História Don't Stop - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Exibições 42
Palavras 2.539
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey gurias ❤❤

Capítulo 21 - News


Fanfic / Fanfiction Don't Stop - Capítulo 21 - News

Dois meses depois

- Não Clara, avisa a Malu que eu não estou melhor e só está faltando eu vomitar minhas tripas e, caso ela pergunte de novo, ai sim que vou vomitar – ela riu do outro lado da linha.

- Vai para o médico, faz uma semana que você está reclamando que anda enjoada – ri.

- Nem morta eu vou para o hospital, esquece. Eu vou tomar um chazinho para o estomago que deve ser alguma intoxicação alimentar; vou ficar ótima.

- Mais tarde nós duas vamos passar ai te visitar então, beijos e bom chá – ri.

- Beijinhos e até – desliguei me deitando no sofá.

 

Hoje faz exatamente dois meses que terminei com o Luke e ele saiu para fazer alguns shows, nunca mais nos falamos, assim como eu mantive distância de Ash. Minha vida continuou o mesmo de sempre, se resumindo em passear com Laika, pintar quadros ou sair com as meninas.

Malu e Clara estão se dando bem agora, o que é incrível; elas ainda brigam bastante, mas faz parte. Confesso que se estou bem e não tive mais nenhuma crise foi por causa da ajuda delas.

Fiz um chá de Endro, coisa que eu tinha aprendido com a minha mãe e fiquei bem melhor. Fiquei deitada até que as meninas chegassem porque, se bem conheço aquelas duas, não vai demorar a elas aparecerem.

- Seus remédios chegaram – Malu falou assim que entrou, vi que ela trazia uma sacola da farmácia.

- Eu tomei um chá e melhorei um pouco, provavelmente foi por causa do peixe que comemos – ela riu.

- O chá de Endro da tia Judy? – concordei, minha mãe sempre fazia quando ambas acabávamos comendo muitas besteiras.

- O nosso vai te curar na hora – Clara me entrou a sacola à farmácia e vi que tinha quatro testes de gravidez.

- Eu não estou grávida – protestei.

- Todas dizem isso – Malu falou revirando os olhos e eu ri – Eu acho até que deveria fazer parte dos sintomas.

- Faz os quatro para ter certeza – Clara gritou enquanto eu ia para o banheiro.

Fiz os quatro e o primeiro apareceu duas linhas sendo que a segunda era meio fraquinha e borrada, o segundo apareceu apenas uma linha, o terceiro apareceu as duas fortes e o ultimo ficou igual ao primeiro porem com as linhas um pouco mais escuras, eu não entendia nada dessas coisas então levei para as meninas e fiquei olhando apreensiva para elas.

- Eu quero ser madrinha – Clara falou me abraçando.

- Eu sou amiga há mais tempo, o direito é meu – Malu falou me abraçando também.

- Sai que ninguém vai ser madrinha porque eu não estou grávida – falei me separando delas e afastando-as.

- Eu que estou – Clara ironizou rindo.

- Três positivos e um negativo, até minha mãe entende que você tem um bebezinho lindo se formando ai dentro – Malu disse.

- Só resta saber se vai ter os olhos azuis do Hemmings ou os cabelos cacheados do Irwin – Malu zoou.

- Tem um problema – falei me sentando desnorteada – eu não tenho total certeza de quem é o pai – eu já sentia uma pontada de desespero tomar conta de mim.

- Como tem certeza? Você não se cuidou com nenhum dos dois? – neguei.

- Com o Luke aconteceu uma vez, o que eu consideraria improvável, mas com o Ash eu não lembro.

- Agora só esperar nascer para gente descobrir se vai ser Irwin ou Hemmings – Malu falou parecendo inconformada.

- Vai ser Lancaster assim como eu, ela não vai se abandonada pelo pai como eu fui, prefiro que ela acredite que é uma produção independente – falei seria e elas me olharam preocupadas.

- Eles têm o direito de saber da criança – Clara protestou.

Contei a elas sobre minha discussão anterior com Luke e seu posicionamento quanto filhos.

- E o Ash? Ele falou algo também? – Malu perguntou curiosa.

- Não espero que a atitude dele vá ser diferente do Luke, ambos são muito parecidos – concordaram.

- Nós vamos estar aqui sempre, te dando todo o apoio que precisar – falaram.

- Para você e para o pequeno ou pequena – passaram a mão na minha ‘barriga.’

- Estou até vendo que a partir de hoje minha vida vira de cabeça para baixo – falei desanimada e me jogando na cama.

- Sempre adorei uma agitação, então vou amar te ajudar amiga – Malu falou e eu ri.

- Acho que eu vou aproveitar e sumir por uns tempos – ambas ficaram preocupadas – se acalmem que eu só vou ir visitar tia Margot nos EUA.

- Nem pensar nós queremos ver sua barriga crescer – Clara reclamou.

- Vocês vêm me visitar lá, a casa dela é enorme e tenho certeza que ela vai amar vocês – concordaram tristes – preciso de um favor de uma das duas – me olharam.

- Lá vem...

- Alguém vai precisar cuidar da Laika porque minha tia não a permite lá – se entreolharam.

- Eu até levaria, mas minha mãe tem alergia de cachorros... – Clara iniciou.

- A pulguenta vem lá para casa – Malu falou com desanimo e eu comemorei – se ela destruir meu sofá vou querer um novo – concordei – e bem caro – concordei novamente – ela pode ficar lá então.

 

***

 

Eu estava no aeroporto e as meninas me olhavam apreensivas e preocupadas, elas passaram a semana interia implorando para eu ficar, porém eu precisava respirar novos ares e quem sabe achar um novo caminho para mim e agora para o meu bebê, que acabei confirmando com um teste de laboratório. Eu ainda não tinha me acostumado com essas duas palavras: meu bebê.

- Voo 93 com destino a Los Angeles embarque imediato no portão três, ultima chamada; o voo sai em cinco minutos – o alto-falante anunciou meu voo.

- Acho que é agora – Respirei fundo – Espero ver vocês logo – abracei as duas, que choravam.

- Nós iremos para lá assim que der. E juízo sua maluca, cuida bem do nosso bebê – ficaram abraçadas enquanto eu saía.

Seria um longo tempo até LA, que eu iria revezar entre ouvir musica, ler, pensar nas burradas que eu fiz na vida e tentar dormir. Fiquei olhando as nuvens ate que meus olhos pesaram eu acabei adormecendo.

Senti algo tremendo a abri os olhos vendo que o avião acabará se pousar, desembarquei e fui pegar minhas malas, indo para a casa, vulgo mansão da minha tia (1).

Ela havia feito algumas reforminhas desde à ultima vez que estive ali, isso eu tinha certeza, assim como tinha certeza que ela deu um belo golpe no meu falecido tio; que ele esteja em paz a sete palmos do chão.

Toquei a campainha e logo a porta se abriu revelando uma criatura parecida comigo, porém uns bons anos mais velha.

 - Candi você nem sabe como eu senti sua falta – me abraçou puxando para dentro – suas malas o mordomo pega – sorri e ela me acompanhou até o sofá.

Ela ainda tinha cheiro de baunilha e isso me fez rir.

- Também senti saudades tia – deitei em seu ombro enquanto ela acariciava meu cabelo.

- Vai ser tão bom ter você aqui, depois que seu tio morreu me sinto tão sozinha – fez drama.

- Faz seis anos tia – ela riu fazendo biquinho.

- Para eu é como se fosse ontem, mas agora que você chegou vamos curtir – eu senti vontade de rir, porque ela estava tentando parecer uma jovem falando.

- Ah claro que vamos – ela riu.

Tia Margot nunca teve filhos, então sempre me tratou como uma até porque morei com ela até eu completar dois anos, ninguém nunca me explicou o porquê, talvez eu devesse perguntar.

- Tia... – ela me olhou – eu morei com você até meus dois anos, não é?

- Eu sempre adorei você, a filha que eu não tive – sorri.

- Por que eu morei aqui e não com minha mãe? – vi a expressão dela mudar.

- Sua mãe era nova e inexperiente, ela precisava arranjar uma forma de manter vocês duas, aqui você teria tudo.

- Então porque ela me buscou quando eu tinha dois anos? – ela se mexeu desconfortável.

- Ela estava financeiramente estabilizada e podia criar você – falou firme.

- E quem é meu pai? – ela riu.

- Sua mãe nunca soube quem era seu pai, ela te falou isso tantas vezes... – interrompi-a.

- Eu achei uma carta tia – ela me olhou tensa e eu entreguei o envelope que retirei da bolsa.

- Sua mãe sempre fez de tudo para te proteger, promete que nunca vai tentar descobrir mais nada sobre ele? – falou com lagrimas nos olhos.

- Então você sabe quem é meu pai? Me conta porque ele queria que minha mãe desse um fim em mim – ela me abraçou.

- É tudo muito complicado Candi, porém seu pai é um traficante de obras de arte francês cujas inicias como vocês já deve ter notado são M.T., essas pessoas são frias e sem coração Candi.

Nós sempre soubemos que ele era perigoso, porem só quando sua mãe estava no oitavo mês da gravidez ele mostrou que não estava brincando. Alguns capangas dele tentaram matar sua mãe.

Ela tomou quatro facadas na barriga e perdeu muito sangue, seu pai voltou a procurar ela no hospital para terminar o serviço, porém ela disse que você não tinha sobrevivido e ele desistiu de mata-la. Nos meses seguintes alguns homens estavam seguindo ela e por isso você veio para cá, seu pai acha que você está morta – eu chorava e ela me abraçou.

- Como ele pode? – eu perguntava inconsolável.

- Promete que jamais vai procurar ele e se algum dia ele descobrir que você está viva, me ligue imediatamente, não importa a hora muito menos o local em que você estiver, promete? – assenti – você é minha única familiar Candi e eu vou fazer de tudo por você.

- Tia, eu não sou a única – ela me olhou confusa – eu estou grávida.

- Eu serei tia-avó – ela comemorou me abraçando – e o pai da criança?

- Vamos tomar um chá enquanto eu te conto? – concordou.

 

[...]

 

- Um possível pai da criança a abandonaria enquanto o outro você não sabe o que faria? – falou depois que eu contei toda, sim toda a história desde que conheci Luke até meu caso com o Ash – eu vou castrar esses dois – ri.

- A escolha foi minha tia – ela sorriu.

- Mães sempre sabem o que fazer, então se seu coração mandou você não contar eu te apoio – sorri – precisamos começar a prepara o enxoval. Já sabe se é menino ou menina?

- Não tia, é muito recente eu devo estar de dois meses e pouquinho. Vmos esperar mais um tempo?

- Como quiser querida, mas faço questão de te ajudar a cuidar desta criança porque vou considerar ela como minha neta – abracei-a.

- Tia eu não sei o que faria sem você agora, acho que ela não podia encontrar uma avó melhor – ela riu.

 

Luke P.O.V.

Candice terminou comigo há dez semanas e nunca mais voltamos a conversar, eu achei melhor dar um tempo para que ela pensasse enquanto eu viajava. Hoje voltei para Londres e pretendo ir vê-la e quem sabe assim retomar nosso namoro.

 Sai animado do hotel e em quinze minutos eu estava parado em frente à porta dela. Toquei a campainha e ninguém veio, fiz isso outras vezes e também não obtive resposta. Bati na porta para ver se Laika aparecia porem ela também não deu sinal, desci até a portaria parando na frente do senhor que cuidava dali.

- Olá – falei e ele me olhou por cima do jornal que lia.

- Perdeu as noticias da namorada de novo? – falou sem educação, parece que ele ainda lembrava-se de mim.

- Você sabe por que ela não está em casa ou onde foi? – ele riu.

- Isso não faz parte do meu trabalho – falou desinteressado e eu coloquei uma nota de cem dólares sobre a mesa – eu sei algumas informações que podem ser úteis – sorri colocando mais duas notas – o garoto não está muito generoso hoje – falou interessado e eu coloquei mais três notas.

- Melhorou? – sorriu pegando o dinheiro.

- A garota viajou faz umas duas semanas, às vezes a amiga dela passar dar uma olhada na casa.

- Ela disse para onde ia? – perguntei.

- Só disse que passaria alguns meses fora, não deixou contado nada, pedi até se ela queria alugar o apartamento, mas negou – ela pretende voltar então.

- E o cachorro? Você sabe onde ficou?

- Não quer saber a roupa que ela usava ou o sapato quem sabe? – ri, porque eu até gostaria de saber – Está com uma das amigas dela, aquela loira meia louca – Malu sem duvidas.

- Isso é tudo o que você sabe? – ele concordou.

- Se eu descobrir mais alguma coisa dou um jeito de te avisar – ele queria era conseguir mais dinheiro.

Voltei para o hotel indo procurar Calum.

- Você sabe onde a Malu mora? – falei entrando no quarto dele.

- Nem morto eu apareço na casa daquela louca – resmungou.

- Eu preciso que você vá comigo até lá – falei e ele me olhou negando.

 

- Nem fodendo que eu desço do carro – Calum murmurou parando em frente a um prédio enorme e antigo – toma cuidado com aquela maluca, o apartamento é o 22.

- Valeu Cal – bati as mãos na dele e sai do carro apressado.

Toquei a campainha e uma senhora de loira, alta, com mais ou menos 50 anos de idade abriu a porta.

- Que pão – ela falou me olhando.

- A Malu mora aqui? – me olhou surpresa.

- Desde quando minha filha anda com rapazes tão bonitos? – sorri – OH MALU, TEM VISITA – ela gritou e ouvi um barulho vindo do quarto, instantes depois Laika apareceu me pulando.

- Sai daí pulguenta – a ouvi falando – Luu...ke? – gaguejou ao me ver.

- Vou deixar vocês conversarem – a mãe dela pegou uma bolsa e saiu – sou muito nova para ser avó, tudo bem? – Malu revirou os olhos.

- O que você quer? – falou dando passagem para que eu entrasse.

- Você deve imaginar... Onde está a Candi?

- Por que eu te falaria?

- Eu sou o namorado dela – respondi e ela riu.

- Ex-namorado, até onde eu sei vocês terminaram.

- Ela terminou comigo, me fala logo para onde sua amiga foi... – falei impaciente.

- Eu não sei – respondeu – ela deixou a Laika aqui e sumiu.

- Você está mentindo, é claro que sabe onde ela está – riu novamente.

- Talvez eu saiba mesmo, porém nunca vou te contar Luke. Você não tem o direito de saber – ela foi até a porta – já ouviu tudo o que queria e acho que já pode ir.

- Só saio daqui se você me falar para onde ela foi – respondi ficando parado.

- Aceita um café então? – ela se sentou no sofá e começou a lixar as unhas.

Sai com passos pesados do apartamento.

- Pelo visto a conversa não foi das melhores – Cal falou assim que entrei no carro batendo a porta com força.

- Acabei de voltar à estaca zero – ela acelerou e foi para uma boate – você está precisando relaxar – concordei e entramos no local que já estava cheio de mulheres se esfregando em nós.


Notas Finais


(1): http://www.dudugontijo.com/wp-content/uploads/2013/11/mansao-texas-monogramas-louis-vuitton-versace-bulgari-chanel-blog-dudu-gontijo-patos-de-minas-gerais-brasil-brazil3.jpg

Só avisando que isso não vai acabar como um clichezão que vocês estão imaginando, pq quem acompanhou minha outra fic viu que cliches para eu são zzz

Beijos ❤❤


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