História Don't Count the Miles - Capítulo 15


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Categorias As Peças Infernais, Os Artifícios Das Trevas (The Dark Artifices), Os Instrumentos Mortais
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 140
Palavras 1.239
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI PESSOAS!
Não, essa fanfic não morreu, não se preocupem. Eu só precidava de um tempo pra poder projetar toda a história da fanfic. Além do que eu também estou pensando nas outras fanfics, tanto já postatadas, quanto as que estão em processo de criação.
Aliás, gente me respondam: Vocês querem que eu poste meu livro (minha namorada disse pra não postar, mas não sei, gosto que as pessoas dêem sua opinião sobre o livro) além das outras fanfics que eu to projetando?
Bom, é só isso mesmo que eu tinha pra dizer pra vocês
Obrigado por terem esperado até agora para a continuação da fanfic
Isso é muito importante pra mim
Gosto muito de todos vocês que estão acompanhando essa fanfic
Vou tentar postar com mais frequência essa fanfic, mas não sei se eu vou conseguir...
Enfim estou me estendendo demais
Espero que gostem desse capítulo
Boa leitura <3 <3 <3

Obs: Os erros da primeira publicação foram corrigidos. Mil perdões </3

Capítulo 15 - Parte dois - Clary


Fanfic / Fanfiction Don't Count the Miles - Capítulo 15 - Parte dois - Clary

 

 

Parte 2

Clary

 

  Senti um tranco quando chegamos na parada final desse ônibus: a Union Station de Chicago.

  — Viu? Sem cair dessa vez. — Me gabei para Jace dessa vez, que me devolveu um sorriso sonolento em resposta.

  — Jonathan, avise seus irmãos que se eles quiserem seguir o caminho, eles que comprem suas passagens. — Disse o homem a frente de nós, se levantando em direção a saída do ônibus. — Isso te inclui, Jonathan.

  E simplesmente deu as costas para todos.

  — Uau. Isso foi...

  — Rude? Desnaturado? — Jace perguntou me fazendo corar. — Qualidades naturais de Robert.

  Robert. Robert Lightwood. Um nome imponente, para um homem... imponente.

  — Não queria parecer maldosa fazendo algum comentário sobre ele. — Disse acanhada.

  — Não tem como não ser maldoso falando de Robert Lightwood. — Jace concordou com uma voz quase sumindo.

  — Isso é verdade. — Disse Isabelle colocando a cabeça em cima do assento de Jace. — O Simon disse que vocês vão pra Los Angeles. Clary não é?

  — Sim, para os dois. — Respondi envergonhada soltando um risinho, acompanhado por um dela.

  — Que legal! A gente também vai pegar um ônibus pra Los Angeles. — Ela disse com um sorriso de orelha a orelha. Pude perceber que Jace estava estupefato. — O que Jace? Ficou chateado porque não vai poder ficar com nenhuma garota com a Clary junto?

  Com certeza olhei para ela com dúvida e fiquei assustada quando, de repente, Jace bateu no braço da irmã.

  — Não é isso... — Ele disse pensativo. Merda pensei odeio quando as pessoas ficam pensativas.

  Senti uma mala caindo no meu colo antes de ouvir o Simon dizendo:

  — Vamos, a gente tem que pegar o ônibus o mais rápido o possível. — E saiu correndo para fora, seguido por Isabelle pedindo para espera-lo.

  — Ele é sempre assim... — Jace começou quando o interrompi.

  — Ansioso? Desengonçado?

  — Ia dizer nerd, mas tentei não ser maldoso com ele. Eu só não consegui. — Ele respondeu, me fazendo balançar a cabeça. — Desculpe. Ele é o seu melhor amigo e você gosta dele. É só que...

  — Você vai dizer o que? Que ele é a fim de mim? — Respondi ironicamente.

  — Tá bem na cara isso. — Ao dizer isso olhei para ele com dúvida. — A qual é, vai dizer que você não percebe.

  Eu não estava envergonhada com essa afirmação. Estava chocada. Como ele conseguiu guardar esse segredo por tanto tempo? Ou melhor, por quanto tempo ele estava guardando isso de mim?

  Minha cabeça estava girando com as perguntas e pude perceber que estava bamba de pé. Jace me segurou e disse:

  — Clary, você não tá bem, a gente...

  — Não, relaxa Jace. — Disse me recompondo. — Eu só. Sei lá, tô com muitas perguntas na cabeça.

  E uma única lembrança para piorar as coisas...

  Era o meu aniversário de dez anos e minha mãe tinha convidado a família de Simon para comemorar na minha casa.

  Lembro que tinha me arrumado e ficado muito bonita (para o meu eu de dez anos). Lembro que quando eles chegaram saí correndo para atender a porta e fiquei muito feliz com o que vi.

  Elaine com um macacão longo preto, um sapato da mesma cor e em suas mãos uma caixa não tão pequena assim, mas fina. Junto a ela estava Rebecca, que estava usando uma jeans preta, uma bota da mesma cor e uma camiseta do Guns N’ Roses. Ela estava em uma fase rockeira.

  Já Simon estava, bem, Simon. Usava uma camisa verde que ficava justa nele, uma calça jeans preta e um All Star preto. Em suas mãos um buquê de rosas era pomposo, porém muito belo.

  Depois de termos jantado, Simon e eu fomos para o meu quarto, e deitamos na cama. Só ficamos lá, olhando para o teto conversando.

  — Eu gosto muito de você, Clary. — Simon disse de repente, me olhando fixamente.

  — Eu também gosto de você, Simon. — Disse dando um abraço nele.

  — Promete que nunca vai embora Clary? — Ele perguntou enquanto nos abraçávamos.

  — Prometo Simon.

  — Prometo. — Disse em voz alta.

  — Promete? — Jace perguntou me olhando com dúvida, mas uma pitada de ironia. — Promete que vai continuar me achando o mais belo de todos?

  — Seu besta, a gente tem que comprar as passagens. Vamos lá.

 

+++

 

  — Como assim nós não vamos conseguir viajar hoje? — Robert Lightwood perguntou para a nova motorista do ônibus em direção para Los Angeles. Ela era baixa e gorducha, com cabelos cacheados castanhos presos.

  — Foi exatamente isso que o senhor escutou. — Ela disse com as mãos na cintura e olhando para ele com falta de vontade. — Bom, o Hotel Dumort vai oferecer a vocês uma estadia com tudo pago...

  — Não, você não entendeu. — Robert Lightwood disse se aproximando da moça aumentando a voz. — Eu preciso ir para Los Angeles o mais rápido o possível!

  — Eu já entendi senhor, mas não tem nada que eu possa fazer. — A moça continuou se segurando para não perder a paciência. — O motor explodiu e não tem como fazer uma troca agora de motores. Vai demorar pelo menos um dia, ou mais para outro ônibus vir aqui.

  Robert bufou e cruzou os braços, aceitando a derrota como uma criança mimada aceita que não vai ganhar o presente que queria.

  — Bom, vocês vão ficar hospedados no Hotel Dumort durante o tempo que vocês precisarem com tudo pago pela nossa companhia. — A mulher completou. — Agora uma atendente do hotel vai vir leva-los até o hotel.

  Após ela terminar de falar isso, ela deu espaço para uma outra mulher aparecer. Essa era uma das mais bonitas que eu já vi em toda a minha vida (eu já me deparei com Isabelle Lightwood na minha vida). Ela tinha cabelos sedosos loiros e olhos de um verde diferente de qualquer outro que eu alguma vez vi. Sua pele era pálida, como se ela não saísse de casa. Em seus lábios um vermelho forte ocupava lugar realçando-os. Ela usava um vestido vermelho justo que apertava nos lugares certos para serem realçados e um óculos de sol estava pendurado no decote

  — Olá, eu sou Camille Belcourt gerente do hotel Dumort e estou aqui para leva-los até lá. Alguém tem alguma dúvida? — Como se estivessem hipnotizados, ninguém respondeu. — Ótimo, então vamos.

 

+++

 

  Depois de andar reto alguns quarteirões chegamos no hotel, com uma fachada antiga, parecendo uma boate de discoteca abandonada. Camille parou a frente do lugar e soltou um suspiro.

  — Estamos em um dos lugares mais privilegiados de Chicago. — Ela disse com alegria e apontou para atrás de todos nós. — Pra lá fica o Instituto de Arte de Chicago.

  Instituto de Arte de Chicago minha mente reproduziu. Isso me deixou mais interessada em ficar em Chicago por alguns dias.

  — Bom — Camille continuou. — vamos para dentro fazer o Check-In.

  — Jace. — Disse puxando seu braço e falando perto do ouvido dele. — Faz o Check-In pra mim, eu vou ter que fazer uma ligação rapidinho.

  Ele fez que sim com a cabeça e me apressei a ligar para minha mãe.

  Após três tentativas, decidi deixar uma mensagem de voz.

  — Oi mãe. A gente vai ficar um ou dois dias em Chicago porque o ônibus quebrou e não tem como a gente sair hoje. Não precisa se preocupar, eu tô bem. Você também tá bem? Se precisar de alguma coisa liga que eu volto pra casa correndo. Espero que você esteja bem. Ah, eu tô curtindo a viagem, não se preocupa. Eu até conheci um garoto. — Soltei uma risada. — Te conto mais depois, tenho que ir fazer o Check-in. Manda um beijo pro Luke. E... eu amo vocês.



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