História Don't Forget - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Exibições 160
Palavras 1.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heey, babies, bom diaa

Olhem, estou adorando ver as hipóteses de vocês sobre a história, continuem assim, porque essa tem bastante mistério!!

Vai demorar um pouco até que Lauren e Camila se encontrem e se envolvam, mas a espera valerá a pena...

Boa leitura!!

Capítulo 3 - Take Me To Miami


~LAUREN JAUREGUI~

   Encontrei Normani Hamilton, minha melhor amiga de infância assim que cheguei na Construtora. Meu pai, grande amigo de sua mãe, lhe tinha arranjado um estágio remunerado e agora, nos encontrávamos sempre por ali.

   Normani era a única pessoa na minha vida que sabia tudo sobre mim, o que incluía toda a minha crescente impaciência com meu noivado e com Lucy, toda a frieza que eu sentia em relação à faculdade e o modo como eu achava que minha vida estava indo de morna à fria de uma vez por todas.

   __Eu queria muito ouvir um bom dia de você, sabendo que realmente está sendo um bom dia... – ela disse e eu ri, lhe beijando o lado esquerdo do rosto.

   __Ah, você sabe, Mani...uma besteirinha aqui, outra ali e parece que a vida virou um inferno!

   Ela permaneceu calada, enquanto entrávamos no elevador com mais alguns funcionários da construtora. Mecanicamente, todos me deram um educado “bom dia, Sta. Jauregui” e eu fiquei feliz por finalmente chegar à minha sala no quarto andar e não ter que encarar mais ninguém além de Normani.

   __Como vai a obra em Santa Monica? – ela perguntou, enquanto eu abria a porta da minha sala e entrávamos juntas.

   Procurei pelo controle que regulava o ar condicionado, colocando na temperatura mínima e ocupei a enorme cadeira que me cabia, do lado interno da mesa.

   __Acho que semana vem, alguns engenheiros daqui voltam de lá e eu vou precisar dar uma olhada... – eu disse e revirei os olhos, esticando as pernas de modo a colocar os pés em cima da mesa.

   Meu pai tinha insistido para que eu coordenasse o projeto que reformaria o cais em Santa Monica, na Califórnia. Para ele, seria uma oportunidade de ouro para colocar em prática as coisas que eu vinha aprendendo na faculdade, sendo que, na verdade, eu mal entrara na faculdade e se fosse considerar o meu interesse mínimo na área, acabaria o curso sem saber de porcaria nenhuma.

   __Você devia ir comigo! – comentei e Normani riu, incrédula. – É sério, Mani, preciso de você lá!

   __Não acha que está na hora de salvar sua própria pele sozinha?

   __Minha própria pele está querendo fugir do meu corpo de tão enfadonha que está minha vida!

   A essa altura, Normani já estava na porta, rindo.

   __Drama Queen! – ela gritou, enquanto saía, me fazendo rir.

   Mal sabia ela que realmente era verdade...

~CAMILA CABELLO~

   Parei na esquina da rua que dava para o grandioso hospital onde eu estava. Na fachada, uma enorme placa onde eu podia ler Emory University Hospital. Aquele nome não me era nada estranho. Eu sabia que conhecia aquilo de algum lugar, mas não fazia ideia de onde.

   Que inferno!

   Toda a minha vida praticamente ao meu redor e eu sequer conseguia lembrar que meu nome era Camila.

   Hesitei onde estava. E se, talvez, o melhor fosse voltar lá para dentro e descobrir se aquelas pessoas eram meus familiares e se queriam o meu bem? Engoli em seco. Mas e se eles fossem justamente as pessoas que tinham me machucado desse jeito e estivessem lá sentindo culpa por me verem nesse estado? Pior! E se tivessem feito de propósito?

   __CUIDADO! – alguém gritou do meu lado e eu senti uma mão agarrando forte meu braço e me puxando com força. – Cuidado, moça!

   Olhei para o lado e um guincho velho se esforçava para rebocar um carro e pendurá-lo no reboque, o ferro maior quase me pegando de cheio antes do rapaz me puxar.

   Legal! Quase que eu voltava pro Emory segundos depois de sair!

   __Você está bem? – o rapaz perguntou, apontando para o enorme curativo em forma de faixa que rodeava toda a minha cabeça.

   Assenti freneticamente, tentando me livrar de possíveis suspeitas que me levassem de volta ao hospital e àquelas pessoas que eu não conhecia. O rapaz me olhou de cima a baixo, obviamente desconfiado. Também pudera! As roupas que eu encontrara no quarto estavam surradas, rasgadas e sujas de sangue.

   __Tudo bem... – ele disse e apontou para o guincho. – Eu preciso ir, são quase dez horas de viagem pra Miami!

   Arregalei os olhos. Onde nós estávamos se era tão longe de Miami? Olhei para o caminhão vermelho do guincho e pude ler, pintado em letras brancas com tinta gasta: Miller – Mecânica e Reboque.

   __Espera... – chamei quando ele já ia quase saindo.

   O garoto se voltou na minha direção, como se esperasse que eu falasse algo. Ele era bonito demais para que não estampasse a capa de alguma revista. A barba por fazer lhe fazia parecer um pouco mais velho, embora seu rosto aparentasse que ele era apenas um adolescente. O corpo forte, os braços enormes visíveis por causa da camisa rasgada, branca, surrada e suja de graxa.

   __Onde nós estamos?

   Ele arregalou os olhos no mesmo instante. Mordi o lábio com força. Eu estava escolhendo confiar mais num desconhecido do que nas pessoas que estavam naquele quarto de hospital, aparentemente preocupadas comigo.

   __Você realmente não está bem... – ele disse e se aproximou de mim novamente. – Vem, eu te levo de volta pro hospital, foi de lá que você veio, não é?

   Sem esperar respostas, ele segurou meu braço de novo e começou a me puxar na direção do hospital. Comecei a hiperventilar, o medo crescendo dentro de mim, o pânico de voltar para lá e ser dopada novamente, tida como louca por ter fugido.

   Essa hora, já deviam ter notado minha ausência no quarto, seguranças deviam estar me procurando, talvez até a polícia.

   __Não... – falei, baixo, sem conseguir respirar. – Espera, não...

   Não adiantava. Ele estava praticamente me arrastando. Respirei fundo e usei toda a minha força para puxar meu braço e ficar parada na calçada.

   __Não! – falei, a respiração pesada, ele me olhando completamente incrédulo. – Eu não me lembro de nada, por favor, não me leva pra lá...eu acordei numa cama de hospital, toda machucada e quando perguntei o que tinha acontecido comigo, eles me doparam pra não dizerem nada, por favor...eu posso estar lá dentro com as pessoas que fizeram isso comigo, não me leva pra lá, por favor...por favor!

   Ficamos alguns segundos em silêncio e então ele assentiu devagar, respirando fundo. Arregalei os meus olhos ao ver dois seguranças parados na porta de entrada do hospital, olhando para todos os lados, como se procurassem alguém.

   Virei para trás, tentando não ser vista, a respiração pesada de novo, o ar faltando nos meus pulmões.

   __Vem comigo! – o garoto disse e, pela terceira vez, segurou meu braço e começou a me puxar, agora na direção do caminhão de reboque. – Estamos em Atlanta, Georgia, 30 de novembro de 2016, meu nome é Jake, entra no carro!

   Apavorada com a possibilidade de que os seguranças me vissem ali e me levassem de volta ao hospital, segui as instruções de Jake e entrei imediatamente dentro do caminhão. Ele entrou do lado do motorista em seguida e saímos pela avenida do hospital, andando devagar pelo trânsito da cidade que agora eu finalmente sabia qual era.

   Estávamos em Atlanta, na Georgia. Eu era daqui? O que eu estava fazendo aqui?

   __Você é de Miami? – perguntei, olhando para o rapaz ao meu lado.

   __O que aconteceu com você? – ele trocou minha pergunta por outra.

   __Eu não sei! – reafirmei o que tinha dito antes. – Eu não sei, eu só acordei lá! Eu não me lembro de nada...

   __Nem o seu nome?

   Ele parecia um pouco assustado. Parecia ter medo de mim tanto quanto eu estava dele. Mas se ele era a única chance de eu me afastar daquelas pessoas, que assim fosse! Eu arriscaria!

   __Eles disseram que o meu nome é Camila... – falei, calmamente.

   Pelo canto do olho, vi o garoto assentir.

   __Tudo bem, Camila... – ele disse e respirou fundo. – Meu nome é Jake Miller e eu trabalho com esse reboque em Miami...tivemos um grande pedido aqui em Atlanta, por isso eu percorri mais de 600 milhas pra estar aqui...agora, parece que estou envolvido com você!

   Sorri, devagar, o primeiro indício de tranqüilidade desde que tinha acordado naquele hospital.

   __O que quer fazer, Camila? – ele perguntou, o caminhão correndo na melhor velocidade que podia, considerando o trânsito.

   Respirei fundo, fechando os olhos. Eu ainda precisava de analgésicos, talvez até outros remédios e um banho e roupas limpas.

   Deus, o que eu estava fazendo?

   __Me leva pra Miami, Miller!


Notas Finais


Ok, a história está encaminhada! Camila está indo para Miami, onde Lauren mora! Um dos grandes mistérios da história é quem atropelou a Camila, aguardo suas hipóteses!! Vamos divulgar, pessoal, a melhor parte são os comentários de vocês!! O próximo cap vem quando comentarem!!

Ate logo, babies!!


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