História Double Problem - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Ação Drama, Comedia, Romance
Visualizações 102
Palavras 4.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, VORTEI
MEU, ESSE CAPITULO TA MUITO DOIDO SHAUHSUAHSUHAUHSAUH AAAAAAAAAAAAAAH
ESPERO QUE NAO ME MATEM, ESPERO QUE SE DIVIRTAM, MAS PREVEJO AMEAÇAS SHAUHSUAHSUAH BERRO
O CERCO TA FECHANDO E LOGO VAMOS TER TODO MUNDO NUMA SURUBA EOQ? SHAUHSUASH BRINCADEIRA, É MODO DE FALAR, MAS É QUE VOCES VAO ENTENDER DEPOIS DE LER KKKKKKKK

BOA LEITURAAAAA <3 COMENTEM MUUUUITO!
BEIJOOOOX

Capítulo 20 - Tudo junto e misturado!


Fanfic / Fanfiction Double Problem - Capítulo 20 - Tudo junto e misturado!

─ Anda Rose! ─ Emma bufou empurrando a loira que já havia sido chamada duas vezes pelo enfermeiro. Elas estavam em um laboratório bioquímico para que ela fizesse um exame de sangue.

─ Mas você sabe que eu morro de medo de agulhas Emma e pra que um exame de sangue, porque eu não posso fazer que nem as meninas normais e mijar no palitinho? ─ a loira tentava voltar para a porta de saída.

─ Exame do palitinho ─ Belle riu ─ parece que você ta falando que vamos tirar no palitinho se você ta grávida ou não!

─ Rose sua cagona, anda logo ─ Ruby a puxou pelo braço ─ eu entro com você!

─ Coloca seu braço também? ─ a morena bufou.

─ É, porque eu que to correndo o risco de ser a Miss Buchuda de certo! ─ Ruby rebateu.

─ Rose, você precisa fazer um exame de sangue porque é mais seguro e mais preciso! O hormônio da gravidez que é o BETA HCG pode não aparecer na urina e pode também ser estimulado por outros motivos, dando um falso positivo ─ Zelena explicou e todas olharam para ela surpresas com todo aquele conhecimento ─ por isso você vai lá e vai fazer o exame que detecta o hormônio no sangue e diz se você ta ou não esperando um broto de feijão, anda vai logo! ─ Rose bufou e foi seguindo com Ruby. As outras ficaram na sala de espera. Segundo o enfermeiro o exame ficava pronto na mesma hora e então elas se livrariam dessa agonia.

─ Meu senhor, quando foi que você ficou especialista em medicina? ─perguntou Regina ─ anda assistindo Greys Anatomy? House? Chicago Med? ─ a morena encarou a irmã. Zelena rolou os olhos.

─ Aham, ela anda é assistindo um medico gostosão comprometido e que ta super na dela ─ confessou Belle ─ acha que ela se daria o trabalho de procurar isso na internet? ─ a loira cruzou os braços e encarou a ruiva ─ todas nós sabemos que você odeia series de medicina!

─ Não acredito que você perguntou pro Robin sobre isso! ─ Regina riu alto ─ você ta muito a fim de botar um chifre na loira do nariz empinado! ─ comentou a morena.

─ Meu pai amado, você vai arranjar um belo problema se a Elsa descobre isso! ─ Emma colocou a mão no rosto ─ essa garota é doida! Escuta o que eu to falando! Ela entrou na fila da loucura umas três vezes quando criança, certeza!

─ Já faz quase uma semana que essa biscate ta nessa suruba de mensagens com o medico gostosão desde que Ruby e Rose chegaram ─ disse Belle.

─ Já te falaram que você é muito fofoqueira! ─ a ruiva a encarou e Belle riu sem se importar.

─ To só dividindo os fatos! ─ a pequena se defendeu ─ se for pra colocar um chifre nela, coloca aquele do tamanho do de um mamute! ─ Belle olhou para ela e todas riram. Rose e Ruby voltaram e a loira tinha os olhos marejados.

─ Não acredito que você chorou de novo com uma picada de agulha Chiquinha! ─ Emma cruzou os braços e Ruby riu alto.

─ Agora você desenterrou essa sapinha! ─ Emma riu.

─ Chiquinha? ─ perguntou Regina.

─ Aquela personagem do seriado mexicano Chaves, sabe? ─ Emma explicou ─ aquela demônia só chora, igual a Rose ─ as outras riram e Rose cruzou os braços fazendo bico. Emma foi e abraçou a amiga.

─ Sai daqui sua Emmacho ─ ela empurrou a loira ─ se eu estiver gravida você não será madrinha do meu pimpolho!

─ Não se misture com essa gentalha tesouro! ─ Zelena falou rindo e as outras riram. Rose bufou.

─ EMMACHO! ─ Belle riu ─ vou aderir amiga! ─ Rose sorriu.

─ Ei! Eu sou bem feminina! ─ Emma protestou ─ vou dar na cara mal lavada de vocês!

─ Ai! Depois não quer que a chamemos de Emmacho! ─ falou Ruby.

─ É a força da mulher sapatona ─ Belle falou rindo e Regina puxou Emma para um abraço.

─ Vem cá meu amor ─ ela a beijou ─ você é um amor! Linda e delicada ─ ela a beijou novamente.

─ Delicada como um coice de mula! ─ falou Rose.

─ Sutil como uma bazuca ─ completou Zelena e as outras riram. Emma rolou os olhos.

─ Não liga pra essas loucas! ─ Regina falou e deitou em seu ombro.

─ Mas serio, se for pra botar um chifre na loira do banheiro, faça o favor de colocar um bem grande, estilo mamute, alce, esse bichos! ─ falou Belle voltando ao assunto.

─ Você é doida, eu nem fiquei com ele e nem sei se ele quer ficar comigo! ─ a ruiva protestou.

─ Ah! Não, ele não quer.... ─ ironizou Rose. Zelena então recebeu uma mensagem e era de Robin. Ela instantaneamente sorriu sem querer.

─ Ih ah la a Neide! ─ Ruby zoou a amiga.

─ Ele quer seu corpo nu! Ele quer seu corpo nu! ─ Regina começou a falar sem parar.

─ Meu santo Genésio ─ disse Emma ─ a loira do banhei... digo Elsa não deve ta passando da porta já!

─ Nem você gosta dela! ─ disse Ruby ─ vamos deixar ela se foder, ou melhor, vamos deixar Robin foder a ruiva ─ ela piscou e Zelena cuspiu a agua que estava tomando.

─ Minha santa periquita! ─ a ruiva falou ─ Ruby você não presta!

─ Nunca disse que prestava! ─ ela sorriu ─ já se converteu a minha santa? Bem vinda a igreja irmã!

─ Eu ein! ─ a ruiva praguejou.

O enfermeiro apareceu chamando pelo nome de Rose e todas imediatamente se juntaram assustando o coitado do rapaz. Eram seis garotas para saber sobre uma gravidez. Um número enorme de “mães” para uma criança que ninguém nem sabia se existia. Rose entao levantou a mão se identificando e pegando o resultado. Ela suspirou. Elas fizeram uma roda e a loira rasgou a aba do envelope.

─ Quer fazer uma oração? ─ perguntou Ruby. Belle riu.

─ E a gente vai orar pra quem, ninguém aqui tem dignidade suficiente pra fazer isso! ─ disse Zelena.

─ Ei! Eu sou pura! ─ disse Emma.

─ Pura safadeza! ─ rebateu Rose e Regina riu. Emma a encarou.

─ Desculpa amor, mas é verdade! ─ a morena sorriu e Emma riu.

─ Então eu faço ─ disse Ruby ─ Santa periquita, Genésio e Lana del Rey, por favor, abençoe esse exame, não temos capacidade mental pra ser tias e Rose é jovem demais pra vestir um manequim maior que o 36, amem!

─ Amem ─ disseram todas e Rose abriu. Ela leu e ficou em silencio.

─ Sinto muito meninas... ─ ela falou sem animo.

─ Você não ta falando serio, ta? ─ perguntou Emma pegando o exame e então suspirou aliviada.

─ MAS VOCES NÃO SERÃO TIAS! ─ Rose levantou os braços e todas a abraçaram.

─ Minha santa nunca falha! ─ disse Ruby.

─ Lana del Rey também não! ─ disse Belle e elas se entreolharam, mas logo desviaram o olhar ficando um clima estranho.

─ Hoje eu quero encher a cara! ─ disse Rose enquanto elas seguiram para o famigerado fusca amarelo ─ eu não to grávida mesmo, então posso voltar cozida pra casa!

─ Acho justo! ─ disse Regina ─ sei de um lugar ótimo para irmos hoje a noite e comemorar a “não gravidez” do nosso chaveiro de bolsa ─ falou a morena e a loira deu um tapa em seu braço.

─ Ei! Só eu posso bater! ─ reclamou Emma.

─ Ui! 50 tons de Emma Swan ─ zombou Zelena ─ joga na parede e chama de lagartixa! ─ as outras riram.

A ruiva deu partida e elas seguiram de volta para casa onde Cora as esperava com o almoço pronto. Era sempre mais divertido quando elas estavam juntas. Naquela noite todas iriam curtir uma bela balada e beber ate enxergar três de cada uma. Todas, menos uma: Zelena. A ruiva tinha planos diferentes para aquela noite. Planos que ela pretendia manter no anonimato e em total segredo.

Elas chegaram em casa e foram direto para a cozinha, encontrando Cora, Henry e Roland. Todas cumprimentaram a matriarca com beijos e abraços. Era impossível não ama-la. Ela tratava a todas como filhas e cuidava delas com carinho, ternura e enchia de mimos. A intimidade já estava a um ponto em que todas já estavam a chamando de “mãe” e sentindo como se estivessem em casa. Esse era o que a família Mills causava nas pessoas. As fazia sentir-se bem, parte de algo e totalmente confortáveis.

─ Como foi la no exame? Eu serei avó? Eu to jovem demais pra ser avó, pelo amor de Deus! ─ Cora levantou as mãos para o alto.

─ Não! Felizmente ainda vai demorar pra você ser avó! ─ Rose falou e a abraçou ─ a não ser que a depravada da sua filha mais velha resolva engravidar, porque você sabe que as outras duas sem chance ne?

─ Ah! Já desisti delas! ─ Cora falou olhando para Belle e Regina ─ essas dai só gostam de, como dizem? Colar velcro? ─ Ruby riu alto.

─ Serio! Você é a melhor pessoa! ─ Ruby ainda ria e beijou Cora na bochecha.

─ Mae! Olha o que você ta falando! ─ Belle a repreendeu ─ o padre Archie não vai gostar de ouvir isso!

─ Meu bem, o padre Archie vai pro céu só por me deixar entrar naquela igreja depois da sua irmã ter transado no confessionário e atrás da cruz e você ter pegado metade dos coroinhas! ─ Cora falou enquanto colocava as coisas na mesa. Rose e Ruby riam horrores das confissões.

─ Voces não sabem nem da missa metade! ─ disse Emma se servindo.

─ Antes fosse missa né? ─ disse Regina ─, mas elas preferem fazer outras coisas durante a missa!

─ Oh! Você não começa! ─ Zelena apontou a colher para Regina ─ quem transou durante a missa e gemeu “Hosana nas alturas” pra disfarçar foi você! ─ a ruiva revelou.

─ Minha santa periquita! ─ Rose falou e riu ─ vocês são a heresia reunidas numa família só!

─ Nem me fale minha filha! ─ disse Cora ─ eu to depositando minhas esperanças nesses dois meninos! ─ Henry e Roland olharam para a mãe ─ vocês vão ser comportados ne meus amores?

─ Eu sou mãe! ─ disse Roland.

─ Mas isso quer dizer que não pode beijar ninguém? ─perguntou Henry. As outras três Mills riram. Cora colocou a mão no rosto.

─ É! Vamos almoçar! ─ Cora por fim falou.

Emmily estava no hotel em Punta Cana e curtia suas férias no paraíso gastando o dinheiro que havia usurpado de tantos caras e que não se arrependia nem um pouco. Preparou sua bolsa para ir ate um dos bares que ficavam próximos a praia e depois curtiria o sol e agua. Pensava em quando tivesse todo o dinheiro que pudesse e seu diploma. Com certeza se mudaria para um país tropical. Alguma cidade com praia, pessoas bonitas e uma vibe totalmente diferente da que vivia naquela cidade cinzenta e horrível que era Nova York.

Terminou de se arrumar colocando um biquíni azul turquesa, uma blusa branca de meia manga por cima e amarrou sua canga a cintura. Pegou seus óculos escuros e saiu. Trancou o quarto e seguiu para o bar que ficava a beira da praia. Desde que tinha entrado de férias, ela teve que enrolar o Sr. Patel, pois o mesmo ligava incessantemente e perguntava sobre ela e sua mãe falsa. Ela não podia demorar a voltar e tinha que terminar com ele o mais rápido que conseguisse depois que pegasse o dinheiro em sua casa.

Ela tentava entrar em contato com Emma, mas a irmã se recusava em atender suas ligações. Seu ódio pela gêmea apenas aumentava. Desde que ela tinha aumentado o numero de amigas e começado a sair com aquela morena, tudo havia mudado. Seu poder de persuasão sobre ela muitas vezes não funcionava e ela começou a se afastar. Emma nunca fora de recusar suas ligações, mesmo que fosse as mais ridículas e mesmo que fosse ao meio da madrugada. Emmily precisava eliminar essa morena e precisava rápido.

So sabia que o sobrenome delas eram Mills e que eram três irmãs. Além de serem insuportáveis, claro. Como todas as amigas da irmã. Abriu seu notebook e com um programa de hacker, conseguiu entrar no sistema da faculdade e puxar as fichar dos alunos. Procurou pelas três. Zelena Mills, Regina Mills e Belle Mills. Então era Regina seu nome e era ela quem estava fazendo Emma mudar e pensar que podia colocar tudo de lado por amor. “Emma nem sabe o que é amor” pensou Emmily e bufou. Pediu um Martini e ficou pesquisando sobre a morena e sobre todo o seu passado. Descobriu algumas coisas interessantes, como seu ex-namorado David Nolan, que agora era quase formado em Administração e ajudava a reger uma das empresas do pai em Los Angeles. Isso a agradou muito.

Pesquisou sobre o rapaz e sobre o que ele poderia oferecer a ela. Ele era bonito, rico e parecia ser do tipo que não desistia fácil, assim como ela. Talvez ele pudesse aceitar alguma ajuda com relação a Emma. Nenhum homem gosta de perder para uma mulher, mesmo que ele tenha terminado com ela. É simplesmente demais para o ego de qualquer homem. Varias ideias maquinavam em sua mente. Ela entrou no site da empresa do rapaz e conseguiu seu contato. Discou o numero e esperou.

─ Empresas Nolan, em que posso ajudar? ─ David atendeu. Era incomum alguém ligar no seu numero privado.

─ Você é David Nolan? ─ Emmily perguntou.

─ Sim, quem deseja? ─ ele perguntou curioso.

─ Meu nome é Emmily Swan e conheço uma pessoa que com certeza você deve querer fora do seu caminho, a questão é ─ ela suspirou ─ eu quero tira-la do seu caminho, esta disposto a ter essa conversa? ─ David se surpreendeu. Ele conhecia aquele sobrenome, mas não se recordava de onde.

─ Estou ouvindo! ─ ele por fim falou e Emmily sorriu.

Mary estava exausta da semana de trabalho. Seu chefe estava mais do que satisfeito com seu desempenho com os atendimentos e os clientes só tinham elogios pela sua simpatia, pelo seu sorriso sempre radiante e por sempre ser educada, dizer palavras que eles estavam tão desacostumados a ouvir. Ela foi efetivada antes mesmo de completar o período de experiência. Ariel, Ella e Mary comemoraram com muita pizza, cerveja e comedias românticas. A morena tinha que confessar. Fazia muito tempo que ela não sabia o que era ter amigas, o que era ter companhias, ter pessoas que se importavam com ela e que ficassem contentes por suas conquistas.

Ariel, Ella e Ashley se tornaram como sua pequena família. Elas compartilhavam seus problemas do dia a dia, como clientes mal educados, clientes irritados que descontavam nelas, gorjetas menores que o normal, o chefe que estava de mau humor, o metrô que estava lotado e o transito que não ajudava. Compartilhavam também as risadas sobre as conversas esquisitas que ouviam no restaurante, sobre as roupas das pessoas e sobre as cantadas que recebiam diariamente. No final do dia, elas tinham uma a outra e era isso que importava. Pelo menos ate agora. Mary ainda pensava nas suas meninas e em como poderia encontra-las.

Ela havia pesquisado alguns orfanatos de Nova York, mas não sabia como começar. Precisava de ajuda e não queria ocupar mais Ariel ou Ella que já tinha que trabalhar e cuidar de sua filha. Foi então que ela resolveu visitar um dos orfanatos e saber como que funciona a questão das transferências e como que eles recebem as crianças de outras cidades. Precisava de alguém de dentro do sistema, que trabalhasse com isso para responder suas perguntas. Ela então escolheu o primeiro orfanato que havia pesquisado, o Mercy First. Como era sábado, seu turno tinha acabado as três da tarde e ela estava livre. Pegou o metro e rumou para o endereço que tinha em mãos. Torceu para não se perder.

Chegou à pequena casa com um cercado em volta e um portão pequeno em frente. Adentrou e caminhou os poucos passos que a separavam da porta de entrada. Entrou na sala e observou cada detalhe. O sofá, a mesa de centro, a televisão e as revistas dispostas sobre a mesa. Olhou a sua direita e uma garota com traços asiáticos parecia se divertir com alguma musica que tocava em seus fones. Ela estava com os olhos fechados e batucava atrás do balcão. Mary riu e tentou chamar sua atenção. A menina estava muito concentrada em seu próprio show.

─ Ei! Você! ─ Mary riu e cutucou seus ombros. A menina se assustou e empurrou a cadeira onde estava sentada puxando com ela algumas pastas ─ oh! Desculpa! ─ a morena deu a volta e ajudou a menina a pegar todas as coisas.

─ Ah! Não tem problema, eu sou bem desastrada e nunca presto atenção no que eu to fazendo! ─ ela riu ─, por favor, não conte isso pra minha chefe!

─ Segredo nosso! ─ Mary piscou e sorriu.

─ Eu sou Mulan! ─ ela sorriu ─ no que posso ajuda-la? Procura alguém?

─ Bom, na verdade, meu caso é complicado ─ ela suspirou ─ eu procuro pelas minhas filhas! ─ Mulan arregalou os olhos e apoiou os cotovelos no balcão prestando atenção ─ eu sofri um acidente e fui dada como morta há uns anos e elas foram levadas pelo conselho tutelar ate Boston e depois transferidas para Nova York ─ a morena contou ─ eu preciso de ajuda para achar esses registros, tirar o nome delas da lista do sistema e encontrar as duas! ─ ela finalizou. A asiática suspirou.

─ Uau! Que historia! ─ ela exclamou ─ bom, queria eu que minha mãe viesse atrás de mim assim! ─ Mary a encarou ─ é! Eu também sou órfã! Mas releva esse assunto! Você precisa de ajuda para encontrar esses documentos e de ajuda pra encontrar suas filhas, certo? ─ a morena assentiu ─ bom, eu sei como fazer isso, sei como funcionam as transferências, sei como lidar com o pessoal do conselho e posso te ajudar ─ ela sorriu ─ quanto tempo você ta sem elas?

─ Praticamente doze anos... ─ Mary falou sem animo.

─ Eita! São documentos antigos então! ─ Mulan por fim falou ─, mas nada que alguns amigos meus não consigam encontrar!

─ Serio que vai me ajudar? ─ Mary a encarou espantada ─ não quero problemas pra você, principalmente com sua chefe!

─ Não se preocupe, eu sei lidar com ela e eu praticamente vou estar retribuindo um favor ─ ela falou e Mary arqueou a sobrancelha.

─ Um favor? ─ ela perguntou.

─ Sim! ─ Mulan falou sorrindo ─ há alguns meses uma garota loira veio aqui com uma amiga e foi muito simpática e ela vai me ajudar a entrar na faculdade, entao por um ato bom, a gente retribui com outro, certo? ─ a morena sorriu.

─ Certo! ─ Mary sorriu. Ela mal sabia que essa garota era sua filha.

─ Ótimo, eu vou te passar meu numero e assim vamos nos falando ─ Mulan anotou em um papel ─ vou precisar de vários dados e também vou te avisando de tudo ─ ela entregou para Mary o pequeno post-it.

─ Muito, mas muito obrigada mesmo! ─ ela sorriu.

─ Que isso! É o mínimo que eu posso fazer e aliás, ela tinha o sorriso muito parecido com o seu ─ Mulan comentou e Mary sorriu novamente. Ela se despediu e saiu do local sentindo que finalmente poderia caminhar para o encontro com suas filhas.

Eram mais de oito da noite e as meninas estavam num fuzuê de roupas para um lado, sapatos para o outro, uma indecisa sobre a roupa, outra sem saber que sapato combinava com a calça, outra não sabia qual a cor do batom que usava e assim elas seguiam. Cora nem se atrevia a entrar naquele quarto sem o risco de sofrer um infarto. Detestava bagunça e com certeza um tsunami tinha passado lá dentro e deixado tudo pelos ares. Ela só escutava o barulho dos secadores e das conversas altas das meninas.

─ O que acharam dessa blusa? ─ perguntou Rose.

─ Eu gostei! ─ falou Belle e foi ate a amiga e terminou de arrumar o look dela ─ pronto! Agora ta melhor! ─ a loira falou.

─ Vai arrasar! ─ falou Ruby ─ meninas, cabelo solto ou preso?

─ Solto! ─ elas disseram em uníssono.

─ Faz assim ─ Regina foi ate ela e mexeu em seu cabelo o jogando para o lado ─ assim da mais um ar sensual, não que você não seja um pedaço de mau caminho! ─ ela riu.

─ Ei! ─ Emma protestou.

─ Ih ah lá! ─ disse Zelena ─ com ciúmes!

─ Relaxa amor! Prefiro as loiras! ─ Regina beijou Emma e foi terminar de se arrumar.

─ Pedaço de mau caminho ─ comentou Emma ─ ela é o caminho inteiro!

─ Por isso a vovozinha disse pra não seguir pela floresta! ─ disse Zelena ─, mas parece que tem gente que gosta do lobo mau! ─ ela encarou Belle que rolou os olhos.

─ Porque vocês adoram fazer menção a historia da chapeuzinho? ─ Ruby bufou.

─ A culpa não é nossa se você tem uma capa vermelha que você não usa e que a marca da sua mãe se chama Red Riding Hood! ─ disse Rose.

─ Alias sua mãe vai ficar triste em saber que aquela capa não é usada! ─ Emma riu ─ a gente sabe que você adorava ser a chapeuzinho quando você era pequena!

─ Falou certo! Adorava, isso já passou! ─ disse Ruby terminando a maquiagem.

─ Exatamente! ─ disse Regina ─ agora você prefere ser o lobo ─ as outras riram.

─ Zelena, você não vai se arrumar? ─ Rose perguntou sentando ao lado dela na cama. A ruiva estava de roupão e deitada observando todas se trocarem e se arrumarem.

─ Ah! Desculpa, eu não vou ─ todas olharam para ela ─ desculpa! Mas desceu pra mim hoje e eu to numa TPM fodida, quero só me enterrar numa caixa de chocolate e ficar vendo alguma coisa na Netflix ─ ela fez uma cara de sofrida. Se não fizesse publicidade e propaganda, poderia bem fazer cinema, porque arrasa no drama ─ parece que vou parir um bebe dinossauro!

─ Eu ein! Chega de papo de bebe! ─ disse Rose.

─ Bom já que você não vai, boa sorte ai com sua TPM! ─ disse Ruby a beijando ─ certeza que não quer que eu fique?

─ Não sapona, vai la e encha a cara por mim e pegue alguém que não seja uma Mills ─ Ruby rolou os olhos e seguiu as outras garotas.

Elas entraram no carro e Regina iria dirigir como sempre. Dessa vez elas seguiriam para o Pat O’Brien’s, um bar totalmente de jazz e super badalado na cidade. Ele ficava lotado aos finais de semana e as melhores bandas tocavam nele. Segundo as meninas, os melhores drinks elas tinham bebido ali e também havia muitas pessoas bonitas. A noite estava apenas para começar. No caminho, elas passaram em frente a um Centro de Convenções, onde sempre havia encontros de diversos tipos, inclusive acadêmicos. Naquela noite ele estava todo iluminado e muitos carros estavam estacionados na frente.

─ Nossa! ─ exclamou Belle ─ o que será que ta tendo na cidade?

─ Não faço a menor ideia! ─ disse Regina passando mais devagar para tentar ler o que dizia a faixa, mas não conseguiu ─ bom, depois a gente vê no jornal ou pergunta pra alguém no bar, sabe como é!

─ Verdade, alguém deve saber! ─ Belle falou e elas continuaram o caminho.

Zelena, assim que viu que elas estavam longe o suficiente e que havia passado um tempo bom para que nenhuma resolvesse voltar dizendo que esqueceu alguma coisa, levantou da cama, tirou o roupão revelando seu vestido e meia calça. Calçou seus sapatos e telefonou para o seu encontro. Ele confirmou e ela mandou a localização para ele. Ela pegou sua bolsa, alguns pertences e seu casaco. Ficou esperando na frente de sua casa. Não demorou muito e seu encontro parou o carro, um Hyundai Genesis sedan preto. Ela entrou e o cumprimentou.

─ Foi difícil encontrar? ─ ela perguntou.

Não tão difícil quanto esperar para te ver!


Notas Finais


E AGORAAAAAAA! EMMILY E DAVID, MARY E MULAN, RUBY E BELLE, ZELENA E QUEM?
AI MEU GENESIO SHAUHSUAHSUHAUSH BERRANDO E RINDO
ATE A PROXIMA!


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