História Don't Lose Us - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills, Swan Queen, Swen
Exibições 63
Palavras 3.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Relevem os erros que passam despercebidos e boa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo 2


Naquela manhã Emma levantou um pouco mais cedo que Regina, acordou a filha, deu banho e o café da manhã, quando volto para o quarto Regina calçava os sapatos.

–Bom dia, Gina.

–Bom dia.

–Pode deixar que hoje eu levo a Ravena no colégio.

–Vai pegar ela também?

–Depende de como estiver o movimento na hora do almoço. Mas caso não, eu ligo avisando para babá.

–Ok. –Disse se olhando no espero e ajeitando os curtos cabelos negros.

Como de costume, a loira sempre a observava enquanto se arrumava, em um dia comum onde as coisas estivessem bem, Regina provavelmente diria algo como “Emma, você está babando” ou “Está me decorando? ”, mas não naquele dia, a morena continuo se arrumando como se estivesse sozinha no cômodo.

Quando Regina chegou na empresa uma pilha de projetos para serem aprovados já lhe esperavam sobre a mesa.

Entrou em sua sala acompanhada por Belle com o seu café como já era de lei.

–Bom dia Regina. –Disse entregando-o.

–Bom dia Belle, quanto papel hein! – Disse mas agradecendo mentalmente por ter algo para ocupar a mente.

–Bom, como você não voltou ontem à tarde acabaram acumulando. –Regina respirou fundo enquanto olhava para o que lhe aguardava. –Não querendo ser intrusa, mas aconteceu alguma ontem quando você saiu? Até a Emma ligou para cá perguntando por você.

–Ligou é? Humm. Não Belle, eu só fui passar um tempo com os meus pais.

–Espero que o Sr. Henry esteja bem, a propósito, ontem no final do expediente o Sr. Colter, Daniel Colter, ligou para empresa, disse que vocês eram velhos amigos e que gostaria de falar com você, mas como não tinha o seu número então ligou para cá. Ele deixou o número pessoal dele, eu anotei em um post-it e coloquei no seu mural.

–Obrigado Belle, ligarei assim que possível.

No Swan’s Bistrô, Emma e Ruby trabalhavam a toda comandando a cozinha, todas as reservas haviam sido feitas para o almoço.

Mesmo com tanto trabalho a ser feito, Ruby se perguntava qual teria sido a reação de Regina quando Emma acordou, achava a morena explosiva, mas diante da situação não tiraria a sua razão caso quisesse matar Emma.

–Então Emm’s, dormiu no sofá? –Perguntou baixo ao se aproximar da amiga.

–Estava demorando. –Disse enquanto flambava um picadinho com conhaque.

–É sério Emma, a discussão foi muito feia?

–Eu só a vi ontem à noite, ela passou a tarde com os pais e quando chegou não queria nem me olhar.

–Não era para menos, o que você fez e o que disse... Eu te colocava para dormir na casinha do cachorro pelo o resto da vida.

–Como assim o que eu disse? O que foi que eu falei Ruby? –Ela falou em um tom alterado atraindo a atenção dos outros funcionários da cozinha. – Vocês perderam alguma coisa aqui por acaso? Não, então voltem para o que vocês estavam fazendo.

–Calma Emma, ninguém aqui tem culpa dos seus problemas pessoais, e solta essa frigideira antes que você queime essa carne. Emanuel, olha isso aqui por favor. –Disse enquanto arrastava Emma para despensa.

–Ruby pelo amor de Deus, o que eu disse para Regina? Não lembro de nada. –Perguntou enquanto a outra encostava a porta.

–Basicamente você disse que bebeu porque não consegue olhar para cara dela estando sóbria.

Emma mal podia acreditar que tivesse dito algo do tipo, ela e Regina vinham se desentendendo há algum tempo, mas nunca dissera algo do tipo.

–O que ela fez quando eu disse isso? O que ela disse quando você chegou comigo? –Perguntou se encostando em uma parede livre.

–A princípio não disse nada, só me ajudou a te levar para o quarto.

–Não falou nada nem quando eu disse... Quando eu disse aquilo?

–Não, achei que ela fosse querer te jogar pela sacada do quarto, mas não, ela não disse nada, em vez disso continuo tirando a tua roupa.

–Ruby, que mulher é essa que Regina falou ontem?

–Na verdade eu que te pergunto isso, Emma! –Mesmo tendo defendido Emma na outra noite para Regina, em sua mente havia um “q” de incredulidade.

–Eu não lembro de quase nada, é sério. – E diante da expressão de dúvida da miga se alterou. –Qual é Ruby? Eu sei que não parece, mas é verdade, eu não lembro, ok? Dessa noite a única coisa que eu realmente lembro é que saí para beber porque estava cansada e estressada, lembro que tomei vários shots, mas todos sozinha, quando essa mulher apareceu eu já deveria estar derrubada.

–Que porre em Emma! Mas ok, supondo que você já estivesse muito bêbada, o teu celular é bloqueado por senha, como ela iria ligar para mim? Como ela saberia que deveria ligar para mim?

–Eu não lembro, eu não sei! Eu não posso acreditar que você, a minha melhor amiga, possa estar achando que eu traí a Regina. Eu não aceito isso de vindo de você!

–Calma Emma, mas você quer que eu pense o que, hein? Você deveria estar mais preocupada com o que a sua esposa acha, ela pode não ter te dito um monte, mas você sabe tão bem quanto eu que ela não engoliu essa história, sendo ela verdade ou não. Se eu fosse você tratava de lembrar para dar essa certeza a ela.

–E você acha que eu não tentei? Mas só vem lapsos, talvez com o tempo eu consiga lembrar.

–A Regina vai te dar esse tempo?

–Ruby!

–Olha, eu sei que você não a trairia, mas isso você estando em si, estando sóbria. Emma, você não tem o mínimo de dúvida sequer de que possa ter feito isso?

–Eu não sei, eu... Eu quero acreditar que eu não fiz isso, e eu preciso estar certa quanto a isso.

–Talvez fosse uma boa ideia você voltar no bar, sei lá, procurar quem estava atendendo naquela noite, alguém pode ter visto algo.

–Talvez essa seja uma boa ideia.

–Se você quiser ir para casa eu seguro as pontas aqui. Vai pensar em um jeito de limpar a tua barra com a Regina.

–Eu não sei o que eu faria sem você Ruby’s, quero ver como que as coisas vão ficar por aqui quando você for para outra filial. –Disse abraçando a amiga.

Ao sair do restaurante Emma foi direto para escola da filha, como havia chegado um pouco mais cedo ficou conversando com a diretora do colégio que só era elogios quanto a garota.

Quando Ravena foi liberada com as outras crianças não esperava ver uma das mães ali, e quando se deu conta da sorte do dia, correu em direção aos braços da mãe.

–Que abraço gostoso, princesa.

–Cadê a Violet?

–O que? Você prefere a Violet a mim?

–Não, não mamãe. –A garota se apressou em dizer, não queria chatear a mãe. –Mas você tinha dito que achava que ela que vinha me buscar hoje.

–Pois é, eu achava, mas a tia Ruby me deu uma forcinha e eu consegui vir. Você está com fome?

–Uhum! – Ravena respondeu e fazendo que sim com a cabeça.

–Qual nível de fome?

–A de um leão! –Disse rugindo como um.

–Ai meu deus, que perigo deixar um leão com fome! Então vamos logo para casa antes que esse leão queria me comer.

Naquele dia Emma dispensou a empregada e babá, fazia algum tempo em que se viam apenas no café da manhã e na hora dela dormir, tinha medo de se tornar obsoleta na vida da filha, então buscava brechas e quando não as encontrava as fazia, e assim arranjava um jeito de passar um tempo com a filha.

Era certo que as duas, Emma e Regina, eram mulheres ocupadas, já eram antes mesmo da chegada de Ravena. Uma de suas maiores preocupações desde quando Regina estava grávida, era o tempo, o tempo disponível que teriam dentro de suas rotinas para um filho, mas com a chegada dela perceberam que não era ela que deveria se encaixar na rotina das duas, mas ao contrário, Emma e Regina que deveriam se adaptar aos passos de Ravena.

Ao chegar em casa Emma deu banho e o almoço da filha, deixou que ela tirasse um cochilo para então fazer as atividades da escola.

–Então filha, a tia passou tarefa hoje?

–Aham, tem essa aqui. – Disse mostrando a folha de atividade a mãe.

–Deixa eu ver. – Então Emma leu em voz alta o que se pedia:  “Com a ajuda dos seus pais e baseado na leitura do livro “O Livro da Família” feito em sala de aula, descreva a sua família baseados nas seguintes perguntas: A sua família é grande ou pequena? Vivem todos na mesma casa? Com quem você vive? São todos da mesma cor? Vocês se parecem? – Então Ravena, a sua família, ela é grande ou pequena? –A garota fez cara de séria enquanto pensava na resposta.

–Ela é pequenininha, porque somos só você, a mamãe Regina e eu.

–Isso mesmo meu amor.

–Mas e a vovó Cora , o vovô Henry, a vovó Mary e o vô David... Ah, tem também o tio Neal. Tem muita gente mamãe.

–É verdade, então você pode dizer que mora com as suas mães, mas que os seus avós e o seu tio moram em outras casas. –E com a letrinha de criança ela começou a escrever do que jeito que entendia tudo aquilo. – Não meu amor, esse não é o acendo de “vovó”, é esse aqui. – E desenhou no canto superior da folha o acento para que ela pudesse ver. –Então Ravena, somos todas da mesma cor, eu, você e a sua mãe?

–Hummm, sim. –Disso colocando a mãozinha no queixo. – Mas não no cabelo, o meu cabelo é preto como o da mamãe Regina, e não amarelo como seu.

–Se o seu cabelo é parecido com o da mamãe Regina, nós somos todas parecidas?

–Não, porque... Humm...Porque o meu olho também é igual ao da mamãe e o seu é verde.

–Muito bem! Então você se parece mais com quem? Comigo ou com a Regina?

–Com a mamãe Regina. –E novamente voltou a escrever, tento a ajuda de Emma na escrita de algumas palavras. –Mas mamãe, porque eu me pareço com mamãe Regina e não com você? –Perguntou pegando Emma e surpresa.

–Então filha, você se parece mais com ela porque você veio de dentro dela, você veio da barriga da Regina, você veio da sementinha da sua mãe, sabe? –Diante da cara que a filha fez, Emma já esperava uma enxurrada de perguntas, mas em vez disse Ravena respondeu um “Tá bom” e voltou a escrever.

Terminada a atividade da filha Emma teve uma ideia para ocupar o restante da tarde.

–Que tal nós fazermos um jantar para a mamãe Regina, Ravena?

Na empresa, Regina discava o número que Daniel tinha deixado. Fazia muito tempo que não o via ou tinha notícias suas, mesmo com alguns desentendimentos no passado tinha na pessoa do Daniel alguém de confiança, diferentemente da sua esposa.

–Alô, quem fala?

–Regina, Regina Mills.

–Regina, quanto tempo! Já estava começando a achar que a sua secretária não havia lhe passado o que recado.

–Muito pelo contrário, ela me avisou assim que cheguei pela manhã, mas a rotina é árdua. Desculpa por só ligar agora. Mas como você está?

–Vou muito bem, obrigado. E você? Como vão as coisas por aí?

–Estou bem também, as coisas por aqui andam muito tumultuadas como sempre. O meu pai comentou comigo sobre a sua vinda.

–Foi justamente por isso que liguei, adoraria se pudéssemos nos ver.

–Acredito que não há nada que impeça isso.

–Bom saber! Tenho também alguns assuntos do meu pai para tratar, entende-se negócios, ele tem interesse em alguns serviços que a sua empresa por oferecer.

–Ótimo! Me avise quando chegar que marcaremos um jatar.

–Amanhã à tarde já estarei com os pés em solo bostoniano.

–Então até lá, Daniel.

–Até! Foi muito bom falar novamente com você Regina. –E sem dar espaço para uma resposta, desligou.

Era início de noite e Regina terminava de avaliar as últimas propostas, pensava que deveria marcar uma reunião o quanto antes com a equipe de criação, muitos dos projetos avaliados voltariam para serem refeitos. Anotava supostas pautas para reunião quando o ouviu o seu celular tocar, no visor indicava que a ligação era do telefone fixo de casa, pensou ser a emprega ou a babá para falar algo sobre Ravena, então logo atendeu.

–Alô mamãe! –E antes que pudesse responder a voz infantil soou autoritária do outro lado da linha. –Você está intimada a vir jantar em casa!

–Mas que mandona você hein! Mas eu vou para casa assim que terminar o meu trabalho.

–Não mamãe, agora! Se não a comida esfria, e a mamãe Emma diz que comida fria perde o sabor.

–Ok mini chefe, vou organizar as minhas coisas e logo vou para casa, tá bom? –Ouviu a garota sussurrar um eufórico “Ela vem” do outro lado da linha, com toda certeza estaria falando com Emma.

Então Regina fez exatamente o que disse a filha que faria, organizou as coisas que estavam sobre a mesa e guardou os seus pertences. Ao passar pela mesa de Belle lhe deu boa noite pediu que a mesma marcasse uma reunião com o a equipe de criação para o dia seguinte.

 Do jardim na frente da casa Regina podia ouvir o riso de Ravena, entrou na sala sem que nenhuma das duas percebessem a sua presença. Emma fazia cócegas na filha que tentava todo custo se livrar da mãe. Ficou um tempo parada ali as observando, pensava sobre quando que em seus melhores dias poderia imaginar ter aquilo, ter a sua família, e detestava Emma por abalar aquilo. Nunca pensara a respeito disso antes, até a chegada de Emma em sua vida. Nada nunca foi fácil em relação a elas, mas os últimos tempos vinham se superando. Regina foi tirada de seus devaneios por os pedidos de socorro da filha.

 –Socorro mamãe, me ajuda. Ela quer me matar.

 –Olha, eu acho que já está bom Emma, porque se alguém aqui fazer xixi no meu sofá, já sabemos quem vai limpar.

 –Ok, você me convenceu. –Disse Emma levantando as mãos em rendição. –Seus argumentos são sempre os melhores.

 –Mamãe, nós fizermos o jantar para você. –A pequena falou enquanto se jogava nos braços da mãe.

–É mesmo? –A filha assentiu coma cabeça. –E isso quer dizer que a minha cozinha está destruída? –A garota buscou o olhar cúmplice da outra mãe.

 –Claro que não! Uma boa chefe sempre limpa o que sujou, não é Ravena.

  –Aham! Vem ver o que a gente fez! –Disse saindo dos braços da mãe e puxando ela para cozinha.

 Para o jantar Emma preparou salmão aromatizado com erva doce e uma salada verde, para beber, suco de laranja para Ravena e vinho branco para ela e Regina. As conversas em volta da mesa de jantar fora todas guiadas por Ravena.

–Como foi na escola hoje, Ravena? –Regina perguntou enquanto limpava o canto da boca da filha.

–A tia leu um livrinho para gente e chegou um menino novo na minha sala.

–E qual foi o livro que que ela leu?

–O livro da família. –Respondeu prontamente.

–E hoje nós fizemos uma atividade sobre a família, não foi filha? – Disse Emma.

–Aham. –Disse levando mais uma colher de sobremesa a boca.

–É? E o que você escreveu nessa atividade? –Regina perguntou.

–Que a minha família é grande, mas também é pequeninha porque aqui só mora a gente, e que a cor da pele é igual– Disse apontando para o bracinho. –  mas que a gente não é parecida, quer dizer, eu e você somos, mas eu e mamãe Emma não.

–Que mocinha mais inteligente.

–Ahh, e que eu também vim da sua sementinha.

Emma e Regina não conversaram muito entre si durante o jantar, boa parte do tempo a morena direcionava toda a conversa a respeito da filha, como era o garoto novo da sala dela, se ela tinha contado para mãe da tarde de brincadeira com bob e se tinha dito que no dia anterior o vovô que tinha dado o almoço dela, Emma percebeu, mas não disse nada, ao menos ela estava ali. Terminada a sobremesa Regina sumiu para preparar Ravena para dormir Emma e ficou ajeitando a cozinha.

Ravena que estava muito agitada devido ao dia que tinha tido com a mãe demorou a dormir, quando Regina voltou para o seu quarto Emma estava deitada e lendo.

–Você deixou Ruby sozinha no restaurante para passar o dia com a Ravena?

–Eu ainda fui no restaurante, mas...Sim, eu fiz exatamente isso.

–Isso é exploração.

–Olha quem fala! Coitada da Belle, toda vez que você fica na empresa até tarde ela fica com você. –Como resposta Regina virou os olhos.

–Vou tomar banho.

Quando saiu do banho veio para cama e se deitou de costas Emma.

–Regina. –Emma chamou.

–Hum?

–Olha para mim, por favor. –Então Regina se virou para e ficou olhando-a nos olhos. Regina sabia que precisava de toda a sua força de vontade para não mergulhar naqueles olhos verdes que ora poderiam ser azuis e sempre os encantou. –Eu lembrei, depois que a ressaca realmente passou lembrei do que eu fiz naquela noite. –E como se dissesse “Continue”, Regina continuou a olhado. –Eu não fiz nada, a mulher que ligou para Ruby, ela só sentou e bebeu comigo. Eu desbloqueei o celular, mas não consegui digitar o número dela, então a moça procurou o número dela na agenda e ligou. Eu não fui para lá com essa mulher, ela apareceu depois que eu já tinha começado a beber, eu nem a conheço, falei um monte de besteira para ela, ela deve ter pensado que eu era uma coitada. Desculpa, eu deveria ter vindo para casa e ter conversado com você sobre qualquer coisa que estivesse me irritando.

Regina estava magoada e isso não era segredo, qualquer um que soubesse do ocorrido pensaria o mesmo, que Emma havia traído ela e que fingia não lembrar. Mas o que Emma não sabia era que Regina queria acreditar que fosse verdade, queria acreditar em suas palavras, pois não saberia o que fazer se realmente tivesse sido traída.

–Regina, fala alguma, por favor!

–Às vezes eu tenho vontade de arrancar os seus olhos, sabia?

–E como você viveria sem eles?

–Eu não viveria. –Disse selando os seus lábios nos da esposa.

Naquela noite fizeram amor como a muito tempo não faziam, cheio de promessas e juras de amor. Regina dormiu sobre o peito de Emma, mas antes de cair no sono, mesmo que querendo acreditar, se perguntava até onde aquilo era verdade.

 

“Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida.”

Mahatma Gandhi

 

 

 


Notas Finais


Até o próximo.


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