História Dominic - Capítulo 25


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Drama, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Exibições 25
Palavras 987
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite gentee

Capítulo 25 - 20


— Em um dia só nós mudamos de país, de língua, é uma vida inteira nova, não acham isso é algo para ser discutido? — Olivia diz em um tom agressivo, tirando totalmente a entonação de pergunta.
— Nós ganhamos uma nova chance de recomeçar gente — Rob acrescenta.
 — Não seja tão ingênuo Robert, confiar na primeira pessoa que aparece na nossa frente. — Chris diz.
 — E nós temos outra opção? — Eu falo.
— Claro que temos, esqueceu que você foi a razão de estarmos aqui Dom? — Agora Christian me deixou irritado.
— E se tivesse sido você senhor esperto, seria uma falha na lógica ou razão? — Ele me olha com ódio.
— Ei gente parem de brigar por favor, isso não vai levar a lugar nenhum — Robert nos separa, como sempre.
— Vocês não acham uma boa ideia chamar a Leenie para nos apresentar os lugares aqui? — Steve pergunta para ninguém em específico, Rob responde pulando com umas palminhas enquanto eu e os outros respondemos só com um sim com a cabeça.
— Ok, eu irei chamá-la.
— Enquanto ele vai lá fora eu fico pensando em como as coisas se ajeitaram tão rápido, ontem estávamos sem rumo e hoje já estamos em um refúgio para sobreviventes, parecia que estava tudo bom demais para ser verdade.
 — Então vocês decidiram dar uma volta comigo? Vamos logo — Nem tinha notado que ela já estava aqui, acho que estava muito perdido nos meus pensamentos. Eu me levanto, sendo ajudado por Rob, ao botar meus pés no chão não senti dor, então a minha perna estava totalmente curada. Chris, Steve, Olivia e Leenie já esperavam por nós na porta.
— Vamos para onde exatamente? — Chris e a sua desconfiança em tudo.
 — Acho que vocês irão querer ver primeiro as suas moradias certo? — Achava que ainda estaria dormindo, que isso tudo não passava de um sonho e que cedo ou tarde eu acordaria e voltaria para a realidade.
— Como assim moradias? — Olivia pergunta.
— Vocês são parte desse povo também crianças, provaram isso não só ao terem chegado até aqui mas também como chegaram. — Me lembro de termos chegado aqui com a invisibilidade de Chris, na hora que eu tropecei como a corrente se quebrou nós ficamos visíveis, eu imagino, esse momento se passou tão rápido e o fato de eu ter desmaiado também não ajuda muita nas minhas lembranças. Sou tirado da minha mente pela linda vista a minha frente. Haviam várias casas, todas com cores diferentes, dispersas pelo campo de uma maneira organizada. Eu fiquei realmente encantado pela beleza do lugar, depois de ver só restos mortais de uma cidade por dois anos acho que qualquer um teria ficado. Quando eu achava que não podia ficar melhor, ouvi Leenie estalando os dedos e mais uma casa aparecer diante dos meus olhos, então nós também poderíamos criar objetos, bom saber.
— Essa casa inteira, só para nós? — Rob trazia uma certa perplexidade em seu olhar, eu ficaria preocupado com isso se não tivesse visto um sorriso se formar em seus lábios. — Claro meus amores, fiquem a vontade — Devo admitir que não gostei muito da intimidade que ela queria criar conosco.
— Essa casa inteira, só para nós? — Rob trazia uma certa perplexidade em seu olhar, eu ficaria preocupado com isso se não tivesse visto um sorriso se formar em seus lábios. — Claro meus amores, fiquem a vontade — Devo admitir que não gostei muito da intimidade que ela queria criar conosco, mas talvez seja só uma paranoia minha, de que tudo estivesse bom demais para ser realidade.
Sou o primeiro a dar um passo em direção a casa, abro a porta, mesmo que uma parte de mim ainda fale que isso seria perigoso demais. O que eu encontro lá dentro me faz ficar de queixo caído, todos os móveis, desde os armários de decoração até a pintura interior eram tão perfeitos e também me traziam lembranças do tempo em que eu ainda morava em uma casa dessas, com os meus pais ainda vivos. Ouço um soluço vindo do meu lado, acho que não fui o único a lembrar disso.
-- É tão... -- a voz de Robert começa a falhar em meio ao choro, eu o abraço e digo que vai ficar tudo bem baixinho em seu ouvido, dou uma olhada nos outros. Olívia e Chris parecem ainda estarem em estado de choque enquanto Steve alternava o olhar entre a casa e Rob, em um misto de surpresa e procupação.
-- Ei gente, porque não vamos lá em cima? -- Steve nos tira do transe, já subindo as escadas, até que não é uma má ideia. Nós o seguimos e me deparo com três portas, duas do lado direito e uma em frente a onde eu me encontrava. Olívia toma a iniciativa e abre a primeira porta da direita, abrindo um grande sorriso ao ver o que tinha lá dentro.
-- Esse pode ser o nosso quarto Christian, já que este tem duas camas -- Eles compartilham um olhar rápido e trocam um sorriso que já dizia um si por sim só.
-- Bom acho que só sobrou o outro para nós -- Digo andando em direção a segunda porta. Me deparo com um beliche e uma cama separada. Acho que eu não me sentiria confortável sabendo que eu posso me machucar caindo lá do alto ou com a impressão de que a cama de cima poderia cair em cima de mim. -- eu fico com essa.
-- Ok, eu fico em cima então -- Robert abre a boca para protestar, mas Steve o corta -- não quero que você caia -- eles tocam o mesmo tipo de olhar que Christian e Olívia tiveram mais cedo, digamos que todos pareciam ter um carinho especial um com o outro.
-- Não sei quanto a você, mas eu estou morto, então boa noite -- me jogo na cama e caio no sono quase que instantaneamente, ela era tão confortável que nem precisava achar uma posição que fosse boa.

 


Notas Finais


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