História Domínio - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Erótico, Mistério, Romance
Exibições 2
Palavras 3.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Harem, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sou nova aqui na Fanfic, já escrevi vários livros, mas nunca postei...
Bem, estou bem nervosa como iniciante por aqui!
Espero que gostem!
Obrigada a todos.

Capítulo 1 - REESE AVA


Fanfic / Fanfiction Domínio - Capítulo 1 - REESE AVA

REESE AVA

- Vamos Zack você está atrasado, levante-se! – falei calçando meu Peep Toe preto Louboutin de solados vermelhos. – Já estou de saída, daqui a meia hora chegará Alex que foi deixar seu pai no Tribunal. Esteja pronto até lá! Ligarei para confirmar.

Apesar de ainda ser 07h00min da manhã, saí apressada por causa do “horário do rush”, mesmo assim sei que me atrasaria, na realidade eu nunca era pontual como Raphael meu marido; ele era perfeccionista até nos horários, mas eu não era em nada, posso dizer que gostava de chegar atrasada e isso era até um alivio para meus funcionários, sentia que eles ficavam tensos com minha presença, o que de certa forma me incomodava, pois eu não era “MCC” que quer dizer “mulher chata do chefe”, como ouvi falar que me taxavam assim!

O escritório de advocacia ficava em Manhattan - New York, eu sempre ia dirigindo, adorava ficar escolhendo as estações de rádios procurando as melhores músicas, queria estar “por dentro” de quais as músicas estavam em alta, e aproveitava o engarrafamento para ouvir “as mais pedidas”. Raphael dizia que eu tinha crises de identidade, e até mesmo que eu sofria da síndrome de ex-pobre! Pois o som do meu carro, que era um Rexton II, tinha Bluetooth, tinha entrada USB, DVD player, mas eu preferia ouvir rádio! Eu apenas sorria quando ele falava assim, adorava o humor negro dele. Na verdade eu gostava de ouvir vários estilos musicais de hip hop a gospel nas rádios, ver Sport na TV ou filmes animados, ver lutas de UFC, tudo o que eu fazia nesse pouco tempo livre que eu tinha era para poder falar a linguagem do meu filho Zack, que estava entrando na adolescência, tinha 12 anos e muitas vezes eu me culpava pela falta de tempo com ele, então quando eu tinha algum tempo junto dele, queria estar ciente de todas as músicas atuais, todos os últimos filmes, e eu acertava, pois Zack sorria muito ouvindo-me cantar: Shot Me Down do David Gueta!

Também aproveitava nesses engarrafamentos para me maquiar, mandar WatZap no meu iphone Mac, aliás, nesse exato momento lembrei-me de Zack, será que ele já estava pronto!

- Zack já esta pronto? – falei e o iphone com tecnologia de ponta que eu adorava, escreveu tudo o que falei, teclei na opção enviar. Minutos depois aquele sonzinho conhecido de SMS, tintilhou em meus ouvidos com a resposta de Zack, que surgiu na tela do meu iphone com seu cabelo impecável no gel, com sua jaqueta de couro e seus tênis Nike, e embaixo da foto ele escreveu:

- Está bom assim mia madre? –Zack sorria charmoso na foto, ele estava fazendo aulas de italiano e adorava utilizar algumas frases, não que seja por ele ser meu filho, mas Zack estava tornando-se um rapazinho lindo! Fiquei sorrindo dele e beijei o iphone, era uma pena só vê-lo à noite e muitas vezes só o via dormindo.

- Está um gato, cuidado com as garotas, pois ainda não está na hora d’eu virar sogra, Alex chegou? – falei e o iphone copiou tudo. Um minuto depois:

- Gato é passado agora é top! Não se preocupe com as garotas, ainda não dirijo para elas me quererem e Alex está aqui comigo 
me levando para o colégio, mama adio. Baci. – teclou Zack. Sorri com a resposta, ele sempre me faz chantagem para aprender
a dirigir, mas eu o acho muito novo para isso.

Olhei-me no retrovisor e consegui seguir adiante mais um quarteirão. Já eram 07h45min e ainda não havia chegado, o horário do escritório era de 08h00min as17h00min. Alex nosso motorista particular sempre levava Raphael, que detestava dirigir, hoje ele havia ido para uma audiência no tribunal superior, era uma causa ganha para ele, que era um grande advogado. Havia 08 anos que estávamos casados, fora o antes! Ele foi meu advogado em uma causa muito particular, nos tornamos colegas, depois amigos, depois muito amigos... Enfim acabou em casamento! Já não éramos jovens quando nos conhecemos, eu tinha 21 anos e passamos 04 anos para decidir se ficaríamos juntos ou não! Foi difícil por inúmeros motivos, principalmente da parte da família dele. Eu era garota simples e digamos pobre, ele veio de um berço de ouro, teve os melhores colégios, a melhor educação. Foi somente depois de um ano que eu estava apaixonada, era uma paixão meio platônica, pois Raphael era apenas meu amigo, me deu seu ombro para amparo durante muito tempo, me carregou no colo praticamente, me sentia segura com ele e essa mistura de cuidados com amizade me fez amá-lo, agora ele era meio desligado quanto ao assunto, parecia que só queria mesmo minha amizade, então belo dia do nada ele decidiu me assumir e brigar com a família, que também depois de muito ser contra decidiu nos apoiar, foi tipo dormiram contra e acordaram querendo! Até hoje não entendo bem por que os pais dele mudaram tão rápido de opinião, quando pergunto ao Raphael ele simplesmente diz que isso é passado, que não importa mais.

Nosso escritório ficava na Avenida Lexington com a street 47, tínhamos que ter muita paciência para dirigir. Cheguei e dei a chave para o manobrista. Tenho que ser sincera, que era um pequeno império, uma torre de 40 andares, mas não era apenas meu e de Raphael, era um prédio de herdeiros, da família dele, uma herança construída há gerações. Nesse lindo arranha céu, existiam várias empresas que não eram nossas, os andares eram alugados para outras empresas. A R&R Law Firm ocupava cinco andares, essa sim era nossa empresa, que construímos juntos, não pagávamos por termos nossa empresa ali, apesar da torre ser dos meus sogros, pois a R&R tinha muita credibilidade e isso fazia afluir muitos negociadores e seus contratos.

Cheguei no 40º andar às 08h15min, não passei esse tempo todo no transito, depois que entreguei o carro ao manobrista, atravessei a rua e fui tomar meu café com creme com rosquinhas de chocolate e outra de queijo adorava misturar doces a salgados. Ao entrar na recepção minha secretária me acompanhou até minha sala, que ficava ao lado da sala do Raphael, apenas separadas por uma parede de vidro e persianas, que geralmente só eram fechadas quando um de nós dois estávamos em reunião ou com visitas. Eu ainda não era advogada, mas estava no ultimo semestre; trabalhava mais auxiliando Raphael que não gostava de estagiários apesar d’eu fazer papel de uma estagiaria, eu também gerenciava todos os supervisores da R&R, e auxiliava em casos mais difíceis, antes de chegar ao Raphael. Muitos se sentiam intimidados comigo, pois eu além de ser a esposa do chefe, eu era muito séria, até por que eu não tinha tempo para conversar ali, também não conseguia fazer amizades com facilidade, ainda mais dentro do local de trabalho, mas eu não controlava os horários de ninguém, nem tratava mal as pessoas, sorria quando era para sorrir e apenas falava o essencial, eu era totalmente o inverso na minha casa, com minha família. Ali eu tinha que ser a advogada Reese Ava Baker ou a Sra. Baker, como geralmente chamavam-me graças a meu marido Raphael Baker Third, justamente por causa dele eu agia assim ali no meu trabalho, para ele não achar ruim minhas atitudes que geralmente o incomodavam como essa d’eu chegar atrasada alguns minutos!

- Bom dia senhora Baker – foi falando Késsia minha secretária e entrando junto comigo na minha sala. – Ligaram algumas vezes para a senhora, uma foi o senhor Baker, perguntando se a senhora chegou, outro foi a sua prima Liza e também o supervisor do andar dois que trazer o novo estagiário para começar hoje na mesa 05, pois Stella já foi desligada da empresa. Também preciso saber se o Sr. Baker irá almoçar com os empresários do shopping King Shin, pois eles já mandaram e-mail pedindo confirmação e ainda mandaram um Wat Zap, se sim a senhora tem que lembrá-lo, já que ele não quer mais ninguém além da senhora para falar dos seus compromissos. - Raphael não gostava de secretarias, somente de mim, certa vez mandei Késsia avisá-lo de um jantar com alguns fornecedores, ele quase a demite, pois disse que ela não tem nada haver com a agenda dele. Késsia é uma mulher jovem bonita, altura mediana, branca de olhos azuis e cabelos loiros curtos, capaz de seduzir muitos homens. Antes eu fiquei imaginando se ela seria capaz de tentar seduzir Raphael, mas depois desse ocorrido essa ideia se desfez.

- Bom dia, o almoço está confirmado com os Srs.ShinWin no Maison Club ás 13h00min você pode ligar para eles e confirmar. O Sr. Baker e minha prima eu mesma respondo e peça para o supervisor do andar dois trazer o rapaz. – Olhei e coloquei meus óculos de leitura.

Késsia saiu rapidamente, ela não se tremia de medo de mim, só quando Raphael estava por perto que ela mal me olhava, aliás, ninguém me olhava quando ele estava por perto, Raphael era temido, mas tinha muitos admiradores por causa de sua posição, do seu status, do seu pequeno reinado que ergueu, porém ninguém se atrevia a dirigir a palavra com um pouco mais de cumplicidade, sempre era com aquele tom respeitoso, ele perseguia a todos no quesito horário, assiduidade e vestimenta, principalmente a mim, sua esposa secretária.

- Oi meu amor bom dia, eu já cheguei! – Enviei um Wat Zap para Raphael.

Alguns minutos depois.

- Boa tarde no seu caso, pois você como sempre está atrasada, espero que tenha confirmado meu almoço com os chineses. E não me mande mais mensagens estou em um tribunal superior, não posso ser interrompido. – respondeu ríspido.

Tirei uma foto minha mesma, dando língua para ele e enviei, eu não o temia como os outros, pois era na minha cama que ele dormia e também sabia que ele não teria como responder minha mensagem com minha foto. Nesse momento bateram na porta, me ajeitei em minha cadeira e Késsia me informou que o supervisor e o novo estagiário estavam lá fora, pedi que aguardassem que eu chamava. Fui ao banheiro da minha sala, prendi meus cabelos e me visualizei no espelho, nada mal para minha idade, apesar d’eu não me achar linda e não ter mais 26 anos como a Késsia, eu estava com 33 anos. Meus cabelos eram negros e ondulados até a cintura, mas no trabalho sempre os mantinham presos de alguma forma, no momento os arrumei em um coque, pois assim me dava uma impressão de sobriedade. Hoje estava vestida com um terno cinza e saia mediana, minha maquiagem era leve e juntamente com meu óculos de leitura estilo gatinha de aro grosso cor preto, realçavam a cor dos meus olhos castanhos claros. Eu era de certa forma alta, pelo menos me considerava, e apesar de já ter tido um filho, estava com o corpo bem moldado e bem torneado, a única marca que ele continha era da cirurgia que fiz para ter Zack e as marcas emocionais que carregava no peito, estremeci ao lembrar. Passei meu perfume e fui para minha mesa.

- Késsia mandem entrar. – interfonei.

Alguns segundos depois se ajustavam na minha frente um homem negro de cerca de 45 anos de idade, meio barrigudo chamado Paul Still e o estagiário que não me dispus a olhá-lo de imediato, pois eu ocupava-me em cumprimentar Sr. Still.

- Boa tarde Sr. Still, podem sentar-se. –gesticulei para ambos.

- Sra. Baker, trouxe aqui o futuro melhor advogado para estagiar, é uma pena que vou perdê-lo, mas será com gosto. Esse é o senhor Kamal Raed Al Golam. – Eu olhei para o homem que estava sendo apresentado, pelo nome notei logo que ele não era americano. Assim que ia começar a falar meu celular tocou, era minha prima Liza, não podia deixar de falar com ela afinal ela era minha única família e minha verdadeira e única amiga. Aquela reunião de apresentações era somente uma praxe, poderia deixar passar. Olhei para os senhores, sem interesse de continuar a conversa e disse.

- Bem a Késsia irá mostrar a mesa aonde o Sr..

- Kamal, podem me chamar pelo primeiro nome. – falou o estagiário com voz de tenor.

- Sr. Still por favor o acompanhe até a minha secretária que ela irá passar tudo o que ele precisa saber para começar a trabalhar.

Assim que eles saíram da minha sala, pus-me a ligar para Liza e matamos saudade, já que ela estava há 02 meses fora do país, ela adorava viajar, era historiadora e estava escrevendo um livro. Namorava um cineasta e o acompanhava em suas viagens, aproveitava essas viagens para pesquisar as cidades e escrever seu livro. Eu invejava sua liberdade, ela era muito risonha, ela era muito feliz. E eu ficava feliz por ela; ela era a única que sabia de tudo, desde o começo, somente nela eu confiava meus segredos e minhas angustias. Depois de nos cumprimentarmos ao telefone, com todos aquelas frases de alegria e saudades, perguntei:

- Liza onde você está agora hein?

- Ava eu estou em Berlim, na Alemanha. Aqui é muito lindo e tem cada monumento, existem tantas historias de amor que ficaram inacabadas; por causa da guerra; estou pesquisando essas historias, conheci senhoras que na época eram jovens e estavam na adolescência e elas perderam tudo, inclusive o amor da juventude... – enquanto a ouvia falar fiquei lembrando-me de sua fisionomia, ela era branca como a neve, de cabelos e olhos negros, apesar de namorar um cineasta não fazia o gênero atriz: magra osso. Ela era “cheinha” e ele Bryel a amava desse jeito, eles eram um casal tão alegres, sempre cheios de novidades, adorava chamá-los para jantar, para sair, era uma pena que viajavam tanto! Liza me chamava pelo meu nome familiar, somente ela e alguns que já se foram, me chamavam de Ava, Raphael quando não estava na frente dos empregados chamava-me de Reese. –Você está me ouvindo Ava Simpson? – perguntou Liza em um tom autoritário usando meu nome de solteira. Sorri

. - Sim sua chata, ouvi sim você, mas é que estou me lembrando ao mesmo tempo de como estou com saudades de você e Bryel, vocês me deixam muito felizes quando estão por aqui! – choraminguei.

- Poxa Ava também sinto sua falta, você está bem? Como você e Raphael estão?

- Do mesmo jeito. – respondi sem graça.

- Como? Não acredito! Um mês atrás nós nos falamos e você me contou que já havia um mês que você e ele não transavam. Não acredito que esse seu do mesmo jeito é o que eu estou imaginando? – falou Liza fazendo drama, acho que ela estava aprendendo com as atrizes nos filmes de Bryel. Como eu disse ela era minha única amiga que eu desabafava e ela sabia de tudo.

- Sim continua na mesma. – respondi sem graça.

- Como você suporta isso? Por que você não cobra ele!? – argumentou

- Eu suporto por que sei que ele está assoberbado de problemas e de trabalho, e ele sempre está cansado a noite, você sabe desde que me casei com Raphael o seu forte nunca foi “cama” e eu me conformo, pois o amo. – respondi

- Você se conforma porque você própria não se enxerga, não vê o mulherão que é! E o Raphael muito menos, não tenho raiva dele, mas isso é meio incomum, um homem não procurar a mulher durante um mês que dirá durante dois meses! – Liza estava quase gritando.

- Xiiii, fale baixo, alguém pode escutá-la. Mas te garanto que de hoje não passa. Estou de muito bom humor e comprei umas langeries, ele vai cair. Estou amaciando o caminho desde de agora de manhã. – Nesse momento vi surgir na sala ao lado Raphael, nossas persianas estavam abertas, pude observá-lo impecável com sua gravata de ceda e seu terno escuro, que contrastavam com sua pele branca, seus olhos eram azuis claros, ele era alto, magro, muito bem feito, seus cabelos grisalhos arrumados com gel e seus óculos lhe davam um ar de semi deus, ele era um homem de fazer as mulheres virarem a cabeça. Minha boca encheu-se d’água, eu realmente estava precisando desse homem hoje e ele era meu, não iria me escapar. Os nossos olhares se encontraram e ele me sorriu fraco, mas logo atendeu alguma ligação em seu celular. Devia ter ganho a causa no tribunal, pelo pequeno esboço de alegria que me passou agora.

- Como está meu sobrinho Zack – Liza sempre se alto designou tia de Zack.

- Crescendo, se achando e lindo. – Respondi. – Quando virá vê-lo?

- Logo logo irei, talvez final do mês. – estávamos em junho próximo as férias de verão.

- Então vou esperar vocês nas férias de verão ok?

- Ok, beijos – Despediu-se Liza. Levantei e fui até a sala de Raphael. Visto que as cortinas estavam abertas não bati na porta, era nosso trato, ele ainda estava na ligação. Fiquei de frente a ele escorada em sua mesa, ele falava em chinês, devia ser com os empresários chineses, ele me olhava enquanto ouvia. Após desligar me olhou e disse:

- Você é uma mulher linda, pena que é tão chata! – Ai me mostrou minha foto dando língua. Sorri e me aproximei de seu rosto de dei um beijo de leve em seus lábios.

- Não resisti, você quer ser meu relógio de ponto! – reclamei. Ele levantou-se e foi se ajeitar-se no banheiro, ele era muito vaidoso, usava panket no rosto para suavizar os poros. Eu admirava sua autoestima sempre para cima.

- Vá retocar sua maquiagem, está quase na hora do almoço. – falou.

- Certo senhor, estou indo.

Quando estávamos de frente da torre esperando Alex vir nos pegar, vimos o manobrista entregando um carro Porche Boxter classe A, que era caríssimo, mas o que nos chamou a atenção foi o homem que entrou nele, eu me admirei pelo fato de ser o estagiário a qual me apresentaram ser o dono daquele carro tão caro e Raphael admirou-se pela aparência do dono do carro que estava com um turbante árabe ou keffiyeh!


Notas Finais


Espero ter deixado todos curiosos para o próximo capitulo!


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