História Dominic - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Drama, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
Exibições 13
Palavras 793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia, espero que gostem do capítulo, se vocês me pedirem para postar outro ainda hoje, como já acabei de escrever essa história, irie postá-lo, não percam essa oportunidade!

Capítulo 35 - 28


 

POV HAYLEY

Para minha surpresa, Olivia realmente desce, de um modo nada gracioso, dando alguns gritos no processo. Depois de tantos dias, eu finalmente consigo dar uma risada genuína, mesmo que seja só por vê-la caindo em queda livre até o chão. Chris vai atrás dela desesperado, tendo um pouco mais de sorte que ela.

-- Leenie, pode acordar o Robert? -- Eu a pergunto.

-- Claro.

-- Vamos esperar eles para descer? -- Nathan me pergunta, tirando-me do meu transe.

-- Provavelmente aquilo ali vai demorar então vamos logo. – Se não fosse por Nate, com certeza nesse momento eu já teria enlouquecido, sem a minha família, sem Dominic, quem mais me restava?

Diferentemente de Olivia, nós aterrissamos levemente no chão, sem a menor dificuldade, enquanto Leenie parece ter sido feita exclusivamente para ser mãe, ela jamais falhara quando o assunto era cuidar de alguém, nem mesmo se isso significasse ter que descer de uma alta árvore com alguém nas costas.

Ainda consigo lembrar do último abraço que dei em meus pais antes de eles partirem, foi o dia mais triste da minha vida, o dia em que os humanos armaram contra nós e jogaram nos canos das nossas casas arsênico, nos deixando assim vulneráveis as suas armas, já que caso contrário eles não teriam vantagem. O que restou dos nossos estados originais foi reduzido de milhões para centenas de feiticeiros e assim como eu, muitas outras crianças — que sobreviveram — ficaram órfãs. Foi a época mais difícil da minha vida, por dias nem me alimentei, porque não via mais sentido em continuar viva.

Alguns anos depois, na minha adolescência, entrei para o centro de treinamento militar, não queria mais ser vista como uma garotinha frágil que havia perdido tudo que tinha, eu queria provar que podia ser muito mais que isso. No início, devo admitir que foi difícil me acostumar com a rotina de ter que acordar cedo e ter toda aquela disposição física, mas em momento nenhum eu pensei em desistir, longe disso, me orgulhava de cada hematoma que eventualmente se formava em algum lugar do meu corpo, era a minha maneira de demonstrar gratidão por ainda estar viva, e ao mesmo tempo, manter a postura insensível e forte que eu queria mostrar.

Não sei porquê esses atentados trouxeram todas essas memórias do passado novamente, talvez seja pelo fato que os dois ataques nos pegaram totalmente desprevenidos, sem nos dar praticamente nenhuma chance de defesa, isso até faz algum sentido, quem sabe se Sarah só não nasceu maléfica e cruel?

Ela conseguiu ser ainda piro que os humanos nos seus ataques, até onde eu saiba, eles não manipularam ninguém a fazer as suas vontades, diferentemente dessa psicopata, que claramente manipulou Dominic e o convenceu a ir junto, assim como as outras cinquenta feiticeiros para destruir o resto do mundo ou o que quer que aquela louca queira fazer.

Mas o pior de toda a situação foi ter Dom tirado de mim, a força e sem que eu pudesse fazer nada para impedir, como em todas as outras vezes em que eu perdi alguém que amava, me fazendo eu me sentir ainda mais burra e inútil do que antes.

— Ei Hayley, você está bem? — Sou tirada de meus pensamentos pela voz preocupada de Robert.

— Sim, porque a pergunta? — Rebato.

— Eu havia perguntado se podíamos voltar para casa e ver o que sobrou.

— Podemos, claro. — Respondo a ele sem nem pensar duas vezes.

Realmente era uma ótima ideia, e a única opção que tínhamos no momento, já que a lama que a água deixara sob o chão não nos permitiria andar por muito mais tempo sem nos levar ao cansaço.

Aproveito o momento para olhar melhor a minha volta, o castelo tinha sido abalado e eram visíveis rachaduras profundas nas paredes exteriores do mesmo, isso não era nada bom, ele podia cair a qualquer momento, já estava até imaginando a cena, nós pegos desprevenidos e soterrados nele, não, ninguém mais morreria hoje.

— Vamos andem, corram, aquele castelo vai cair a qualquer momento — Eu empurro Leenie e Robert, já que eles estavam exatamente na minha frente, enquanto Nate arrasta Chris e Olivia. Como se eu tivesse premeditado o que estava prestes a acontecer, sinto um tremor no chão seguido de várias pedrinhas de concreto, sabia que o castelo estava caindo, mas era melhor não olhar e só continuar correndo, cada vez mais rápido.

Eu tinha disposição física para continuar a corrida, assim como Nathan, pois fomos treinados, já os outros tenho certeza que estavam quase morrendo, mas não deixavam de lutar por suas vidas.

Pouco tempo depois, ouço um grande baque no chão, a alguns metros de mim, o meu coração estava a mil, tínhamos acabado escapar da morte por uma questão de alguns segundos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...