História Dont Judge Me - Capítulo 17


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Categorias Raphaël Varane, Toni Kroos
Personagens Personagens Originais, Raphaël Varane, Toni Kroos
Exibições 79
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


uma gatinha me enjoou o saco hj, mas como eu estava de bom humor, eu escrevi um pouco e decidi postar, esse capitulo é meio q extra, hauheuheuhe, não ia ser bem assim, psé.
mas espero q gostem de qualquer maneira.

Capítulo 17 - Vocês juntos? Que piada engraçada.


Fanfic / Fanfiction Dont Judge Me - Capítulo 17 - Vocês juntos? Que piada engraçada.

“Olha só no que você me transformou. Sou um pote vazio, cheio de clichês. No meu estômago, borboletas flutuam; na minha pele, arrepios involunários; da minha boca, só saem besteiras; o meu ouvido pede tua voz em forma de canção; a minha razão esta perdida; nos meus sonhos, só tem você.”

 

— I’m yours.

 

Abri meu guarda roupa e vi as minhas opções. Optei por usar uma calça jeans de lavagem escura e uma blusa cinza, que deixava o meu umbigo a amostra graças a um nó que ela tinha. Olhei meus sapatos e decidi usar um salto, apenas para ficar um pouco mais diferente para ele.

Na maquiagem eu tive que dar uma exagerada, eu queria fazer algo mais delicado, mais trabalhado. Estava inspirada para me maquiar, e o resultado foi realmente maravilhoso. Usei um batom meio que vermelho sangue, que eu havia me apaixonado e tive poucas oportunidades para usa-lo.

Coloquei um anel delicado e um cordão que havia ganhado da Fernanda no natal passado. Olhei-me o espelho e pela primeira vez em muito tempo, gostei do resultado que eu via.

Fernanda bateu na porta e eu fui atende-la, ela sorriu e me abraçou.

- Ele ta ali na sala – assenti e passei um perfume que eu gostava muito, peguei uma bolsa pequena, porém grande o suficiente para caber minha carteira e o celular. – Voltem a hora que quiserem – ela disse quando o Varane me abraçou – Se preservem.

- Fernanda – ela riu e eu a abracei – Volto logo.

- Não se preocupe comigo – ela disse sorrindo – Se divirtam, e voltem tarde.

R. Varane – Point of View

Ela estava tão linda, quer dizer, ela é linda. E nem precisa de muito, bastar usar essa calça jeans e uma blusa qualquer. Com ou sem maquiagem ela com certeza é a pessoa mais linda do mundo.

- Então, para onde vamos? – ela perguntou quando entramos no elevador.

- Na verdade, vamos para minha casa nova – entrelacei nossos dedos e pude ver um sorriso escapar de seus lábios. – Quero te mostrar a surpresa que eu preparei para você.

- Fiquei curiosa agora – saímos do elevador e eu queria continuar ali, o perfume dela é tão gostoso. – Vamos? – ela estendeu a mão e novamente entrelaçamos nossos dedos, e eu queria ficar assim para sempre.

O caminho até a minha casa foi tranquilo, foi um silencio agradável, era como se nos completássemos no silêncio.

- Uau! – ela ficou boquiaberta ao ver a entrada da casa – Você realmente não economizou na casa nova.

- Queria me livrar de todo o mal que a Camille tinha deixado na outra casa – disse e abri a porta da casa. A puxei pela mão, e pude ver ela observar cada detalhe e seu rosto surpreso me arrancou uns sorrisos. – Está com fome?

- Sendo sincera – ela me olhou – Só um pouco.

A levei para o jardim onde a surpresa estava pronta, eu havia preparado um singelo jantar a luz de velas, regado a vinho tinto. Na mesa e nas cadeiras tinham algumas pétalas de rosas jogadas, e um buquê de rosas brancas em cima da cadeira onde ela deveria sentar.

Ela virou e me olhou com um certo brilho nos olhos, ela iria chorar. Mas antes que eu pudesse perceber mais alguma coisa, ela passou seus braços em volta do pescoço e afundou o rosto no meu pescoço. Passei meus braços pela cintura dela.

- O que houve, meu anjo? – perguntei afastando o cabelo do rosto dela e colocando trás da orelha.

- Por que você faz essas coisas, Varane? – ela me olhou e seus olhos estavam levemente vermelhos, com um pouco da maquiagem borrada. – Eu não quero ter que ir embora algum dia, ou então, ver você ir embora.

- E por que eu iria embora? – perguntei segurando seu rosto. Ela esboçou um sorriso triste.

- Você não ficaria do meu lado, depois que ouvir a minha história. – ela se afastou – Eu simplesmente não posso aceitar tudo isso – olhou a mesa mais uma vez e depois me olhou – Porque eu sei como vai ser no final.

- E por que não me conta a sua história? – ela respirou fundo – Eu sei, estamos apressando. Apenas aproveite, Angel. – segurei seu rosto novamente e dessa vez selei nossos lábios em um selinho intenso – Eu quero estar com você e prometo que não vou fugir.

- Não prometa o que você não sabe, Raphael. – ela sussurrou e eu a abracei.

- Apenas aproveite o jantar – a puxei para sentar na cadeira e coloquei o buquê em seu colo – Eu quero estar aqui com você nesse exato momento, e você não vai me impedir disso. – ela sorriu.

- Varane – ela me chamou e eu a olhei.

- Diga, meu amor. – acariciei seu rosto.

- Me beija? – a olhei surpreso, mas fiz o seu pedido.

Com calma e cautela, eu selei nossos lábios, e senti a mão dela no meu pescoço. Nossas línguas pareciam que se conheciam a longos anos, e ela tinha um gosto muito bom, de chocolate misturado com morango.

- Você ta todo borrado – ela sorriu tímida quando encerramos o beijo – Deixa eu limpar isso – ela passou o dedo pelo meus lábios e eu limpei os lábios dela. – Obrigada.

- Pode pedir isso sempre, vai ser um prazer – ela riu e eu lhe dei um rápido selinho.

A. De La Guardia – Point of View

Passei a noite “namorando” o Varane. E foi simplesmente incrível, eu me sentia extremamente bem ao lado dele, mas sabia que a qualquer momento eu iria cair do cavalo, e a queda iria ser horrorosa. Iria doer, e eu ia sofrer muito. Mas no momento eu não estava ligando muito.

- Oi Ramos – disse entrando no apartamento que ele comprou apenas para nos encontrarmos.

- Fala gatinha, senta aqui comigo. – ele bateu no sofá ao lado dele, e eu sentei – To sabendo de umas coisas ai.

- Eu e o Varane? – odiava a enrolo do Ramos.

- Sim – ele riu – Vocês juntos? Que piada engraçada.

- Eu até agora não entendi a sua cisma comigo e com o Varane – bufei e cruzei os braços.

- É bom ter você nas minhas mãos. – revirei os olhos. Ramos é inacreditável. E eu o odiava com todas as minhas forças.

- Juro que se eu não precisasse desse dinheiro, eu já teria ido embora. 


Notas Finais


quem sabe ela não vai mesmo embora, né nom? uheuehuehueh.
enfim.
a roupa q ela usou: http://www.polyvore.com/96/set?id=209864729
enfimmmm, esperem os próximos capitulosssssssss


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