História Don't Go - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha, Yune
Tags Aoi, Aoiha, Don't Go, Lemon, The Gazette, Uruha, Yaoi
Visualizações 19
Palavras 535
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente! Tudo bom? Então, eu sou figurinha carimbada aqui no Spirit e então alguns devem me conhecer. O nome da fic é bem familiar pra quem me acompanha das antigas e sim, essa fic é a mesma Don't Go que postei em meados de 2013 como presente para a @Invisible-wall, só que agora tá reformada porque eu quase chorei sangue ao dar uma relida. HSHSUSDBNDMDLBSS
Enfim, espero que gostem e tenham uma boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


~Aoi's POV~

Dizem que só damos valor às coisas quando perdemos e eu só passei a acreditar nessa frase quando realmente perdi algo. Eu queria tanto poder viver, nem que seja pelo menos só mais um dia para estar ao lado da pessoa que amava e, mesmo que ele não gostasse de mim, eu só queria isso... Eu era um homem que ainda tinha esperança de que pudesse sair daquela cama e ser feliz, voltar a sorrir.

Mas era meio difícil quando o seu destino estava escrito, quando uma doença silenciosa tomava conta de mim a cada dia que passava, não me dando chance para lutar. Meus dias estavam contados, os médicos tinham pena de mim, mas eu ainda permanecia confiante, acreditava que aquela maldita doença acabaria de uma vez e então eu o veria novamente, ele viria me visitar...

Por Deus, eu queria tanto que ele me amasse... Queria que ele cruzasse a porta com aquele sorriso infantil, dizendo que me amava, mas o máximo que faria era ter pena de mim, eu estava horrível e ninguém se apaixonaria mais pela carcaça que tinha restado: um homem careca, com olheiras fundas e roxas, pálido e raquítico... Eu era meslo digno de pena.

Eu não merecia estar naquela cama, sofrendo dia após dia... Porque foi acontecer logo comigo?

A porta se abriu vi um vulto entrar, ao se aproximar e a minha visão melhorar, percebi que era o meu melhor amigo.

― Akira... ― Sussurrei quase inaudível, os lábios ressecados.

― Oi, irmão... Vim fazer uma visita para você. Depois de tudo isso eu nunca mais consegui ficar longe, e as notícias, como estão?

― Hoje é... O meu último dia aqui... ― Falei com dificuldade e ele segurou minhas mãos, apertando-as entre as suas. ― Já fui liberado e posso passar o tempo que me resta na minha casa.

― Poxa Yuu... I-isso é sério?

― Olhe a prancheta... ― Ele foi até a mesinha e pegou a prancheta, algumas lágrimas começaram a descer por seu rosto enquanto ele folheava o papel várias e várias vezes, tentando se certificar de que o que estava escrito ali era mentira. Ele deveria ficar feliz pela alta, já que eu não veria mais aquelas paredes brancas e toda a monotonia do hospital, mas Akira estava daquela forma porque o tratamento não tinha mais como evoluir. Eu morreria em casa.

― Não... Isso está errado, esses papéis não são seus, não são seus! ― Começou a se desesperar e eu sorri fracamente. Era o meu destino... Não havia como mudar.

Senti uma pontada aguda em meu peito e o ar foi faltando aos poucos, tateei na cama procurando o pequeno controle e o apertei em seguida, duas enfermeiras e um médico entraram na sala, eles empurraram Akira para longe da maca e vi os tubos de oxigênio serem ligados assim que colocaram a máscara em mim. A dor começava a ficar cada vez mais insuportável e minha visão embaçava.

― Sinais vitais fracos, preparar o paciente para um CPR* agora. ― Os médicos ligavam o desfibrilador enquanto minha visão ficava turva e eu sentia uma dor intensa, foi então que vi um vulto alto e loiro entrar no quarto com um buquê enorme de flores e minha visão perdeu-se ali.

Continua...


Notas Finais


*: reanimação cardiopulmomar, segundo o tio Google.

E então? Shiroyama Yuu é mesmo a minha vítima oficial em todas as fics, viu.
Tá bom? Tá ruinzinho, dá pro gasto? O primeiro sai logo, viu? Beijinhos!


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