História Dominum - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Lemon, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde!
Bom, como surgiram algumas duvidas sobre os alfas, eu vou fazer capinhas com eles conforme forem aparecendo ok? Hoje é com os três dos seis membros do BAP <3
Boa leitura <3
foto: Himchan, Jongup e Zelo

Capítulo 10 - Alucinações e realidade


Fanfic / Fanfiction Dominum - Capítulo 10 - Alucinações e realidade

 

 Meu corpo queimava, ardia e era um calor que jamais imaginei sentir antes. Eu ainda estava preso naquele sonho em que eu corria como lobo junto de outro lobo bonito que ora era lobo, ora era humano. Jongdae. E havia Chanyeol... Mas não era o mesmo da toca, era outro, menor, mais doce, sorridente... Era seu Chanyeol, de uma outra vida...

  Então Jongdae desapareceu e eu comecei a chamá-lo desesperadamente, ele não podia me deixar sozinho, não podia!

— Jongdae... Jongdae... E-eu preciso dele...  – E então Yifan surgia em meu sonho, só que também estava diferente, ele era homem, humano, eu sabia e usava uma coroa brilhante - P-por favor Y-yifan, traga o Chenchen... JONGDAE!

  E então todos sumiam e eu corria outra vez, corria em um lugar estranho que jamais vi antes até parar ao pé de uma árvore diferente cheia de folhinhas verdes estranhas ao redor. E foi ali que a voz da árvore branca sussurrou pacifica:

“Esse tempo já não existe mais, meu pequeno ômega, agora somos eu e você cujas lembranças restam. Nem Jongdae conseguirá se lembrar, não chame por ele agora, ele não poderá cuidar de você neste momento...”

“ O que eu farei, então?”

“Acalme seu coração e me ouça, um de vocês agora vive dividido em dezenove partes. Seu nome era Minhyuk, era um alfa dos mares que se tornou humano por vocês nessa época em que seus sonhos o trouxeram, em uma era passada bem longínqua, ele era um de vocês cinco, hoje você está cercado dele, em outros corpos, outros alfas, eles vão cuidá-lo, não tenha medo. Esses machos são seu futuro, confie”

  Senti meu corpo se acalmar e uma voz masculina familiar falar algo bem distante... Fechei meus olhos e vi esse rosto desconhecido. Era ele, Minhyuk...

“Sim, ele está ao seu redor nesse mundo em que vivemos, ele habita todos os dezenove corações que te cercam, eles vão cuidá-lo. Apenas deixe seu instinto agir e seu coração repousar”

“E Jongdae?”

  Perguntei em conflito e logo senti um sopro suave em meu rosto como um beijo de asas de borboletas:

“Os destinos de ambos estão entrelaçados, mas em um panorama maior, confie em seu coração mais do que nas minhas palavras, apenas confie”

“O que eu sinto?”

“Se chama cio, você é um dominum, meu ômega, e em breve saberá o que significa, agora desperte, você precisa acordar... e... Esquecer, esse passado não pode ser restabelecido, senão aceito para que o futuro seja tão abençoado quando a era dos reis, foi”

  Eu caí na escuridão, um breu profundo me tomou, eu me senti ser engolido por milhões de estrelas estranhas e então, abri meus olhos ofegante.

— Himchan...

  Sussurrei ao ver os olhos do alfa sobre os meus e me dando conta que não deveria falar, contudo minha boca estava seca, meu corpo queimava e estava dolorido, eu estava fraco nos braços do maior. Mas me sentia bem ali.

— Como se sente agora?

  Ele perguntou baixo tocando seu rosto no meu, eu estava em seus braços e quase todo dentro da água morna.

— Quente...

— Você está em um pico de lucidez então vou perguntar agora embora sei que se sente mal... Pequeno, você conhece o Jongdae?

— Quem?

  Encarei o alfa confuso, do que ele estava falando?

— Eu sabia – Ouvi a voz de Jongup falar alta e então se aproximar de mim tocando meu rosto com um dedo de forma suave – Você estava insano, nem sabia o que estava dizendo... Mas esses alfas são todos dramáticos!

  Ele disse sorridente e eu suspirei aliviado, eles não estavam bravos...

— Eu sei falar...

  Disse meio aleatório e ouvi um riso geral que me acalmou ainda mais.

— Percebemos.

  Dessa vez foi Zelo que veio para mim e me pegou do colo do Himchan, eu abracei seu pescoço e olhei em seus olhos:

— Eu estou doente?

—Não deve durar mais que três dias, corujinha, até lá nós cuidaremos de você, certo?

  Eu assenti, eu confiava neles, confia mesmo e... então outra onda de calor me golpeou e eu ouvi sons vindo dos arredores, eram femininos...

— As felinas... Droga - Hoya se aproximou e veio sobre mim, me olhando sério – Corujinha, você confia em mim, em nós?

— C-confio...

— Não podemos suportar o cheiro delas por muito tempo, mas conseguiríamos se ficássemos todo com você em um ambiente menor, você concordaria?

— Sim.

  Eu não entendi qual era o problema e porque ainda não tinham feito, mas então Zelo me puxou mais para o seu peito e surrou em meu ouvido:

— Isso implica, que talvez você avance em um de nós, ou mais de um de nós para acasalar, nossos cheiros e os seu vão se atrair, bem mais do que agora, e se você aceitar precisa estar ciente disso, nenhum de nós atacaríamos você, mas você vai pedir, implorar quando o calor ficar insuportável, por isso é preciso que saiba disso, ainda agora, ainda lúcido.

— Acasalar?

— Sim, acasalar...

  Então eu me lembrei da conversa com Yifan, dos toques e me senti quente outra vez, mas quente de forma diferente.

— Vai machucar?

— Cuidaremos de você. Jamais machucaremos você e se acontecer, vamos cuidar para que melhore rápido.  

  Hoya respondeu e eu ergui os olhos para olhá-lo sério. Ele parecia bem convicto do que dizia... Por fim eu assenti:

— Eu concordo.

  Então fui tirado da água e levado para outro cômodo desconhecido acima das termas, fui despido das roupas molhadas e deitado em um tapete de peles no chão, então assisti meio curioso os alfas se despirem, todos se despiram diante dos meus olhos surpresos e eu percebi que eles eram bem parecidos comigo fisicamente, só que maiores, bem maiores...

  Então Zelo voltou para perto de mim e me abraçou com o corpo todo deixando sua boca tocar a minha suave:

— Tente dormir por enquanto, vamos estar aqui quando precisar, hun?

  Eu assenti e me encolhi em seus braços quentes. Eles iam ficar comigo, todos comigo... Me senti um pouco aliviado... Senti Himchan deitar as minhas costas, e acabei sorrindo.

  Eles não estavam bravos afinal com minha voz... Yifan se preocupou à toa.

 

 

 

  Triz assistiu as gatas começarem a rasgar as próprias roupas e suspirou, os cheiros dos alfas estava potencializando aquilo? Ou era sua presença?

  De toda forma tinha deitado ambas na cama larga de peles que fez para elas ali, naquele cômodo mais profundo e nunca usado e torcido para aquele cio ser leve, não era o caso, no entanto o cheiro delas multiplicaram pelo cômodo em questão de minutos a deixando um pouco desestabilizada.

  Era um perfume doce, quase cítrico e que subiu na sua mente como chamas... Era um vampira, não devia ser afetada assim? Certo?

  E então Marye foi a primeira a miar mais alto e abrir os olhos aflita a encarando do outro lado do cômodo, sinceramente tinha receio de tocar nelas... Não que não soubesse sobre sexo, sabia e bem, tinha convivido em um ninho cheio de vampiros libidinosos em sua infância, que acasalavam ao céu aberto e sem amarra alguma, ela tinha assistindo bem mais de uma vez muitas formas diferentes de sexo, contudo... Tinha receio de tocá-las. E se as machucasse?

  Seria o cio do corujinha um desencadeador dos delas ou o contrário?

— Consorte...

  Ela a chamou e Triz quase colou as costas na parede respirando pela boca. Ela tinha lhe chamando de consorte? Era isso? Ela sabia sobre a marca?

  Então olhou para as ataduras na barriga dela e tremeu, ela ainda não estava curada, droga!

— Marye, respira fundo, acalme sua pulsação... Se acalme okie, eu vou até você, mas não faça movimentos bruscos...

  Disse com a voz mais cuidadosa que tinha e ela assentiu fechando os olhos. Então se aproximou da cama improvisada e por fim pode olhar a outra ômega que estava deitada mais ao canto. Ela também ardia em febre e sussurrava coisa com coisa.

— Gio...

  A chamou baixo, ela abriu os olhos e miou alto antes de erguer uma das mãos cuja unhas já estavam em garras e agarrar seu braço de forma violenta:

— Faça isso parar!

— Eu farei, mas me prometa que vai tentar se controlar, pode machucar a Marye com essas garras, gatinha, recolha-as.

  Não sabia se ela lhe obedeceria, mas alguns segundos depois viu as garras dela voltarem a ser unhas menos perigosas e respirou aliviada.

— Faça parar!

  Ela repetiu imperiosa e Triz quase riu, que gênio...

  Então assentiu, se abaixou e se curvou sobre a gata rajada beijando sua barriga suavemente, terminando de despi-la com cuidado e abrindo as pernas macias lentamente. Gio gemeu alto e agarrou seus ombros outra vez com as unhas em garras e Triz gemeu baixo, droga, ia perder o controle...

— As unhas... Querida, as unhas.

  Repetiu e ela a soltou. Tris desceu a boca pela barriga e então por entre as pernas sentindo o corpo debaixo de si ondular alvoroçado, mas reticente. Ela era virgem, óbvio, as duas eram...

  Mordeu os lábios e se sentiu ainda mais possessiva, controle Triz, controle...

  E então se controlou um pouco mais antes de descer mais a boca e passar a língua pelo clitóris já inchado devido ao cio e a exitação. Ela gritou e depois gemeu manhosa e alto o suficiente para que toda a toca ouvisse, o que a fez ficar um pouco envergonhada, suas fêmeas eram do tipo escandalosas, que ótimo...

  Chanyeol ia trucidá-la!

  Então sentiu um corpo menor cobrir o seu e olhos curiosos surgirem ao seu lado:

— E-eu quero a-aprender, consorte...

  A gata branca disse baixinho e Triz ergueu o rosto e sorriu, antes de dar uma mordidinha na bochecha que logo ficou ainda mais corada, embora já estivesse toda quente pelo cio, olha só que fofa:

— Eu vou te ensinar, mas não agora, agora você apenas sente, deite aqui, eu vou tocar você e fique quietinha, ainda está machucada, hun?

  Ela assentiu e se deitou ao seu lado, já toda despida e Triz subiu seu corpo um pouco mais para poder tocá-la ao mesmo tempo em que continuava a dar prazer para a gata geniosa.

  Logo voltava a boca no centro de prazer de uma e fazia o mesmo com os dedos na outra tendo como respostas gemidos e miados quase insanos.

  Sorriu, dessa vez orgulhosa, se tocando os clitóris delas já ficavam assim, imagina o resto...

  Hummm sua vida sexual ia ser intensa então, já estava vendo...

— I-isso é tão gostoso, T...

  Marye disse baixinho entre ofegos, ela acariciou a menor mais suave e se decidiu, ia ensiná-la sobre o próprio corpo, ia dar muito prazer para ela, muito mesmo, para ambas até elas não terem dúvida alguma de que lhe pertenciam, as duas, para sempre.

 

 


Notas Finais


Beijinhos!


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