História Don't Stop - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer, Ashley Benson
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Exibições 137
Palavras 1.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


I'm back amores!
Desculpem-me pela a ausência, novamente. Entendo que tenham ficado chateadas e vocês tem toda razão em estar. Porém assim como das outras vezes, se eu sumi é porque realmente não tinha como eu prosseguir por aqui, pois a Universidade e o trabalho sugam todas as minhas energias e tempo, logo, eu não tinha criatividade para escrever os próximos capítulos, então a fanfic acabou entrando em Hiatus e eu sinto muito por não ter avisado vocês antes.
Mas, hoje estou retornando, espero que pelo menos algumas de vocês continuem comigo, pois quero concluir essa fanfic.
Boa leitura!

Capítulo 30 - A chance


Fanfic / Fanfiction Don't Stop - Capítulo 30 - A chance

 

Capítulo 30 — Uma chance

Luke Point Of View

Uma semana antes…

 “Quero dizer que eu estou desistindo Luke, eu desisto agora de você e de tudo que eu sinto por você.”

Foi isso que Alice disse para mim há uma semana. Confesso que não imaginei que ouvir tais palavras me causaria tanto impacto, mas causaram. Assim que ela as proferiu, eu senti como se uma parte de mim estivesse indo embora e de fato, foi. Desde então, ela e eu nos afastamos, não trocamos mais nenhuma palavra e mesmo com eu tentando me reaproximar de todas as formas, ela sempre acha um jeito de fugir.

— Merda! — grito frustrado pela a situação.

— O que disse senhor Hemmings? — Josh, meu professor de notas musicais, questiona-me com um olhar repreendedor.

— Desculpe-me professor, foi apenas um pensamento alto. — digo.

— Pois tenha mais cuidado com pensamentos como esse senhor Hemmings! Afinal, estamos em um ambiente escolar. — ele diz firme.

— Pode deixar, com certeza terei. — digo suspirando.

— Ótimo! Agora, voltando ao assunto, como eu ia dizendo... — antes que ele pudesse concluir seu raciocínio, o som do sinal é ouvido, indicando assim, o término do período e todos começam a guardar seus materiais. — Continuamos na próxima aula, boa semana turma! — Josh diz e todos assentem, começando a se retirarem da sala.

Eu não fico atrás, logo eu já estou caminhando pelos corredores da Universidade e assim que viro à direita, avisto Elena e Ashton aos beijos.  Aproximo-me deles para cumprimenta-los e agradeço aos céus por eles já terem se separado, porém, as palavras simplesmente somem de minha boca, quando escuto Elena dizer:

— Fomos deixar Ali, foi ela quem viajou.

— Como? — digo perplexo e eles me encaram. — É isso mesmo que eu ouvi Elena? A Alice viajou? — digo e eles ficam em silencio.

— Luke...

— É verdade Elena? — insisto já ficando nervoso.

— Sim, é verdade, ela foi hoje mais cedo. — ela diz e eu me desespero.

— O que? Como? Por que ninguém me disse nada? Para onde ela foi?

— Calma cara. — disse Ashton.

— Calma nada! Por favor, me respondam! — digo os encarando firmemente.

— Luke respira! Eu vou te explicar tudo ok? — Elena diz.

— E eu vou deixar vocês a sós para conversarem melhor. — Ashton diz. — Depois a gente se vê. — ele diz para Elena, de despede de nós e então se retira.

— E então Elena, me diz, por que a Ali foi embora? — digo ainda eufórico.

— Calma, novamente, respira. — ela diz e assim eu faço. — E bom, ela não foi embora, o que aconteceu foi que a senhorita Hanna, a professora de teatro, está à frente de um projeto, onde alguns alunos foram selecionados para realizarem pequenas apresentações nas cidades vizinhas de Sydney, e a Ali, foi uma das alunas escolhidas, esse foi o motivo da viagem dela.

— Então não foi por minha culpa? — digo sentindo um alivio me invadir, ao saber que ela não foi embora.

— Claro que não Luke, a Ali jamais desistiria da Faculdade dos seus sonhos, apenas porque teve o seu coração partido. — ela diz e mesmo sem ser sua intenção, suas palavras me atingem. — Desculpa, eu não queria te fazer se sentir culpado.

— Eu sei que não. — digo suspirando. — Posso te fazer uma pergunta?

— Só se for outra né? Porque a primeira você acabou de fazer. — ela brinca e eu rio.

— Tudo bem, então eu posso te fazer outra pergunta? — digo e ela assente. — Você acha que ela conseguira um dia me perdoar? — digo baixinho e Elena suspira.

— Olha, para ser sincera, eu não sei. Quer dizer, nenhum dos dois cometeu algo que deva ser perdoado, porém tenta se colocar no lugar dela. Ela se apaixonou por você, ela criou expectativas, tinha esperanças que você pudesse correspondê-la. Eu sei que você não tem culpa, ninguém tem, mas querendo ou não, você acabou partindo o coração dela, entende? — ela diz e eu assinto. — Então dê tempo ao tempo, deixe que ele se encarregue por curar todas as feridas. — ela diz e depois se retira, deixando-me com os meus pensamentos confusos.

 

[...]

 

Elena Point Of View

Durante toda essa semana que passou, onde vivenciamos o drama entre Alice e Luke, eu estive quieta, na minha, porém estava atenta a tudo que acontecia a minha volta.

De um lado, eu tinha minha amiga, colocando uma máscara para conseguir seguir em frente, onde ela ignorava Luke de todas as formas e colocava sorrisos falsos e forçados, para tentar mostrar a ele e a todos nós que estava bem. E de outro, eu tinha meu recente irmão, mas não menos importante, tentando se reaproximar dela a todo custo, querendo retomar a amizade que tinham. Entretanto, nenhum dos dois obteve sucesso em suas escolhas, visto que, ambos estão sofrendo com a ausência do outro.

Perdi as contas de quantas vezes tive vontade de ir até eles, pra dizer a seguinte frase: deixem de ser idiotas, não percebem que a falta que sentem um do outro é maior que qualquer outra coisa? Mas eu simplesmente não falei, porque as coisas não são tão fáceis assim. Pois não cabe a mim e nem a ninguém interferir. Se for para eles ficarem juntos, eles ficarão. Se forem para eles serem apenas bons amigos, eles serão. Mas eles precisam perceber isso, eles precisam descobrir e distinguir o que cada um sente pelo o outro.

Volto a minha atenção para a aula, assim que escuto a voz de Anna:

— Ótimo pessoal! Belíssimo ensaio! Agora descansem, nos vemos na próxima aula. — ela se despede de todos e assim que ela sai da sala, Lottie cai exausta ao meu lado.

— Porra! Hoje ela só faltou arrancar o nosso coro. — ela diz quase sem fôlego.

— Deixa de ser exagerada, a aula foi maravilhosa. — digo limpando os resquícios de suor em minha testa e levanto-me indo até as minhas coisas.

— Exagerada nada querida, realista! — ela diz ainda estirada no chão.

— Ok senhora realista, não vai levantar mais não? Temos que ir! — digo notando que nós éramos as únicas que ainda restavam na sala.

— Me leva? — ela fala fazendo um biquinho fofo.

— Tá me achando com cara de guindaste? — digo e automaticamente ela fecha a cara.

— Idiota! — ela diz se levantando e eu gargalho.

Pegamos as nossas coisas e vamos para o vestuário, depois de tomar um bom banho, vestimos nossas roupas e saímos.

— Você sabe da Marie? — digo.

— Não, mas provavelmente deve estar com o Cal. — Lottie diz.

— É com toda certeza, aqueles dois não se desgrudam. — digo e ela assente.

Caminhamos em direção ao nosso apartamento e no caminho Lottie sentiu uma vontade súbita de comer picolé, então depois de muita insistência fomos até uma barraquinha de um senhor que vende na pracinha perto do campus e compramos o picolé para a criança, vulgo Lottie. No entanto, se eu soubesse que por conta desse bendito picolé, eu iria dar boas risadas, eu nem teria me oposto. Pois, logo após comprarmos, passamos em frente a um grupo de três garotos de aproximadamente 14/15 anos e um deles soltou a seguinte frase para Lottie:

— Como eu queria ser esse picolé...

— Poxa, tanta coisa para você querer ser e você quer ser justo um picolé? Além de ser fresco, quer ter um pau enfiado no rabo, tadinho. — Lottie disse isso na maior naturalidade, deixando o garoto completamente envergonhado e me fazendo explodir em uma enorme gargalhada.

Essa Lottie realmente não presta!

Então depois desse ocorrido, finalmente conseguimos chegar ao nosso apartamento. Entrei ainda aos risos me lembrando do que havia acontecido, mas assim que meus olhos pousam no belo homem, de trajes formais sentando em meu sofá, meu sorriso se esvai, dando lugar a uma expressão séria.

— Mas o que esse homem está fazendo aqui? — digo olhando diretamente para minha mãe, sem me importar se estou sendo grossa e muito menos com o fato de ele está bem a minha frente ouvindo tudo.

— Elena... — ele tenta se pronunciar, porém o corto rispidamente.

— Mãe?

— Elena por favor, tenha modos, essa não é a educação que eu te dei. — ela me repreende e eu bufo. — Lottie querida, pode nos deixar a sós minha linda? Precisamos falar em particular com a Elena.

— O que? Claro que não, a Lottie fica! — digo firme. — Se tem alguém que precisa se retirar, esse alguém é esse senhor. — digo apontando para Andrew e minha mãe me fuzila com o seu olhar.

— Não Elena, tudo bem, sua mãe tem razão. — Lottie diz e antes que eu retruque, ela se retira, indo em direção ao quarto.

— Certo, então a senhora pode me dizer o que este digníssimo senhor está fazendo aqui na minha humilde residência? — digo ironicamente.

— Elena! — minha mãe me repreende outra vez.

— Tudo bem Ellen, eu entendo o tratamento de Elena, não faz mal. — Andrew diz a ela e em seguida me encara. — Olha Elena, eu sei que não tivemos o melhor encontro, tanto você, como eu, não esperávamos nos conhecer assim, ainda mais dessa forma tão inesperada e surpreendente, porém aconteceu. E você gostando ou não é minha filha e eu sou seu pai, e por isso eu quero tentar uma aproximação com você, eu desejo a partir de hoje ser presente na sua vida. — ele diz e eu rio sem vida.

— Lindo discurso, agora que você já disse, por favor, pode ir embora. — digo e minha mãe me encara séria.

— Elena, por favor, pare de deboche, Andrew está falando sério com você. — minha mãe diz.

— E a senhora realmente está acreditando nessa pose de bom samaritano? A por favor mãe, acorda, esse homem te abandonou, nos abandonou!  — digo e vejo ambos respirarem fundo.

— Filha, nós tivemos uma longa conversa e ele me mostrou que realmente está arrependido, disposto a conquista-la, então o que eu quero lhe pedir é que apenas dê a ele uma chance. — ela diz e eu suspiro.

— E por que eu faria isso? — digo.

— Porque você merece ter alguém que cuide e proteja você, merece ter alguém que lhe mostre que estará com você em todos os momentos, sendo eles bons ou ruins, alguém que você possa contar e confiar, você merece ter um bom pai Elena e se você me permitir, eu quero ser esse alguém. Então por favor, me dê apenas uma chance, é tudo que eu peço. — ele diz me encarando e pela primeira vez desde que o conheci, eu consegui enxergar nele sinceridade.

— E se eu resolvesse lhe dar esta chance, por onde começaríamos? — digo.

— Nós precisaríamos nos conhecer melhor e para isso nada melhor que a convivência diária. — ele diz.

— Espera... convivência diária? Você não está querendo que eu...

— Sim Elena. — ele me interrompe. — Eu quero que você venha morar comigo.

                   


Notas Finais


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