História Don't you remember? - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Tags Alex Vause, Nicky Nichols, Piper Chapman
Exibições 197
Palavras 3.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, hey, hey! Aqui é Duhau, mãe dessa autora incrível aqui... Tudo beleza com vcs?

Então, minha baby princess pediu para eu postar pois ela está com um pequeno problema para abrir o navegador no notebook dela e a gente sabe como é sofrido postar pelo celular...

Ela também me pediu para lhes pedir desculpas por ela pela demora, mas sabe como é né, ela teve muitos compromissos com a escola (trabalhos, provas, essas coisas de estudante...) e por isso se manteve ausente todo esse tempo (estudos primeiro sempre, né?)...

Por fim, espero que gostem do capítulo que ela escreveu (e que eu já li antes de postar então tá foda) !!!

Vlw galera, curtam aí!

Fuui

Capítulo 3 - Stella


ALEX VAUSE        

Dois meses depois...

Faltavam três semanas para o casamento, encontrava-me ansiosa, na espera deste grande dia. Desde que conheci Piper, nunca escondi o quanto gostaria de casar-me com a mesma.  E hoje, em meu escritório, olhando para uma foto de Piper onde a mesma sorria serenamente, fiz questão de relembrar nossos momentos bons e ruins, cujo, foram essenciais em nossas vidas, fortalecendo a cada dia o nosso amor e fazendo-nos aprender com os erros.

Estava tudo quase pronto, desde os convites até o local do casamento, onde será no The River Cafécom uma localização muito privilegiada,à beira do East River, com a Brooklyn Bridge ao lado e Manhattan à frente,local que Piper sempre gostou de ir, porém ela ainda não sabia. Tratava-se de uma surpresa, que só seria descoberta por ela no dia do nosso casamento.  Saí de meus pensamentos quando escutei batidas fortes na porta de meu escritório.

- Pode entrar. – Respondi.

- Vause, ultimamente, você anda no mundo da Lua. – Disse Nicky jogando-se no meu sofá de couro.

- NickyNichols pedindo permissão para entrar em minha sala? – Falei fingindo estar incrédula. – Me belisca, please.

- Eu já disse o quanto te odeio? – Revirou os olhos.

- Eu também de amo, leãozinho. – Mandei beijinhos no ar

- Que buceta Alex, não me chama assim. – Nicky era a coisa mais fofa quando estava irritada, sempre soube quanto à mesma não gostava de ser chamada de leãozinho, pois remetia a sua caótica infância.

- Não resistir. – Segurei o riso. – Então, qual é o assunto da vez? – Perguntei, trocando de assunto.

- Sobre seu casamento, vamos almoçar que eu falo. – Disse enquanto digitava em seu celular.

- Vamos, estou cheia de fome, porém não posso demorar muito, tenho que ir provar o vestido de noiva com Piper, no final do dia. - Levantei colocando meu blazer cinza e meu ray- ban aviador preto.

- Pensei que o vestido de vocês seria diferente. – Disse assim que saímos de minha sala.

- Optamos por usarmos modelos iguais. – Tranquei a porta.

- Mulheres são tão complexas. – Bufou enquanto entravamos no elevador, rumo ao térreo.

- É, e não vivemos sem, minha cara Nichols. – Levei minha mão ao seu ombro.

- Lorna, ultimamente, está andando com desejos um tanto estranhos. – Bufou.

- Pensei que ela tivesse passado dessa fase. - falei.

- Alexandra, ontem ela me fez acordar ás três da manhã querendo comida mexicana. –

- Imagina quando o Henry nascer? – Perguntei.

- Eu ficarei louca.

- Louca de amor, só se for. – Saímos do elevador, passando pela recepção e indo em direção ao meu carro.

- Tenho que confessar que essa gravidez de Lorna está tornando-me outra mulher, uma mulher melhor, Vause. Ás vezes falo como se estivesse cansada disso tudo, mas eu me sinto a mulher mais sortuda do mundo e ansiosa para poder pegar meu garotão no colo. – Entrou no carro.

- Tenho que concordar, você mudou completamente e pra melhor. Fico feliz por você, Nicky. – fui sincera.

Dirigi por alguns minutos até um restaurante que ficava a poucas quadras de nosso escritório, o Ipanemarestaurant era de origem brasileira. Sempre tive um carinho especial pelo Brasil, desde a primeira vez em que eu e Piper fomos ao país, me apaixonei pela cultura e tenho em mente planos de comprar uma casa lá.

- Amo quando comemos aqui. – Disse Nicky assim que estacionei o carro.

- Amo comida brasileira, Nichols. – Antes mesmo de entrar no estabelecimento, encontrava-me salivando.

- Fecha a boca ou a baba escorreVause. – Debochou.

- Idiota.

O restaurante encontrava-se cheio, resolvemos sentarmos em uma mesa afastada e longe da barulheira. Não demorou muito para que fossemos atendidas, pedimos uma feijoada completa e enquanto não chegava optamos por algumas doses de caipirinha.

- Então, o que o leãozinho tem á falar sobre o meu casamento. – Beberiquei meu drink.

- Alex!

- Tá bom, parei, mas conta logo. – Revirei os olhos.

-Sua despedida de solteiro está prontíssima, eu não devia te contar, mas.... -Tomou um pouco de sua bebida. – Você sabe que sou péssima em guarda esse tipo de ¨segredo¨ - Disse fazendo aspas.

- Você está ciente de que se Piper souber dessa despedida ela te mata e faz picadinho de mim, né? – Falei enquanto tentava imaginar tal cena.

- Relaxa, Lorna está preparando uma para Piper também. – Falou rápido

- O Q-QUE? – engasguei.

- Drama sapatão não, por favor Alex. – Revirou os olhos.

- Acho melhor fazer uma única despedida para as duas. – Cantarolei

- Você não acha nada. – Semicerrou os olhos. –Na sua terá stripper com direito a fantasia, quer perder isso?

- Opa, isso está ficando interessante. – Retirei meu blazer, colocando o mesmo na cadeira ao lado.

- Cara de pau da porra essa sua hein? – Sorriu maliciosamente.

- Não vamos envolver pau na conversar, não almocei ainda. -Disse enquanto fazia um coque no cabelo.

- Okay rainha das sapatão  - Pela milésima vez, revirou os olhos.

- Você sabe que eu sou – Pisquei. – Lembra do tempo em que estudávamos?

- Como esquecer? Alex comedora de bucetas Vause. – Gargalhamos – Saudades daquele tempo.

- Saudades também Nicky. – E como eu tinha saudades.

Não demorou muito para que nossos pedidos chegassem e de uma coisa eu tinha certeza, nunca iria enjoar da comida brasileira. O Ipanemarestaurant era um dos melhores restaurantes que eu conhecia na cidade de New York, nunca irei cansar-me de dizer isso.  Nicky comia como criança e pelo visto estava cheia de fome assim como eu, então não poupei comentários:

- Iiih pelo visto acho que os babadores do Henry vão servir em alguém.

- Vai se fuder, idiota. -Falou de boca cheia.

- Olha os modos mocinha. – Segurei o riso

Nicky nada disse, revirou os olhos, ignorando totalmente.

Nosso almoço foi em um tom descontraído, cheio de piadas como sempre fazíamos, Nicky era uma irmã para mim, sempre fui grata por tê-la em minha vida, desde os momentos ruins aos ruins, ela sempre esteve ali. Trocávamos segredos do qual nem minha mãe sabia, uma conhecia a outra até mesmo do lado avesso, manias e manhas. Nicky sempre seria minha irmãzinha, jurei protege-la e nunca abandona-la quando soube que a mesmausava heroína, no começo, foi um trabalho árduo convence-la sair deste mundo, lembro-me das vezes em que a mesma dizia-me que estava ¨limpa¨ por mensagem e quando eu chegava em sua residência encontrava-lhe sob efeito da droga. Mas, com a ajuda de Lorna e a minha, já que sua mãe virou-lhe as costas deixando-a sem apoio algum, Nicky conseguiu sair desse mundo e hoje a mesma faz questão de ajudar dependentes químicos. Sentia-me orgulhosa, toda vez que olhava para Nicky.

-Vause. – Cutucou-me.

- Fale,Nichols. – Ajeitei-me na cadeira.

- Aquela morena não tirou os olhos de você desde o momento em que chegamos. – Sorriu maliciosamente.

- Nicky!

- Uai, só fiz falar, eu hein! Chata. – Debochou – Ela é bonita.

Olhei rapidamente para mulher que estava sentada a duas mesas á frente da nossa, uma linda negra de olhos castanhos escuro, cabelo cacheado e volumoso na altura dos seios, usava um vestido longo na cor azul em total contraste com sua pele, seu sorriso esbranquiçado, confesso que havia me encantado.  Acabei lhe encarando mais do que devia, então gentilmente sorri de volta e direcionei meu olhar á Nicky.

- Sim, realmente ela é bonita, mas... – Apontei para o anel que usava.

- Muito bem! – Disse Nicky.

- Á proposito, tenho que ligar para Piper. – Chamei o garçom.

- Está na minha hora também, vamos. – Levantamos.

Assim que pagamos a conta, Nicky voltou ao escritório dirigindo meu carro enquanto eu segui optei por caminhar até uma floricultura próxima, aproveitando o dia que estava maravilhoso. Assim como eu, Piper sempre gostou de flores, em nossa casa a mesma vez um pequeno jardim, onde plantou de rosas á tulipas e era um local onde ela sempre gostou de ir, chamava-o de santuário.

Fazia alguns minutos que estava parada observando algumas flores quando uma doce voz perguntou:

- Posso lhe ajudar? – Disse uma senhora, cujo aparentava ter seus sessenta anos.

- Sim. – Sorri. – Quero um buquê de rosas vermelhas.

- Rosas vermelhas são sinônimas de amor verdadeiro. E você aparenta está amando intensamente. – Colheu algumas rosas. – Amor é um sentimento muito importante, ainda mais nos dias de hoje, seja lá quem for receber este buquê deve ser uma pessoal muito especial e sortuda por ter o amor de uma menina tão bonita.

- Confesso que estou amando intensamente, e, faço questão de mostrar um sentimento tão bonito. – Aquela senhora lembrou-me uma tia, já falecida, cujo, tive poucas chances de conviver, mas todas ás vezes em que havia almoços em família ela sempre fez questão de falar sobre o amor e o quanto este sentimento era importante. Depois de alguns minutos com o buquê em mãos, paguei pelo menos e despedi-me da alegre senhora. Voltei a caminhar pelas ruas de New York, chegando em poucos minutos no prédio de meu escritório, já em minha sala, coloquei o buquê em um recipiente com um pouco de água e voltei a trabalhar querendo logo que chegasse ao fim do expediente para de fato, encontrar-me com Piper.

PIPER CHAPMAN

O dia da grande apresentação estava próximo, todos nos da companhia estávamos ansiosos, querendo dar o melhor de si, pois seria o nosso maior publico até hoje, podendo surgir patrocínios e apoios de pessoas importantes da alta sociedade. Os papéis foram definidos hoje pela manhã, e para minha surpresa eu havia ficado com o papel de rainha dos cisnes, sendo assim interpretaria o cisne branco e negro, com isso Dayanara deixava de ser o cisne negro – Como corria os boatos – passando a ser minha substituta.

Tal definição gerou uma pequena discursão que logo fora esquecida, pois não adiantaria nada discutir por algo que seria em prol de todos e da companhia. Passamos a ensaiar não mais por cinco horas e sim por sete, mesmo glória dizendo que não era preciso, queríamos tudo impecável. No começo, os ensaios estavam ocorrendo separadamente, principalmente o meu, como estava aproximando-se o grande dia, passamos a ensaiar todos juntos.

Além disso, os figurinos estavam quase prontos, eu usaria dois figurinos: Um totalmente branco encrustado em penas e pedras e o outro totalmente preto e denso, mas sem perder a delicadeza da qual precisaria transmitir ao publico.

O dia estava passando rápido, no final da tarde lembro-me que Alex havia comentando algo sobre irmos ver o nosso vestido de noiva, pois também faltavam poucos dias para nosso casamento e eu estava tentando conciliar os preparativos do casamento e da peça. O ensaio de hoje foi aberto há algumas pessoas, estávamos finalizando o ensaio em grupo quando Glória me chamou:

- Chapman.

- Hey. – Respondi um tanto animada.

- Serei direta, tem alguém que gostaria de te conhecer e conversar em particular com você. – Falou seriamente.

- Quem? – Perguntei um tanto curiosa.

- Já volto.  – Saiu por alguns minutos, voltando acompanhada de uma mulher da qual eu tinha uma leve impressão de que a conhecia. Tal mulher caminhava confiantemente ao lado de Glória, sua beleza despertou-me certa curiosidade, morena de olhos claros, cabelo curto e liso, trajando um terno azul marinho com uma blusa branca acetinada. 

- Piper, está é a Stella Carlin uma das pessoas mais influentes e importantes no ballet. – Assim que Glória terminou de falar, Stella estendeu sua mão.

- Stella, esta é Piper Chapman a melhor dançarina desta companhia. – Apertei sua mão um tanto macia.

- Prazer. – Falamos em uníssono

- Então, deixarei vocês á sós. – Disse saindo.

- Então, Chapman.

- Sem formalidades, me chame de Piper. - Sorri cordialmente.

- Aceita tomar um pequeno drink comigo? – Perguntou.

-Cla... – Antes que eu pudesse terminar de responder, meu celular tocou. – Só um instante. –Afastei-me para atender o celular, assim que desbloqueei o mesmo, vi que tratava-se de Alex.

- Hey amor? – Disse Alex, animadamente.

- Oi amor. – Respondi sorrindo.

- Que horas posso passar aí para te pegar? –Pela voz de Alex estava nítido o quanto a mesma encontrava-se eufórica.

No mesmo instante lembrei-me que tinha marcado com Alex para irmos ver nosso vestido de noiva.

- Então amor, é que surgiu um imprevisto aqui na companhia e eu tenho uma reunião... agora. – Tentei explicar de um jeito que não a deixasse triste.

- Ah, tudo bem, marcamos para outro dia. Te espero em casa. – Senti que estava desanimada, pelo seu tom de voz.

- Al... Desculpe-me, amor. – No fundo eu sabia que ela estava chateada.

- Pipes, sabe que não precisa se desculpar, está tudo bem e eu te amo muito, meu anjo.

- Te amo muito também meu amor, não devo demorar, mas agora eu preciso ir. Beijos. – Falei com o coração apertado.

- Beijos e boa reunião. – Por fim, desligou.

Parte de mim sentia-se culpada. Respirei fundo e caminhei até Stella.

- Desculpe, ligação importante. Mas, sim, eu aceito tomar um Drink. – Tentei disfarça a sensação de culpa.

- Vamos. – Retirou de sua bolsa as chaves de seu carro.

- Vá na frente que eu sigo logo atrás com meu carro. – Sacudi as chaves deixando uma risada escapar.

- Pode deixar.

Já no carro, segui Stella por alguns minutos até chegarmos a um restaurante não muito longe do teatro. Durante o caminho Alex não saiu de minha mente, sabia o quão sensível e delicada ela era e por mais que tentasse disfarça algo, no fundo eu tinha total certeza de que ela estava chateada.  Estacionei o carro e segui até Stella que me esperava na entrada no mesmo.

O ambiente era totalmente luxuoso e agradável, iluminação encontrava-se baixa, mas meu olhar percorreu por cada canto enquanto nos acomodávamos em uma mesa reservada.

- Um de meus lugares favoritos quando venho a New York. – Disse Stella percebendo meu encanto pelo local.

- Lugar muito bonito – Sorri.

Não demorou muito para um garçom dirigir-se até nos. Stella fez questão de escolher nossa bebida, escolhendo um vinho francês chamando ChâteauLafiteRothschild 1945.

- Então Piper, sabe o porquê que está aqui? – Disse bebericando seu vinho logo em seguida.

- Sinceramente, não. – Fui sincera.

- Bom, sou amiga de Glória há muito mais tempo que você possa imaginar. – Escutei cada palavra atentamente. – Em minhas ligações com Glória, à mesma nunca poupou elogios á você, fazendo com que minha vontade de te conhecer só aumentasse.

Era incrível o ar de confiança que Stella passava.

- Vim diretamente da Rússia para prestigiar Glória em seu novo trabalho – Referiu-se ao Lago dos Cisnes- E especialmente para  poder prestigiar a estrela desta peça.

Instantaneamente senti que havia ficado corada.

- Tenho uma proposta para você. – Entregou-me um documento. – Peço que analise com calma e sabedoria – Peguei o documento. – E quando tiver uma resposta concreta, peço que entre em contato comigo. – Mostrou seu numero no final do misterioso documento e assim concluiu.

- Bom, analisarei com calma e sabedoria sim, ligarei assim que tiver uma resposta. – Ela não deixou de sorrir. – Fico sem jeito quando me elogiam e Glória sabe muito bem disso. – Deixei um sorriso de lado escapar.

- Assim como Glória, eu sei reconhecer um talento único de longe, você se entrega de corpo e alma, aprecio isso nas pessoas e principalmente no Ballet.

- Obrigada pelo elogio. O ballet sempre foi minha paixão, desde pequena. É a onde eu me sinto livre e com isso sempre tento ao máximo dar o meu melhor. – Lembrei-me da minha primeira aula de Ballet. – Lembro-me até hoje das palavras de minha professora em minha primeira aula: ¨Você tem um talento do qual eu nunca vi em todos os meus anos ensinando Ballet¨

-Faço das palavras dela as minha. – Bebericou seu vinho. – Mas enfim, deixando o ballet de lado, conte-me sobre você, sobre a mulher Piper Chapman.

A partir daí, engatamos uma conversa totalmente agradável, deixamos o vinho de lado, pois estávamos dirigindo. Stella me contou sobre ela, sobre o período em que morou em New York, sua relação com o ballet, sua amizade com Glória dentre outras coisas. Aos poucos o clima sério foi tornando-se descontraído, claro sem segundas intensões. No decorrer da conversa percebi que estava tarde e que Alex estava me esperando, pois havia falado que não iria demorar muito.

- Stella, preciso ir, minha noiva está a minha espera. – Levantei-me

- Oh claro, também preciso, está tarde. – Levantou-se.

No mesmo instante, chamou o garçom que nos atendeu no decorrer da noite. Peguei minha bolsa, abri minha carteira quando Stella disse:

- Piper, não precisa. A noite de hoje foi por minha conta.

- Stella!

- Não precisa, foi por minha conta. – Por fim, pagou.

Assim que saímos do restaurante, Stella me acompanhou ate o carro e se despediu com um pequeno beijo em minhas bochechas.

- Foi um prazer te conhecer, Piper.

- Digo o mesmo Stella. – Disse, já dentro de meu carro.

-Não esquece de me ligar quando tiver uma responda.

- Pode deixar. – Sorri. – Enfim, até mais.

-Até, Chapman.

Dirigi atentamente pelas ruas de New York,imaginando que Alex poderia está dormindo a essa hora. O trânsito colaborou para que em poucos minutos eu pudesse chegar em casa, não pude deixar de agradecer a todos os Deuses. Estacionei em nossa garagem, peguei minha bolsa e o documento. A medida que fui me aproximando da sala, notei que além das luzes apagadas, um silencio pairava, acendi as luzes e fui em direção a cozinha para beber água, deixei a bolsa no balcão juntamente com o documento que tanto chamava minha atenção, enquanto bebia agua decidi quebrar tal mistério. Como estava curiosa, decidi ler rapidamente e assim que abri não pude deixar de me assustar, deixando o copo cair e quebrar.

- Merda. – Tentei falar o mais baixo possível.

- Amor? – A voz rouca de Alex espalhou-se pela casa, arrepiando-me.

- Estou na cozinha, coração. – gritei enquanto juntava os cacos de vidros e enfiava o documento na bolsa, Alex não podia ver tal documento!

- Está tudo bem? – Perguntou, preocupada.

- Está sim, já estou subindo, vim beber água.

Joguei os pedaços de vidro no lixo, peguei a bolsa e subi as escadas um pouco apressada. Chegando ao corredor notei que a luz de nosso quarto encontrava-se com a porta encostada e a luz baixa. Encontrei Alex recostada na cama lendo um livro do qual eu havia esquecido o nome, por alguns minutos observei, delicadamente, tal cena e era incrível o quão maravilhosa Alex era, por um instante, mesmo não querendo ter filhos, imaginei a mesma lendo histórias para as crianças e não pude deixar de sorrir. Como sempre, estava fudidamente sexy e provavelmente estava usando apenas a parte de cima do baby doll já que tinha mania de dormir usando uma calcinha fio dental.

- Pensei que estivesse dormindo. – Decidi entrar no quarto.

- Só conseguiria dormir depois que você chegasse em casa. – Fechou o livro, colocando o mesmo no criado mudo ao lado.

- Amor! Não tinha necessidade disso. – Sentei na cama, retirando os sapatos e os brincos.

- Claro que havia, sabe que fico preocupada quando você dirigi a noite, principalmente, sozinha. – Beijou meu pescoço.

- Am..or – disse descompassada.

- Mas é bom... – Em questões de segundos Alex encontrava-se em cima de mim com as mãos percorrendo meu corpo. – Ter você em casa. – Massageou meus seios, mordendo meu lábio inferior, por fim.

- Porque não terminamos isso no banho? – Perguntei provocativa.

- Você é quem manda meu amor. – Beijou meu pescoço novamente, deixando-me mais que arrepiada.

- Então vamos. – Reverti à situação ficando por cima de Alex. Retirei minha roupa ficando apenas de lingerie.

- Ás vezes me pergunto que tipo de anjo você é. – Disse hipnotizada.

- Aquele tipo que te faz clamar por Deus. – Sussurrei em seu ouvido. - Agora vamos. – Levantei da cama e caminhei até ao banheiro sem deixar de rebolar.

 - Você não vem?  - Perguntei retirando a lingerie.


Notas Finais


Então, espero que curtam!

Dudu passou por aqui!

Bjs ;-*


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