História Don't cry baby~ Hoseok - Capítulo 8


Escrita por: ~, ~Lee e ~Hoseok

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 12
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A memoria ja foi put***********riu tp mo bolada com isso...
Ok agr que ja reclamei podes ler
Perdoa os erros e não desistam de mim ♡

Capítulo 8 - Passado pt2


Fanfic / Fanfiction Don't cry baby~ Hoseok - Capítulo 8 - Passado pt2

Nr: Hobi

Ja estou em minha casa, não sei por que ela explodiu tudo daquele jeito pra cima de mim quando o que eu queria era so ajudar ela. E tão errado assim querer ajudar quem a gente gosta? Por que quando tentamos fazer isso as pessoas tentam nos afastar. 

Pode ter sido infantil da minha parte ter jogado tudo pro alto a saido assim mas ja o fiz e não vou voltar atras e dar um passo a frente.

Nr:Gab

Não tive tempo nem paciência pra colocar roupas, simplesmente coloquei o maior casaco que achei e sai de casa em direção a casa do Hobi. 

Cheguei um menos de dez minutos, pois sua casa não era distante da minha, eram em ruas vizinhas no centro de Seul. Omma me olhou de cima a baixo quando cheguei com cara de interrogação. 

-O que houve? Hobi chegou e simplesmente subiu, nem gritou hoje...- perguntou preocupada, seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo baixo e usava roupas casuais de lã. (então ele realmente não consegue ficar um dia sem estar todo sorridente e gritando ne?)

-Eu fui idiota e extravazei por que ele descubriu sobre as cartas Omma.  Eu fiquei com raiva, e joguei tudo pra cima dele, quando na verdade ele não tem culpa de nada. Desculpa Omma... fiz o Hobi ficar magoado.

-sábia que a pessoa pra quem você precisa pedir desculpas ta la em cima, então vai la querida.- disse me dando um beijo um beijo na testa. A omma é a pessoa mais carinhosa que ja conheci, e também a mais hm... fofamente maliciosa. 

Subi as escadas correndo logo chegando chegando a porta do quarto dele. Respirei fundo relaxando mentalmente E bati na porta.

-Hobi podemos conversar?- gritei do lado de fora ja que o mesmo estava com o som ligado ouvindo uma musica que eu nao conhecia. 

-Jung Hoseok você pode abrir a porta por favor?- gritei (autora:ABRE A PORTA MARIQUINHA! EU NÃO ABROOO NAOOO, VOCÊ VEM DA PAGODEIRA VAI CURAR SUA CANSEIRA BEM LONGE DO MEU COLCHÃO.  ^^ DESCULPA NÃO RESISTI.  autora off)

Bati forte na porta.

-Oi?- disse abrindo a porta com a cara fechada. 

-Achei que iria me deixar ficar plantada aqui ate amanha!- disse apertando os olhos. E o mesmo repetiu o gesto dizendo.

-Sera que se ficasse criaria raízes? 

Haha meu engraçado. 

-Hobi me desculpa por ter estravazado tudo pra cima de você so por causa de cartas.- comecei.

-E...?

-E eu sou uma idiota?

-Tambem...mas..?

-VOCÊ TAMBÉM É UM IDIOTA COM UM SORRISO QUE ME ENFEITIÇA E EU GOSTO DE VOCÊ E NÃO QUERO VOCÊ LONGE DE MIM. A PARTIR DE AGORA VOU PENSAR SO EM TI.-disse em alto e bom som vendo o mesmo abrir um sorriso enorme. 

Puxei sua camisa fazendo seu corpo se inclinar entao selei nossos lábios dando-lhe um beijo calmo. E logo nos separamos. 

-Eu quero falar com você sobre o conteudo das cartas.- disse e o vendo simplesmente assentir com a cabeça. Respirei fundo e comecei a falar. 


Flashback on: 

Eu estava acabando de chegar da escola, cansada? Sim muito, estou com perto de fazer quinze anos em daqui a alguns meses e estou ja na classe mais avançada pra minha idade. Ja estaria no primeiro ano do ensino médio com quinze anos. Estava exausta por ficar no conselho do grêmio do colegio ajudando.  Não e como se fosse a mais cdf do colegio, eu so não gosto de ficar parada fazendo bagunça na sala no tempo livre, entao uso ele pra ajudar a escola. Tudo o que queria era chegar em casa. 

Assim que cheguei aquela casa enorme e cheia da cômodos vazios me deparei com meu novo padrasto deitado no sofa com sua "secretária". Mas isso não vai ficar assim, quando minha mãe chegar vou fazer ela ficar sabendo disso. Eles não haviam me ouvido chegar então acho que posso sair de fininho e ligar pro trabalho da mãe. Sei que ela vai me dar uma bronca das grandes por atrapalhar seu trabalho mas isso é importante ne? Mamãe não e uma pessoa muito afetiva e sempre ta trabalhando ou esta fora viajando. Ela e advogada pessoal e ganha bem no seu trabalho. 

Nossa casa é a antiga casa da família Lee, nossa familia e de descendência de variad gerações de americanos e brasileiros,  porem meu pai era um chines que minha mae conheceu no estagio de trabalho. Eles ficaram juntos por um bom tempo ate  Jess e eu nascermos, mas quando tinha quatro anos ele sofreu um acidente de carro e não resistiu, passado um tempo minha mãe se casou de novo e ficou gravida da Julian (sim o nome da minha irmã mais nova é Julian,  parece de menino mas é unissex assim como Charlie por exemplo). Mas o pai da Julian se separou e foi morar longe so indo a visitar algumas vezes. 

Ja estava com o telefone na mão discando o numero da empresa quando senti segurarem meu braço forte. Era meu padrasto Luís com a vaca da secretaria do lado.

-o que você pensa que esta fazendo sua pirralha? Pensa que vai ligar pra sua maezinha?- disse tirando o telefone da minha mão e o jogando longe... que cretino! Ta achando que vou ficar calada? 

-Estava sim indo contar pra ela e ainda vou. 

- ah você não vai não.  Se você disser alguma coisa pode dizer adeus a sua meio-irmã mais nova que você tanto idólatra. - disse serio.

-Você não vai fazer nada com ela, nao teria capacidade! -berrei, estava irada de raiva desse homem. Traição,  ameaça, e agressão... ele e o tipico cara que merece nunca ver a luz do dia. 

-Ah sim eu teria, tenho contatos que podem querer comprar uma criança em um pais bem longe daqui. Ja ouviu falar de trabalho infantil?- seus olhos eram frios e escuros, e como se esse cara nao tivesse alma, anticristo da caramba, braço direito de lucyfer!

-Você não teria...- disse, mas algo  me dizia que ele teria a audácia de fazer isso sim, que desprezível! Isso não vai ficar assim. 

-decidiu ficar de boca calada?- Apenas assenti o olhando feio.

-ah sim paizinho.- ironizei.

-Não sou seu pai criança insolente, seu pai e um Chinesinho de quinta morto.- riu. Desprezível. 

-Não venha falar do meu pai seu inútil, pelo menos ele foi um homem independente.  Não um que ficava dependendo do dinheiro da esposa.

-olha la como você fala comigo seu projeto de vadia.

Disse em um tom de voz mais alto então olhou pra secretaria. 

-Ja desocupou aquele porão que a debaixo da casa?- perguntou pra secretaria. 

-Sim, por que?


-Vou fazer essa daqui aprender a me respeitar.- disse puxando meu braço e me arrastando pela casa ate o tal porão que ficava na verdade debaixo do porão real. Era um buraco no chão que dava a uma especie de quarto sem móveis e escuro. Todo feito de pedra e com apenas uma pequena janelinha de grades. Era como uma sela e era assustador e escuro...

-Você nao vai me colocar aqui ne? Você é louco? Minha mãe vai saber que sumi e vai procurar!- gritei e logo levei um tapa forte no rosto por isso. No primeiro choque do tapa veio a dor, deppis a raiva e o medo. Tinha sido um tapa forte o suficiente pra deixar marca.

-Disse que você iria aprender a me respeitar. Você vai ficar ai dentro trancada até quando eu quiser e sobre sua mãe,  posso dizer que você vai passar um tempo na casa de uma amiga de escola. Tem inumeras formas de enganar ela...- disse rindo.- ah sim, e hoje você fica sem jantar.

Ele me jogou naquele lugar horrível logo fechando a porta e saindo. 

Me deixei cair de joelhos no chão e as lagrimas começaram a escorrer. Estava com medo, estava cansada mas acima de tudo estava com raiva. Meu coração chegava a doer de tanto ódio que estava sentindo. Era pior que sangrar sem parar.

Flashback off*


Notas Finais


No proximo mais flashbacks ne.
Que horror custei pra reescrever isso.
Chosssssrei
Bezu e perdoa os erros mores.


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