História Dont Forget Me - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Backstreet Boys
Personagens AJ MacLean, Brian Littrell, Howie D, Kevin Richardson, Nick Carter, Personagens Originais
Tags Bsb
Exibições 11
Palavras 1.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Suspense

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Dont Forget Me - Capítulo 1 - Capítulo 1

Em uma sala ampla, pouca mobília, apenas um sofá bege e uma mesa de canto. Uma jovem olha ao redor, não achando nada familiar. Ela, dando alguns passos, percebe uma escultura feita de pedaços de espelhos. Nele, vê o seu reflexo.  Sua imagem distorcida a assusta. Mal conseguia ver seus olhos verdes. Os cabelos castanhos pareciam estar em certa ordem. Os apalpando, a jovem começou a examinar suas pontas, um palmo abaixo dos seus ombros, lisos.

A porta se abre. Um jovem de terno surge. Um pouco mais alto que a jovem, branco, cabelos castanhos, barba por fazer, no queixo. E completando o visual, um óculos. A jovem sorrir.

 

- ...você é o meu analista?... – A moça pergunta sem pestanejar, se arrependendo logo em seguida, faz “cara” de paisagem.

            - Lisa!!!... – pronunciando um nome, o moço começa a se aproximar e a oferece um copo, que trazia na mão - ... Lisa... Analista? – rindo pelo canto da boca, ele lhe dá as costas

            - Eu conheço você?... – a segunda pergunta idiota sai sem querer. Contudo, ele se vira e a encara

            - Sou o seu namorado!!!... – ele solta. Não sentindo o chão e sem coragem de fazer mais nenhum tipo de pergunta, a jovem permanece em silêncio

            -Yan... – quebrando o silêncio ele se identifica. A moça baixa a cabeça e sente vergonha.  Carinhosamente com os dedos debaixo de seu queixo a faz levantar a cabeça. Seus olhares se cruzam- ...você desmaiou mais uma vez... não lembra?...

            - Não!!... – ainda sem entender, Lisa balança a cabeça bem devagar, negativamente. Se aproximando mais, os lábios dele tocam os dela. Um hálito gostoso de hortelã é sentido.

 

 

Mesmo sem querer interromper o beijo, algo a faz refletir. E a frase: “você desmaiou mais uma vez”, ecoa em sua mente. Abrindo os olhos rápido, a jovem o empurra. A expressão do rosto dele é de reprovação.

           

            - ...quem me garante que você é quem diz ser?... – desconfiada, ela afirma e aponta o dedo para ele

 

            Incrédulo e aborrecido, ele caminha até a mesa cheia de papéis. Pegando um porta retratos, trás até ela. Lisa Pega o objeto e fica com a “cara no chão”. Na foto, ela,do lado dele. Pareciam felizes. Ele estava com uma touca esquisita e tirava uma selfie deles. A moça sentiu sua cabeça começar a girar. A levantando, ela o procura. Ela estava sozinha e a porta aberta. Por impulso ela corre. 

            Na porta, um corredor. Ele estava adiante. E não se vira. A moça começa a caminhar rápido, para não chamar a atenção. As pessoas passavam por ela e a cumprimentavam. Ela fazia um gesto com a cabeça e sorria sem graça.

            Finalmente o alcançando, ela segura firme na mão dele, o puxando. Se virando, ele a olha nos olhos. Sentindo vergonha, Lisa baixa a cabeça mais uma vez. Uma senhora passava por eles, Yan a cumprimenta, tirando um pouco o foco. Sendo gentil, ela o cumprimenta de volta. Lisa a companha com o olhar.

 

            - ...ainda tenho tempo... – levantando o braço, Yan olha para o relógio - ...vem... vou levar você daqui... – agora, foi ele quem a puxou. O salto da moça quebra no passo que dá. Sendo veloz, ele a segura. Parecendo cena de filme. Seus olhos se cruzam mais uma vez. Ela respira fundo.

            - Não deveríamos... – Lisa o encara- ...não aqui... – e afirma

 

            Sem insistir, ele simplesmente a solta. Com a cabeça, o moço concorda com a “falsa” vontade dela. A jovem acaba sentindo uma pontada de decepção, mesmo sabendo que a culpa era dela.

            Encostando-se na parede, ela retira os sapatos. Salto fino, na cor vermelha. Descalça, Lisa chega a porta de entrada do lugar.  Um homem de boa aparência sorrir pelo canto da boca. Abrindo a porta, faz um cumprimento de leve. Com gesto, ela o agradece.

            Yan sai atrás dela e vai para sua frente. Retirando algo do bolso, faz um gesto. Um dos carros faz um barulho. O alarme é desativado.  Os dois caminham juntos. Param na frente de uma BMW prata.

 

            - ...primeiro as damas... – sendo gentil, o moço abre a porta do veículo e ela entra. Lisa sente o “cheiro” de novo e o banco confortável.

           

            Assim que entra, Yan coloca a chave na ignição. Ajeitando o retrovisor, liga o veículo. Motor suave. Em silêncio, Lisa olha pela janela. Vendo a paisagem mudar, pensa em sua falta de memória e fica mais curiosa.

            Em um curto espaço de tempo, o moço estaciona o carro. A moça olha e vê uma bela residência. Duas janelas, varanda, colunas. Fachada verde água.

            Ele abre a porta do carro, mas Lisa continua sentada. Ela o encara, contudo não fala nada. O moço estica o braço e estende a mão. A jovem a segura e sai do automóvel. Virando-se,Yan aciona novamente o alarme.

            Para chegar até a porta, depois da grama verde, três degraus. Ele coloca as chaves e empurra a porta. Lisa entra primeiro. Passando o olhar em tudo, ela inspeciona o ambiente.  A sala ampla e com móveis claros. Cortinas brancas. Mentalmente a moça começa a contar: Sofá, centro, tapete creme em toda a extensão. Perto da porta uma mesinha de canto com um espelho pendurado.

            Yan fecha a porta. Com o olhar ela observa os passos dele. Em silêncio o jovem coloca as chaves na mesinha. Caminhando até onde Lisa estava, desabotoa um único botão da camisa e retira a gravata. Parecia o estar incomodando.

           

            - ...piano... – Lisa corre para o enorme e belo instrumento musical, perto de uma porta de vidro. Ela passa suavemente seus dedos sobre as teclas. E sente uma felicidade inexplicável. Ela o olha novamente e ele estava a observa-la. Ele também sorrir.

 

            - Sinto falta... do seu sorriso... – ele se aproxima e diz.

            - ...posso?... – Lisa aponta para o piano

            - Você não toca!!... – Yan franze a testa

            - Não???... – ela pergunta incrédula

            - Sou eu quem toco para você!!... – ele afirma, a deixando perplexa

            - ...pra quê... quero um piano... se não toco??... – A jovem, curiosa, questiona       - Estamos na minha casa!!... – com “ar” de riso, ele informa, apontando para si mesmo

- Oi??... – a jovem fica desnorteada

 

 

Bem próximo, Yan passa seus longos dedos no rosto dela. Ela acaba se afastando um pouco e sem querer, coloca todos os dedos nos teclados, tocando algo, que não era música.

            Com paciência, ele a olha e respirando fundo, “beija” os seus lábios. Se afastando sem o consentimento da moça. Balançando a cabeça a dá as costas. Ainda sem entender, Lisa permanece na mesma posição. Ela não ousava me mover. Ele, vira-se novamente para ela.

 

            - ...este... é um de meus imóveis... – sendo compreensivo, começa o relatório - ...estamos em Nova York... você mora em Los Angeles... e... você veio apenas para passear... enquanto revolvo alguns assuntos... – conclui

 

A moça começa a sentir a voz dele cada vez mais distante, até sumir. Ela desmaia. Não sentindo seu corpo, ela vê uma luz. Inúmeras vozes começam a serem escutadas. Rostos aparecem através de uma névoa. Em uma rapidez tudo desaparece. Apenas um silêncio e tudo escurece.

Lisa abre os olhos, devagar. Yan a observava. Pegando no braço dela, verifica o pulso. Ainda sentindo tudo rodar, vira a cabeça devagar. Ela estava em uma cama de casal. Respirando fundo, ela sente o perfume dos lençóis.

 

            - ...o que aconteceu?... – ela sente a boca amarga e seca- ...água... – e pede

            - Sua pressão está baixa!!... – ele faz o favor de informar - ...consegui segurar você... antes que se machucasse...

            - Meu herói!!... –Lisa fala. Sem sorrir. Com expressão preocupado, ele apenas trás o copo com água e a entrega

            - É melhor... você descansar... – ele aconselha- ...vou fazer algo para você comer e já volto – sem esperar a resposta da jovem, o moço se retira do ambiente

 

 



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