História Don't Break My Heart Again - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Seungcheol "S.Coups"
Tags Gyuhan, Jeonghan, Mingyu, Minhan
Exibições 69
Palavras 2.953
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha, dessa vez demorei uma semana, não foi tanto assim.

Aaaahhh, eu nem vou falar muito porque tô bem triste com o disband do 2ne1 e a saída do Taehyun do Winner. É sério, acordei com essa notícia e tô até agora tentando assimilar isso T T

Capítulo 33 - Você Se Lembra?


Acordei com os dedos de Jeonghan fazendo um carinho gostoso em meu cabelo enquanto ele cantarolava baixo alguma música. Eu permaneci com os olhos fechados porque sabia que ao abri-los Jeonghan se afastaria e voltaria a me evitar. Depois de um tempo descobri que música era. A música era a mesma que ele havia cantado para mim três anos atrás. Quando ele parou de cantar abri meu olhos e encarei os seus chorosos.  

— Minha resposta também é você, Jeonghan — minha voz saiu tão baixa como um sussurro. 

— Eu deveria ter sido melhor para você — disse sem tirar os dedos dos fios do meu cabelo — Eu queria ter feito você feliz, Mingyu.  

— E você me fez, mesmo que por pouco tempo — eu puxei para um abraço e ele não resistiu, me apertando com força — Eu quis ter estado com você nesse tempo. Quis poder te proteger dessas coisas que o fizeram sofrer — afastei uma mecha do seu cabelo — Jeonghan... 

— Acho melhor você ir embora — me interrompeu sem olhar para mim.  

— Jeonghan, para de fugir de mim. Por que sempre tenta me afastar?  

— Eu não quero te fazer sofrer de novo! É tão difícil entender isso? Eu não te fiz bem uma vez, por que acha que eu te farei bem agora? — disse se levantando.  

— Para com isso — eu pedi o puxando de volta — Eu te amo e sei que você me ama então por que não podemos ficar juntos? 

Jeonghan segurou meu rosto entre suas mãos e olhou nos meus olhos por quase um minuto até me responder com a voz tremula. 

— Porque você não é obrigado a concertar o que eu me tornei, Mingyu. E mesmo que tente, não acho que eu consiga ser concertado. Nós não somos os mesmos que antes. Tantas coisas aconteceram e... É impossível que seja a mesma coisa — Jeonghan sorriu e por um momento lembrei do dia que ele se despediu naquele telhado — Eu não quero te fazer sofrer, Mingyu. E eu sei que dessa vez será pior. 

— Como pode ter certeza que vai me fazer sofrer? 

— Porque eu sei. 

Jeonghan levantou e saiu do quarto. Eu não fui atrás dele, ele precisava de espaço e eu pensava no que ele tinha me dito. Eu não entendia aquela convicção de que ele me faria sofrer de novo. Jeonghan não precisava mais ir embora como antes. 

Passei um bom tempo jogado em sua cama. Suspirei e fui procurá-lo. Jeonghan estava sentado em uma das cadeiras da cozinha com o seu caderno em mãos e escrevia algo. 

— O que está escrevendo? — ele olhou para mim e fechou o caderno.  

— Nada. 

— Vai se arrumar — ele não entendeu então continuei — Eu vou te levar para um lugar. Anda logo. 

Apesar de não estar tão frio, Jeonghan colocou um casaco. Quando eu ia perguntar, lembrei que desde que voltou sempre usava roupas mais fechadas e deduzi que era pelas cicatrizes que tinha nos braços. Não era novidade que Jeonghan as odiava e queria escondê-las o máximo possível. 

Saímos de sua casa e não nos falamos em boa parte do caminho. Jeonghan não se sentia confortável em estar comigo, mas sua expressão fechada foi indo embora quando nos aproximávamos do nosso destino. Ficou confuso quando leu na placa da estação que descemos. 

— O que estávamos fazendo em Jamsil, Mingyu? 

Não o respondi enquanto continuava a andar. Dali não demorou muito para chegarmos ao Lotte World. Paramos em frente ao lugar e sua boca abriu em um "O" perfeito.   

— Se lembra que sempre prometíamos ir à um parque de diversões juntos algum dia? A gente sempre deixava para depois. E eu quis cumprir essa promessa. 

— Você lembra disso? — eu assenti e ele sorriu. 

Ficamos em silêncio por um tempo até Jeonghan segurar a minha mão e me puxar para dentro do lugar agradecendo várias vezes. Era enorme! Mais do que eu imaginava. Fomos em todos os tipos de brinquedo. Jeonghan escolhia um e depois eu escolhia o outro. O sorriso de Jeonghan não sumiu do seu rosto até mesmo quando estávamos na montanha russa e ele segurou minha mão com força quando ganhamos velocidade e gritamos. Saímos dali rindo um pouco sem equilíbrio. Em algum momento, enquanto andávamos em direção a mais um brinquedo, Jeonghan segurou minha mão sem olhar para mim e eu sorri. Andamos todo o caminho restante daquele jeito comentando sobre uma ou outra coisa que vimos no caminho. 

Sentamos em algum banco enquanto tomávamos um sorvete que eu adorava. Jeonghan nunca havia tomado porque era uma marca nova que surgiu depois que ele saiu da Coréia. Ele me olhou com olhos empolgados quando provou. 

— Isso é bom! Eu senti falta das coisas daqui — disse se ajeitando animado no banco — Desde que cheguei quase não pude matar a saudade de Seoul — continuamos a comer em silêncio — Obrigado, Mingyu — ele se aproximou e deu um beijo gelado em meu rosto — Eu não venho em um parque desde que sou pequeno. 

— Nem em Londres? 

— Eu não tinha muita vontade de sair de casa quando estava lá — disse evitando meu olhar, ele pensou um pouco antes de falar — Ravi... Me convidou algumas vezes para ir, mas eu não aceitei. Não queria ir com ele e estragar uma lembrança boa. Uma das poucas coisas que eu lembro da minha mãe é quando ela me levou em um parque de diversões quando era pequeno, um pouco antes de morrer. 

— Eu estou estragando?  

— Não — ele sorriu para mim — Fazia muito tempo que eu não me divertia assim, Mingyu. 

— Você nunca falou da sua mãe. Se não quiser falar... 

— Eu não lembro muito dela. Eu tinha quase seis anos quando ela morreu. Minha mãe ficou doente muito rápido e eu passava boa parte do tempo com a minha avó. Ela tentava me dar atenção, mas estava muito mal. Quando ela morreu minha avó não podia cuidar de mim e eu tive que morar com meu pai. Um dia depois que minha mãe me levou para o parque de diversões, ela ficou realmente pior e teve que ser internada — eu sabia o que ele queria dizer com aquilo.  

— Sua mãe não morreu por culpa sua. 

— Isso não importa mais, Mingyu. Vamos? 

Jeonghan se levantou em um pulo e me puxou. Fomos para a pista de patinação no gelo que deixou ele ainda mais animado. As vezes eu o segurava fingindo procurar equilíbrio, mas era apenas uma desculpa para abraçá-lo. Diferente dos últimos tempos, Jeonghan não se importava de se aproximar. Eu tinha tanta saudade daquele Jeonghan. Ele sorria, ria quando eu quase levava um tombo, segurava minha mão e seu olhar me passava tantos sentimentos diferentes, tantas coisas que eu não conseguia ler. Eu queria que aquilo durasse para sempre, que eu pudesse fazê-lo se sentir bem assim muito mais vezes. 

Fomos embora só quando anoiteceu. Estávamos cansados, mas era um cansaço bom. Eu me sentia mais leve e relaxado. 

— Está tarde, Jeonghan. Dorme na minha casa hoje — sugeri quando estávamos no metrô.  

— Mingyu... 

— Eu durmo na sua casa direto. Minha casa é mais perto e estamos cansados. Amanhã você aproveita e visita Dino. 

Jeonghan relutou, mas assentiu. Ficamos em silêncio por boa parte do caminho. Quando abri a porta do meu apartamento, dei espaço para que ele entrasse e ele o fez um pouco relutante. Olhou em volta enquanto eu colocava as chaves no lugar e ia arrumar alguma coisa para comermos. 

— Eu gostei daqui. É legal — disse se encostando na parede da cozinha. 

— Eu e Wonwoo escolhemos — no mesmo minuto que vi a expressão de Jeonghan eu me arrependi de ter dito aquilo. 

Sentia falta de Wonwoo de uma forma que eu não sabia que sentiria. Quase nunca nos víamos pela faculdade e quando acontecia ele me evitava. Eu queria concertar aquilo ao mesmo tempo que não. Uma parte de mim não queria desistir de Jeonghan e a outra queria ter Wonwoo de volta. Jeonghan ficou em silêncio por um tempo me observando fazer a comida.  

— Quer tomar um banho? — perguntei. 

Ele assentiu e indiquei o banheiro e onde ele poderia pegar alguma roupa para ele. Era estranho ter Jeonghan ali e eu sabia que para ele também era estranho estar ali. Quando eu já acabava de preparar a comida, ele saiu do banheiro apenas com uma camiseta larga e de mangas longas que ficava grande demais para ele, parecendo mais um vestido. Eu ri e ele fez uma careta indo até mim e me dando um tapa fraco no braço. 

— Ah, Mingyu! Não ria! Suas roupas são grandes.  

— Estou rindo porque você ficou fofo — eu o abracei beijando sua bochecha e ri com sua expressão emburrada. 

Jeonghan acabou rindo também quando eu o levantei e o apertei um pouco. Eu o coloquei no chão sem soltá-lo, Jeonghan me envolveu pelo pescoço em um abraço forte. Ficamos assim algum tempo até ele olhar para mim e se sentir desconfortável, me soltando no mesmo instante.  

Nos sentamos de frente um para o outro e comemos ainda em silêncio. Jeonghan quase não comia, como sempre. Colocava uma porção na boca e remexia a comida no prato. Depois de um tempo, ele desistiu de tentar comer se levantando e indo em direção a sala. 

— Jeonghan... 

— Eu só estou sem fome. 

— Há quanto tempo não come? 

— Não faz muito. Tomamos sorvete no parque, não é? Depois ainda comemos bolinho de camarão. 

— Você comeu um só. E isso foi de tarde. Qual a última vez que comeu de verdade? 

— Deixa isso para lá, Mingyu. Estou cansado — ele se deitou no sofá ficando de costas para mim. 

Voltei para a cozinha e arrumei tudo por lá para que na manhã seguinte não tivesse trabalho para arrumar. Fui até Jeonghan e o chamei, mas fui ignorado. Então peguei-o no colo e o levei até o quarto. Jeonghan começou a se debater em meus braços. 

— Me solta! Está me levando para onde? 

— Para o quarto, não é óbvio?  

— Mingyu! 

— Você não vai dormir no sofá, Jeonghan. É desconfortável. A gente já dormiu várias vezes na mesma cama, ontem mesmo dormimos na sua. Qual o problema? 

Jeonghan apenas pulou do meu colo e foi sozinho até o quarto, se deitando na cama, se cobrindo até o meio do rosto e olhando para mim. Peguei minhas coisas e tomei um banho rápido. Quando voltei, Jeonghan estava deitado para um lado abraçando um travesseiro.  

— Mingyu... — me chamou quando eu deitei ao seu lado, se virando para mim. 

Eu acariciei seu rosto com os dedos e seus olhos não saíram dos meus.  

— Jeonghan... Por que naquele dia você me mandou ir embora? Por que não me queria lá? 

— Eu não sei... — eu sabia que era mentira e continuei encarando-o então ele suspirou — Não queria precisar de você. Eu não sei direito porque, mas... Quando eu te vejo me lembro de Ravi. A melhor parte dele. E isso me faz sentir falta dele que... Dói tanto sentir isso, Mingyu. De algum jeito, você me lembra ele. 

Seus olhos chorosos desviaram dos meus e Jeonghan apertou um pouco mais o travesseiro em seus braços. Eu queria entendê-lo, mas não conseguia. Eu não sabia direito o que ele passou ou o que ele estava sentindo. Aquele era seu próprio sofrimento em seu próprio mundo. Eu só sabia que escutar aquilo tinha doído muito. 

— Você precisa dormir, Jeonghan.  

— Eu não quero dormir. Eu não quero sonhar com ele de novo. 

— Você está cansado e não tem dormido direito, Jeonghan. Eu vou estar aqui. Você não vai sonhar com ele. 

— Eu sempre sonho com ele, Mingyu.  

 

Jeonghan 

 

Eu não consegui dormir, fiquei o tempo todo acordado deitado ao lado de Mingyu. Quando ele pegou no sono já era de madrugada. Fiquei um bom tempo vendo-o dormir. Eu não queria ter contado sobre aquilo, eu sabia que o tinha magoado. Mas a verdade era que, de uma forma que nunca conseguiria explicar, Mingyu me fazia lembrar Ravi de um jeito diferente. Porque eu sempre lembrava dele, o tempo todo, mas quando Mingyu estava perto me trazia um sentimento de desespero e saudade que eu não conseguia lidar. Porque se eu tinha um, eu não poderia ter o outro. Eu só tive a possibilidade de encontrar Mingyu porque eu perdi Ravi para sempre. E eu não podia ter Mingyu porque a sombra que Ravi criou em meu coração estaria sempre ali. No final, eu não tinha ninguém.  

Me levantei e fui até a varanda para ligar para Yongsun. Devia ser umas seis da tarde em Londres e por isso a mãe da pequena não demorou para atender a chamada de vídeo. 

— Seu pai está muito chateado com você — disse assim que atendeu. Ele não estava chateado, ele estava extremamente bravo comigo — Quando vai voltar? Já comprou as passagens? 

— Eu ainda não posso ir.  

— Vai deixar para o ano que vem? Você não parece bem. O que está acontecendo com você, afinal? Você foi atrás daquele homem... 

— Eu só quero falar com a Yongsun. 

— Você está bem? O que tem feito aí para não ter voltado? 

— Por favor. 

Ela bufou e logo a menina de rosto redondo apareceu na tela com um sorriso enorme. 

— Oppa! Eu estou com saudade. Jeonghan-oppa disse que ia voltar logo.  

— Eu estou cuidando do Dino, Yongsun. Você tem se alimentado direito? 

Começamos a conversar sobre sua escola, em todas as músicas novas que aprendeu lá, falou sobre como o desenho que tinha feito era bonito. Ela mostrou com um pouco de dificuldade o desenho que tinha feito, dizendo quem era quem nos rabiscos. 

— Omma disse que vamos passar o natal todos juntos. Eu quero muito passar o natal com o Dino-oppa e o Jeonghan-oppa. Vai ser legal, não vai? 

— Vai, Yongsun. Vai ser muito legal. Vamos passar um natal muito feliz. Eu tenho que desligar agora, Yongsun. Durma cedo, ok? 

— Boa noite, oppa. Eu te amo — mandou um beijo com a mãozinha pequena e logo a ligação foi encerrada. 

E então eu chorei sem saber direito o porquê. Eu apenas chorei o quanto eu quisesse enquanto via os poucos carros passando na rua. Eu queria acreditar que se Ravi estivesse comigo as coisas seriam melhores, mas eu sabia que não, tudo estaria bem pior. Então aquela frase veio a minha mente e me fez parar de chorar por um minuto. 

"Não existe um mundo em que você viva sem mim" 

Era o que ele sempre dizia. Foi uma verdade absoluta para mim durante anos. Agora era só uma frase sem importância, eu estava vivendo sem ele. Eu estava no maldito mundo sem Ravi.  

Voltei a deitar ao lado de Mingyu que dormia calmo. Eu estava cansado e, apesar de não querer, dormi um sono inconstante até o amanhecer, com Ravi estando nele em cada momento. E eu agradeci que aquelas duas ou três horas de sono foram preenchidas apenas pelos momentos bons e raros com Ravi. Por aquele momento, eu calei um pouco da saudade irracional que eu sentia. 

 

Mingyu 

 

Quando acordei, Jeonghan já estava acordado, já tinha trocado de roupa e se concentrava no seu celular. Ele sorriu pequeno e só pelas marcas abaixo de seus olhos eu sabia que ele não havia dormido quase nada, mas eu não tentaria dizer que ele deveria procurar ajuda. Eu deixaria aquela conversa para depois. Depois de me arrumar, voltei para o quarto e puxei Jeonghan para a cozinha. 

— Você vai para a casa do Dino? — perguntei dando um copo com café para ele, porque eu sabia que era a única coisa que ele aceitaria. 

— Eu vou. 

— Eu te levo até lá. 

— Não precisa... 

— Mas eu quero. A gente sai daqui a pouco, ok? 

Ele revirou os olhos e não disse mais nada. Se levantou e andou sem pressa até o quarto. Minutos depois, quando eu ia chamá-lo para irmos, a campainha tocou e eu fui atender de mau grado. Wonwoo tinha uma expressão fechada enquanto olhava para a minha cheia de surpresa. Ele passou por mim entrando no apartamento e suspirando. 

— Eu vim pegar algumas coisas que eu deixei aqui. Eu já... 

Ele se interrompeu e segui seu olhar. Jeonghan tinha acabado de sair do quarto e deixou a frase que começava a dizer morrer assim como Wonwoo. Jeonghan abaixou a cabeça e eu voltei a olhar para Wonwoo que me olhava com raiva. 

— Eu... Eu já vou embora — disse Jeonghan com a voz baixa, indo em direção a porta. 

— Jeonghan... — eu não sabia realmente o que fazer — Prometa que vai ligar para Seungcheol. Me mande uma mensagem quando chegar lá também. 

Jeonghan assentiu. Wonwoo não disse nada quando passou por Jeonghan pouco se importando quando esbarrou nele indo em direção ao quarto.  

— Eu sinto muito — sibilou Jeonghan antes de sair o mais rápido possível do apartamento. 

Eu segui Wonwoo que abria as portas dos armários em busca de suas coisas, nem ao menos olhando para mim quando entrei no quarto.  

— Wonwoo... — eu o chamei e ele me ignorou — Wonwoo, precisamos conversar. 

— Não, não precisamos — e bateu com força uma porta para ir para outra — Se lembra do que eu tinha dito? Eu quero que vocês se fodam, Mingyu. 

— Se você me deixasse explicar... 

— Explicar o quê? Que você enfiou Jeonghan aqui menos de um mês depois que eu fui embora? Acho que eu entendi bem. 

— Não é... 

— Quer me explicar como é bom tê-lo de volta? Como esperou cada dia desses três anos para que ficassem juntos de novo?  

— Não estamos juntos. 

Desviei a tempo de não ser atingido por alguma coisa que Wonwoo jogou em mim.  

— Ainda tem coragem de mentir para mim? Eu acabei de vê-lo aqui, se esqueceu? 

— Vamos conversar. Eu explico tudo. Por favor, Wonwoo. Vamos tomar um café e conversar? Depois eu te deixo em paz. 

Wonwoo pegou uma última coisa e jogou na mochila, assentindo em seguida. 


Notas Finais


O próximo capítulo já está pronto então não vou demorar para postar.

Eu tô triste, meu 2ne1 está morto.

Obrigada por ler e esperem o próximo!


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