História Don't Forget - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 168
Palavras 936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey, babies, como prometido, o cap.2

Boa leitura!!

Capítulo 2 - A Little Disaster


~LAUREN JAUREGUI~

   __Eu nem perguntei como foi de viagem... – eu disse, enquanto tomava um gole do suco de laranja que Lucy tinha feito há pouco.

   Ela sorriu levemente, passando geléia em algumas torradas.

   __Ah, você sabe, meu amor, foi como todas as outras, nada realmente especial...

   __Georgia deve ser legal...

   __Nova Iorque é legal! – ela disse e riu, me fazendo sorrir levemente. – Por que você não fica essa manhã? Eu to com saudade...

   A vi se levantar de onde estava e vir até mim, sentando em meu colo e entrelaçando os braços ao redor do meu pescoço.

   Eu odiava quando ela fazia isso. Eu odiava quando ela tentava me manter ali mais tempo do que eu conseguia suportar realmente.

   __Eu tenho uma reunião com os engenheiros da obra de Santa Monica hoje, baby... – eu disse e beijei ternamente sua bochecha, me remexendo na cadeira de forma que ela percebesse que eu precisava levantar.

   Bufou, entediada e levantou do meu colo, indo na direção da cozinha. A observei caminhar graciosamente até lá, ainda sem nenhuma roupa, o corpo moreno coberto por algumas tatuagens, lindo.

   Lucy era linda.

   __Almoçamos juntas hoje, pelo menos? – ela perguntou novamente, parada atrás do balcão, enchendo um copo de água e levando aos lábios, me encarando.

   Como diabos eu me casaria com ela se mal conseguia passar as manhãs a seu lado?

   __Na verdade... – eu comecei e ela já revirou os olhos, sabendo muito bem o que eu diria. Eu e minhas desculpas pela manhã. – Eu marquei com a Normani...

   __Claro, claro... – ela disse, obviamente chateada, indo na direção do quarto.

   Preferi não ir atrás dela. Quem sabe estando chateada comigo, evitasse as mil mensagens que me mandava todos os dias, o tempo inteiro.

   Peguei minha bolsa em cima do sofá, abri a porta e saí. Me prolongar só arruinaria meu dia mais ainda.

...

   Encontrei Chris, meu irmão caçula, na pequena área nos fundos de casa, onde ele tinha pendurado uma cesta de basquete, enquanto jogava a bola, nunca errando nenhuma.

   __Você ainda continua bom nisso, garoto! – eu disse e ele sorriu, pegando a bola e jogando para mim.

   Joguei a bolsa na grama e quiquei a bola no chão algumas vezes, tentando me livrar da marcação, acertando uma bola de dois pontos depois de tanto espernear.

   __Você também dá pro gasto, baixinha! – ele disse e roubou a bola de mim, bagunçando meus cabelos. – Achei que ia ficar com a Lu mais tempo, ela não voltou de viagem ontem?

   __É... – eu disse simplesmente, caindo na grama e deitando, a luz do sol quase encandeando meus olhos claros. – Ela voltou sim...

   Ouvi a risada de Chris e logo o notei deitado ao meu lado, com a bola ainda nas mãos. Basquete era a paixão do garoto, mas para o meu pai, todos os filhos deviam seguir carreiras que futuramente o ajudassem na Construtora. Por essa razão, eu estava metida no meu terceiro ano de Engenharia Civil, odiando cada aula, cada professor, cada detalhe.

   __Sua empolgação quando fala da sua noiva é empolgante... – ele disse e rimos juntos. – Onde ela estava dessa vez?

   __Georgia... – comentei simplesmente, observando Chris girar a bola no dedo indicador habilmente.

   __Já pensou se ela tem algum amante nessas viagens que ela faz, Laur? – ele soltou, me fazendo gargalhar no mesmo instante. – Um em cada lugar, já pensou que foda?

   Dei um soquinho em seu braço e me sentei, ainda morrendo de rir.

   __Ela trabalha com instituições de caridade, Christopher! Deixa de ser maldoso!

   Ele riu, enquanto sentava junto comigo e me encarava, sério. Chris nunca ficava sério. Lá vinha alguma pérola, eu sabia.

   __Sabe que to zoando, ela é tão louca por você que acho que nunca teria coragem de pular a cerca... – ele disse e se pôs de pé, jogando a bola e acertando direitinho na cesta.

   Seria uma linda cesta de 3 pontos numa quadra profissional.

   __Mas e você? – ele perguntou e eu franzi a testa. – Teria coragem de pular a cerca?

 

~CAMILA CABELLO~

   Abri os olhos novamente. Absolutamente ninguém estava no quarto. Minha cabeça ainda doía muito, mas eu precisava dar um jeito de sair dali ou ao menos descobrir mais sobre mim. Com muito esforço, sentei na beirada da cama, sentindo minha cabeça rodar. Ao lado da cama, numa cadeira que devia estar ocupada por algum acompanhante, algumas peças de roupa jaziam jogadas. Estavam surradas e sujas, encardidas, cheias de manchas pretas e até vermelhas. Aquilo devia ser sangue.

   Olhei os fios que estavam ligados de meus braços até aquelas máquinas. Eu já tinha visto algo assim na TV, em seriados de medicina ou algo do tipo. Era capaz de os barulhos mudarem, alertando que eu não estava mais ligada aquilo, alarmando minha fuga, me impedindo.

   __Deve ter algum botão nesse treco que desligue isso... – comentei para mim mesma, me pondo de pé devagar, sentindo o chão gelado do hospital sob meus pés.

   Havia sim um botão lateral naquela máquina esquisita e tão logo pressionei, os barulhos cessaram, me causando um pequeno sorriso. Com cuidado, retirei os fios do meu braço e soltei no chão, catando as roupas em cima da cadeira.

   Tirei aquela roupa de hospital e vesti as que estavam lá em cima, notando que cabiam perfeitamente em mim. Deviam ser as roupas que eu estava usando quando sofri o tal acidente que me fez parar aqui.

   Parei diante da porta do quarto, uma pequena fresta aberta que me permitia encarar o corredor lá fora. Estava relativamente vazio, exceto por um ou outro médico que passava de vez em quando. Respirando fundo, abri a porta completamente e saí andando pelo corredor do hospital.


Notas Finais


E então? Como estamos?? O que acham que Camila vai fazer depois da fuga? Quero saber as opiniões de vocês, hein!!

Comentem, favoritem, divulguem!!

Até breve, babies!!


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