estar 24 horas diárias na sua cola.

   -- E então você decidiu levar muito a sério...

   -- Sim.

   Adiantaria discutir? Não. Ele tinha razão, pelo menos para já, e sinceramente eu não queria que Volker fosse embora.

   Terminei a minha sopa e me sentei no sofá da sala, enrolando nas almofadas e ligando a televisão para procurar algum filme. A minha cabeça ainda doía, porém eu preferia ter a dor mas permanecer em casa à vontade.

   -- Acho que precisa disso.

   Ele ofereceu um copo com água junto com dois dos meus medicamentos, a seguir se sentou ao meu lado, colocando minhas pernas em seu colo.

   Após um longo período de tempo, ouvi sua voz rouca.

   -- Você assustou todo mundo, sua irresponsável.

   -- Ah?

   -- Não se faça de sonsa. Todos pensaram que você morreria naquela cama.

   Me arrepiei.

   -- Eu não tive escolha. -- sussurrei. -- Ou era a minha mãe ou eu... - Volker suspirou pesadamente, acarinhando minha perna nua. - E eu não acredito que aquilo tenha sido obra de Ryan. Como alguém iria se suicidar junto com os comparsas? -- acrescentei, talvez esperando por uma resposta, mas nada veio. -- Você não concorda comigo? Ele é doente, isso é certo, mas não acho que chegue a ter um pensamento tão demente...

   -- Não foi ele. -- encarei-o. -- Eu armadilhei o casebre para acabar com ele mas no final eu fui atraiçoado, o que quase custou sua vida.

   Minha boca estava entreaberta perante o que ouvi. Como poderia culpá-lo? Como ele poderia perder o controle e deixar que isso acontecesse?! E se fosse a minha mãe a machucada!? E se houvesse mais alguma traição fatal?!

   -- Eu cuidei desse assunto. Caroline foi embora.

   -- E o que me interessa ela!? – questionei chateada, mas quando estava para acrescentar mais alguma coisa, eu percebi o motivo. – Ela... Não acredito! Onde aquela piranha se meteu? -- a minha voz ergueu umas quantas notas. -- Eu prometo que vou quebrar aquele nariz de cirurgia!

   -- Eu sei que sim...

   Estranhei. Eu esperava um "calma, Jasmine" ou um "ela já não está aqui" ou qualquer cousa parecida, mas tudo o que obtive foi um simples "eu sei que sim".

   -- Como você sabe?

   -- Eu faço questão que você acabe com a raça dela. -- minhas sobrancelhas formaram um arco perfeito. -- Ela foi chorar a morte de Ryan.

   -- Caroline e... Ryan? -- sussurrei.

   -- Sim. Ela deixou de ser leal desde quando fomos para o Canadá. -- Aaron pareceu se lembrar de algo que tinha acontecido entre eles os dois no país da América do Norte, mas resolvi ignorar. -- Eles trocavam algumas ideias e muitas coisas eram passadas para Smith. Eu desconfiei do ódio dela por você mas mantive silêncio até que vi o que ela foi capaz de fazer ao explodir com a casa.

   -- Foi ela? -- ele concordou com a cabeça. -- Então... Ryan está morto..?

   Um sorriso extremamente assassino e atormentador moldou os lábios do filho de Leonard. Eu me encolhi, visivelmente alarmada com tal sorriso, mas isso pareceu chamar a atenção do homem, que automaticamente fez um carinho em minhas pernas, roubando a minha atenção. Quando ergui o olhar a ele, toda aquela aura tinha se esvaído, restando os olhos verdes vingativos.

   - O pesadelo finalmente acabou, Jasmine. Mas respondendo a sua pergunta, sim, ele está morto.

   - F-Foi você?

   Novamente o brilho assassino percorreu os olhos do homem que tratou de conter o estranho entusiasmo.

   - As minhas mãos, um par de facas, vassoura, isqueiro, uma cadeira e algemas foi tudo que usei. - sua voz esfriou dezenas de graus. - Ele foi reduzido ao que sempre foi. A nada.

   Sem segurar com a minha emoção, eu suspirei de alívio deixando um pequeno sorriso embelezar meu rosto. Contudo, minha curiosidade era aguçada... Eu tinha estado em coma induzido e, depois de duas semanas, todo o pesadelo dos últimos meses simplesmente já não existia.

   O carinho de Aaron em minhas pernas continuava enquanto ele permitia, em silêncio, que meus pensamentos viajassem para cenários distantes.

   Ryan estava morto. Era difícil acreditar, e mais ainda sabendo que o homem que estava dentro da minha casa o matara. O primeiro e único homicídio de Aaron Volker... Eu não sabia se me permitia assombrar pelo holandês executivo ou se agradecia por ele ter me tirado da confusão que ele próprio me enfiou. Na verdade, eu não conseguia me assombrar por ele... Aaron entrara na minha vida de uma maneira tão instantânea que sair dela seria acabar com as mais inexplicáveis montanhas de emoções que eu pude sentir.

   Eu o queria por perto. Eu o queria como parte da minha vida, parte de mim, mesmo que nosso início tivesse sido bizarro.

   Porém de uma coisa eu estava certa: curiosidade não era nem perto do que eu sentia sobre como ele... Matou.

   Pensei por segundos, mas então perguntei de vez:

   - Como você cometeu o seu primeiro assassinato?

   Seus olhos me analisaram e um resquício de brilho cruzou por eles. Volker se remexeu no sofá, inclinando sobre o meu corpo e alcançando os meus lábios. Seu beijo possessivo mas zeloso trouxe do fundo da minha essência uma vontade absurda de o sentir em mim.

   Minhas mãos circularam seu pescoço, minhas pernas afastadas permitiam que ele se deitasse sobre mim, no sofá. O empresário tinha mais cuidado ainda ao descer uma das mãos do meu pescoço aos meus seios; ele não apertava, apenas sentia toda a minha anatomia por cima do pijama. Sua mão se deteve tempo o suficiente ali antes de descer lentamente pela minha minha barriga, causando arrepios infalíveis que me umideciam mais e mais.

   Eu sentia seu órgão se endurecendo em minhas coxas em simultâneo com os beijos molhados agora no meu pescoço. E quando finalmente a mão dele se fechou sobre a minha intimidade, eu não consegui segurar o curto suspiro de deleite.
   Foi então que a boca masculina se guiou para o meu ouvido, ecoando a voz rouca, grossa, baixa e desejosa:

   - Tem certeza que quer ouvir?

   As carícias me fizeram ao menos esquecer do que eu própria perguntara, no entanto, retomei o foco e me acalmei, respirando calmamente.

   - Sim. Conta.

   Senti o sorriso dele no meu ouvido e logo o homem se afastou, sentando-se no sofá com as minhas pernas no seu colo.

   - Espero que não tenha pesadelos... Já estou avisando.

   Sorri nervosa.

   - Não irei. E então...?

   - Então... - suspirou fundo, relembrando os acontecimentos trágicos. - Tudo começou quando as ambulâncias chegaram...


Notas Finais


Antes do mais, eu peço PERDÃO pela demora extensiva. Na verdade aconteceram algumas coisas que tomaram o meu tempo e a isso se juntou o bloqueio de criatividade. Inclusive comecei a escrever outra história para ver se retomava o foco, mas ainda demorou algumas semanas para que isso acontecesse.
Como eu referi anteriormente, haveriam mais um ou dois capítulos para o fim, então decidi fazer dois. Ou seja, o próximo capítulo é o último e eu pretendo postá-lo assim que acabar de escrevê-lo, ainda nesse semana.
Eu espero do fundo do coração que me perdoem e que continuem aceitando Domain. (:

Ainda aproveito para divulgar a minha nova fanfiction, Harpia https://spiritfanfics.com/historia/harpia-6680797
É a primeira vez que estou a escrever histórias desse gênero, portanto é normal que poderão vir a não gostar. :x

Harpia:
«Viver no Império Romano, fugindo e escondendo a verdadeira identidade era a rotina cansativa dela. Uma rotina que muda quando a mesma descobre que, afinal, ela não é quem pensava ser.
E se alguém descobrisse o mesmo? Estaria sua vida em perigo?
Sem dúvida que não. Porém ela sabia que onde quer que fosse, ele a protegeria.
E porquê?
Porquê a alma dela lhe pertencia.

«Luna, Alis volat propriis - *Voe com suas próprias asas»»

Bom, até o próximo! Mil beijinhos!


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