História Don't Fight Today - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kook, Yaoi
Exibições 61
Palavras 2.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A inspiração bateu em minha porta e eu abri, senhoras e senhores, eu não sei rimar então palmas pro capitulo novo - ??? -

Esse capitulo já era para estar pronto a uns dias atrás, mas só hoje consegui finalmente escreve-lo, não sei o que me deu, mas por favor dê novamente todos os dias da minha vida. hehe.
Se vocês quiserem ler esse capitulo com música, eu recomendo Two door cinema club - qualquer uma, eles são muito bons. ( Se vocês escutarem vão ver que meu gosto musical é bem diferenciado e se perguntar como que alguém que gosta disso curte kpop tbm... ai ai vida difícil hehe )

Narrar o Kook foi tão mais fácil mesmo eu nem sabendo como começar, mas disso isso porque ele não tem tanto sentimento quando o Jimin que parece que está afogando, ele é mais leve e brincalhão, irônico e sei lá, ele é um pouco na dele ao mesmo tempo, sensato e um bom garoto entende?! só sei que o sentimento de escrever no ponto de vista dele é mais leve, mas mesmo assim demorei pra escrever o cap. porq eu sou enrolada.

Repetindo, não estipulo um dia para postar porque eu posso passar do dia, tipo, não dar conta de entregar, então só mil desculpas se você realmente lê... :T

[ Lembrete: O capitulo é narrado por JungKook, não confundam. ]
[ Não tenho beta então não foi revisado, já sabe se tiver algum erro. E outra eu escrevo a maior parte da história de madrugada, então imagina eu + sono... desastre.
Eu juro que vou arrumar todos os caps da fic depois de finalizar kkkk JURO! ]

Boa leitura.

Capítulo 5 - As férias do bom senso.


A partir do momento que Park Jimin se mudou para cá a escola andava até mais animada, o fato era que ele me carregava para o fundo do poço, mesmo a ideia sendo apenas deixa-lo no fundo do poço, mas ai vai um monólogo: se era para deixa-lo no fundo do poço como iriamos sair de lá depois da entrega ser feita?! Isso era tão complicado que meus instintos diziam apenas para ignora-lo como no início de tudo; como o planejado em minha mente. Não que eu cumpra muito meus planejados, no dia que decidi fazer isso parei aqui.

Finalmente era sábado e depois de passar a semana limpando aquela cozinha, aquela imensidão de pratos, eu queria descanso, minha cama clamava por mim e eu por ela, o que é estranho pois caras da minha idade clamam por uma coisa mais carnal. Mas para piorar ainda minha situação o garotinho ainda tinha pesadelos, a maioria das vezes gritava a noite e eu sinceramente não sei como Taehyung não acordou por causa dos gritos. Minhas olheiras fundas diziam olá para ao mundo e minha mão estava se coçando para não dar um soco nele.

Ei! Talvez isso seja uma boa ideia para Jimin ser expulso, socar alguém... Ok, talvez isso seja um pouco pesado.

Falando nas pegadinhas me recordo que ainda não acharam o culpado, ou culpados no caso, do ocorrido da piscina, é uma pena mesmo, mas como a diretora ta dando folga teremos que pegar mais pesado na próxima pegadinha. Até agora eu não entendi o porquê de ter aceito aquela ideia do Taehyung, era totalmente absurda, mas ele era ótimo convencendo as pessoas, tanto que cai em sua lábia facilmente, eu era um idiota e o pior de tudo é você ter consciência disso.

 

[...]

 

Como sempre naquele refeitório você vê apenas zumbis estudantes por todos os cantos, afinal, a escola pode ser rígida em questão de comportamento, mas mesmo assim é uma escola e vários garotos se matavam de estudar para sair daqui. Eu apenas venho no refeitório toda manhã para pegar café, até porque eu não me sinto confortável comendo com pessoas que mal conheço, então todo dia, eu pego minha xícara de café e volto para o quarto, claro que as vezes não dava para resistir aquele belo bolo de chocolate, repito, essa escola pode ser rígida em questão de comportamento, mas o bolo de chocolate daqui é maravilhoso, se eu pudesse casava com ele.

Já fazia meu caminho para o meu quarto pois minha bela cama me aguardava, bebericava meu café enquanto mexia em meu celular, é eu sei que foi proibido, porém Tae conseguiu ele de volta não se sabe como e tenho até medo de saber, realmente não quero problema para mim, afinal ano que vem eu quero sair daqui e com um bom comportamento creio que meus pais vão me tirar e assim terei minha vida normal de volta.

Por algum motivo o dia parecia muito agradável aos meus olhos, seria um dia de descanso somente meu, já que quando eu acordei não vi nenhum dos meus colegas de dormitório. Confesso que estou um pouco curioso, mas não irei procura-los.

Uma multidão se formava em frente ao quadro de anúncios, era raro ter algo ali interessante, ele servia para alunos que precisavam de ajuda ou coisa do tipo e nunca ficava movimentado, algo fez com que eu caminhasse até lá para ver o que estava acontecendo, entrei no meio dos alunos, alguns soltavam uns palavrões por ser empurrado, mas nada que eu ligasse muito. Quando finalmente cheguei em frente o quadro, tinha foto de um garoto se beijando com outro, não sei bem quem era, não tive oportunidade e vontade de conhecer outras pessoas aqui dentro, porém em frente ao quadro um ruivo tentava arrancar as fotos e as folhas que tinham escrito coisas maldosas para ele, mesmo por trás eu podia ver seus ombros se moverem devido ao choro que provavelmente estaria a segurar. Eu não sabia como ele se sentia, mas era notável que a qualquer momento ele não iria suportar mais.

- Aonde eu to me metendo?! – Murmurei tentando retomar minha sanidade que por algum motivo tinha resolvido tirar férias naqueles minutos. Puxei as fotos restantes daquele mural e agarrei o braço do garoto até o meu quarto, eu estava mesmo ficando doido em ajudar um cara que eu nem conheço.

Não olhei em seu rosto até estarmos no cômodo, ele sentado todo encolhido na cama com as costas na parede chorando sem parar que vinham com soluços irritantes. Bufei e entreguei um copo de água para ele, seus olhos inundados vieram em minha direção e eu já podia ver um ponto de interrogação se formando em cima da minha cabeça.

— Não tenha pena de mim! – Soltou com a voz embargada devido ao choro.

— Eu não estou com pena idiota! – Soltei. – Apenas beba a água! – Falei entredentes e ele me obedeceu mesmo a me olhar com uma cara feia.

Fiquei o observando se acalmar, enquanto isso me peguei pensando o porquê de ele tanto chorar, honestamente falando eu não sabia o porquê de ter ajudado aquele garoto, claro que não foi por pena, eu nunca teria pena de alguém por simplesmente estar dando uns amassos em outro garoto, não que isso seja minha praia.... Quer dizer, não que seja preconceito, eu nunca levantaria um dedo para alguém seja qual seja sua opção sexual, isso é errado, mas pelo visto alguns garotos achavam o contrário.

— Você sabe que agora eles vã...

— Sim! – Interrompi, sim eu tinha noção do que ia acontecer por ajudar aquele garoto. — Qual o seu nome? – Sorri.

— Jung Hoseok mas pode me chamar de J-Hope, ou não...

— Ok, Hope! – Levantei. — Eu sou Jungkook – Apresentei. — Traga suas coisas para cá, temos uma cama vazia e fique tranquilo, eu não me meterei na sua vida. – Afinal, eu não gostaria que as pessoas fizessem o mesmo comigo.

 

O dia seguiu tranquilo após isso, ajudei Hoseok trazer suas tralhas para o quarto, eu não sabia que dava para ter computadores dentro do quarto, mas não perguntei como ele havia conseguido aquilo, ele plugou tudo e quando a noite chegou Tae e Jimin finalmente apareceram com um sorriso cumplice no rosto.

 

— Cara, a gente te chamou mais cedo, mas olha... – Jimin assobiou. – Tu dorme ein! – O baixinho te tacou na cama. E ele estava certo, ontem eu por algum motivo estava bastante cansado, tanto que apaguei rapidamente, praticamente virei uma pedra.

— Você perdeu! – Comentou Tae me abraçando pelos ombros, o que fez eu instantaneamente mover o ombro para ele remover os seus braços de mim.

— O que vocês aprontaram? – Perguntei preocupado.

— Ei! – Tae se levantou ignorando minha pergunta e Jimin olhou para onde o outro loiro olhava... Hoseok. — Quem é esse cara? – Apontou para as costas do garoto que salvei mais cedo.

— Nosso novo companhe... – Fui cortado.

— Ah! – Soltou. — Você não é o cara que consegue os telefones?

 

 

[...]

 

 

No dia seguinte Hoseok estava em uma caçamba de lixo, eu não esperava que isso acontecesse tão rápido, o ajudei a sair dali porque era certo que ele havia apanhado e novamente seus olhos estavam cheios de lágrimas, ele estava fedendo. Andamos até o quarto, o domingo não estava com aquele sol, eu podia ver as nuvens pretas dominarem o céu o que me deixava pensativo.

 

Será que ia chover?

As nuvens sempre são belas assim?

Se eu tenho um garoto cheirando a lixo ao meu lado, isso vai em trazer energias ruins?

O que os meus companheiros de quarto aprontaram dessa vez?

Devo pesquisar no google maneiras de para de ser idiota e não ser convencido a entrar nos esquemas de Taehyung?

 

Mas um murmurinho podia ser escutado do corredor, eu não sei se era sobre Hoseok por estar fedendo a todos os alimentos da semana pois o lixo só é retirado na segunda ou por outra coisa. Tae e Jimin estão logo a nossa frente e quando nós se aproximamos os dois tiram o sorriso do rosto para fazerem uma cara de nojo.

 

— Você fede!

— Cala a boca Taehyung! – Hope bufou ao meu lado.

— Porque tem uma multidão ali na frente? – Perguntei observando a porta sala do conselho estudantil cheia de alunos, talvez seja o motivo dos burburinhos, na verdade claro é o motivo, ter amigos me deixa lerdo. Quer dizer não que eu os considere amigos... colegas, estar com gente me deixa lerdo, isso!

— Saiam da frente! – Fui empurrado por dois caras, coisa que quase me fez soltar um rosnado, ta de brincadeira comigo?!

 

Olhei para o lado tentando procurar os garotos e que provavelmente foram empurrados também, porém deixei passar, afinal já havia um tumulto sobre a porta e eu não gosto de chamar atenção por causa de briga. Os dois garotos mandaram todo mundo circular e eu com meu cérebro idiota porque meu bom senso tinha resolvido tirar férias continuei parado lá junto com os arranjadores – se é que essa palavra existe – de encrenca e finalmente pude ver a porta, ela estava amarela, mas não de tinta, ela estava inteiramente cheia de post-its e digo que quando eles abriram aquela porta amarela, outra imensidão colorida estava diante de nossos olhos, podia ser visto claramente a sala toda coberta daqueles papeizinhos para anotações ou recados. E por um minuto, eu entendi o porquê de Tae e Jimin passarem aquele sábado todo desaparecidos. Os dois garotos saíram da sala indignados e foi ai que todos falaram em uníssono tendo aquele sentimento de: Precisamos sair daqui urgentemente.

— Preciso tomar um banho! – Sim Hoseok realmente precisava de um banho.

— Estou com fome! – Tae fez mais uma reclamação típica dele.

— E-Eu já v-vou indo... – Jimin mal conseguia falar mas deixou o lugar antes de todos ali presentes.

E eu por fim soltei — Vou para biblioteca, não me perturbem! – E assim cada um seguiu para um canto, até porque não éramos uma turma de amigos.

 

 

[...]

 

 

Eu particularmente nunca gostei muito de bibliotecas, porém os livros sempre me agradaram, sempre gostei de ler, mas não aqueles livros didáticos ou livros sobre viagens, mas sim histórias, claro que eu tenho preferencias então posso dizer que meus favoritos são os que tem bastante morte, luta e essas coisas, gostava de tentar entender o que se passava na mente de cada personagem na situação determinada pelo autor, daí eu me pego pensando: e se fosse comigo, será que eu iria sobreviver? Provavelmente não!

Nos finais de semana eu sempre gostei de ficar no meu quarto, caladão na minha, mexendo no meu celular, vendo netflix ou comendo porcaria tipo o bolo de chocolate que ao contrário deste lugar é maravilhoso, porém ontem e hoje posso dizer que foram diferentes, eu sai do quarto e fiz algo não tão produtivo, mas pelo menos fiz algo.

Coloquei o livro que estava em minhas mãos de volta na estante e caminhei tranquilamente para a saída da biblioteca, fiquei o dia todo naquele lugar, tirei vários cochilos no meio daquelas estantes e mesmo sendo um internato as pessoas ainda respeitavam o silêncio daquele lugar mesmo sem uma velhinha chata reclamando no ouvido de cada um; também consegui ler uma historinha sobre uma garota que queria enganar a todos com mentiras; consegui dar uma estudada, afinal eu queria sair dali e futuramente ser alguém na vida, pois é assim que somos ensinados desde pequenos, precisamos estudar para ser alguém na vida e mesmo que eu pense que talvez isso não seja cem por cento exato continuo me forçando a acreditar que eu consigo algo bom por causa disso.

Parei com minhas belas reflexões e deixei a biblioteca, não tinha visto os meus colegas de quarto depois daquela cena do corredor, adentrei no quarto esperando mais silêncio para tirar outro cochilo e realmente não tinha ninguém, me deixei na cama, com as luzes apagadas preparei o meu celularzinho para assistir minhas séries como um cinema, porém mais confortável.

Os primeiros minutos da série era apenas explicação, a voz forte falava coisas como “ Uma bala pode matar de três formas ” eu estava totalmente extasiado, eu amava série de tiros e essa eu gostaria de apostar que seria minha favorita do mês, logo continuou a narração “ Primeira forma, pelas extremidades, errando uma artéria, você tem de dez a vinte minutos antes de morrer de hemorragia ” absorvi a informação, talvez um dia se eu usar uma arma, com certeza isso será útil mas eu como um bom menino nem sei como usar uma arma. “ Segunda forma, em algum lugar do tronco, a bala vai descer, ossos lascarão, o coração ou as artérias serão atingidos e a pressão cai a zero ”, talvez eu devesse treinar mexer em armas quando sair desta escola, é algo que me agrada, eu sempre quis ser policial. “ A última forma é o tiro mortal. No meio do crânio, qualquer ângulo. Como uma marionete com os cordões cortados, estará morto antes do seu cérebro processar o que houve.

Levantei da cama segurando meu celular como pistola e aproveitei que estava sozinho para brincar. – Mãos para o alto! – Soltei tentando prender a risada pois era muito idiota o que eu estava fazendo, com certeza eu reconheceria, mas o meu bom-senso já tinha partido de férias a muito tempo desde quando eu ajudei Hoseok. – Pou! Pou! – Brinquei novamente, agora fazendo o barulho e os movimentos como se a arma estivesse subindo um pouco após os dois tiros.

Algum barulho veio do banheiro e talvez – talvez – eu não esteja sozinho no quarto, me aproximei calmamente da porta como um bom policial, quem estivesse lá dentro levaria um susto de qualquer jeito, mas a porta estava meio aberta e eu pude ver Jimin lá dentro segurando uma garrafa seminu dentro da banheira, chorando aos montes. – Legal, mais um chorão. – Murmurei para mim mesmo.

— O que o senhor pensa que está fazendo Park Jimin? – Entrei no banheiro, mas não houve nenhuma reação além de olhar para mim, ele continuava bebendo pelo bico o conteúdo que tinha naquela garrafa. Alguns passos para frente e o odor de álcool vindo dele era quase palpável.

— Eu estou bebendo se você não está vendo Jeon Jungkook. – Respondeu com a voz embargada, era a segunda vez que eu conversava com alguém com a voz neste estado, isso me irritava.

E o que mais me irritava é que se nós fossemos pegos, não adiantava agora só deixar Park se ferrar, porque eu vi ele fazendo isso e agora eu seria seu cumplice e isso não era nada bom, não era nada bom para o meu plano de ir embora daqui e o nosso plano de não meter o quarto em confusão e não sofrer as consequências que este internado nos propõe passar.

— Como conseguiu isso? – Puxei a garrafa de suas mãos. — Sai de dentro da banheira agora! – Ordenei - A gente tem contagem você não pode estar bêbado seu imbecil. – Coloquei a garrafa de qualquer jeito na pia, enlacei os seus braços em mim para tentar puxa-lo para cima e finalmente sair de dentro daquela banheira idiota, mas a única coisa que eu consegui foi cair em cima dele, além de bêbado o corpo dele também não tinha que colaborar, ele estava mole.

— Jungkook, isso doi. – Comentou e claro que doía meu corpo caiu em cima dele.

— Só cala a porra da boca!  - Estressei, como que eu faria tudo aquilo sozinho sem outro garoto para me ajudar? Eu nem era tão forte assim, claro que eu gostava de praticar esportes, mas nem sempre isso ajudava, por exemplo: AGORA!

Me afastei saindo da banheira deixando Jimin lá com lagrimas do rosto.

— Cara, porque isso ainda dói? – A minha cara foi a melhor cara de “ como é que é, você ta muito bêbado para falar! ” e para piorar ele gritava.

— Eu não mandei você ficar quieto?! – Bufei. — Então me obedeça! – Tentei novamente puxado dessa vez fazendo ele ficar em pé ali. — Isso vai doer mais em mim do que em você. – Liguei o chuveiro na água gelada tentando manter Jimin em pé e por um milagre consegui, eu estava congelando e molhando a minha roupa todinha fora que Jimin estava só de samba canção, se eu estava com frio, imagina ele...

— Dói. – Chorou mais um pouco.

— Tudo bem doer – Suspirei, fechei meus olhos tentando esquecer da sensação de frio, finalmente podia ouvir junto da água do chuveiro caindo dentro da banheira a água do lado de fora do mundo, estava chovendo e trovoando.

— Dói muito... – Era quase inaudível, eu não escutaria nada se não tivesse segurando seu corpo tão próximo ao meu e para finalizar deixou uma fungada no final, espero que ele não tenha espalhado meleca de choro na minha roupa.

— Tudo bem.... Eu não vou perguntar. – Passei a mão em seus cabelos e cedendo a posição para eu ficar abraço com ele no fundo da banheira.


Notas Finais


Eu tenho que parar de escrever caps enquanto eu estou com muito sono, eu acho que sou meio masoquista huehue.
Espero que o próximo cap. seja fácil de terminar, eu demoro muito para escrever e ainda saem pequenos, enfim, vou tentar ser mais rápida ^u^
Se vcs n entenderam o lance da banheira, não sei se vocês conhecem mas tem uma banheira q tem chuveiro heuehu é aquelas.

Vi um post no twitter q me deixou até sem motivação, era tipo a garota escrita nas notas da autora, tipo cv com alguém e bem a garota logo comentava que a garota falava sozinha porque ninguém lia kkkkkkk. Ai bateu aquela insegurança.

Até a próxima.


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