História Domination Play - BDSM - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Chaines

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags 5sos, Bdsm, Dom, Larry, Lilo, Narry, Niam, Nouis, Sub, Zarry, Ziall, Ziam, Zianourry, Zouis
Exibições 369
Palavras 5.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Capitulo XIII


Fanfic / Fanfiction Domination Play - BDSM - Capítulo 13 - Capitulo XIII

  

Um submisso serve a seu Dominador,  não há dúvidas a esse respeito. O que o Dominador quer, o Dominador tem.  

 

Niall

 

O barulho das correntes que seguravam a suspensão, rangiam de acordo que meu corpo iam para frente. O suor escorria de meu corpo, algumas lágrimas rolavam, mas não de dor e sim de prazer. 

 

Estava na casa do Malik, fazia um dia e me sentia em um parque de diversão, com tanta coisa que ele poderia me proporcionar. O maior prazer era ver meu corpo todo cicatrizado e suado, enquanto ele o chicoteava, eu sendo um garoto bonzinho, ou não.

 

Já tinha me perdido na contagem, acho que estava em vinte ou vinte cincos, ele me fez contar e tivemos que recomeçar três vezes, me perdia quando enxergava meu reflexo no espelho, aquele não era eu, o garotinho que saiu de casa, estava tão diferente e maravilhado, vejo-me como um musicista completamente entregue a todos os sentidos intensos de alguns acordes.

 

Malik mesmo não me conhecendo o suficiente para saber ate onde é meu limite, ele se da por satisfeito e larga o chicote. Eu continuo na posição onde estou, encaro meu reflexo no espelho por alguns segundos, ate encontrar seus olhos. Ele senta na enorme poltrona escura, que se encontra no canto do quarto, seus olhos estudam cada centímetro meu, consigo captar um certo orgulho em seus olhos. 

 

Orgulho, talvez de seu trabalho, ou melhor como um maestro tem orgulho de conduzir uma grande e maravilhosa orquestra. Um pintor ao terminar seu belíssimo quadro, esse orgulho esta em seus olhos. Ele sorri ao me ver o fitando.

 

- Como se sente? - perguntou se aproximando, mal consigo abrir a boca, o cansaço domina meu corpo.

 

Sem pressa ele solta as algemas que prendem meu pulso, meu corpo automaticamente cai para frente, já que estou alguns centímetros do chão. Senti suas enormes mãos me segurando, um sorriso abre no canto de sua boca, enquanto cuidosamente ele me leva ate a poltrona.

 

Uma poltrona grande, praticamente do tamanho de uma cama, com almofadas escuras para combinar com a decoração do quarto. Estamos em seu "quarto vermelho", que de vermelho tem apenas o tapete. Ele prefere chamar de masmorra, mesmo o nome soando ao ver popular um pouco maldoso. Os móveis são escuros, as paredes completamente negras com abafadores de som.  Suspensão prendiam no teto, assim como uma cruz de St. André do outro lado, açoites, cordas e palmatórias enchiam uma parede, uma estante com pelo menos cinco tamanho de velas estava encostado em uma parede. Espelhos em pontos estrátegicos, em qualquer lugar que estivesse no quarto, veria meu reflexo. E para terminar a decoração bizarra, uma gaiola presa no teto, caberia tranquilamente uma pessoa do meu tamanho.

 

Senti seus dedos fazendo carinho em meu rosto, ele tirou o cabelo da minha testa e deslizou os dedos sobre meu corpo suado. Seus olhos me estudavam com tanta admiração, que fiquei um pouco constrangido.

 

- Como você é lindo - disse tocando lentamente em meus lábios - Esses olhos, essa boca, sua pele tão macia. - dei um sorriso e tentei me mexer, fiz uma careta de dor por sentir as cicatrizes em minhas costas e nádegas arderem - Shi! - tocou em meus lábios com o indicador e lentamente se aproximou - Eu cuido de você - disse tocando em meus lábios com os seus, fechei os olhos esperando o beijo, porém ele apenas passou a língua em meu lábio inferior - Vou lhe preparar um banho, depois peço para Green fazer um lanche. Descanse - beijou minha testa e se levantou - Não se mexa é melhor. Eu já volto.

 

- Tudo bem, senhor - minha voz saiu mais fraca que gostaria.

 

O esperei sair do quarto e virei o rosto para o espelho, meu corpo brilhava pelo suor. Dei um sorriso enquanto me tocava, sentindo suas enormes mãos sobre mim. Imaginava aquelas mãos em todo pedaço do meu corpo, em contato com minha pele. Por mim eu ficava de quatro agora mesmo, enquanto ele me comia ali mesmo naquele chão de tapete vermelho. Porém havia uma cláusula em meu contrato, assinado pela Lauren que não poderia haver penetração:

 

 "Não pode haver penetração, no orifício anal do submisso, que possa corromper o lacre de sua virgindade. Caso ocorra, o dominador pode ser condenado por estupro, mesmo com o consentimento de ambos. Só será tolerado a penetração de dedos, ou algo similar, como plug ou vibradores anelar - tamanho do dedo. "  

 

Meu desejo por sentir aquele homem, deveria esperar um pouco mais. O questionei sobre isso, ele disse que SB não tolerava penetrações:

 

"Caso no futuro você não seja meu, seu dono obviamente vai querer um submisso virgem" - ele disse, enquanto discutíamos sobre o contrato.

 

Tentei erguer meu corpo, mas logo o deitei novamente estava muito cansado e dolorido. Havia se passado um pouco mais das treze horas da tarde, quando ele me levou para a "masmorra", perguntou o que eu queria testar primeiro, no meio de tantas novidades e coisas que nunca tinha presenciado, eu aceitei ser chicotado. Estava viciado no que isso poderia me proporcionar, viciado em sentir meu corpo queimando em cada chicotada, viciado no calor que crescia dentro de mim. Ele não fez perguntas, simplesmente me prendeu na suspensão e fez o trabalho, enquanto eu senti um imenso prazer dentro de mim.

 

Assim que cheguei da SB, ele me levou ao que seria meu quarto, bem em frente ao seu, um quarto todo violeta, tom da submissão. Possuía uma cama de solteiro, com um pequeno armário lilás e tapete da mesma cor, chegava a ser uma gracinha. Depois me apresentou aos empregados, a Green que era a empregada e cozinheira, e o Tom que era literalmente um presente de seu pai, seu eunuco que ficaria com o Malik nesse tempo que eu estaria com ele. O Tom seria meu motorista, caso eu precisasse sair, com a autorização do Malik é claro, ele ficaria me fazendo companhia quando meu domme não estivesse. 

 

Malik disse que confiava em mim e no trabalho do seu eunuco e ainda acrescentou, que não precisava se incomodar com infidelidade já que Tom era castrado totalmente, ou seja o coitado não tinha bilau.

 

Escutei barulho da porta, me sentei com dificuldade quando vi o Tom entrando, ele estava com um roupão violeta sobre os ombros. Veio ate mim e me ajudou a levantar, eu tinha ouvido sua voz apenas um vez, quando ele disse ola assim que cheguei, não conversamos enquanto o Malik estivesse na casa. 

 

Ele me colocou o roupão e depois me ajudou andar, queria perguntar onde estava me levando, mas sabia que ficaria sem resposta. Sai do quarto com as pernas bambas, parei rapidamente quando senti a claridade, respirei fundo e voltei a andar ate o quarto do Malik.

 

Um quarto enorme, com um cama de casal que caberia no mínimo umas três pessoas, todo decorado com vermelho e preto - obviamente. Fomos ate o seu banheiro, sua banheira já estava cheia, com muita espuma.

 

- Obrigado, Tom - ouvi a voz do Malik atrás de mim.

 

- Com licença, senhor - ele disse se retirando.

 

Zayn me virou, segurou meu queixo e lentamente soltou meu roupão, o deixando cair sobre meu corpo. Seus olhos ficaram fixos em mim, me afundei na escuridão que os possuía, seu rosto se aproximava cada vez mais do meu. Alisou minhas bochechas e me puxou firme pela cintura, um sorriso malicioso invadiu seus lábios, fechei os olhos ao momento certo que sua boca grudou a minha. Uma sensação incrível invadiu meu peito, meu coração batia com força, todo meu corpo se arrepiava e incendiava, como se o simples fato de sentir seus lábios aos meus me conectava a uma força sobrenatural.

 

Senti sua mão acariciar os cabelos da minha nuca e descer em minhas costas, ele me puxou com mais força fazendo nossos corpos se encaixaram. Soltou um grunhido ao sentir meu corpo quente em contato ao seu, eu não sabia o que fazer com as mãos, decidi ficar na ponta dos pés e envolver em seu pescoço. Sua mão deslizou um pouco mais, dei um pulo ao sentir o aperto em minha nádega, ele rapidamente separou nossos lábios e me levou ate a banheira.

 

Fechei os olhos quando entrei na banheira, toda perfumada e com muita espuma, meu corpo agradeceu pelo imenso carinho. Senti suas mãos alisando minhas costas, ele cuidou com muito carinho de cada cicatriz feita, deixava beijos sobre meu ombro e pescoço, sussurrando algumas palavras sujas em meu ouvido, se não estivesse sentado estaria com as pernas bambas.

 

Eu estava praticamente dormindo quando ele me pegou no colo, me tirando da banheira. Me enrolou na toalha me levando ate sua cama, seus olhos me estudavam com atenção, seus lábios abriram um doce e malicioso sorriso.

 

- Eu poderia passar o resto da vida te admirando - disse alisando minhas bochechas, queimei de vergonha.

 

- Senhor - virei o rosto - Me deixa constrangido.

 

-É impossível não gostar de você, se apegar a esses grandes e curiosos olhos azuis . Ou esses lábios rosados, esse jeito tímido e ao mesmo tempo atrevido. Mesmo esse seu jeitinho Brat¹ é apaixonante. Eu sabia que fiz a escolha certa, ao querer você - sorri envergonhado e agradeci.

*brat= rebelde, peralta, atrevido*

 

- Posso lhe fazer uma pergunta, senhor? - perguntei tímido.

 

- Claro - ele respondeu.

 

- Por que o senhor gastou cem mil, comigo? - perguntei baixando a cabeça - Era apenas um leilão especial. Minha mãe disse uma vez, que com cem mil consegue um escravo, claro que nenhum raro, mas consegue um de verdade.

 

- O que você quer dizer, Niall? Você não é de verdade? - perguntou debochado.

 

- Não é isso senhor, mas o senhor só poderá ficar comigo durante duas semanas, com esse dinheiro poderia ter comprado um por tempo indeterminado.

 

- Mas não seria você - ele respondeu me encarando - Eu gastei cem mil, gastaria ate duzentos. Eu disse que teria você e quando eu quero algo, luto para conseguir - engoli em seco e senti minhas bochechas queimarem - Eu disputei com o Liam, ele não gostou nada quando cheguei aos cem mil, claro que ele poderia aumentar a oferta, mas estava ciente que eu iria dobrar. Eu não ia desistir do meu prêmio - mordi os lábios e me encolhi o máximo - Eu só entro para ganhar. - suas palavras eram tão determinadas, que me deu ate uma pontadinha de medo.

 

- Obrigado, senhor - agradeci, era a única coisa que poderia fazer.

 

- Agora descanse meu doce - ele disse alisando meus cabelos - Vou pedir para Green lhe preparar algo leve, irei dar uma saída rápida, mas não demorarei. - depositou um beijo em cada uma das minhas bochechas - Pode dormir na minha cama mesmo - alisou meus cabelos - Se acostumar com meu cheiro.

 

- Tudo bem, senhor - disse me encolhendo sobre os lençóis.

 

Fiquei o olhando, enquanto ele abria a porta do closet atrás de uma roupa, acabei dormindo antes mesmo dele sair. Eu estava cansado, além de muito dolorido e com muito sono, já que a primeira noite não foi muito divertida.

 

Eu cheguei da SB totalmente cansado e acabado, tomei um banho, conversamos sobre meu contrato, tirei algumas dúvidas referente as nossas sessões, que seriam baseadas praticamente em:  velas, pet play, ass play, mordaças, ageplay, bondage, humilhação pública e psicológica, spanking e outras coisas que ainda não aprendi, mas com certeza eram muito boas.

 

A noite senti muita falta do senhor Zangado e por incrível que pareça, do Louis. Fiquei me perguntando o que teria acontecido com ele, quem teria o comprado? Pensei em perguntar para o Malik, mas estava um pouco receoso em perguntar e ele dizer que não era assunto meu.

 

Malik disse que se eu fosse bonzinho,  poderia no final de semana ate usar o telefone e quem sabe visitar minha mãe, estava com saudades dela e um pouco nervoso por ela me ver assim, totalmente viciado em sentir o prazer de um homem.

 

Acabei dormindo por algum tempo, acordei com o barulho de talheres batendo em xícaras, acordei com um pulo e me virei rapidamente. Malik estava sentado ao meu lado da cama, ele bebericava uma xícara de chá, enquanto seus olhos me estudavam.

 

- Você baba enquanto dorme - disse em tom divertido, arregalei os olhos e limpei os lábios, o fazendo rir.

 

- Acho que não sou tão perfeito assim para você - disse bocejando, ele continuou me encarando - Para o senhor, desculpe - me ajeitei na cama rapidamente.

 

- Tudo bem, estava sentindo falta desse seu jeitinho atrapalhado - piscou e tomou outro gole, fitei em seus lábios carnudos, os imaginando em outro lugar, um sorriso nasceu no canto de sua boca. - Levante, quero que você coma. Pedi para Green comprar uma peça de roupa para você, vamos sair.

 

- Aonde vamos? - perguntei me espreguiçando, ele passou o olhar por mim e ergueu uma sobrancelha. - Desculpe, estou levantando - respondi saindo debaixo dos lençóis.

 

Nem esperei ele dizer outra vez, peguei a xícara de chá que estava reservada para mim e sai do quarto, soltei um grito quando vi o Tom parado na porta do meu quarto, eu estava pelado e fiquei um pouco constrangido, mas ele apenas abriu a porta do quarto me dando espaço para entrar.

 

- Eu posso me vestir sozinho, obrigado - disse quando ele entrou em seguida.

 

- Tenho ordem para lhe arrumar - ele disse pegando a camisa de cima da cama.

 

Preferi não teimar, pois poderia acabar sobrando para nos dois no final das contas. Ele tinha mandado comprar uma camisa azul, com botões que serviu perfeitamente em mim e uma calça preta, que ficou colada em minhas pernas, deixando elas torneadas. Eu estava tão acostumado a ficar só com a tanga com tiras na SB, que me sentia estranho usando roupas normais. Claro, sem cueca, o que fez meu membro ficar praticamente visível, já que a calça era apertada.

 

Tom deixou eu vestir apenas a calça, ele arrumou a camisa em meu corpo e depois abotoou os botões, em nenhum momento o vi me olhando diretamente, ele se mantinha totalmente concentrado em sua tarefa. Me sentei na cama para calçar os sapatos, consegui calçar apenas uma meia, ele não deixou eu calçar as outras, respirei fundo e balancei um pé enquanto ele arrumava o outro.

 

- Isso é estranho, na SB somos treinados para cuidar dos nossos dominadores e agora estou na casa de um e sou cuidado como uma criança.

 

- Cada dominador tem seu jeito de tratar seu submisso - ouvi a voz do Malik da porta. Tom rapidamente se levantou e baixou a cabeça - Tom esta aqui para melhor nos servir, enquanto você se comportar ele te ajudará, no momento que você deixar de ser um menino bonzinho, o irei dispensar e a conversa será comigo - seus olhos passaram por todo meu corpo, ele deu sinal para o Tom que rapidamente saiu do quarto - Você esta lindo - disse vindo ate mim e me rodando, sorri agradecido.

 

Meu pé estava um pouco dormente pelo sapato ser novo, não reclamei porque dominador nenhum gosta de um submisso reclamão. Ele deu sinal para o acompanhar, sempre seguindo laterizado em seu lado esquerdo, não podia ficar do lado direito pois é o lado em que ele escreve, não posso atrapalhar sua mão.

 

Seguimos o corredor, ate a escada de vidro,  reparei que a escada era um grande aquário, as vezes ao pisar em um degrau, peixinhos nadavam embaixo de nós. Pisei em um degrau lentamente, segurei no corrimão com força, ele notou que eu estava muito lento e se virou me olhando, negou com a cabeça.

 

- Niall, eu posso transar com você em cima de cada degrau desses e ele não vai trincar, isso quer dizer que  aguenta seus pés - respirei fundo e desci ate onde ele estava, um pouco mais rápido - Bom, menino - respondeu voltando a andar.

 

Tom, estava esperando em frente a uma belíssima mercedes conversível vermelho, um dos carros da coleção do Malik. Ele possuía pelo menos cinco carros de cores e modelos diferentes, todos com seu sobrenome na placa. 

 

Malik abriu a porta de trás para mim, entrei meio tímido e me sentei no canto puxando o cinto, ele deu a volta e foi ate o motorista. Passou algumas ordens para o rapaz loiro, que apenas assentiu com a cabeça e lhe entregou a chave. Notei que nem o Tom ou a Green que vi duas vezes, olhava diretamente para mim, era muita burocracia.

 

Não demorou ate o Malik entrar e começar a dirigir, eu estava olhando a paisagem do lado de fora e pensando em algumas coisas que minha mãe disse. Era difícil um dominador que deixasse seu submisso andar ao seu lado no carro, somente se ele fosse digno de tal ato, Malik provou que eu precisava me esforçar, eu queria fazer desses quinze dias os melhores. Queria que quando acabasse, ele continuasse lutando para me fazer ser seu submisso, quem sabe ate seu escravo.

 

Chegamos em frente a uma belíssima casa, com jardim, piscina, parecia muito com a casa do Malik porém duas vezes maior. Ele entrou e estacionou ao lado de uma ranger preta, fez careta e soltou o cinto saindo do carro, fiz o mesmo porém quando fui abrir a porta, ele abriu.

 

- Minha mãe queria te conhecer - ele disse esticando o braço - Meu pai esta indo viajar, então resolvi lhe trazer hoje, assim os dois o conhece. Além do mais - ele deu um imenso aperto em meu braço, como se estivesse dizendo a si mesmo que ninguém iria me tirar dele. - Não quero mais distrações a partir de amanhã, tenho só quinze dias para explorar cada pedaço seu - se eu já estava com vergonha antes, depois dessa senti meu corpo derreter como gelatina.

 

Entramos na casa dos senhores Malik, era o dobro movimentada que do Zayn, possuía vários empregados e eunucos, que vieram nos receber assim que entramos. Zayn tirou o casaco entregando para empregada, assim como as suas, os empregados não olharam para mim, apenas uma empregada perguntou se eu gostaria de chá ou suco, Zayn respondeu por mim, dizendo que no momento não precisaria de nada, não era o que eu iria pedir, mas aceitei a ordem do meu mestre.

 

Dei graças a deus, quando Zayn me deixou tirar o sapato, meus dedinhos estavam tão apertado que foi um enorme alívio. Ele me guiou ate a sala, passamos por mais dois empregados que fizeram uma reverência assim que o Zayn passou. Reconheci sentado em um dos sofás o Joe, irmão mais velho do Zayn, ele estava com uma de suas submissas embolada em suas pernas, como uma gatinha e a outra estava sentada em seu lado, com as costas eretas e uma venda nos olhos, ambas possuíam coleiras iguais, a que estava ao seu lado parecia totalmente imóvel.

 

Já o irmão mais novo, estava esparramado em um outro sofá jogando vídeo game. Quando o Malik entrou, ambos o encararam e fizeram careta, Zayn revirou os olhos e se sentou, bateu em sua perna para eu sentar. Com timidez e cautela, me sentei em sua perna esquerda, ele me ajeitou em seu colo de um modo que ambos ficássemos confortáveis.

 

- Onde esta a mamãe? - perguntou

 

- Pela terceira vez esta olhando as malas do papai - Joe respondeu - Ela fez a coitada da Blue refazer três vezes. Se fosse eu, já tinha desistido - disse irônico, seus olhos passaram por mim, ele deu um sorriso no canto da boca - Como esta indo, com seu submisso?

 

- Não faça perguntas pessoais ao seu irmão - escutei a voz de uma mulher, virei o rosto lentamente e sorri, era linda - Oi meu bem - ela disse dando um beijo nas bochechas do Zayn, ele fez careta e limpou, como uma criança birrenta, baixei a cabeça segurando o riso - Posso cumprimentar seu submisso?

 

- Claro - ele tocou em minha cintura, me fazendo levantar.

 

- Prazer em conhece-la, senhora - disse fazendo uma reverência.

 

- Além de lindo é educado - disse tocando em minhas bochechas, ouvi uma risada irônica vindo do sofá, onde o Malik mais velho estava - Joe! - o repreendeu, ele riu baixinho.

 

- Desculpe, mas de todos os garotos da SB, Horan não é o mais educado - disse irônico, mordi os lábios segurando o palavrão que saíria da minha boca. Não seja pertinente Niall Horan.

 

- Joe, sabe o cú? Vai dar ele - Zayn disse me puxando pela cintura - Não tolero ofensas ao meu submisso, você não me vê falando das suas - me puxou para sentar em seu colo, mordi os lábios ao sentar de mal jeito e a calça apertar minhas cicatrizes - Niall é um brat, com orgulho obrigado - disse depositando beijos em meu ombro e pescoço, vi o Joe revirar os olhos com ironia.

 

- Esses são os melhores - a senhora Malik disse se sentando no sofá ao lado do filho mais velho - Lembro quando a Yasmin veio para cá, era uma brat terrível, hoje é a submissa perfeita. Só tem que ter um pouco de paciência, quando será seu primeiro teste?

 

- Quando voltar para SB, a qualquer momento - respondi - Completo os três meses semana que vem - ela assentiu.

 

Ouvi a voz de um homem chamando os meninos, o que desconfie ser o senhor Malik. Os três se levantaram, Zayn me deixou sentado no sofá e disse para não levantar, ate ele voltar. O Joe colocou sua gatinha que ronronava sobre o sofá e a outra ele tirou a venda de seus olhos, falou para ela não sair dali.

 

- A casa da senhora é muito bonita - disse assim que os três saíram, ela deu um sorriso.

 

- É bem movimentada na verdade, temos os empregados, os eunucos, três submissas e o Noah, que ainda mora conosco.

 

- Seria pertinente da minha parte perguntar, as três submissas são do seu marido? - mordi o canto da boca, envergonhado, ela assentiu.

 

- São, cada uma sabe o seu dever e os limites. Se você acha que tenho ciumes, não tenho.

 

Dei um sorriso, fiquei pensando comigo mesmo, será que um dia o Malik se casaria com uma mulher, ou ate mesmo homem e eu ficaria em segundo plano, sendo apenas seu submisso/escravo? Um lado imenso meu ficou com ciumes, imaginando outra pessoa o tocando, mas eu não poderia esquecer que o submisso pertenceria ao dominador e não ao contrário, um dominador pode ter quantos submissos ele achar necessário para satisfaze-lo, o submisso não.

 

Na hora que o jantar estava pronto, fomos todos a mesa, Joe colocou a venda em sua submissa novamente e a guiou ate a mesa, a gatinha que descobri se chamar Emma, ficou rodeando seus pés, ate ele se sentar e colocar uma tigela para ela no chão. Ele se sentou em uma ponta da mesa, o senhor Malik se sentou em outra, Zayn sentou do seu lado direito e a sua mãe do lado esquerdo, só o Noah que parecia perdido e decidiu sentar em qualquer lugar.

 

Uma das submissas do senhor Malik jantou conosco, vi que quando ela passou por ele pegou em sua mão dando um beijo, a senhora Malik deu um sorriso e puxou a cadeira para sentar ao seu lado. A submissa não era muito nova, deveria ter seus trinta e poucos anos, preferia não saber mais afundo como essas coisas funcionam.

 

- Posso conversar com seu submisso? - o senhor Malik perguntou, Zayn apenas assentiu enquanto servia meu prato. - É um prazer finalmente conhece-lo.

 

- Igualmente senhor - respondi com um sorriso - Já ouvi falar muito bem do senhor - ele deu um sorriso torto - Quer dizer só coisa boa - disse sem jeito, arrancando risadas de todos da mesa.

 

- Não precisa ficar com vergonha querido - a senhora Malik disse sorrindo - Nos sabemos que os meninos da SB são loucos pelos Malik - assenti, realmente eram.

 

- Eu admiro o senhor - disse meio constrangido - Construiu um império com o sobrenome Malik e mudou muitas leis.

 

- Eu tento - ele respondeu tomando um gole de seu vinho.

 

O jantar passou tranquilo, fora algumas gafes que cometia ao chamar um deles de você, ou usar gírias e fazer perguntas um pouco pessoais. Notei que era o único submisso a conversar na mesa, a submissa do Joe permanecia vendada, Joe que dava comida em sua boca, a outra submissa a mesa estava em silêncio o tempo todo, apenas respondia baixinho o que a senhora Malik perguntava, eu era o único tagarela, fazia os outros rirem mesmo quando não era intencional.

 

Depois do jantar Zayn pegou uma taça de vinho e deu sinal para segui-lo ate a sala, eu estava todo sem jeito em sair da mesa e não levar as coisas para pia. O segui alguns centímetro atrás, ate a Emma pular em mim, acabei caindo de bunda no chão, arrancando mais risadas.

 

- Emma! - Joe a repreendeu, mas ela nem se importou, começou a lamber meu rosto e ronronar sobre meu peito, fazia massagens em minhas pernas como um verdadeiro gato - Emma venha aqui! - disse a chamando ríspido. Eu me ergui e me ajeitei

 

- Posso segurar a coleira dela e levar ate o senhor? - perguntei envergonhado.

 

- Claro - ele respondeu sentando a outra em seu colo, com um pouco de dificuldade por ela não querer obedecer, consegui levar ela ate ele. - Obrigado - agradeceu pegando a coleira da minha mão.

 

Zayn me fez sentar em seu colo novamente, enquanto conversava com seu pai sobre algo no escritório. Eles eram advogados, os mais poderosos, sempre quis saber suas profissões, descobri que a família Malik era de advogados, os Styles de médico e os Payne de engenheiro, era normal todos seguirem a profissão do pai. O senhor Malik deu alguns dias de folga para o Zayn, por minha causa, me senti muito lisongeado.

 

Eu estava prestando atenção na Emma, que brincava com uma fitinha com o Noah, que nem prestei atenção quando o Zayn me mandou tomar cuidado, pois estava com uma taça de vinho. Obviamente se não acontecer nenhum desgraça, não é Niall Horan. Acabei me virando de mal jeito sobre o colo dele, batendo em sua mão e derramando todo o líquido em sua camisa, ele rapidamente me empurrou quase me derrubando.

 

- Desculpe me, senhor - disse todo constrangido. Eu estava vermelho de vergonha, ele apenas me encarava, sentia seu rosto queimando de raiva.

 

- Querido é só uma mancha, vou pedir para Blue lavar ela, rapidinho esta seco.

 

- Não, tudo bem mãe - ele se levantou e apontou - Você pode me arrumar uma toalha? - perguntou para a empregada que estava de prontidão na porta, ela rapidamente assentiu - Eu vou estar no banheiro, aceitaria uma camisa emprestada. - disse para o irmão, que assentiu.

 

Ninguém ousou falar nada, o senhor Malik me encarava um pouco desapontado, talvez ele pensasse que eu era mais ajeitado. 

 

Zayn deu sinal para mim, rapidamente fiquei de prontidão ao seu lado, ele segurou meu pulso e me guiou ate o banheiro, eu estava com o corpo completamente tremendo.

 

- Me desculpe senhor - disse quando entramos no banheiro, ele não disse nada apenas trancou a porta.

 

- Abaixe a calça - disse tirando a camisa manchada, o encarei serio e engoli em seco, ele iria me castigar ali? na casa de seus pais? - Vai querer que eu abaixe pra você?

 

- Não senhor - respondi rapidamente abrindo o zíper e abaixando a calça. Adrenalina dispara rapidamente em meu corpo.

 

- Deite com a cabeça no vaso, mãos pra frente e bunda empinada na minha direção - disse ligando a torneira. Ouvi dois toques na porta, a empregada entregava a toalha. - Vamos combinar uma palavra de segurança - ele disse molhando a camisa, respirei fundo, então a coisa seria serio - Pense em algo e a primeira coisa que vim na sua cabeça, fale.

 

- Marshmallow - respondi, ele riu baixo.

 

- Ok, marshmallow. Morda isso - disse colocando a ponta da toalha em minha boca. - Não se mexa que vai ser pior - disse torcendo a manga da camisa.

 

Virei o rosto para ver o que ele ia fazer, em um movimento grito abafado pela toalha. Ele me bate com a manga de sua camisa, a torneira esta ligada para abafar o som, aperto com força quando minha bunda queima novamente ao sentir a segunda batida. Meu coração dispara, a bunda queima, a empino, todo meu corpo reage, ele larga a camisa e sinto uma palmada forte em minha nádega esquerda, que já estava machucada, a marca seria terrível mais tarde. 

 

Esqueço de onde estou, esqueço dos outros, outra palmada recende o ambiente, me sinto excitado, começo a me esfregar sobre a tampa do vaso, para aliviar meu membro. Conto mais cinco palmadas, ate que ele para, desliga a torneira tira a toalha da minha boca, o vejo secando seu rosto e peito, viro o rosto para olha-lo, mas ele rapidamente me vira novamente.

 

- Por que você apanhou? - perguntou.

 

- Porque eu não prestei atenção e derrubei vinho no senhor - respondi, um soluço involuntário escapa da minha boca.

 

Ele separa minhas pernas e aperta minhas nádegas, ouço o barulho do zíper sendo aberto. Aberto com força a borda do vaso, sua respiração se acelera, meu coração dispara, ele esta se masturbando rapidamente com uma mão, enquanto alisa minha nádega com a outra.

 

- Preciso ser forte, para não te comer agora mesmo - ele diz ofegante, solta um gemido e sinto o espirro quente sobre minhas nádegas, meu corpo estremece ao sentir seu orgasmo em mim. - Esse é o primeiro de muitos. - ouço sua voz rouca e ofegante.



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