História Don't give me alone » Jeon Jungkook - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 44
Palavras 1.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong, trouxe mais um cap, espero que gostem ^^

Capítulo 6 - Capítulo 5


— Por que não o denunciou?! Você tem noção do quão grave isso é? Você foi violentada!

Eu já sabia que ele diria isso, que se exaltaria.

— Eu não sei o nome dele, não sei nada sobre ele então como eu iria denunciá-lo? E outra, eu procurei por isso.– falei dando de ombro.

SeokJin me encarou por alguns segundos, depois massageou as suas têmporas me fazendo segurar um riso.

— Você precisa parar com isso, quando vai entender que essas suas atitudes só te machucam? – fiquei calada e ele continuou. — Mas você me parece bem agora.

— E estou graças a um anjo que me ajudou.

Isso chamou a atenção dele e vi o mesmo se inclinar pra frente apoiando os cotovelos na sua mesa, ele estava curioso.

— Anjo?

— Sim. – respondi. — Você acredita que ele me disse o nome dele?

— E como é o nome dele?

— Jeon Jungkook.

Automaticamente a imagem do garoto de cabelos e olhos negros como a noite, lábios finos e extremamente convidativo, corporal musculoso na medida certa me vem em mente  juntamente com pensamentos extremamente impuros.

Ouvi uma tosse falsa e olhei pro meu terapeuta, ele me encarava com um olhar de reprovação por saber o que se passava pela minha mente.

— Gaby, você precisa parar de pensar em sexo.

— Eu não posso evitar, você sabe que eu sou ninfomaníaca. – abri um sorriso ladino.

Já não bastava sofrer de transtorno limítrofe e ter pensamentos suicidas pelo menos uma vez por mês, eu ainda era ninfomaníaca.

De acordo com o doutor Kim, como eu uso o sexo pra suprir a necessidade de ter alguém, de me sentir próxima e íntima o suficiente de alguém acabei desenvolvendo a ninfomania.

— Eu sei e por isso que você precisa se controlar. Você quer acabar assustando esse garoto?

— Não! A última coisa que eu quero é assustá-lo.

— Então se controle. Caso contrário você irá assustá-lo.

[...]


Passei o fim de tarde inteira pensando no que o doutor Kim disse, fiquei me torturando por causa de uma coisa que eu não tenho, nunca tive provavelmente nunca terei.

Limites.

Eu quero me aproximar das pessoas de outra forma que não envolva o sexo mas eu não consigo fazer isso sem assustá-las ou machucá-la.


Eu já havia tentado uma vez quando tinha 15 anos, na época eu ainda morava no orfanato onde fui abandonada. Lá eu conheci Jung Hoseok, ele era a pessoa mais alegre, mais esperançosa que eu já conheci mas eu destruir a sua vida ao deixá-lo se aproximar de mim.


Às vezes eu me lembro dele e me bate uma  vontade enorme de chorar mas ela se vai ao lembrar que o mesmo mereceu por ter me deixado de lado.


Meu estômago começou a roncar e eu reparei que não havia comido nada durante o dia inteiro, dei um suspiro antes de me levantar e olhar o que tinha no armário. Não havia muita coisa mas tinha o suficiente pra fazer um bolo, ou quase o suficiente, não tinha mais açúcar.


A vontade de comer bolo de chocolate aumentava a cada segundo então me vi obrigada a sair do meu apartamento e ir até o mercado, mas ao sair do meu apartamento me peguei olhando pra porta do meu vizinho fodidamente gostoso e um sorrisinho brotou no canto dos meus lábios.


Voltei ao meu apartamento e peguei uma caneca, logo depois me dirigir até a porta de Jungkook e toquei a campainha.


Esperei um pouco um tanto nervosa mas não sei exatamente o por que, talvez seja por causa dos meus instintos e alertas do doutor Kim.


Um minuto depois a porta abre e vejo um Jeon Jungkook apenas com uma toalha branca em volta da cintura me fazendo olhar descaradamente do seu tronco nu até a sua região pélvica que infelizmente estava corberta pela toalha.


— Hyung...Oh meu Deus! – ele disse me olhando com os olhos arregalados e em seguida bateu a porta na minha cara.


Soltei uma risadinha por saber que quando ele voltasse a abrir a porta estaria com as bochechas ruborizadas.


Meu pensamento foi confirmado quando ele abriu a porta novamente já devidamente vestido e com as bochechas vermelhas como eu deduzir.


— Annyeonghaseyo.


— Annyeonghaseyo. – ele respondeu ainda segurando a porta aberta e sem olhar pra mim.


Parece que Jeon Jungkook é tímido.


Pela minha experiência com homens tímidos posso afirmar que eles são os melhores quando perdem o pudor e eu adoraria fazê-lo perder o seu enquanto me penetra com força indo tão fundo quanto pode ser possível.


— Desculpa te incomodar mas você poderia me dar um pouco de açúcar? – estendi a caneca e ele finalmente parou de encarar o chão.


— Claro.


Ele pegou a caneca ainda sem olhar pra mim e foi buscar o açúcar, sem pedir licença acabei entrando em seu apartamento e vi que ele continuava uma zona.


— Você estava esperando alguém? – perguntei apenas pra puxar assunto.— Você disse "hyung" quando abriu a porta pra mim.


— Na verdade o meu hyung tinha acabado de sair, pensei que ele tivesse esquecido algo e tinha voltado pra pegar.– ele respondeu vindo até mim e me entregando a caneca cheia de açúcar.


— Ah.


Droga, eu não queria acabar o assunto ali, queria continuar conversando com ele, queria ficar perto dele.


Jungkook olhou pra mim mordendo o lábio inferior e mesmo que eu soubesse que era somente por está envergonhado eu não pude conter morder o meu em seguida ao imaginar seus dentes na minha pele a puxando com força, me marcando inteira.


Controle.


Eu precisava me controlar mas era impossível com as pontadas de excitação querendo tomar conta de mim.


— Obrigada. – falei me curvando.


Quando voltei a minha postura ganhei um meio sorriso, apenas um maldito meio sorriso mas que foi o suficiente pra sentir meus mamilos enrijecerem e um calor se instalar entre as minhas pernas.


Me apressei em sair do seu apartamento e voltei ao meu, deixei a caneca em cima do pequeno balcão que dividia a cozinha da sala e fechei os olhos com força.


Se controla... Tenha limites, não o assuste.


Falei repetidas vezes na minha cabeça na tentativa de me acalmar mas no fundo eu sabia que só iria deixar de ter esses pensamentos, esse desejo todo por ele quando o tivesse pra mim.




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