História (Don't) Hate Me - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhun, Chansoo, Kaisoo
Exibições 27
Palavras 1.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas! Como estão? Eu estou bem, obrigada. Hoje, não tenho muito o que dizer. Então, espero que tenham uma boa leitura, até as notas finais!

Capítulo 2 - Crazy



Assim que acordou KyungSoo sentia uma enorme dor de cabeça e não lembrava de exatamente nada, apenas de JongIn saindo de cima de si, depois disso não lembrava de nada.

KyungSoo não reconhecia aquele lugar em que havia acordado, estava em um quarto extremamente branco, estava com roupas que não reconhecia serem suas e seus pulsos estavam doendo, porém não sabia de que se tratava a dor.

Do mesmo sem nem conseguir levantar direito, pois estava tonto demais, do mesmo modo levantou e foi cambaleando até a porta do quarto, mas não conseguia sair, a porta estava trancada e pessoas passavam com uniformes verdes em frente a porta com a pequena grade.

- Ei! O que eu faço aqui? - KyungSoo perguntou para o enfermeiro que passava por ali.

- Desculpe, não tenho permissão para falar com você, seu nome... Do KyungSoo, não é? - o garoto atrás da porta assentiu. - É, não tenho permissão para conversar com você, se me dá licença. - disse e saiu andando com a bandeja em mãos.

Mesmo que Do achasse que estava sozinho naquele quarto, ouviu uma risada baixa, era como uma risada nasal que o causou um certo arrepio na nuca

 - Ah, KyungSoo. Sempre esperançoso, tão emotivo e fraco, você sempre foi assim, talvez seja por isso que ele fazia aquilo com você. - ouviu aquelas palavras rentes ao seu ouvido. - Mas lembra? Eu não deixava.

Correndo até a porta KyungSoo quase chorou pedindo por alguém o tirar dali, mas ninguém aparecia.

- ME TIREM DAQUI!! - Do gritou e apareceu um rapaz em frente a porta, lhe sorrindo.

- Olá, senhor Do. Sou seu médico, Kim JunMyun. Você foi trazido até aqui por um garoto chamado... - olhou em sua prancheta vendo o nome assinalado do garoto. - Kim JongIn, sua tia assinou a autorização.

- JongIn me trouxe? Por que? Me tire daqui!

- Kim JongIn relatou tudo o que aconteceu, e bem, disse que você nunca havia visitado um psicólogo antes. - foi quando ouviu o som seco da porta sendo destrancada e o doutor lhe dando espaço para sair. - Venha, vamos conversar um pouco.

Mesmo com receio, foi andando ao lado de seu doutor que sorria para todos os internos e enfermeiros. Do olhava à todo instante para trás, em busca da pessoa que falava consigo no quarto. Mas nada além dos internos ele via.

Assim que chegaram até a sala de JunMyun KyungSoo sentou-se à frente do outro que lhe sorria gentilmente.

- Então, me conte como você vai. - disse pegando uma prancheta de sua gaveta e sua caneta preta olhando nos olhos do paciente.

- Como eu vou? Claro que péssimo, não é? Como você se sentiria se você simplesmente não lembrasse de porcaria nenhuma que aconteceu consigo em um exato momento e só acordasse no dia anterior? Como você se sentiria?

- Bem, acho que existem explicações para tudo, mas o seu caso me intrigou bastante. Por que não me conta sobre sua infância.

KyungSoo abaixou sua cabeça e sentiu uma leve tontura, sentia que poderia desmaiar ali mesmo. Ficou durante cinco minutos apenas de cabeça baixa. Até começar a falar:

 - Ódio, é disso que lembro sobre minha infância. Todos os dias, me corroendo por ódio.

- Pode me explicar por que do ódio? - perguntou o doutor enquanto pegava uma prancheta da gaveta e começava a escrever sem tirar os olhos do garoto à sua frente.

 - Posso sim. - disse levantando sua cabeça com um sorriso cortante no rosto. - ódio de meu pai. Ele era um lixo, ainda é. Sempre foi um homem bêbado que descontava sua raiva sobre KyungSoo. Mas eu nunca deixava ele machucar Kyung. Ele machucava à mim, mesmo que eu resistisse, KyungSoo não aguentaria tamanha dor que aquele homem me proporcionava.

- Como assim " KyungSoo não aguentaria"? Você está se dizendo... Fraco?

 - Oh, não me entenda mal. Não sou o KyungSoo. Ele é fraco, muito fácil de se enganar. Ele simplesmente é frágil à esse mundo.

- Com quem eu falo? - mesmo estando conversando com o garoto à apenas alguns minutos, JunMyun raciocinava muito bem.

 - Ha, você não é como os outros, não é? Você pensa. Respondendo sua pergunta: você fala com HyunSoo.

- Entendo. Você tenta... Proteger KyungSoo... Mas, tenta o proteger de que?

 - De pessoas como você. Pessoas que acham que vão o ajudar, mas só vão piorar a situação. E sabe o que vai acontecer? Eu vou ter que dar um jeito de ele esquecer, JongIn vai querer passar mais tempo com ele.

- Você não gosta de Kim JongIn?

- Não, KyungSoo o ama, eu amo a outro. Park ChanYeol. Mas ele faleceu.

- Hum. Comente-me mais.

 - Não. Por hoje chega, doutor. Já se passaram vinte minutos desde que estou aqui. Agora, eu tenho mais o que fazer.

- Você precisa ficar aqui por mais trinta minutos.

- Mas a gente começou agora.

- Como?

- Só se passaram dois minutos. - Sorriu fraco para JunMyun que não estava entendendo nada.

- Não, HyunSoo, se passaram vinte minutos.

- HyunSoo? É Kyungsoo.

- Interessante... - Senhor Kim já havia entendido tudo sobre aquele garoto. Mas ainda teria que descobrir o por que da existência de HyunSoo.

***


Lá estava JongIn, olhando para a parede branca de seu quarto. Kim ainda tentava raciocinar tudo o que havia acontecido com seu amigo no dia anterior.

KyungSoo em um minuto estava calmo como sempre foi, em outro minuto estava querendo ir para cima de si com uma faca. JongIn nunca havia presenteado uma coisa dessa. E sabia que algo estava errado, mas não sabia como ajudar. A única coisa que passou por sua cabeça foi ligar para a tia de KyungSoo.

JongIn lembrava de cada momento daquele "incidente" de KyungSoo. Os dois estavam na cozinha sentados ao chão prontos para comer, foi quando Do abaixou a cabeça rindo e disse: "Voolteei" e não foi só isso, Kim levantou quando o garoto disse "se eu fosse você, corria." e começou a engatinhar em sua direção.

KyungSoo pegou uma faca de cortar carne e foi andando até seu amigo, porém deixou a faca cair e desmaiou. Foi quando JongIn o levou para o carro e ligou para a senhora Min que o atendeu na mesma hora e o mandou levar Do para o Hospital psiquiatra.

Mas ainda não entendia o que havia acontecido com seu amigo. Simplesmente não sabia.

JongIn só queria entender o que aconteceu, queria poder ajudar. Mas já tinha feito tudo o que poderia ter feito. Só restava esperar, esperar e ter paciência para tudo o que iria vir.

                       Continua...


Notas Finais


E então? Gostaram? Espero que sim. Não sei se já entenderam, provavelmente mais ou menos, mas vocês vão saber mais sobre essa doença de KyungSoo, do passado que este tivera morando com o pai e tudo mais, porém apenas mais pra frente.
Espero ver vocês semana que vem!
Até segunda que vem! Beijinhos em seus kokoro! Leiam minha outra fanfic!


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