História Dominatrix (Ivan G!P) - Capítulo 7


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Palavras 957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uma boa leitura pessoal!!!!!

Capítulo 7 - Capítulo 6


– Talvez – disse Simone, dando de ombros. Esquecendo-se momentaneamente do

ressentimento, Ivan observou o modo como o tecido preto delicado da blusa de Simone se

movimentava. De tato macio, o material destacava os seios arredondados. Ele passara anos

sonhando com aqueles seios. Desejando-os de um jeito que apenas um adolescente

inexperiente poderia desejar. E Simone sonhando com Tarso, o imbecil.

ivan rangeu os dentes. E pelo que parecia, Simone ainda sonhava com o outro.

– Na verdade, parece que Tarso se deu muito bem – disse ela usando o tom

despretensioso que as pessoas costumavam usar para fingir que não se importavam. –

Mas Julie mencionou que ninguém tem certeza de como isto aconteceu. Parece ser um

mistério. Alguém tem uma pista?

Ela fez a pergunta com o entusiasmo e verve que sempre inspiraram Ivan a cometer os

atos mais insanos. Como encher o laboratório de papel higiênico, esvaziar os pneus dos

carros de toda a equipe de atletismo e adulterar os microfones para fazer com que todos

na equipe de debates soassem como o Pato Donald.

– Ouvi dizer que foi no mercado de ações. Ele caiu fora pouco antes de Wall Street

despencar no ano passado – explicou uma das ruivas.

– Tem certeza? – questionou sua gêmea idêntica. – Eu soube que ele está fazendo algo

criativo com sua licenciatura em Ciência da Computação. Escrevendo programas ou algo

assim.

– Não, não, não – interrompeu a terceira mulher. – Ele herdou uma grana do bisavô.

As três mulheres ficaram comparando as fontes de fofoca enquanto Simone observava,

paralisada, como se a resposta para o sucesso de Brand significasse a paz mundial ou a

invenção de um chocolate livre de calorias.

Ivan enfiou os punhos nos bolsos e chutou a pilastra. Depois de todos esses anos, de

toda a sacanagem que o sujeito havia feito para ela, e Simone ainda queria vê-lo? Será que ela

não aprendia nunca?

Diabo, e ele, também não aprendia? Quando sua mãe lhe contara que a turma de Simone ia

realizar um reencontro no hotel, ele ficou intrigado. E quando ela mencionara que Simone

tinha reservado um quarto, ele não fora capaz de resistir a uma viagem para casa. Mesmo

que isso significasse enfrentar seu pai em sua insistência eterna para que, em vez de abrir

o próprio negócio, Ivan investisse todas as economias no Hotel Garcia, e aguentar sua

mãe choramingando que ele estava arruinando a própria vida abandonando o emprego

bem remunerado como designer de jogos eletrônicos e buscando a rotina de

empreendedor. Usando uma de suas duras lições aprendidas no colégio, Ivan lidou com a

negatividade dos pais gastando um bom dinheiro para proporcionar férias luxuosas aos

dois e garantindo que cuidaria do hotel enquanto eles estivessem fora.

Qualquer coisa por uma oportunidade de sair com sua melhor amiga outra vez. E sim,

ele admitia para si, uma chance de alimentar a pequena esperança de que ele e Simone

pudessem ser um pouco mais do que amigos neste momento. Ele imaginava os dois

aninhados na casa da árvore atrás da estalagem onde tinham planejado tantas escapadas

adolescentes. Em sua imaginação, o doce corpo de Simone estaria nu enquanto ela pairasse

perto dele, dizendo que ele era imenso e instando-o a novos patamares de prazer.

Quem disse que não se pode voltar no tempo? Ivan sorriu. Cinco minutos na presença

dela e ele já estava fantasiando como um garoto de 17 anos outra vez.

– Fiquei surpreso porque nem as carreiras nem as biografias foram listadas no

programa do reencontro – disse Simone, voltando a atenção ao grupo risonho. – Quero

dizer, não estamos todos aqui para saber o que o pessoal da turma tem feito? Achei que o

sucesso de Tarso seria o assunto da reunião.

A esperança de Ivan, dentre outras coisas, murchou diante daquelas palavras.

– Faço parte do comitê da reunião – disse a senhora loura cheia de pompa. – Nós

queríamos tornar o momento divertido, envolver todo mundo numa brincadeira ou

duas. Você sabe, algo como “adivinhe as profissões”. É por isso que decidimos dar o

pontapé inicial hoje à noite com a festa a fantasia. É tudo parte do tema. Você não leu seu

pacote de boas-vindas? Você deve dar pistas, mas manter sua profissão em segredo. Na

quarta-feira, vamos fazer uma brincadeira e aí todo mundo vai poder se revelar.

– Que adorável – disse Simone sem emoção, o sorriso tenso. – E isso deveria ter alguma

relação com nosso traje? Essa coisa toda da profissão?

– Bem, sim – disse a loura, revirando os olhos. – Mas é para ser tipo um enigma. Não

é para entregar totalmente.

Pela careta infinitesimal de Simine, seu enigma ia ser descobrir como transformar o que

quer que fosse seu traje em algo relacionado ao seu trabalho. Ivan mal podia esperar para

descobrir o que ela terminara fazendo da vida. Ele tentara descobrir algumas vezes ao

longo dos anos, mas nunca tivera muita sorte. Simone sequer tinha perfil no Facebook. Era

bem confuso.

– Aposto que Anita vai vir vestida como uma espécie de supermulher. Ela é tão

perfeita, não é? Mal posso esperar para saber o que ela tem feito – disse uma das ruivas.

A expressão de Simone foi impagável. Se Ivan bem se lembrava, e quando dizia respeito a

Simone ele sempre se lembrava, ela odiava Anita. E com bons motivos. Tal como Tarso e

ele, as duas meninas tinham sido grandes rivais nos assuntos acadêmicos, com Simone

sempre vencendo na maioria das vezes.

– Acho que verei vocês mais tarde – foi só o que ela disse. – O voo foi longo e estou

um pouco cansada. Eu poderia muito bem ignorar a festa à fantasia e conversar com todo

mundo amanhã.

– Ah, não – cantarolaram as ex-líderes de torcida em perfeita harmonia. Todas riram,

em seguida, uma das ruivas disse: – Você tem de vir para a festa de boas-vindas. Afinal,

Tarso vai estar lá.

Os ombros caídos de Simone se aprumaram diante da informação e ela ficou tamborilando

no quadril como se estivesse pesando suas escolhas. Então deu de ombros e respondeu:

– Claro. Vejo vocês lá. – Ela ajeitou a bolsa no ombro e se preparou para sair, porém

hesitou e falou: – Se você virem Tarso, digam que eu gostaria de falar com ele, tá?



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