História Dominique - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Duquesa, Medieval, Princesas
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Palavras 502
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aeee a ruivinha querida por ~quase~ todos <3 Freya, apenas Freya.

Capítulo 5 - Dominique e Freya


Fanfic / Fanfiction Dominique - Capítulo 5 - Dominique e Freya

Freya, apenas Freya... Ela não precisa de um sobrenome, a sua personalidade já falava por si só. Quando eu a conheci, ela era... “Noiva de Sebastian”. Ao meu ver, era apenas uma criança que não sabia o que iria a esperar.

A animação exagerada dela me irritava mais do que Kathleen e seu choro infinito. Mas curiosamente, passei a não me importar com esse fato rapidamente. Certas vezes me pegava a observando minuciosamente buscando a essência da ruiva.

Ela não tinha nada. Era apenas... Freya. Me corroía vê-la tendo a liberdade que eu sempre quis ter. Às vezes pensava que ser princesa era um fardo. Mas agradecia internamente Freya por ter aberto seus olhos. Graças a ela, ela aceitou o seu “fardo” para seu próprio benefício.

 

Eu consigo ser mais poderosa sendo da realeza, do que sendo uma aventureira como Freya era. Em meu íntima a considerei amiga, ela era honesta, feliz e cheia de energia. Enquanto eu era sempre quieta em todos os quesitos, logo, nos completavam de certas formas.

Treinamos juntas certa vez para irmos numa missão de resgaste, ensinei à ela, lhe dei conselhos valiosos, que no qual nunca achei que compartilharia com alguém. E ela me ensinou coisas igualmente valiosas, principalmente, por eu ter copiado o seu jeito de ser.

Graças à Freya fui capaz de entender uma ingenuidade diferente, e em como mulheres podem ser também bravas guerreiras, como sempre quis ser. Porém, com ela também fui cretina, aliás, foi ai que percebi, eu não conseguia também manter amizades, pois no momento que percebia que me prejudicaria, eu não me importava em virar de costas.

E claro, o mesmo aconteceu com ela. Com Freya sendo considerada traidora do reino, manter uma amizade com ela seria prejudicial, logo, não pensei duas vezes em fingir que a mesma não existisse mais. Não me arrependo, não sei se ela me odeia e não me importo com isso.

E como qualquer sentimento bom em mim, esse também esfriou. Não possuo interesse em um reencontro, ao menos que a mesma venha até mim. E, dependendo de como seria. Ela poderia ter uma ou outra faceta minha, boa ou má.

Mas espero que a ruiva tenha amadurecido, sei que ela se machucou no amor, por Sebastian. Se ela continuar irritante... Que eu tenha paciência. Que no caso, cada dia está ficando mais difícil em ter. Parece que as pessoas gostam de ser irritante de forma proposital.

O que sinto por Freya provavelmente deve ser a mesma coisa que sinto com Kathleen, apena sum breve afeto que no qual, eu ainda posso usar qualquer uma das duas. Não se pode esperar de mim sentimento puros, isso eu os tenho para mim mesma apenas.

 

Freya, a ruiva libertina agora está presa... Pela teia de decepções, que sei que ela agora deve fazer coleção, se ela conhece o mundo como ele realmente... Assim espero, seria uma pena, eu ser aquela que acabe com a ilusão que tudo é perfeito.

 

Mas seria prazeroso acabar com isso, Freya.



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