História Don't Say - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Creepypasta, Emma, Isabelle, Jeff The Killer, Manicómio, Mistério, Policial, Romance Proibido, Slender, Spooe, Suspense, Terror
Visualizações 33
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey! Como vão? Espero que bem. Quero agradecer à todos aos favoritos da fanfic, fiquei muito feliz com isso ♥
Bom, eu vou deixar alguns avisos iniciais sobre a fanfic, o decorrer dela e os dias de postagem, então leiam, pois é importante.

Sobre a história:

1 - Essa história contém alguns amores proibidos, então peço que tenham paciência com os sentimentos da protagonista e de alguns personagens que aparecerão no decorrer da história. E por favor, não me apressem para fazer o romance de alguns darem certo antes do tempo adequado;

2 - Em alguns capítulos da fanfic, aparecerá cenas de homossexualidade e bissexualidade, então se você tiver preconceito com esse tipo de coisa, recomendo que não leia estes capítulos ou a fanfic. E peço para não ficar comentando coisas MACHISTAS e/ou PRECONCEITUOSAS;

3 - No decorrer da fanfic, aparecerá personagens com problemas mentais/físicos/psicológicos, se não souber lidar com isso e/ou ficar lançando comentários de ódio ( ex: ah isso é frescura e blá blá blá ), peço que pare de ler a fanfic ou pule estes capítulos;

4 - Haverá capítulos em que os mesmos serão um tanto mais curtos que o normal, assim como haverá outros em que serão mais compridos que o normal, então por favor, tenham paciência.

Datas, horários:

1 - É mais PROVÁVEL que os capítulos saiam aos finais de semanas ( sexta, sábado OU domingo ), então não me apressem para postar na hora ou dia que quiserem;

2 - Algumas vezes, eu não poderei postar aos finais de semana e até mesmo durante a semana, por motivos de:
a) Provas, trabalhos, temas de casa, coisas relacionadas à escola;
b) Falta de criatividade;
c) Falta de disposição.


Enfim, por enquanto ( eu acho ) é isso, talvez, algumas vezes, eu possa atualizar alguns avisos, então fiquem atentos as notas iniciais dos próximos capítulos a seguir, eu direi quando elas estiverem atualizadas. Obrigada por terem reservado o tempo de vocês lendo as notas iniciais. ♥

Capítulo 2 - Uma fama não muito boa


Cinco dias já haviam se passado desde que Isabelle se mudara para a casa dos seus tios, em Charlotte. Durante esse meio tempo não ocorreu muitas coisas. Isabelle apenas fez uns amigos virtualmente, conheceu metade da sua nova casa e procurou vagas para empregos que a interessassem. Ela demorou bastante tempo para encontrar um emprego que a interessasse, mas, depois de um tempo, finalmente conseguiu o que queria. Psicologia em manicômio. Tinha outro emprego que a interessou também, que no caso, seria na área enfermagem, mas ela não tinha feito o curso completo de medicina para poder se tornar enfermeira, então optou pela psicologia, já que tinha um curso avançado e completo disso.

Isabelle, apesar de já ter uma faculdade completa de psicologia e feito alguns testes para ver se ela se dava bem nisso, estava extremamente nervosa pelo o que teria que enfrentar pela frente. Sua tia não foi muito a favor desse cargo por não ser um trabalho muito digno – na opinião dela -, preferia algo mais dentro da realidade e menos “macabro”. Mas ela não aprovar esse cargo não era incômodo para Isabelle, o real problema seria quando seus pais descobrissem sobre isso ( se é que iriam descobrir ), iriam surtar como loucos, fariam um discurso de quase um dia inteiro ou até mais dizendo que isso é loucura, que Isabelle jamais encontraria um futuro em um lugar assim e coisas do tipo. Ela não queria ter dores de cabeça por causa dos seus pais, então fez sua tia prometer que jamais contaria à eles.

Luzia Psychiatric Institute, era o nome do local onde Isabelle chamaria de trabalho, esse manicômio era bastante conhecido em Charlotte por ter uma estrutura resistente a tudo, até mesmo furacões. Também é conhecido pela maioria dos seus pacientes serem criminosos, e não são criminosos do tipo que cometem crimes que não são chocantes para a sociedade. São do tipo que qualquer um se arrepiaria por completo se soubesse do que eles são capazes, ou até mesmo se vissem as suas aparências. O LPI (Luzia Psychiatric Institute) não tinha uma fama que fosse das boas, esse manicômio é visto com um desafio de coragem para os adolescentes, no Youtube tinha vários vídeos de desafios para ver quem tinha a coragem de dar um passo para dentro daquele lugar. Tem sido assim desde 1890, ano em que o manicômio foi criado.

Isabelle passou quase a noite inteira lendo sobre esse lugar e se informando cada vez mais, não conseguiu diversas coisas como esperava, apenas o que a mídia diz sobre ele. Um lugar enorme de grande, tendo até três mil metros quadrados, seu estilo era um tanto medieval junto de alguns detalhes modernos. Ficou pensando no tempo que levou construir um prédio tão grande desses apenas para se tornar um manicômio.

Isabelle, agora, estava lendo outra pequena informação da mídia sobre o LPI, até ter suas narinas invadidas por um cheiro delicioso de comida e ser seduzida por isso, já que estava com muita fome. Ela se levantou da cama, estralando quase todos os seus ossos e soltando um longo bocejo, deixando uma pequena lagrimazinha de sono cair e limpando o rastro molhado que ela fez em sua bochecha logo em seguida. Saiu de seu quarto calmamente, com passos pesados e bocejando a cada cinco minutos, desceu as enormes escadas íngremes até chegar no primeiro andar. Isabelle, como não se lembrava onde era a cozinha, resolveu seguir aquele cheiro delicioso.

Depois de um tempo andando e andando, as vezes se perdendo no meio do caminho, finalmente chegou na cozinha e encontrou o causador daquele cheiro. Um macarrão francês no capricho! Era tudo o que estava precisando no momento, uma comida de sal. Se aproximou do grande prato de macarrão que estava em cima da bancada para satisfazer sua fome. Percebeu que havia um pequeno bilhete ao lado do prato, então reservou alguns segundos para lê-lo.

 

“Bom dia, Isa! Espero que tenha tido uma ótima noite.
Desculpe por esse bilhete, mas como você sabe eu e Henry trabalhamos demais então não temos tanto tempo assim, por isso deixei um macarrão francês delicioso para ti.
Espero que goste!

- Emma”

 

Isabelle suspirou, saberia que, de agora em diante, seria a mesma coisa que antigamente. Achava que se mudando para casa dos seus tios, talvez ficaria menos sozinha do que em sua própria casa com seus próprios pais. Mas, pelo visto, havia se enganado. Mas isso não era mais de grande importância para ela, já estava acostumada com esse tipo de coisa. Apenas amassou o bilhete e o jogou no lixo, pegando seus talheres, sua comida e indo para a sala.

 

( ... )

 

O alto homem nomeado de Henry acabara de entrar em seu escritório, puxando brutalmente sua esposa, Emma, pelo braço. Ele se sentou em sua cadeira, cruzou as pernas e largou suas mãos levemente nos braços do sofá, olhando sua esposa com um olhar de seriedade, um tanto de desespero e raiva. Suspirou tentando se acalmar enquanto cravava suas unhas nos braços do sofá. Emma nada respondeu, apenas se sentou em uma poltrona calmamente, perto da janela, tentando não olhar nos olhos do seu marido.

- Eu não acredito nisso, Emma. Você tinha prometido pra mim que deixaria isso de lado! – disse o homem, com firmeza na voz, olhando sua esposa.

- Não tínhamos outra escolha, Henry, você sabe muito bem disso – disse a mulher, olhando seu marido com seriedade – e não faça essa cara, estamos seguros agora. Graças à mim.

- Eu não acredito em você.

- A escolha é sua acreditar ou não, não posso te forçar a nada. – o homem apenas suspirou, olhando sua esposa com um olhar de “nunca mais faça isso na sua vida”.

- E eu não dei permissão pra ela ficar lá em casa, você decidiu isso sozinha enquanto eu estava numa viagem de trabalho, como pôde?

- Ela é da família, Henry, não poderia negar. E eu não quero ter mais fama de tia estranha e isolada que já tenho, ela não dará problemas.

- Como sabe?

- Isabelle tem dezoito anos, arranjou um cargo de trabalho não muito digno, mas pelo menos é algo. Sem contar que ela é quieta demais, eu quase nem noto quando ela está ou não em casa, então esfria a cabeça Henry.

- E quanto aos pais dela?

- Aí já é outro assunto.

- Eu não sei... Estou preocupado com todas essas coisas acontecendo. Isso me estressa, me deixa bravo, sem contar que eu trabalho quase vinte e quatro horas por dia, não gosto de trabalhar irritado e com mil pensamentos na minha cabeça.

- Shhh, não fique assim, vai ficar tudo bem, apenas confie em mim e pare de ficar fazendo perguntas, desconfiando e reclamando. – disse Emma, se aproximando de seu marido e sentando no colo dele de frente para o mesmo.

- Emma, por favor, não temos tempo para isso agora, daqui uma hora será o julgamento. – disse Henry, tentando não ceder aos desejos eróticos de sua esposa.

- Uma hora é o que precisamos. – Emma respondeu, fazendo seu marido se calar com um beijo.



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