História Dominador - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bdsm, Bts, Min Yoongi, Sadomasoquismo, Suga, Yoongi
Exibições 567
Palavras 2.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE
Eu sei que eu demorei muito, mas dessa vez eu não tenho desculpas. Eu sou tenho muito, muito deficit de atenção, e se a pessoa não ficar em cima me mandando fazer, eu não termino nunca. ;-;
Não me odeiem. ;-;
Vou postar mais rápido eu prometo. ;-;
E responder os comentários em breve. Já sabem o esquema, não desistam de mim. T.T
Beijo, beijo, boa leitura~~
Capítulo narrado pelo bolinho do bangtan, Chimchim. ❤

Capítulo 22 - Devil


Naquela época, havia-se apenas duas crianças no sanatório: eu e Taehyung. O fato de termos sido colegas de quarto deve-se, talvez, exatamente a isso. Como crianças, faríamos companhia uma a outra e, oferecendo-nos um ao outro de mútuos bons sentimentos, aquilo poderia nos ajudar a ter ainda mais melhoras em ambos os nossos tratamentos.

Porém, os fatos não se decorreram precisamente tais quais desejados pelos médicos e afins. De princípio, eu acreditei que aquele seria mais um ambiente em que eu me confinaria em minha bolha enquanto o mundo se socializava ao meu redor. Nunca fui de muitos amigos, tampouco tinha algum, até conhecer Taehyung.

Em nossa primeira troca de olhares, Taehyung penetrou em minha esfera, arrancando-me de lá. Mesmo que tivéssemos a mesma idade, o garoto possuía algo maduro e encantador no seu olhar e jeito de falar, que acabou por me enfeitiçar como a um bruxo. Em poucos dias, sentia no ínfimo da minha alma a nossa conexão, quando levamos a nossa primeira advertência por nossas traquinagens.

Todavia, mesmo sendo a primeira, aquela não havia sido a última. Depois de três meses, eu já havia perdido a contagem de quantas censuras e castigos havíamos recebido. Éramos, sobretudo, ladrões: invadíamos o refeitório para roubar comida, invadíamos o escritório dos médicos para roubar receitas em troca de doces e, o mais comum, furtávamos remédios.

Não tínhamos distinções sobre quais pegar. Às vezes, fazíamos competições sobre quem adquiriria os mais coloridos, os maiores tamanhos ou as maiores quantidades. Quem perdesse, seria castigado.

As penalidades de Taehyung eram sempre grosseiras e vis, o que me ressentia quanto ao meu amigo. Uma vez, subimos escondidos até o último andar, onde os pombos faziam seus encontros e o grande sino, que badalava a cada doze horas, se fazia presente. O som dos ossos dos pescoços dos pombos sendo partidos ao meio e a minha repulsa àquilo ainda se fazem expostos em meus arrepios.

Com os cadáveres dos pombos em minhas mãos, Taehyung me acompanhou até o refeitório, onde o almoço estava pronto para ser servido. O cheiro de sopa impregnava minhas narinas e, naquele momento, minha visão escureceu. A minha última lembrança desta ocorrência foram os gritos das cozinheiras ao ver os corpos inertes acima das refeições destinadas aos pacientes internados.

Não havia escapatória: todos sabiam que havia sido um de nós dois. Taehyung, todavia, não me entregou, mesmo sob ameaças e alguns tapas e beliscões das enfermeiras. Finalmente, acreditaram que estávamos piorando de nossa loucura, então alteraram os nossos medicamentos.

 Duas horas depois, a enfermeira de quarenta e poucos anos viciada em maquiagem, parecendo desapontada, entrou em nosso quarto para nos entregar os remédios, pouco olhando em nossas faces e dando meia-volta para fora o mais rápido que pudera. Mal a mulher havia fechado a porta atrás de si, Taehyung apareceu do meu lado, chamando-me pelo nome.

— Jimin! Não engole isso! — Ele me furtou os medicamentos mais rápido do que eu pude acompanhar seus movimentos.

— Tae, me devolve. A enfermeira disse—

— Chim, são remédios bons! — Os seus lábios se enlargueceram em um sorriso — Podemos aposta-los.

— Não nos deixarão jogar, você já sabe.

— Não deixaram, pois, nossos remédios não tinham valor para eles. Já os vi apostando esses. São uns idiotas viciados, deixarão.

Eu suspirei.

— Se não tomarmos nossos remédios, não sairemos daqui nunca.

— Não temos porque toma-los. Você não parece louco para mim, Chim. Um cara vê a filha morta, a mulher fica congelada olhando para um ponto cego na parede... somos os mais normais daqui. Além disso, o único jeito de realmente sairmos daqui é pagando. — Ele me mostrou os remédios — E você sabe muito bem qual é a moeda de pagamento daqui.

— Você nem sabe jogar. — Eu me permiti cair na cama, derrotado.

— Eu os tenho observado. — Ele deu de ombros — É o suficiente. — Eu o encarei hesitante, e Taehyung percebeu. — Qual é, Chim, somos uma dupla, não vou fazer isso só. — Tae sentou devagar na cama e deslizou pelos tecidos claros até que nossas peles entrassem em contato — Você me fez acreditar que está aqui por um mal-entendido.

— E é a verdade! — Eu me exaltei.

— E eu acreditei em você, sem pedir provas, sem te forçar a contar o que aconteceu. — Ele suspirou. — Desculpe. Você está certo. Aqui.

Taehyung alcançou minha mão, abrindo-a com seus dedos longos e esguios, para devolver-me as pílulas que me havia roubado. Eu olhei para meu amigo, que apenas sorriu gentilmente para mim, e aquilo me apoderou de um enorme sentimento de culpa: Tae, afinal, apenas queria o melhor para nós dois, e eu devia apenas confiar em sua aguçada inteligência.

Ele se levantou, mas antes que pudesse se afastar de mim, eu o segurei pelo pulso. Tae, virando-se para mim, ofereceu-me outro sorriso, porém, desta vez, diferente do anterior. 

— O que foi? — Taehyung me encarou intensamente. Seus olhos pareciam navegar em meu recôndito, lendo e desvendando as partes desconhecidas até por meu próprio eu, e aquela sensação de inapropriada expugnação me fez perder o ar.

— Você está certo. — Eu o soltei, me levantando. — Se temos que jogar para sair daqui, vamos jogar.

— Não vai ser difícil. — Ele guardou as pílulas que eu ofereci em seus bolsos. — Não há ninguém que raciocine direito aqui dentro. — Debochou.

— Para você as coisas são tão fáceis.

— Elas realmente não possuem nenhuma dificuldade. Na verdade, as pessoas colocam barreiras onde não existem porque são medrosas. Você acaba com o medo e os muros nunca existirão.

— Como acabou com os seus?

Taehyung não conseguiu evitar uma risada.

— Eu nunca os tive, Chim. — Eu comprimi os lábios, o que roubou um sorriso divertido de Taehyung — Talvez eu seja uma evolução da humanidade. Observe o mundo e veja como os humanos são patéticos, não quero me envolver com eles.  

— Talvez você seja Deus. — Eu ri, desviando o olhar.

Taehyung se aproximou de mim, erguendo sua mão para me tocar o queixo.

— Não algo tão banal. Se eu fosse o Diabo, tudo não seria bem mais interessante?

— Tudo para você é um jogo, não é Tae? — Não consegui evitar sorrir — Confesso que gosto de você por isso.

Eu observei os lábios de meu amigo se estenderem em um largo sorriso quadrado; em seus olhos, um brilho rápido como uma estrela cadente se desenhou.

— Exatamente isso, Chimchim: A vida é um jogo. 

Mal Taehyung fechara sua boca, o grande sino começava a badalar, anunciando o horário de almoço. De uma forma ou de outra, aquela aposta após a refeição nos salvou e nos amaldiçoou.

 No fundo, eu sabia que desde o primeiro momento em que Taehyung me olhou nas írises, eu havia sido pego em sua teia de aranha, amarrado e condenado. Ainda assim, eu decidi provar do seu veneno, me permitindo me afogar em sua escuridão paulatinamente mais. O seu negror era doce e suave como veludo e, pela primeira vez em todos os meus quinze anos, eu me sentia confortável na simples presença de outro alguém.

Taehyung me enfeitiçou; Taehyung me mudou; Taehyung me evoluiu. E para sempre, eu seria grato a Taehyung. Ou assim na época eu acreditava.

O relógio do pátio de lazer marcavas às três horas da tarde quando Taehyung deu seu grito de vitória com um Royal Straight Flush. Antes que os velhos tivessem a chance de exigir uma revanche, Tae alcançou todas as pílulas escondidas em um compartimento feito pelos pacientes abaixo do plano da mesa. Ele as colocou em seus bolsos, animado, e correu em minha direção enquanto os outros jogadores o xingavam.

Como se fugisse de uma de suas travessuras, meu amigo me puxou pelo pulso em direção à área de lazer aberta. Aqui, banquinhos e uma modesta quadra de basquete se faziam presentes. Nós sentamos em algum dos bancos mais afastados, mesmo que apenas outros dois, entre a dúzia, estivessem ocupados.

— Eu falei que seria fácil. — Taehyung sorria de orelha a orelha, orgulhoso de si, e aquilo fez meu coração se encher de felicidade. — Talvez já tenhamos o suficiente para ir embora.

— Como vai funcionar?

— Pelo o que eu ouvi, a filha do guarda noturno está doente e ele não tem dinheiro para comprar comida, tampouco remédios. Ele trabalha aqui em troca do simples diagnostico do médico. — Taehyung tirou uma capsula de seu bolso para contemplá-la — Em troca de algumas dessas ele consegue o que quisermos do lado de fora: cigarros, pornô, álcool...

— Para que você quer essas coisas? — Eu me senti estranhamente incomodado.

— Eu não quero, porém, são os mais pedidos pelos lesados daqui. — Taehyung se virou para mim, deixando sua perna direita descansar sobre o banco de cimento. — Talvez com todas as que eu tenho aqui, ele nos deixe sair.

— Certo. — Eu me virei para ele, deixando minhas pernas uma de cada lado. — E você quer sair de noite, no escuro, sem saber para onde ir?  

 — Nós achamos algum ponto de ônibus por aí e pronto.

— Não. — Eu forcei um sorriso. — Não vai rolar, Tae. — Taehyung suspirou, abaixando a cabeça, e permitindo que sua perna deslizasse para o lado, assim ficando tal qual como eu. — Eu aprecio a sua vontade, mas eu não posso me arriscar assim.

— O que tem lá fora para você? — Ele se aproximou de mim, tocando nossas testas. — Você nunca quis contar, mesmo que nós nos conheçamos a quase meio ano. Agora eu quero saber.

— Melhor não, Taehyung...

— Conta.

— Tae...

— Conta.

Eu suspirei. Taehyung conseguia ser bem desdobrável quando queria.

— Meu irmão. — Senti minha voz falhar. — Eu tenho meu irmão mais novo. E meus pais.

— Qual o nome do seu irmão?

— Jihyun. Ele está com doze agora.

— Hm. E... seus pais? — Eu assenti ao timbre indignado de Taehyung, unindo os fios de nossas franjas. — Os que te prenderam aqui dentro?

— Foi um mal-entendido. Um dia, eles vão entender que erraram, eu sei que vão.  

— Conta.

Eu suspirei, e ao notar que o meu ar quente havia tocado o rosto de Taehyung, meu coração acelerou. Ele apenas sorriu fraco.

— Não foi apenas por um motivo. Quando... — Eu senti as palavras se acumularem no meio de minha laringe e suspirei, mais intensamente que alguns segundos atrás. Taehyung, percebendo minha contradição, segurou em meu pulso e me ofereceu um sorriso amigável. Eu realmente me sentia abençoado por Tae ter entrado em minha vida. — Quando eu era menor, bem menor, meu irmão nasceu. Eu tinha três anos e o meu irmão quase cinco meses, e um dia, ele estava chorando muito. Meu pai ainda estava trabalhando e minha mãe limpava o jardim, ela não escutou. Eu achei que seria uma boa ideia ajuda-lo, cuidar dele, então fui até o meu irmão que, no berço, queimava em febre. Eu fiquei assustado, e a minha primeira reação foi leva-lo para a banheira. Eu a enchi com água gelada, como já estava acostumado a fazer para o meu pai, e coloquei Jihyun lá. — Eu entrelacei os meus dedos com os de Taehyung — Se meu pai não tivesse chegado do trabalho minutos antes, talvez eu tivesse matado o meu irmão. Meus pais passaram a achar que eu tinha feito aquilo por... ciúmes.

Taehyung deixou escapar uma risada levemente divertida.

— No final das contas, a sua ideia era boa. Continua.

— Alguns anos depois, a história meio que se repetiu. Eu tinha sete anos quando minha família e eu fomos a um parque aquático. Eu já levava o Jihyun para a escola, tudo estava se encaixando como deveria ser, até eu resolver me desafiar e ir para a piscina mais funda. Eu era bom nadando, mas não tinha percebido que meu irmão estava me seguindo. Quando me dei conta, ele estava se afogando alguns metros atrás de mim, e eu me desesperei. Fui até ele, porém, a aflição não me permitiu raciocinar direito, minha mente estava em branco. E, como o universo me odeia, quando os adultos, inclusive meus pais, se aproximaram, pareceu que eu quem o estava afogando. Depois disso eu nunca quis mais saber de piscina e afins, e foi bem difícil me comunicar com quem quer que fosse sem receber olhares de repulsa.                  

— E por que seus pais te mandaram para cá só agora?

— Dois anos atrás, meus tios adotaram uma menina ruiva de nome Bianca. Insuportável. — Eu brincava com os dedos de Taehyung em uma vã tentativa de me distanciar das histórias que contava — Ela sempre me enche de piadinhas sobre minha altura e meu peso, e um dia, eu realmente me irritei. — Inspirei profundamente. — Eu, meu irmão e meus pais fomos passar o final de semana na fazenda dos meus tios. Um lago, porcos, cavalos, nada demais. Eu subi em uma arvore que Bianca usava como trampolim para pular no lago, no entanto, ainda traumatizado com o que havia acontecido com Jihyun, eu não tive coragem de pular. Bianca subiu e começou a me zoar por isso, usando meu peso como desculpa para meu medo. Eu me irritei profundamente e a empurrei. Bianca sabia nadar, eu não achei que aquilo fosse machucá-la de alguma forma, porém, sua cabeça se chocou contra uma pedra e ela desmaiou. Logo o lago estava ganhando uma coloração avermelhada e água entrava em sua boca. Eu quis pular e tirá-la de lá, mas eu congelei e só conseguia observá-la. Jihyun, que estava nadando, a tirou de lá, e eu fiquei conhecido como o garoto que a tentou matar e apenas a observou quase morrer. Como é fácil de perceber, o mundo deve me odiar.

Taehyung riu, e o ar saído de sua boca tocou-me o queixo, arrepiando-me os fios.

— Eu não te odeio. — Declarou.

Naquele instante, eu vi em Taehyung mais do que ele realmente tinha. Eu me senti tocado por um sentimento inexistente e, à vista disso, o beijei. E o meu amigo apenas me permitiu beijá-lo. Por longos segundos eu continuei o beijando, e ele apenas se deixou guiar por mim. Quando eu me afastei, Taehyung sorriu.

— Sua boca é macia. — Alegou, e eu apenas abaixei minha cabeça, sentindo minhas maçãs queimarem.

— E você, por que está aqui? — Eu voltei meu olhar para Tae, que observava um ponto atrás de mim.

— Eu matei meu avô. — Ele respondeu, distraído. Eu senti um frio desconfortável percorrer minha espinha. — Tem um cara olhando para a gente desde que sentamos aqui.

— O que você disse? — Minha voz soou levemente perturbada.

— Tem um cara olhando para a gente. E desenhando. — Taehyung se levantou, ainda com as mãos entrelaçadas às minhas. — Vamos lá. — Ele me puxou, andando rapidamente em direção ao homem calvo com um livro de desenhos e um lápis em mãos. O homem nos olhou surpreso. — Você está desenhando a gente?

— Não... — Ele respondeu com a voz baixa.

— Então por que estava olhando para a gente? — Taehyung soava grosso.

— Vocês me lembram alguém. — O homem sorriu triste. — Ele não sai da minha cabeça, sabe? Até mesmo desenhar, que é o meu hobby, se tornou um inferno para mim porque eu só consigo desenhá-lo.

— Posso ver? — Taehyung me soltou para tomar em mãos o livro do mais velho. Ao passo que Tae passava as páginas, seu rosto ia gradativamente empalidecendo.

— O que foi, Tae? — Eu o toquei no ombro.

— Olha isso. — Ele me entregou, e eu, sentindo o olhar do homem sobre nós, o folheei com receio. — Os desenhos são extremamente bons. — Eu percebi o homem sorrir. — Qual o problema, Taehyung?

— Esse garoto... — Taehyung gaguejava, e aquela tinha sido a primeira das únicas duas vezes que o havia visto assim. — Esse garoto é o meu irmão. Esse garoto é o Yoongi!


Notas Finais


Pra quem tá se sentindo meio confuso, meio perdido, meio que wtf... isso tudo aconteceu quatro anos antes de onde a história parou.
Qualquer coisa, qualquer dúvida ou se quiserem só me encher até eu escrever - isso funciona muito -, meu twitter é @taessences. Eu sou legal, pode vir falar, eu fico online no twitter 24 horas por dia. ❤

Comenteeeem!! Eu leio tudinho gente, prometo responder todo mundo, já que responder demora eu preciso pegar um tempo extra. :c
Obrigada por ler, beijinhos no coração. ❤
E perdão se o capítulo tiver meio merda, a vida é assim.


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