História Donna's Murder - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Personagens Originais
Tags 160s, Aniversário, MCR, My Chemical Romance
Visualizações 17
Palavras 1.191
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Policial, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeyo

Não,não demorei um mês,olha só que amor<3
Esse é tecnicamente o penúltimo capítulo,então desfrutem

Boa leitura

Capítulo 3 - Chapter Three


-Gerard,eu não acredito! –A empregada soltou involuntariamente,mas aproveitando do momento para então realmente falar. –Isso nunca será uma saída,pelo amor de Deus!

-Eu já disse que não fiz nada disso. –Gerd repetiu impassível e Frank passou a apertar forte sua mão,reprimindo algumas lágrimas.

-Precisa nos acompanhar,senhor Way.

-Eu não fiz isso..

-Gerard nós não queremos te levar a força.

-Eu não...

-Gerard,basta!Vamos logo àquela delegacia.Eu também fui intimado para a reconstituição que deveria ser realizada ontem,de qualquer forma.

-Certo. -Gerd respondeu por fim,engolindo em seco e se despedindo brevemente de todos ali ao que saía pelas portas juntamente com seu pai e os oficiais.

-Frank,já que Gerard não está aqui você vem comigo até o funeral.

O rapaz apenas murmurou qualquer coisa em concordância,muito mais concentrado em não parece desconfortável naquele lugar.

-Você também,Maria.Vá logo se arrumar. –Maria parou de espanar a estante,se virando para o padrão com o semblante surpreso.

-Quer dizer que eu...

-A não ser que queira ficar aqui limpando a casa,você vai. –A mulher parou imediatamente o serviço doméstico,guardando logo seus instrumentos de limpeza e seguindo para o quarto que lhe era destinado.

-Eu.. -Frank disse,já se levantando. -Eu acho que vou pra casa me arrumar e logo eu volto,tudo bem?

 

            -Tudo bem.

 

            ***

 

-Gerard,antes de qualquer outra pergunta: você matou sua mãe?

-Não!

-Sabemos que discutia frequentemente com ela.

-Não significa que eu a matei.Pelo amor de Deus,o funeral dela é em uma hora e eu nem sequer estarei lá. -Gerard levantou-se num sobressalto,já indignado pelas diversas insinuações sobre seu envolvimento no crime.

-Gerard,a arma que matou Donna está em seu nome,querendo ou não você tinha sim motivos para matá-la e o modo como tem agido não nos ajuda a pensar diferente.Quer saber se é suspeito?Eu não deveria falar,mas sim,você é o principal. -Mark soltou todas aquelas palavras rapidamente, mas com uma calma sem igual.

-Mark,entenda: eu não fiz isso! -Explicou pausadamente e o oficial suspirou apenas.

-Sabe que todos dizem isso,até os que fizeram.Se quer sair logo daqui, responda as perguntas e coopere.Ainda assim você teria que esperar pelo resultado das análises,que ficarão prontas em cinco horas.Mas se cooperar pode ir embora assim que acabarmos aqui e caso haja qualquer suspeita lhe intimaremos novamente.

-Isso é sério?! -Gerard indagou segurando um sorriso no canto dos lábios.

-Se cooperar...

-Tudo bem,pode perguntar. –Explicou um tanto mais calmo. –Apenas não insinue coisas que não tem como provar.

-Certamente.Agora me diga: havia contado que sequer sabia onde sua arma estava e no entanto encontramo-la facilmente em sua gaveta.Pode explicar isso?

-Eu não sei como ela foi parar ali.A última vez que eu vi essa arma foi quando eu acampei...

-Acampou..?

-Com Donald,Frank e Mikey!Foi a última vez que eu vi a arma. -Way se obrigou a lembrar com mais clareza daquele dia nublado. -Eu a tinha levado para caso algo acontecesse,pensei até que tivesse perdido por lá.

-Então sua arma estava com Michael,Donald ou Frank?

-Não!Eu disse que foi a última vez que a vi,mas posso tê-la guardado junto das roupas quando desfiz as malas,eu não sei..

 

***

Quando finalmente chegou ao velório da mãe,até mesmo Donald já estava lá.Haviam também diversas pessoas que o garoto nunca vira na vida e alguns paparazzi que com certeza não tinham autorização alguma para estarem ali.

-Ei,Gee.Sinto muito por Donna,ela era muito boa. –Um senhor veio cumprimentá-lo e Gerd puxou uma antiga memória daquele homem que devia ser seu tio ou algo do gênero.Sim,o Tio Charles,era ele mesmo.

-Obrigado.

-Aposto que ele deve ter dedo nisso aí. –Ouviu alguém comentar com aquele mesmo tio quando já estava há alguns passos de distância. –Ouvi dizer que é uma bicha,tomara que sejam só boatos.

-Deixa disso Beth,se ele é gay não tem coragem para matar a mãe.

-Quer saber se eu sou gay,tia Beth?!É,eu sou.Gay,bicha,viado ou seja lá de que porra você queira me chamar. –Gerard voltou cada passo até os tios andando firmemente e parando bem em frente de sua tia,que por sinal só havia visto pouquíssimas vezes na vida.Sentia seu rosto queimar e sabia que aquilo estragaria ainda mais sua imagem perante sua família,mas havia aprendido a não mais se importar. -Quer saber de outra coisa?!Meu namorado está bem ali com Mikey ao lado do caixão da minha mãe e diferente de você ele está nos apoiando,e não fofocando sobre a vida dos outros.Quer me xingar e evitar?Fique à vontade.Só nunca mais ouse envolver meu nome no que aconteceu com Donna,entendeu?!

-Gerard,não precisava de tudo isso. –Charles repreendeu,abraçando a senhora que chorava e olhando em volta.Por sorte ninguém mais havia reparado na cena. –Sua tia agora está chorando.

-Na verdade precisava sim.E quem devia estar chorando sou eu por ser acusado de matar minha própria mãe.Preciso entrar e ver Donna,espero não vê-los nunca mais,adeus. –Proferiu o mais cinicamente que pôde e então, finalmente entrou no evento.

-Demorou filho. –Donald levantou-se da cadeira onde estava,abraçando o filho com urgência.

-Tive que responder muitas perguntas,só isso.E você?

-Só precisei mostrar meu comprovante de trabalho do dia em que,você sabe,e eles calcularam que seria humanamente impossível eu sair do trabalho no horário em que saí e estar aqui meia hora depois.

-Então não é mais suspeito? –Questionou interessado e o pai assentiu.

-Não mais.Não mais graças à Deus.

-Eu preciso vê-la. –Gerd avisou,encerrando totalmente o assunto e se voltando na direção do caixão. –Com licença.

***

Assim como fora combinado,logo que o sol começou a se pôr o caixão foi lacrado e seguido entre lamúrias até o local onde ocorreria o sepultamento.O clima ali estava tão agradável que quase os fazia esquecer do porque estarem naquele lugar.O ar estava fresco,aves voavam pelo céu rosa alaranjado e as árvores farfalhavam levemente no ritmo da brisa suave.Era um belo dia.

Após finalmente terminarem o enterro,era hora de Michael dizer algumas palavras num discurso em homenagem para sua mãe.Subiu vacilante no pequeno palco montado ali,pigarreou e começou.

-Minha mãe era uma pessoa genial,ela era maravilhosa.Lembro-me de quando era uma criança e a cada vez que eu tinha medo,o mais sem fundamento que fosse,ela estava lá.Donna sorria e deixava um beijinho bem aqui na minha cabeça, -Sorriu fracamente,já deixando que algumas lágrimas escorressem por seu rosto. –dizia para eu não me preocupar pois ela estaria comigo sempre...Bom,isso faz bastante tempo e,agora ela não está mais.Acho que ninguém esperava que fosse dessa maneira que mamãe nos deixaria,mas eu...

-Gerard Arthur Lee Way. –Mark irrompeu pelas portas do salão buscando visualmente pelo garoto em pé no canto da sala,bem ao lado de Frank.Estava decepcionado,contrariado. –Peço por favor que nos acompanhe até a delegacia.

-A análise ficou pronta?

-Ainda não.Não acho certo lhe contar em frente a todos,então por favor..

-O que houve?! –Moveu-se rapidamente de onde estava até o oficial, para que pudessem conversar de forma mais discreta já que todos ali observavam descaradamente. –Encontraram o assassino?

Mark bufou,negando com a cabeça.

-Peço que não faça mais isso,Gerard.

-O que?

-Pare de fingir,será melhor para você.

Gee parou por um instante. “Quê?”

-Mark,eu não estou entendendo..

-Você,Gerard Arthur Lee Way,está preventivamente preso por ordens de alguém acima de mim até que se prove inocente.Então peço que pare com esse joguinho.


Notas Finais


Sim gente,tudo está se encaminhando

Mas,vamo focar em
Umas coisas muito
Importantes aqui ó:
Tem diquinha de quem matou Donna aqui,assim como em todos os cap.
Olhem com atenção hein,acho que tá bem fácil já hshshs

*O número de palavras está decaindo conforme se passa os capítulos,e isso não tem significado nenhum,é que está acabando mesmo

Bjão Sweeties,até o próximo <3


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