História Don't Fight Today - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kook, Yaoi
Exibições 66
Palavras 1.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey!
2 horas da manhã e eu postando cap. demorei tanto para faze-lo, sério, eu fiquei pensando se deveria mudar mesmo a escrita, pensei no que podia fazer para melhorar a fic, pensei no que ia acontecer, quais personagens colocar e acabou nisso, eu gostei do resultado, novamente não revisei mas acho que quando finalizar a fic, arrumarei os erros ou pedirei para alguém T_T sim, isso é a dona preguiça falando mais alto.
Ah, eu não tinha deixado meu twitter anteriormente, então se quiserem me seguir para sei lá, trocar uns NUD3S qn memes ou cv cmg, to lá. @H0TJimin também <
Ficou pequeno mas fazer o que...

Boa leitura.

Capítulo 3 - O ambiente.


O carro começou a diminuir a velocidade quando passamos por um grande arco coberto de folhas verdinhas que dava início a propriedade escolar, aquele lugar me deixava assustadoramente encantado pois parecia que muitas pessoas trabalharam muito duro para manter aquelas flores e folhas do jardim; que agora devido a primavera estão floridas e esbeltas. A simplicidade não existia aqui por mais que observasse bem aquela grande construção cheia de janelas, os tijolos tinham um pouco de limo quando olhava-se apenas embaixo, mas quando o olhar subia podia ver que a quão cinza era. Uma grande porta de madeira estava a minha frente, observava com cautela para não parecer interessado demais naquele lugar – confesso que estava curioso em saber como seria por dentro – poderia espiar por uma das janelas, porém iria ter que me mover de dentro do carro e alguns alunos que circulavam do lado de fora naquela tarde já estavam me dando olhares nada legais e toda vez que um novo aluno passava e me encarava um arrepio percorria meu corpo, passei as mãos nos cabelos que agora estavam um pouco ressecados por culpa da descoloração da noite anterior e bufei.

Eu estava frustrado, não queria estar ali, queria voltar para a minha vida normal, em minha casa, onde eu tenho liberdade.

Minha mãe havia entrado para conversar com a diretora e me deixado no carro sozinho, o nervosismo era grande e eu sentia ficar pior a cada segundo se se passava e mesmo com um certo receio daqueles garotos que passavam ali eu sai do carro para me acalmar, afinal, andar sempre acalmava, empurrei a grande porta e adentrei a escola. Uma grande escadaria me saldava e um lustre bem no meio, não pude controlar minha própria boca de formar um “O”

- Pra que tanto luxo se está escola é apenas para pivetes. – Sussurrei para mim mesmo enquanto caminhava em direção ao um corredor que estava com as portas abertas na parte abaixo, as paredes eram brancas e até então notei que haviam sido pintadas recentemente, pareciam que os detalhes do lugar que gostaria tanto de chamar de espelunca eram totalmente calculados. Quando finalmente cheguei no corredor pude ver a sequência de armários vermelhos, aquela parte não combinava com a entrada, mas uma suposição que no andar acima seriam os dormitórios e provavelmente mais banheiros, não havia aulas no momento e eu me perguntava se fui ali nas férias ou hoje não teria mesmo. Dei ombros e me virei voltando para a grande escadaria onde sentei-me; os degraus não eram confortáveis nem nada, porém só de sair daquele carro já me aliviava e eu não me sentia tão sufocado.

[...]

Minha mãe e outra uma mulher caminhavam em minha direção, como normalmente fazia apenas removi meu fone de ouvido e levantei, esticando finalmente minhas pernas que soltaram um leve estalo, aquela escadaria estava começando a deixar a minha bunda quadrada devido ao tempo sentado ali, eu nunca pensei que se registrar em algo demoraria tanto, mas como minha mãe estava acompanhada de outra mulher logo entendi a demora; afinal minha mãe sempre fora de conversar muito, puxava papo rapidamente com qualquer um se quisesse, era até um pouco chato para mim quando eu era menor e ela ficava tempos e tempos jogando assunto fora enquanto eu queria ir para casa ou fazer alguma coisa, lembro muito bem quando lá para meus nove ou dez anos desenvolvi minha técnica infalível para ir direto para a casa e era uma simples frase “ Minha cabeça dói, acho que vou vomitar, mãe me ajuda. “ Acabávamos indo com pressa para o aconchegante lugar que eu chamava de lar, depois que eu cresci e “amadureci” apenas a deixava falando com a pessoa e fazia minha rota sozinho.

- Este é o Jimin, meu filho. – Minha mãe disse quando as duas finalmente estavam perto, a mulher estendeu a mão e o que me fez encarar até ela desistir do aperto. – Modos Jimin! – Começava minha mãe tentando parecer educada, mas ao mesmo tempo autoritária.

- Não se preocupe, eu já tratei de garotos piores que ele. – A mulher disse olhando bem nos meus olhos. – Não é um simples aperto de mão que me fará desistir. – Parecia com estar com o melhor sorriso no rosto e minha mãe acompanhava. – Siga-me irei pedir para um aluno mostrar o seu quarto, seus pais já levaram a bagagem.

 [...]

A diretora tinha pedido a um menino um pouco estranho para me guiar, ele balbuciou algo sobre ser no mesmo quarto e mandou segui-lo, falando totalmente de forma autoritária comigo, não trocamos muitas palavras desde então e a única coisa em comum que fazíamos era revirar os olhos. Bem estranhozinho, ein?!

O corredor era longo cheio de portas, as decorações eram bem exageradas na parede e personalidade era bem vista aqui, já que as portas dos quartos eram cheias de desenhos, outras tinham até luzes e piscavam muito, eram portas do lado direito e esquerdo. O garoto parou em uma porta sem decoração nenhuma e entrou, dei mais uma olhada no local, podia ver o corredor movimentado e no final dele podia avistar janelas e forçando a visão, sofás, mas mesmo assim era difícil identificar por causa da distância – mas provavelmente mais tarde iria lá. – Entrou no quarto vendo agora a cara do garoto, ele era até bonito, tinha reparado nos seus ombros um pouco largos e a camisa que usava mostrava um pouco seus músculos, parecia que realmente se esforçava para ter aquele corpo, mas mesmo com um corpo esbelto daquele, sua cara não era condizente com o seu rosto um pouco fino, suas feições eram até infantis, se posso me atrever a dizer, não que seja feio, na verdade o garoto dava até vontade de cuidar, mas a cara amarrada do maior, me deixava com receio de me aproximar, então apenas pensei em melhor não fazer amigos como na outra escola.

- Essa é sua cama, mantenha seu lado do quarto arrumado. – O maior disse ríspido, apenas assenti com a cabeça e me aproximei da minha mala que já estava ali. – Já não basta dividir o quarto com outro garoto, agora tinha que vir mais um para me atazanar. – Soltei um risinho ao pensar que não era para eu ter escutado isso, eu estava certo quando olhei para trás e ele revirava os olhos novamente.

- Não liga para ele não. – A voz vinha de traz de mim, perto do meu ouvido para ser mais exato, que me fez virar e encarar o dono da voz. – Sempre ranzinza... – Completou com um sorriso – Sou Taehyung, mas me chame de Tae. – Continuou com o sorriso, suas bochechas não doíam?!

Tae era maior que eu, também estava loiro, mas eu não identificava se era descoloração também ou ele apenas nasceu desse jeito, sua beleza era diferente, chamava atenção e se não for verdade, vendo minha bike por uma bola, que todas as garotas que ele conheceu já ficaram caídas e afim dele rapidamente. Me virei dando atenção a mala que estava em cima da cama, removi ela de lá e me taquei na cama sem nem ligar para os meus machucados, fechei os olhos e ouvi alguém chutando minha mala para perto da cama e bufando, garoto estranho.

Tudo ficou escuro.

[...]

- O que eu falei sobre você aparecer na minha frente? – Namjoon gritava com raiva no beco da escola, prensando Jimin contra a parede, os olhos pareciam que estavam totalmente pretos devido a raiva, como se um demônio tivesse possuído, Jimin tremia, seus pés não estavam no chão, então fugir não era uma grande opção. – Eu tenho nojo de você, não apareça mais na minha frente seu viadinho. – O moreno estava no chão, chorando, observando as costas de Namjoon já que ele ia embora.

Realmente nunca mais olharia na cara de Jimin e só de estar em um ambiente com ele, sentia vontade de socar a cara do mais novo, mas não fazia pois sabia dos riscos.

Jimin não ligaria se Namjoon bate-se nele para liberar a raiva, só queria o amigo de volta, fazendo-o sorrir alegremente, ele sentia falta das coisas estupidas que fizeram junto, como invadir um supermercado, tirar os pneus do carro da vizinha com a voz fina irritante ou até mesmo roubar os biscoitos de sua mãe. Só queria poder voltar atrás de tudo e não se confessar. A culpa era grande, pensava que podia estar feliz agora, mas seu egoísmo foi tão grande que acabou machucando não só a si como as pessoas importantes a sua volta.



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