História Dominante - Capítulo 6


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Categorias Originais
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Palavras 790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi meus docinhos! Aqui estou eu sem qualquer aviso prévio novamente,então apenas sintam o tiro e aproveitem o capítulo! Tenham todos uma boa leitura!

Capítulo 6 - Capítulo VI- Quem era Aquele Garoto?


Eu e Hiroshi andamos calmamente conversando e rindo. 
-É aqui! -disse animadamente quando avistamos o parque.
O parque é lindo, porém está bem vazio. O parque tem alguns bancos espalhados de forma aleatória e algumas árvores perto desses bancos. As poucas pessoas que andam ao redor dele agora são idosos ou já ultrapassaram os vinte e cinco anos. A tecnologia fez muitas pessoas pararem de sair de casa e aproveitar lugares como esse.

-Bem, Katherine eu vou lhe ensinar do melhor jeito possível! -disse Hiroshi sorrindo de orelha a orelha. 
-Ok. Então, vamos lá. -puxei levemente ele pelo braço levando o mesmo a corar levemente. Hiroshi é tão tímido.

Hiroshi me explicou com toda a paciência como eu deveria andar e que possivelmente nas primeiras vezes eu iria cair,mas que é absolutamente normal.
-Certo Katherine. Não é tão difícil,apenas tente se manter de pé sem cair pelo amor de Deus. - Hiroshi pediu com medo de que eu caísse eu me machucasse feio.
-Claro!
Essa é a minha primeira vez e acho que não dará muito certo, mas eu vou tentar ser confiante. Eu tentei e o resultado foi eu caindo mais de seis vezes no chão.
-Tudo bem, chega por hoje. -Hiroshi me ajudou a levantar e anunciou que era melhor pararmos- Vamos tentar mais amanhã,ok? - Ele disse olhando esperançoso em meus olhos.
-Sim. Até mais, Hiro! - Acenei para ele e saí andando meio dolorida.
-Ei! Não quer que eu te leve? Pode ser perigoso, já são 17:49. - Ele disse com preocupação evidente em sua voz.
Neguei com a cabeça e segui meu caminho.

A rua começou a ficar mais escura por ser o final da tarde, mas eu vou chegar logo em casa, portanto, não faz diferença. A rua agora está começando a me dar medo, mas se eu passar por esse beco a minha casa é na esquina. Tomei uma respiração profunda e adentrei o beco calmamente,logo sendo prensada na parede e tendo minha mãos seguradas à cima da minha cabeça. Tentei enxergar melhor o rosto do homem e era Taeyang, meu professor de inglês! 
-Veja o que eu achei, uma bela garotinha. - ele disse em um tom provocativo e pervertido que me fez sentir nojo! O cheiro de álcool pode ser sentido a quilômetros.

Tentei chutar suas partes baixas, mas foi uma tentativa falha já que o mesmo me impediu rapidamente. Eu entrei em desespero, comecei a chorar. Ele começou a dar leves beijos em meu pescoço enquanto eu lutava para me soltar dele. Foi quando o peso do corpo dele pareceu jogado para longe e eu caí de joelhos aliviada. Bem, meu alívio durou pouco, pois eu vi sangue, muito sangue e o corpo do senhor Taeyang jogado entre os sacos de lixo que se encontram no beco.
-Hey garota! Você tá bem? - ouvi uma voz masculina perguntando. É uma voz diferente das do senhor Taeyang e do Edson. Essa voz parece indiferente e de alguém com preguiça.
-S-sim, eu acho que sim. Obrigada! - me levantei e encarei o garoto que se encontra a minha direita. Ele tem cabelos negros, olhos escuros e uma pele pálida, branca como açúcar. 
Ele tem uma bola de basquete embaixo do braço e um olhar de tédio em seu rosto.

Me caiu a ficha que Taeyang está morto e que esse garoto é o assassino. Arregalo meus olhos e o garoto ri levemente.
-O que foi? Ele iria abusar de você e agora se importa se ele está morto ou vivo? Tsc, fala sério garota! - ele disse como se estivesse desacreditando. 

-I-isso é crime! É errado. - tentei dizer firmemente, mas falhei, pois acabei gaguejando.
-Tá bom, tanto faz. - ele chegou perto de mim e me pegou pelo braço me puxando levemente.
-Me solta! - eu pedi com raiva, afinal quem esse garoto pensa que é?
-Eu me chamo Yuki e você? - ele perguntou me ignorando completamente.
-O que te interessa? -respondi grossa. 
-Não devia falar assim com quem acabou de te salvar e também não é como se eu não fosse descobrir depois.

Quando eu vi estamos na frente da minha casa. Ele me soltou e sorriu abertamente antes de dizer:
-Até qualquer dia, Katherine.
Ele saiu andando e eu abri a porta da minha casa logo fechando e trancando a mesma. Esse cara é louco! E como ele descobriu meu nome? Adivinhação? Chute? 
Essas perguntas não saem da minha cabeça.

Subi para o segundo andar e entrei no banheiro ainda meio atordoada. Tirei minhas roupas e liguei o chuveiro. Entrei embaixo do chuveiro deixando a água quente levar todas as minhas preocupações embora e relaxar meus músculos. 

A pergunta que não quer calar é: Quem era aquele garoto?



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