História Don't You Fucking Leave Me. - Capítulo 15


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Categorias Laura Prepon, Orange Is the New Black
Personagens Laura Prepon, Personagens Originais
Tags Alex Vause, Laura Prepon, Laylor, Orange Is The New Black, Piper Chapman, Taylor Schilling, Vauseman
Exibições 267
Palavras 2.766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


imagem ilustrativa pra combinar com o capitulo fofinho
obrigada a todas que sempre comentam, voces sao demais
perdoem qlq errinho corrigi bem por cima, to morrendo de sono
por fim, boa leitura <3

Capítulo 15 - I have something for you.


Fanfic / Fanfiction Don't You Fucking Leave Me. - Capítulo 15 - I have something for you.

As mãos ágeis desabotoaram com perfeição o short de Taylor que tinha agora as pupilas dilatadas em excitação. A figura a sua frente parecia ter pressa. Tinha sede. Retirou o short da loira e ajeitou-se de modo que coubessem as duas no sofá-cama. A calcinha rendada de cor preta de Taylor fazia um contraste maravilhoso com sua pele já arrepiada. Laura aproximou os lábios beijando sua coxa direita, os olhos foram mantidos fechados. Beijou a esquerda. Taylor dera uma leve rebolada com os quadris. Laura sorriu. Pousou sua boca pela renda da calcinha sem retirá-la. Pôde sentir dali mesmo o quanto a mulher a sua frente a desejava. Taylor estava maravilhosamente molhada. Beijou e lambeu a calcinha na altura de seu sexo. Um gemido surgiu da garganta fazendo com que o sexo de Laura pulsasse. O som era totalmente estimulador. Com sua mão direita puxou a renda para o lado tendo a visão do sexo de Taylor. Não conseguiu parar por muito tempo para admirá-lo. Ele a chamava, e ela, atendera ao pedido. A língua dançava com perfeição pela extensão de sua carne sensível. Sugava. Taylor pousara as mãos sobre os próprios seios enquanto sentia ser arrebatada dali.

- Sua boca é... Maravilhosa. –A frase dita fez o ego de Laura exaltar-se e sua excitação acompanhou o mesmo. –Oh, sim Laur... –A loira rebolava e apertava os seios com certa urgência. Quando percebeu que seu ápice estava próximo Laura parou por alguns segundos. Taylor a olhou. Laura trouxe dois dedos até seus lábios e os umedeceu voltando com eles para o sexo de Taylor. A cena fez Taylor gemer manhosa. Pincelou os dois dedos antes de penetrá-los ali. –Ahh... –As estocadas tinham firmeza e precisão, Laura tinha sua atenção o tempo todo mantida no rosto suado de Taylor. O formato de sua boca quando ela gemia, suas mãos apertando os seios por cima da blusa, o ritmo dos seus quadris. Novamente o ápice estava próximo e Laura voltou sua boca para o clitóris intensificando a sensação. Taylor tremeu.

- Meu Deus... –A respiração estava pesada. Laura deitou seu corpo do lado da outra antes depositando um beijo rápido sobre os lábios de Taylor.

- Você faz isso tão bem, não acredito que não seja lésbica, é realmente uma pena. –As duas riram com o comentário de Taylor.

- Sabe, você é muito perigosa, Schilling.

- Eu sou? Claro que não. –Riu.

- Pra mim, você é.

- Mas por... –A campainha do apartamento despertou. Porra. –Quem é? –Taylor perguntou procurando rapidamente por seu short.

- Eu não sei.

- Eu vou ao banheiro, ok? –Levantou-se indo em direção a porta do quarto.

- Ok. –A porta foi aberta e Sam estava do outro lado.

- Laura, temos que conversar.

Xx

Nada fora servido ao latino. Ele estava sentado no sofá que há poucos minutos estava Taylor. Era ela quem Laura queria ali, não Sam. Por ora ouviu o que ele tinha para dizer.

- O que houve, Sam? –Sentou-se.

- Eu preciso de uma explicação.

- Porra, que explicação? De novo?

- Você... Tem outra pessoa, não tem?

- Isso não lhe diz respeito, Sam.

- Você tem. Sabe, eu estava pensando, eu cuidei de você. Eu fazia tudo por você, eu me importava com você.

-Sam... –Por alguns momentos Laura pensou. O que ele dizia era verdade. Ele cuidava dela, mas a questão era que Sam não sabia lhe dar com a rejeição.

- Você agora está com a porra de uma mulher? Eu não acredito. Você me trocou por uma mulher? –A voz novamente ameaçava alterar-se.

- Sam, pare, por favor. Não é tão simples assim. –Laura passara a mão pelos cabelos.

- Sua família sabe dessa merda?

- Eu mandei você parar.

- Você é ridícula. Filha da puta ridícula. –A boca de Laura abriu-se demonstrando espanto. Era a primeira vez que ele a xingava. Antes disso ela achara que ele nunca seria capaz, mas dessa vez, ele mostrou o contrário.

- Saia da minha casa. Eu não quero nada de você. –Dessa vez fora a voz de Laura quem estava alterada.

- Eu vou embora, mas, isso não ficara assim. Eu não aceito essa porra. –A porta fora batida com certa força e soou como um sinal para que Taylor aparecesse. De longe ela ouvira tudo.

 

Um copo de água fora oferecido a morena por Taylor e um abraço breve pareceu preencher algo que doía ali dentro. Taylor a olhava.

- Você está bem? –A voz era mansa.

- Eu estou. Só não esperava esse tipo de atitude dele. Nós tínhamos um relacionamento e... –Parou. –Desculpe.

- Tudo bem, eu entendo você. Se eu puder fazer algo por você, me diga, por favor.

- Você já faz muito por mim, Taylor.

**

A segunda-feira havia chegado. A animação não pudera ser escondida por Laura. Três meses longe dali e tudo parecia permanecer igual. As cadeiras no mesmo lugar. O cheiro era o mesmo. Cumprimentou as poucas pessoas que estavam ali com o seu melhor sorriso e encaminhou-se até seu camarim. Por consequência do seu personagem Laura tinha de chegar cedo. As tatuagens características de Alex Vause precisavam ser feitas. Como tivera saudades das tatuagens estampando seu braço. Do óculos característico de sua personagem. Até do seu uniforme de detenta.

Algum tempo mais tarde Prepon dara vida a Alex Vause. Olhou-se no espelho satisfeita com o que era visto. O coração encheu-se de algo bom.

- Laura, está aí? –A voz era conhecida e mansa aos seus ouvidos.

- Pode entrar. –No ambiente estava apenas Laura, a maquiadora já havia se retirado há algum tempo do amplo ambiente.

- Meu Deus... –Interrompeu-se fitando a morena que já havia aderido a pose de sua personagem.

- Algum problema? –Arqueou uma sobrancelha, sorrindo em seguida.

- Acho que Alex Vause é o perigo aqui. –Respondeu ainda colada a porta. Laura riu desta vez.

- Chegue mais próximo, Chapman. –Ordenou como se estivessem em cena. Laura estava jogando.

- O que? –Assustou-se, mas adorara o que lhe fora dito.

- Mandei chegar mais próximo, não ouviu? –Taylor respirou fundo. As bochechas coraram de imediato e seu corpo moveu-se para junto de Laura. Ou de Alex Vause.

- Estou aqui. –A voz era fraca.

- Estava com saudade de mim? Da sua Alex? –Provocou. Taylor permanecera calada. Laura causara um efeito diferente cada vez que dirigia-se a ela, e isso parecia perturbador as vezes. –Responda, Pipes... –A voz soou rouca demais, era como se ela mesma não tivesse mais tanta força diante de Taylor.

- Eu senti sua falta, Alex. Senti muito a sua falta. –Levantou o olhar visto que era mais baixa que Laura e teve o mesmo sustentado pelos olhos verdes. Os lábios se tocaram com calma. A pele de Laura fora instantaneamente arrepiada pelo toque de Taylor em sua cintura. Ela pegava bem demais ali. Ambas se deliciavam com a sensação de suas línguas sendo tocadas e sugadas. Pararam, finalmente, quando lhes faltou fôlego.

- Você está linda. –Laura elogiou dando um beijo rápido nos lábios a sua frente.

- Você –Enfatizou. – Está linda. –Sorriu leve. –Eu vim aqui para desejar-lhe boas vindas, e boa sorte. Está animada? –Ainda permaneciam uma de frente a outra.

- Nossa, muito. –Sorriu. –Obrigada por vir até aqui, acredito que meu dia será melhor. –Taylor sentiu seu coração ser aquecido pelas palavras ditas.

 

Xx

- Ok Schilling, Expliquei a Laura assim como farei com você, creio que você já tenha suas falas gravadas. Baseia-se numa visita de Alex para Piper na prisão. Ela a avisará que precisará ir pra longe e em consequência deixará Piper para trás. Eu quero mágoa... e amor. Você acha que consegue? –Jenji concentrou-se no rosto de Taylor que acenou com a cabeça e alongou as pernas como um atleta que se prepara para correr uma maratona. Ela tinha a mania de alongar sacudindo pernas ou braços em situações em que era exigido concentração e sentimentos de sua personagem.

  As luzes foram colocadas em suas devidas proporções. O silêncio fora instalado ali a pedido de Jenji. Os figurantes já haviam tomado seus devidos lugares.

-Ok, quando quiserem! –Ordenou.

Alex estava sentada na sala de visitas de frente para Piper. Usava um crachá agora escrito “visitante” diferente do seu de presidiária. Piper olhava-a. Iniciaram um diálogo.

- Gostei do suéter. –Piper apontou a roupa aproximando sua mão para acariciar o tecido em seguida.   –É mole. –Completou. –Como sua determinação ao oferecer um acordo. –Alfinetou, magoada.

- Foi coisa de ultima hora, Piper. Eles me prometeram que ele ficaria preso para sempre. –Elevou os óculos ao topo da cabeça.

- Por sua causa cometi perjúrio enquanto você ficava livre.

- Não ia falar a verdade?

- E eu pensei que fosse pra mentir. –Quase gritou. Continuaram com um diálogo sobre quem teria a culpa mudando para o assunto de Alex estar morrendo de medo de Kubra.

- O que você vai fazer? –Piper esquecera sua mágoa, por ora, perguntando. Alex respirou fundo e olhou para os lados como se certificasse que ninguém pode ouvi-la além de Piper.

- Vou vazar da cidade. –Disse, por fim.

- Não pode.

- Não tenho escolha, sabem onde eu moro. Foi por isso que eu vim te ver. Quando eu for embora, Piper, não posso voltar. Tenho de simplesmente desaparecer. –Piper faz negação com a cabeça freneticamente. Seus olhos ganham um tom avermelhado e as lágrimas parecem bem próximas.

- Não pode me deixar.

- Estou correndo perigo, Piper. –A boca da loira mantem-se entre aberta, como se algo desmoronasse sobre sua cabeça no exato momento.

- Não me resta ninguém. –Alex sentira o desespero nas palavras de Piper. Não queria deixá-la sozinha, mas não havia outro jeito. 

- Desculpe, Piper. Desculpe por tudo isso. Sei que meu passado me condena, mas eu te amo de verdade.

- Já eu te odeio. –Cuspiu as palavras na cara da morena que fez sinal negativo com a cabeça.

- Não odeia, não. –Afirmou.

Piper engole algo inexistente em sua garganta e pensa por dois segundos.

- Não. Eu não te odeio. –As duas olham-se por mais alguns segundos até que a voz de Jenji soa pelo ambiente.

- Corta! Isso ficou maravilhoso, muito obrigada, garotas. –Elogiou as duas e um assistente aproximou-se oferecendo uma garrafa de água para cada uma. As duas agradeceram com um sorriso o elogio de Jenji. Era ótimo poder agradá-la. 

 

Laura soltou um sorriso discreto para Taylor que retribuiu. Prepon não teria mais cenas no mesmo dia, mas Taylor ainda continuaria ali. A morena seguiu para o seu camarim a fim de trocar de roupa, mandaria uma mensagem para Taylor para que pudesse vê-la novamente mais tarde. As duas se viram há menos de dez minutos mas cada parte do corpo de Prepon já sentia falta da presença feminina. O término do namoro com Sam era doloroso e Laura sabia disso. Mas não podia negar o que sentia por Taylor. O quanto ela a fazia bem. O quanto Taylor cuidava para que Laura ficasse bem. Ainda era confuso relacionar-se com uma mulher. Era muito confuso. Mas não era o seu maior medo. Sempre tivera a mente aberta para tais coisas e a atração por mulheres não existia. Era Taylor. Apenas existia a atração por Taylor, e ela de modo algum se negaria a essa nova experiência. 

 

Alguns minutos se arrastaram até que Laura estivesse pronta para ir embora. Sabia que não poderia ligar para Schilling pois ela estaria gravando. Enviou-lhe então, uma mensagem instantânea.

 

“Estou indo para minha casa. Quando sair daqui, siga para lá, ok? Não demore. Beijo” –Enviou.

 

Xx

Taylor terminara de gravar suas últimas cenas e como em todos os outros dias seguiu novamente para o seu camarim. Retirou o uniforme de detenta e pôs suas roupas. Enquanto seguia para o estacionamento foi abordada por Uzo.

 

- Ei, Tay. –A amiga deu uma corridinha para que pudesse acompanhar Taylor, que sorriu ao vê-la.

- Uz, Oi. Está indo também? –Continuaram caminhando.

- Sim. Nem pude ver Laura hoje. Como ela está indo? Melhor?  –Referia-se a infecção alimentar que Prepon tivera há alguns dias atrás.

- Sim. Gravamos o dilema da Piper abandonada hoje cedo. –Riu. –Ela está ótima. Senti sua falta nos sets.

- Eu também. –Chegaram aos seus respectivos carros. Estavam estacionados um pouco distante. Uzo despediu-se de Taylor seguindo para seu automóvel antes dando um abraço em Taylor. – Quando vê-la, diga que mandei um beijo. –Gritou de longe enquanto abria a porta do carro. Taylor riu e fez sinal positivo com o polegar direito. –Pode deixar, Uz. Tenha uma boa noite.

 

Sentou-se no banco do motorista acomodando sua bolsa no banco do carona. Buscou por seu celular. Lá estavam algumas notificações. Seus olhos captaram o nome que destacava-se ali. Laura.

Estou indo para minha casa. Quando sair daqui, siga para lá, ok? Não demore. Beijo” –O sorriso estampou o rosto de Taylor. Decidiu que não responderia a mensagem. O convite já havia sido feito e ela seguiria para o apartamento. Seguiu pelo trânsito nem tão calmo parando vez ou outra nos sinais vermelhos. Outra notificação foi anunciada no seu celular. Aproveitou o sinal vermelho e verificou o aparelho.

 

“A porta estará aberta, não precisa se anunciar. Não demore, Schilling.”  Laura.

 

A expectativa tomou conta por completo de Taylor. Por que Laura estava tão ansiosa para que ela chegasse? O que ela estaria aprontando? O sinal foi aberto sem que Taylor percebesse. A  buzina do carro atrás do seu foi quem a avisou. Pediu desculpas mesmo sabendo que quem estivesse atrás de sí não ouviria de modo algum e continuou com o trajeto chegando sem demora no apartamento de Laura. Estacionou.

O elevador subia junto com a ansiedade de Taylor. Verificou sua imagem diante do espelho do mesmo. Ajeitou uns fiozinhos do cabelo fora de lugar e desceu, por fim.

Lá estava ele, 204. Girou a maçaneta encontrando uma sala pouco escura. O cheiro ainda era o mesmo, mas tinha algo a mais ali. Era agradável. Onde estaria Laura? Por alguns segundos Taylor sentiu medo. Tudo permanecia calado e escuro demais. Adentrou o ambiente fechando a porta atrás de sí.

- Laura? –Chamou. Vácuo.

Verificou primeiro a cozinha, não havia nada ali. Alguma luz brotava do quarto de Laura. Mas não era uma luz de lâmpada. Pareciam velas. Aproximou-se chamando novamente.

- Laura, você está aí? –Chegou na porta do quarto e o que vira preenchera seus olhos. Havia uma pequena mesa redonda coberta por uma toalha branca, algumas velas, e apenas um vaso de vidro com girassóis. Duas taças enfeitavam a mesa. Haviam pratos por ali também. Chegou mais perto percebendo alguns petiscos e um vinho que era mantido fresco dentro de um bande com gelo. Sorria, embora o coração batesse descompassadamente.

 

- Oi. –Laura surgiu de dentro do banheiro trazendo consigo o cheiro amadeirado de sua loção. Taylor sorriu de imediato. Como ela era linda!

- Você. É linda. –Laura aproximou-se de Schilling aquecendo seus lábios gélidos nos lábios quentes de Taylor.

- E eu nem me arrumei. –Brincou.

- Digo, o que você fez. É lindo. Como sabia que eu viria mesmo? –Olhava-a como se agradecesse. Taylor precisava muito daquilo tudo. Precisava descansar. Laura parecia saber de suas necessidades.

- Eu apenas sabia. –Sorriu. Recebera novamente um beijo nos lábios. A mão de Taylor repousara sobre o rosto macio. A pele estava um pouco gelada devido a sua saída recente do banho. Mas com toda certeza, não demoraria a esquentar.

 

Xx

- Aliás, Uz mandou-lhe um beijo. Ela disse que não pôde vê-la hoje cedo. –Sorriu, levando em seguida uma azeitona à boca.

- É verdade. Eu quase não pude ver ninguém. Amanhã só saio de lá depois de ver todas. –Piscou. –Está cansada?

- Um pouco. Você está? –Olhou-a.

- Eu demoro a dormir. Ainda é cedo.

- Meia noite é cedo para você? Wow. –Riu já sabendo a resposta.

- Claro que é. –Parou por um tempo. –É tão bom tê-la aqui.

- É tão bom estar aqui. –Olharam-se. Laura levantou indo em direção a Taylor. Sentou-se sobre sua coxa direita passando as mãos pelos cabelos loiros. Um beijo manso atingiu-a tornando-se aos poucos urgente. As mãos de Taylor percorreram toda a extensão da cintura de Prepon. A boca foi entreaberta num ato de procurar por oxigênio. As mãos de Laura pousaram sobre o rosto de Taylor. Os olhos se encontraram, conversando. 

- Tenho algo para você. –Prepon levantou-se indo em direção ao banheiro. A expectativa tomou conta de Taylor e algo pairou sobre sua cabeça. Eu a amo.


Notas Finais


o que sera que a laura vai fazer? rs
até mais <3


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