História Dominic - Capítulo 22


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Drama, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Exibições 29
Palavras 1.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite bolinhos <3

Capítulo 22 - 18


— Já que podem aparecer mais guardas nós não deveríamos estar aqui conversando, vamos logo — eles param a pequena conversa que havia surgido entre os dois, e me olham, esperando eu liderar o caminho. — Steve, por acaso você sabe como sair daqui? — eu pergunto, já que entrei aqui mais por impulso, não prestei muita atenção no caminho que fiz.

— Claro, eu costumava atravessar aqui quando estava entediado de ficar em casa — Ele lidera o caminho por entre as árvores, por sorte não encontramos nenhum guarda. Saímos a poucos metros de onde Chris e Olívia nos esperavam, eles estavam tendo uma conversa bem animada.

— Voltamos gente — Chris revira os olhos para mim, mas ao olhar para o nosso novo companheiro nos olha com certa curiosidade.

— Quem é esse?

— É o Steve, achamos ele na floresta — Robert diz abrindo um sorriso.

— Vocês são loucos, é isso? De você Robert eu já esperava, mas logo você Dominic? — Chris fala num tom ríspido, eu não gostei do jeito que ele falou com a gente.

— Será que dá para você calar a boca e ouvir primeiro como achamos esse garoto? — Todos me olham assustados, acho que ninguém esperava que eu fosse dizer isso assim, tão na lata. Conto a história do que tinha se passado há alguns minutos.

— Então acho que ele pode ficar — Chris diz para ninguém em específico, seu tom é bem mais calmo que o anterior.

— Eu ouvi os meus pais falando sobre um refúgio do outro lado da fronteira — Steve fala, tentando mudar o assunto e tirar o clima pesado que havia se formado.

— Podem ter mais sobreviventes lá, deveríamos dar uma olhada — Olívia depois de todo esse tempo sem dizer uma palavra, finalmente fala algo.

— Eu concordo — claro que Chris ia concordar com ela.

— Para que lado fica esse lugar? — Eu pergunto.

— Conseguem ver aquele muro ali? — Ele aponta para algo bem parecido com uma muralha, estava bem distante da gente, mas mesmo assim ainda era visível. — Vamos ter que passar por ali se quisermos chegar do outro lado.

— Provavelmente há vários daquelas pessoas patrulhando o lugar — Olívia com certeza tem razão nessa.

— Isso não vai ser um problema para nós — Christian fala confiante, mostrando o seu poder da invisibilidade.

— Então vamos logo — Steve responde, talvez nós finalmente achemos um lugar decente para ficar. Eu não aguentava mais sempre andar rumo ao desconhecido, nunca ter a certeza de que eu estaria a salvo daquela gente.

Nós damos as mãos e voltamos a andar, passando por uma ponte que parecia estar abandonada, havia carros espalhados por todos os lados.

— A partir de agora ninguém dê mais um piu, tem guardas ali — Chris diz, como se eu não tivesse visto isso antes. Nós passamos silenciosamente por entre eles, desviando de destroços e ocasionais objetos no caminho. Mas na parede da muralha havia uma grande porta que aparentemente era o único meio de passar para o outro lado.

Pelo menos agora eu tinha me arco e flexa para nos proteger caso algo acontecesse. Estávamos desviando de mais um guarda quando eu tropeço em algo no chão que não havia visto pelo caminho, sentindo uma dor extremamente forte no processo.

Caio no chão dando um grande gemido de dor, a última coisa que eu vi antes de apagar completamente foi Robert tentando me sacudir para ver se eu ainda estava acordado, mas já era tarde, eu já havia sido levado pela escuridão.

 

 

 

Naquele dia eu não lembro de ter acordado sobressaltado, acho que eu não me importava mais com esses sonhos horríveis, porque o meu pior pesadelo ainda estava lá fora, fora da minha mente, fora do meio alcançe e junto com a pessoa que eu mais amo.
E como se Sarah ainda não estivesse satisfeita, ainda matou o namorado da Hay tadinha, ela estava um caco, talvez até mesmo pior que eu e olha que para alcançar esse estágio é preciso cair lá dentro, bem no fundo do poço.

Eu sabia que precisava encontrar Hayley hoje, eu jamais a deixaria sozinha em um momento desses, diferentemente de mim, que as vezes preciso de um momento sozinho, ela entraria no modo autodestrutivo e sabe-se lá o que aconteceria. Sabia exatamente onde encontra-lá.

— Ei, Hay — Lá estava ela, no quarto subterrâneo de Nate, ainda haviam vários pertences pessoais seus além de roupas espalhadas no chão e a minha melhor amiga se encontrava bem no meu delas. Hayley se assusta inicialmente com a minha presença, mas ao ver que se trata de mim, corre ao meu encontro.

— Dom — sinto seus braços em volta de mim, apoiei meu queixo em sua cabeça, já que eu era bem mais alto que ela. Sempre tão pequena, mas tão dura e forte, se você a olhasse por fora não acreditaria que podia ser bem sensível, amorosa e doce.

 — Eu não vou dizer que está tudo bem, porque todos nós sabemos que não tem nada bom, mas não deixarei a morte dele passar em branco — Ouço um soluço vindo dela e sinto os seus braços me abraçarem mais fortemente. Maquena, Olivia e agora Nate, Sarah realmente não estava jogando para perder, mas ainda tínhamos uma última carta na manga, Leenie, a naturalista mais poderosa que eu já conheci. — E eu irei até o fim nessa guerra.

— Eu também, pode contar comigo, nem que eu tenha que bater de frente com o Demônio em pessoa. — sentia toda a fúria misturada com mágoa em suas palavras. Hay limpa as lágrimas que caíam em seu rosto e levanta de todas aquelas roupas — Vou pedir para Leenie queimar todos esses móveis.

— Tem certeza que não quer guardar nada como lembrança? — Lembro de ter o colar de Maquie, um pedaço dela aqui comigo, a única coisa que me dava esperança de poder trazê-la de volta, talvez Hay quisesse fazer o mesmo.

— Tenho, as únicas lembranças que eu quero ter estão na minha mente, não em um objeto dele. — Se é isso que ela acha melhor.

— Então deveríamos sair daqui, não acha? — Pergunto.

— Acho, vamos logo — Hayley sai decidida e com um olhar duro, bem diferente da garota machucada que eu encontrara aqui.

 


Notas Finais


N se esqueçam de deixar um comentário caso estejam gostando, mesmo que sejam só hipóteses pro q vai acontecer no próximo cap, terei o prazer de responder a todos ;)


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