História Don't Forget - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Pretty Little Liars
Personagens Ally Brooke, Aria Montgomery, Camila Cabello, Christopher Uckermann, Claire Holt, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Dulce Maria, Emily Fields, Gigi Hadid, Hanna Marin, Harry Styles, Lauren Jauregui, Niall Horan, Nina Dobrev, Normani Hamilton, Selena Gomez, Taylor Swift
Tags Camila, Camren, Jelena, Jodice, Lauren, Nemi, Nian, Norminah, Vondy
Exibições 133
Palavras 1.397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE A LAUREN ASSUMIU TÔ TÃO FELIZ QUE VOCÊS NEM IMAGINAM
Espero que gostem, nos vemos nas notas finais ;))
(Aesthetic feito pelo blog Fuck Designs)

Capítulo 8 - Gasoline


Fanfic / Fanfiction Don't Forget - Capítulo 8 - Gasoline

Are you insane like me? Been in pain like me?

Bought a hundred dollar bottle of champagne like me?

Just to pour that motherfucker down the drain like me?

Would you use your water bill to dry the stain like me?

Gasoline - Halsey

Lauren

Dezembro, 2009 (flashback)

O natal estava chegando, que merda. Sim, eu não gostava do natal. Até porque todos da família iriam lá pra casa e iam me perguntar se eu tinha namorado ou não. E eu não tinha. O que significava que eles iam achar que eu não gostava de garotos, e sim de garotas, o que ia fazer com que posteriormente eu fosse punida.

Mas não tem problema, logo logo Niall ia ser meu, não importava o que acontecesse.

Eu estava agora na casa de Perrie, coisa que eu não deveria estar fazendo, mas eu estava. Depois de tudo que ela fez a Selena e a Taylor, o mínimo que eu deveria fazer era nunca mais olhar na cara dela.

Mas o squad era meu, e eu fazia o que bem entendesse. Não era porque Perrie descobriu o segredo da Taylor e acabou com a vida dela que eu nunca mais poderia olhar pra ela. Ah, não.

Mas já era tarde, e eu precisava ir embora logo. Me despedi e fui pra casa.

Estava nevando, e eu estava morrendo de frio.

Eu estava a apenas alguns metros de casa, até que vi… aquilo.

Aquela menina esquisita, qual era mesmo o nome dela…? Ah, sim, Camila. Ela estava… estava… beijando uma garota.

Que nojo.

— Meu Deus — exclamei, bem alto. Tanto que ela até se afastou da garota.

Fiz uma expressão de nojo.

— Você é nojenta, garota — eu disse — Aberração.

Ela apenas ficou parada olhando. Percebi que a outra garota era apenas mais uma dos vários ninguéns que havia no colégio, e ela estava parada.

Balancei a cabeça e segui meu caminho pra casa.

Nunca mais a deixei em paz. Fiz todas do squad serem ruins com ela, e transformei a vida dela num inferno.

Eu não vi que Camila poderia ser boa, apenas vi sua sexualidade…

~ flashback off ~

E apenas vi Camila cair no chão, desacordada.

Não pensei em mais nada, apenas gritei por ajuda, e em poucos minutos estávamos cercadas de pessoas.

— O que aconteceu aqui? — Nina , eu acho, aquela amiga da Camila, se aproximou de mim, e perguntou.

— Foi um carro, ela foi atravessar a rua, e o carro veio com tudo na direção dela — eu falava pra ela, e as lágrimas desciam pelo meu rosto.

Aria logo ligou para a ambulância, que chegou rapidamente, levando Camila embora. Implorei para ir com ela, e de tanto insistir, me deixaram ir com ela.


Assim que chegamos lá, levaram logo Camila para UTI, mas não me deixaram entrar. É claro que não, Lauren. Porque deixariam uma “estranha” entrar no quarto com uma garota completamente vulnerável?

Mas ainda assim, fui atrás da maca onde Camila ainda estava, mas me disseram pra ir fazer a ficha na recepção, e que eu não podia vê-la agora.

Fazer ficha era com certeza a coisa mais chata do mundo.

— Qual seu nome, querida? — aquela enfermeira, super paciente e irritantemente alegre, me perguntava.

— Jauregui, Lauren Jauregui — respondi impaciente, olhando para os lados.

— E o nome da garota, qual é? — ela perguntou, depois de digitar algo no computador.

Engoli em seco. Ainda era difícil falar aquilo.

— Camila — respondi baixinho — O nome dela é Camila Cabello.

Respondi mais algumas coisas, mas eu estava praticamente voando.

Aconteceu tudo muito rápido. Como podia ser? Tipo… eu fui uma garota homofóbica muito idiota, que fazia bullying com essa garota… Camila…. que não era nada mais do que alguém que descobriu sua verdadeira sexualidade, e estava feliz com isso. Bom, não estou muito certa do talvez. Com tudo aquilo que fazíamos a ela, tudo o que talvez ela realmente queria era gostar apenas de garotos. Mas eu brincava com as pessoas, sem pensar nelas… E Camila foi a pessoa que mais brinquei….

O tempo passou. E nós crescemos. E ela se foi, pra bem longe. Não senti falta dela no começo, mas depois, ao longo do tempo, fui percebendo que tudo o que fiz a ela foi errado, e que eu não deveria ter feito isso. Depois, Alison veio, e… É, aquilo aconteceu.

Mas agora, Camila estava de volta, e sinceramente, me sinto uma idiota por não ter notado antes que era ela. Tipo… tava tão na cara! Isso explicava porque ela me evitava toda vez que eu tentava conversar com ela, porque era ignorante comigo às vezes, porque não queria nunca dizer o nome, porque a Taylor atacou ela no banheiro, e tantas outras coisas. Mas, enfim, ela abriu uma pequena brecha pra mim, estava acreditando em mim, e então…  eu descobri que ela era de verdade, e então… aquilo aconteceu.

Mas ela iria ficar bem, tinha que ficar.


Narradora

Os enfermeiros levaram Camila para a UTI. Ela estava apenas um pouco ferida, nada demais. Agora é só dar uma conferida nas outras coisas, já que ela ainda estava desacordada.

Checaram o pulso, tiraram pressão (A/N: sinto-me em Greys Anatomy agora, e olha que nem assisto haha), e mais umas coisas.

— Ela tá bem — o médico disse, para os enfermeiros — Só esses machucados, mas…

— Mas doutor… — uma enfermeira disse, e entregou uns exames com laudos pra ele — Olha aqui…

O médico arregalou os olhos ao ver aquilo.

— Ah, não… — ele disse, baixinho.

— Acha que ela também… — a enfermeira questionou, meio preocupada.

— Não sei, apenas vamos… esperar ela acordar, ok? — o médico disse.


Lauren

Já eram quase 3 e meia da manhã, e já perdi a conta de quantos copos de café eu já tomei. Onde estava aquele maldito médico? Eu sabia que não adiantava nada perguntar pra recepcionista, mas eu estava prestes a perguntar.

Eu já ia perguntar, até que meu celular apitou sonoramente. Nova mensagem.

— Srta Jauregui, por favor — a recepcionista disse baixinho — Poderia colocar seu aparelho no silencioso? Aqui é um hospital!

Revirei os olhos.

— Aliás moça, cadê aquele médico idiota? Ele não vai chegar nunca? — perguntei, impaciente.

— Tenha paciência, querida — ela respondeu.

Malditas recepcionistas, não fazem nada da vida além de pedir silêncio, fazer fichas e sorrir. Ai, que ódio.

Fiquei com tanta raiva, que até esqueci que tinha recebido uma mensagem. Fui olhar:

Querida Lauren…

Parece que sua queridinha sofreu um acidente, não é mesmo? Coitada... Mas veja pelo lado bom, graças a mim, você descobriu quem ela é!

Mas, foco no assunto, tenho algo pra te dar… é uma casa! Isso mesmo, uma casa. Está meio velha, e empoeirada, mas serve!

Logo receberá a chave e o endereço.

Beijinhos,

-A

Olhei para os lados. “A” deveria estar por perto… Ou não. Se tinha alguém bipolar nesse mundo, é essa “A”.

Mas, uma casa? Sério? Mas porque isso, cara? Não entendi mais nada…

— Srta Jauregui, encomenda pra você — a recepcionista me chamou, mostrando um pequeno envelope amarelo.

Peguei e dei uma olhada no pacote. Só tinha escrito: De anônimo, para Lauren Jauregui. Estranho.

Abri o pequeno pacote com cuidado. Depois vi que lá dentro tinha uma chave, e um papel com o endereço da casa. Aliás, a casa era tipo que no campo. Agora é que não entendi nada mesmo…

— Srta Lauren — reconheci a voz, era o médico — Pode vir aqui, por favor?

Me levantei depressa, e segui o médico até sua sala.

Ele me mandou sentar, e obedeci. Ele sentou numa cadeira em frente a minha.

— Tá tudo bem com a Camila? — perguntei logo.

— Então… — ele começou — No geral, ela está legal. Só uns machucados, mas nada demais. O problema mesmo, é algo que achamos nos exames…

Comecei a ficar preocupada.

— O que que ela tem? — perguntei.

— Ela bateu a cabeça muito forte — ele disse — Não há sequelas físicas, e também achamos que não iam ter outras sequelas, mas…

— Mas o que? — perguntei, violentamente.

— Vem cá — ele disse, e me levou para um quarto bem em frente à sala dele.

Assim que entrei no quarto, vi Camila rodeada de enfermeiras. Ela parecia… bem. E aquilo me deu uma tranquilidade imensa.

— Camila — sussurrei — Você tá… bem.

Ela me olhou com uma cara estranha.

— Certo… quem é você? — ela perguntou.

Como assim?

— Como assim, Camila? Como assim quem sou eu? Sou eu… a Lauren — respondi, carinhosamente.

— Eu não… não… — ela respondeu, vagamente.

— Srta Jauregui, a Camila está com amnésia — o médico disse — Ela não se lembra de absolutamente nada.



Notas Finais


EU SEI QUE VOCÊS ME AMAM
Comentem e favoritem <3
A tia ama vcs, até mais ;))


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