História Don't touch me - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Gotham
Tags Arkham, Cameron Monaghan, Gotham, Jerome Valeska
Exibições 32
Palavras 734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Uma nova amiga


Fanfic / Fanfiction Don't touch me - Capítulo 10 - Uma nova amiga



  - Ei, Senhorita Canaghan? - alguém disse, segurando meu braço

Abri os olhos, minha visão ainda estava um tanto embaçada

Mas os borrões foram ficando nítidos aos poucos

Vi uma mulher de pele clara e cabelos ruivos parada a minha frente, ela limpava um pequeno furo em meu braço

Era uma enfermeira, eu acho

- Sou eu. - falei, olhando em volta. Todo o quarto estava na mesma ordem. Mas minhas flores com certeza haviam sido regadas, estavam radiantes

- Minhas flores - sorri.

- Eu as dei um toque especial, estavam murchando. - ela se gabou

- Obrigada.. - falei, cautelosa

- Preste atenção Anna, mentiram para você. Você não sairá daqui, irá para o Arkham, nós temos que sair daqui, agora. - a ruiva disse, me ajudando a sentar na cama.

- Do que está falando ? - tentei fingir surpresa com o assunto - Quem é você e o que quer comigo?

A mulher sorriu, mostrando seus extravagantes dentes muito bem alinhados.

- Quer ajudar ou não ?

- Mamãe me ensinou à não confiar em estranhos - sorri, sarcástica

- Muito engraçado, palhacinha - ela falou, dizendo a última palavra com um certo... repúdio?

Me levantei, apoiando nas grades da cama. Meu pulso doía, nele algemas pendiam

Apenas nesse momento eu percebi que estava presa ali a dias. Gordon mentiu? Por quê?

Olhei para a ruiva, bom...Acho que ela era minha melhor opção

Ela estendeu a mão para mim, enquanto pegava uma bolsa com algumas coisas estranhas pelo que vi de relance

Ela sorriu misteriosamente e levantou a outra mão. Ela é louca também?

- Venham, meus amores - ela sussurrou, fechando os olhos. Legal, saio das mãos de um louco e para em outra

Mas meus pensamentos são cortados quando uma planta (uma trepadeira eu suponho ) bate no vidro da janela, mas não era uma planta comum, parecia...modificada. Era gigantesca. Então a ruiva me puxou pelos braços, tudo girou por um breve momento, meu pescoço não doía, apesar do tiro. Eu estava sendo drogada com morfina ou algo ainda mais pesado, com certeza.

- Enquanto você dormia, eu te dei um remédio feito pelas minhas bebês - ela falou entre o sorriso - Tecnicamente você está imune à qualquer tipo de toxina

O quê? Quem é essa mulher ?

Ela me puxou até a grande janela que havia ali , a abriu olhando para os lados. Ela vai pular? Bom... Por que não? Eu já fiz isso. Mas ela não pula. A planta adentrou o local, se estendendo para nós, ela queria que subissemos?

- Pensou que sairíamos pela porta da frente ? Vamos. Ela não morde - sorriu

Olhei para a ruiva um tanto desconfiada, mas eu realmente não tinha opções válidas. Me apoiei em sua mão que ainda me segurava pelos braços e subi nas folhas enormes e firmes da planta, que me acolheu, a ruiva fez o mesmo. Meu Deus, como eu estava enjoada de ruivos.

- Se segure - murmurou, entrelaçando nossos dedos. Eu apenas a olhei assustada

A planta nos desceu por três andares, nos deixando no fundo do hospital. No estacionamento praticamente. Eu desci meio atrapalhada, minha perna ainda doía um bocado, mas não era nada insuportável. E o tiro no meu pescoço, aparentemente havia pegado de raspão e a hemorragia não tinha sido tão grave. Fui puxada para fora dos meus pensamentos novamente, a mulher segurou firme em nossos dedos ainda entrelaçados me guiando para o meio do estacionamento, eu olhava para todos os lados, me certificando de não haver ninguém ali. Eu ainda estava com aquela bata horrível de hospital.

Você deve estar horrível !

Sussurrou uma voz em minha mente, debochando de mim. Revirei os olhos e continuei andando

Até que paramos em frente à um camaro preto.

Uau !

A mesma voz exclamou, é. Realmente o carro era lindo, mas como essa mulher tem um carro assim e aliás, QUEM É ESSA MULHER ? Ela pareceu ouvir meus pensamentos, assim como Jerome fazia, pois ela largou minha mão e me encarou por alguns segundos ( pareciam anos) até que disse :

- Poison Ivy, mas pode me chamar de Hera - piscou, entrando no carro.

Droga ! O que faço? Se eu ficar, vou presa. Se eu for não sei o que pode acontecer

Quer ficar no hospital para descobrir?

Uma voz masculina me perguntou. E eu não pensei duas vezes, entrei no carro. Rumo ? Desconhecido.









Notas Finais


Oiiiiii meus docinhos. Me deu a louca hoje e eu decidi colocar a Ivy no meio da história. Tadinha da Anna, estava precisando de uma amiga, não é? Kkk Amo vocês

And remember : There's nothing more contagious Than Laughter


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