História Douramente escarlate - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce, Mitologia Japonesa
Personagens Ambre, Castiel, Dimitry, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Ambre, Amor, Amor Doce, Castiel, Colegial, Drama, Hentai, Kentin, Kitsune, Luta, Lysandre, Magia, Mistério, Misticismo, Mitologia Japonesa, Nathaniel, Ningen, Revelaçao, Romance, Rosalya, Sacrifício, Shoujo, Suspense, Youkai
Exibições 11
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Faz meses que eu não atualizo esta fic e peço milhões de desculpas!!!!!!

Esta fic estava pronta, contudo ela passou por uma repostagem, pois eu precisava acertar os detalhes e reescrever tudo, já que os caps originais haviam se perdido quando consertava meu notebook e fiquei sem inspiração para escrever... Aí, veio os cursinhos para o Enem e praticamente se tornou inviável sua escrita... Agora que estou mais livre, posso me dedicar às fanfics e peço a compreensão de todos, pois ela é uma fic que estou fazendo SOZINHA, diferente das outras que eu tenho alguma parceira com quem compartilhar ideias.

Esclarecidas as questões, desejo uma boa leitura!!!!!

Capítulo 3 - Antigas lembranças


Fanfic / Fanfiction Douramente escarlate - Capítulo 3 - Antigas lembranças

O prédio que serviria de sede para seu clã estava à pouca distância dali e enquanto dirigia, via que diferentemente do que esperava, a cidade tinha movimento e vida, com prédios e comércios por toda a parte; finalmente, depois de dobrar a esquina de uma larga rua no centro da cidade, pôde ver o prédio de sua família - uma luxuosa edificação 100% ecológica e que era citado por famosos noticiários como um modelo de sustentabilidade. Seu pai e o conselho investiam em negócios que envolviam tecnologia e energia, tornando a corporação deles a líder nas questões de preocupação ambiental e um lucrativo negócio.

Nohara passou pelos portões e dirigiu até o estacionamento, parando na vaga que lhe fora destinada e logo sua irmã desceu; Scarleth estava contente com sua chegada tranquila e pegando seus pertences, correu para fora a fim de respirar o ar de Sweet Amoris  - que lhe parecia muito mais leve do que estava acostumada. Nohara travou a moto, pegou a mochila e caminhou até a irmã, indo as duas juntas para dentro do prédio. O saguão estava cheio de pessoas que entravam e saíam; vez por outra, algumas pessoas olhavam para as duas moças e muitos se espantavam com os olhos de Nohara, que já nem se importava com a opinião dos outros; vestia uma calça jeans, regata branca, jaqueta preta de couro e botas do mesmo estilo enquanto Scarleth vestia uma blusa floral, jeans e sapatilha.

Uma era romântica enquanto a outra era passional.

A mais velha era de espírito forte; já a caçula tinha doçura semelhante ao mel.

Apesar das diferenças gritantes, eram unidas nos ideais de proteger a família e valores importantes.

Elas caminham até a recepção na qual são atendidas pela recepcionista que sorridente, liga e as informa que seu pai estava em reunião com os acionistas; sabendo a importância da conversa que teria com seu genitor, Nohara manda a jovem dizer uma palavra-chave e espera a resposta - que não tarda a chegar. Neste momento, Scarleth recebe uma ligação e se afasta para atender enquanto ela relembrava o passado. Por mais que dissesse a si que não era sua culpa, uma vozinha de seu subconsciente sempre dizia: você se deixou levar pela aparência dele e se não fosse por seu pai ter agido depressa, estaria completamente ferrada; aquilo que aconteceu em Londres não era um incidente... quase poderia ter sido uma enorme catástrofe. Aquela fora sua primeira atitude inconsequente na vida e esperava ser a última. Meneando a cabeça, volta a focar no presente e a moça lhe diz que Muhammad desejava falar-lhe a sós. Ela deixa a irmã resolvendo seus assuntos e entra no elevador, indo diretamente para a sala de seu pai, pensando sem parar naquele episódio que ficara gravado em sua memória e a deixado ressabiada com os homens; iria ser uma tarde tensa, pois sabia o que todos de seu clã pensavam sobre... aquilo

A meia-youkai respira fundo e saindo do elevador, caminha para a porta; relutantemente ela abre e o encontra acompanhado de seu braço direito e o membro mais velho do conselho, mostrando que ia ser realmente um encontro demorado. Ela fecha a sala, reverencia o pai e se aproxima, sendo abraçada por ele e fica enrubescida com aquele gesto, pois ele era conhecido por ser extremamente protetor com elas e a grande custo a soltou para sentar-se. Nohara sorri e todos se sentam na mesa para começar a conversa.

- Filha, confesso que não esperava vê-la tão cedo aqui... o que aconteceu com você? - indagou o genitor.

- Comigo nada, mas... é que encontrei o... Alexander - falou ela com o cenho franzido  e viu a íris de seu pai mudar e a yuki(energia sinistra) estava ficando bastante perigosa, já que oscilava muito. Era assim toda vez que ele ouvia aquele nome. - Eu o vi hoje perto de um campo que faz fronteira com nossa propriedade e falou que ia... casar comigo e reivindicar o clã.

Furioso, Muhammad se levantou de sopetão e esmurrou a mesa de cedro com tanta força que a partiu em dois enormes pedaços; os homens se assustaram com sua atitude enquanto ela permanecia séria, o observando retomar o controle que ameaçava fugir. Após tomar várias respirações profundas, o youkai se acalma e volta a sentar, ignorando a mesa quebrada; precisava ter feito aquilo ou senão ia transformar-se e caçar o maldito - nem que tivesse que arrasar todo o novo território para conseguir.

- Hime-sama tem certeza disso? - perguntou o idoso. - Por que ele ainda a persegue?

- Jamais minha filha será esposa de um traidor amaldiçoado como aquele!!!! - bradou Muhammad com voz de trovão.

- Não sei ao certo mas acredito que queira me ter, já que Chichi-uê não aceita me entregar de bom grado e nem eu quero isso - afirmou ela com veemência. - Eu não sei como, mas ele descobriu nossa nova localização e aqui não é como no Japão em que as pessoas acreditam em nossa existência.

- Às vezes minha cara, a ignorância é uma benção - afirmou o outro. - Lembre que na época feudal fomos muito hostilizados e nossa honorável senhora quase foi morta por conta do seu pai ser quem era. Alexander e seu povo acredita que tantos os humanos como os youkais que se associam com ele e suas crias devem ser erradicados desta terra. Quase morreste em Londres.

- Como esquecer? Eu descobri que o ser que mais amava mentia para todos nós e quando falei que havia descoberto toda a verdade, ele tentou me matar e não conseguiu por que Tou-san interveio na hora. Contudo, depois daquele episódio, ele ainda tentou um contato comigo em Florença e lutamos quando discutimos: ele queria me convencer que suas atitudes eram visando um bem maior e que agora havia descoberto que me amava. Nunca!!! Não há como esquecer o tom de desprezo com que ele me dirigiu em Londres quando soube que sou uma meio-youkai e como me ameaçara tomar tudo aquilo que amava. - As lágrimas ameaçavam cair, mas ela se manteve firme, piscando-as de volta. - Creio que seja um acerto de contas pela derrota dele e... me quer como uma forma de segurança para seu poder, já que só os meio-youkais de nosso clã tem acesso ao poder igual à um puro e ele deseja saber como fazemos isso.

- Mais alguém sabe disso? Da visita deste maldito? - pergunta Muhammad.

- Pensei em contar a Scarleth, mas ela é impulsiva e não quis fazê-lo sem consultar - responde ela. - O senhor entende que devemos caçá-lo e matá-lo o quanto antes, antes que ele comece a fazer vítimas.

O idoso diz: - Nohara, tenho pensado bastante desde que começou a falar e acredito que seria melhor que casasse com um - 

- Nem termine sua frase conselheiro - interveio a moça com raiva. - Isso não é a saída para nosso conflito mas sim um estopim perigoso dela, além de não me sentir preparada para tal passo.

- Filha, precisa ter cuidado; Alexander não vai desistir de obtê-la só por sua natureza meia-youkai. Além de ser linda, o conhecimento que carrega é muito precioso e invejado pelos nossos inimigos - argumenta Muhammad. - Ainda acho a ideia de um casamento bastante vantajoso.

- Não pode estar falando a sério!!! - exclama ela incrédula. - Tou-san, eu sempre fiz tudo que quis mas isso eu não aceito...

Ela se levanta da cadeira e reverencia os homens, saindo dali a passos apressados. Ela sabia bem que um casamento fortaleceria os laços de seu povo com um outro grupo igualmente forte, mas Nohara tinha planos a concretizar antes disso; casamentos arranjados já estavam em desuso devido a era moderna e ela não faria isso. Já vira muitos relacionamentos assim ao longo da vida e a maioria não era assim tão feliz como seus pais. Sua felicidade era algo da qual se demonstrava puramente egoísta e não iria se prender a alguém por motivo nenhum. Não queria mais sofrer ou se apegar a alguém errado para se decepcionar. Ela chama o elevador e sente o braço sendo puxado; mantendo os olhos fechados, ela diz: - Não me peça isso Tou-san.

- Não pediria a você tamanha loucura por que eu mesmo não fiz isso e seria hipocrisia de minha parte... embora ache viável tal possibilidade, desde que seja com alguém da sua escolha - respondeu seu pai. - Contudo, peço que tenha cautela por que você é uma fêmea solteira e temo que aquele maldito tente algo e eu não possa alcançá-lo.

- Eu tenho treinado bastante neste tempo e não pretendo gostar de ninguém - falou com o punho fechado. - Não tenho bom "dedo" para escolher homens, então espero ser escolhida.

- Você é uma mulher formidável e sei que quem quer que a deseje, terá que falar comigo - diz ele que dá um beijo na testa dela. - Avise sua irmã do perigo enquanto organizo as patrulhas para cuidarmos do território e acautele-se quando usar seus poderes. Sua kaa-san deve estar ministrando as aulas de dança na escola e espero que a ajude.

- Não danço há muito tempo, não há motivo para isso - fala de forma séria.

Devido a longevidade da vida de youkai, Nohara havia aprendido inúmeras danças em suas viagens ao redor do mundo e as havia ensinado à mãe, que se tornou tão habilidosa quanto ela; contudo, ela própria fazia isso apenas em privado e quando se sentia triste, na esperança de amenizar a dor. A música confortava sua alma e a dança exibia uma maneira de lidar com o sofrimento que sentia. Ele via a expressão de dor na sua cria e Muhammad odiava vê-la daquele jeito. Tudo era culpa de Alexander e Muhammad havia jurado que um dia mataria o maldito. Preciso conversar com ela para dar um ponto final neste assunto, senão ela não conseguirá ir em frente, decide.

Os dois homens com quem falara antes saíram da sala e compreendendo o senhor deles, saem e descem no elevador que havia sido chamado, pois seu pai ainda queria falar com ela. Nohara olha para o genitor e suspira derrotada, o seguindo para uma antesala paralela à de reuniões. Seu pai lhe serve um chá de sakura e sorrindo, a elogia por sua franqueza e força - qualidades que sempre havia admirado em Amaterasu. 

- Ainda se culpa não é?

- Como não se culpar? - respondeu ela com a voz embargada e olhando para o chá. - Acreditava que ele me amava, que podíamos ter um futuro! Mas não... deixei-me levar por um sentimentalismo tolo e quase... quase... Pelos deuses! Eu nem quero pensar no que poderia acontecido.

- A desonra é toda dele... você era uma filhote quando aconteceu e era sua primeira viagem... confesso que tenho me preocupado bastante em como esse relacionamento tinha lhe afetado e acho que a culpa é minha por te superproteger - falou Muhammad. - Ele pagará pela afronta e pensando bem, deixarei às suas mãos a responsabilidade pela execução. Nunca mais ele colocará um dedo em você.

- Se fizer isso, será um youkai morto - ameaça ela.

O silêncio que se segue era reconfortante. Para um evento que ocorrera há tanto tempo, parecia que havia acontecido ontem: seu país passava por profundas transformações em sua sociedade e era a primeira vez que Nohara viajava para o exterior e havia escolhido visitar Londres - na época, um centro de desenvolvimento e intelectualidade bastante avançado - e estudava tudo que podia sobre a arte de luta e maquinário, sendo uma aluna brilhante de Harvard. Lá, ela conheceu Alexander Storm VanCambris - membro da renomada família youkai VanCambris, guardiã da família real - e com o convívio, descobriu que sua família era refugiada naquelas terras por conta da perseguição japonesa à sua raça; ela simpatizava com ele e suas palavras afáveis a encantavam a tal ponto que se apaixonou por ele, por ser tudo o que uma mulher podia sonhar e ambos planejavam fugir para se casar, contudo, tudo deu errado.

O plano deu errado.

A verdade foi revelada e uma mentira desmascarada.

O castelo em que havia construído seus sonhos era de areia e haviam despencado de forma horrível.

Conspiração...

Um segredo valioso para qualquer youkai...

Um sequestro que levou a um sangrento conflito que transformou uma pacata tarde de verão londrina num espetáculo de horror.

Gritos... Maldições proferidas... corpos mutilados e um rio caudaloso de sangue.

Amarras e humilhações que nunca foram esquecidas.

E uma sede de vingança que não fora consumada.

Ao término daquele dia, a sociedade londrina beirava ao caos enquanto duas enormes criaturas degladiavam-se a olhos vistos e em meio à destruição causada, havia-se descoberto cruéis abusos praticados pela outrora família protetora da realeza que ostratava como animais bem educados e sua queda foi decretada; traição.. uma caçada fora organizada pelo governo, tendo vários dos membros deste clã caçados pela Coroa Britânica e Nohara jamais esquecera uma valiosa lição: jamais confie em seu coração, pois quando sentimentos dominam a razão os sinais de erro passam despercebidos. Se seu pai não tivesse agido com a cautela tão característica de sua raça, ela seria uma órfã que havia levado à família ao extermínio, pois haviam orquestrado coisas horrorosas para destruí-los

- Tome cuidado na escola; quero que fique responsável pela proteção do lugar com sua irmã e nada deve acontecer aos humanos que vivem lá - instruía seu genitor. - Ainda hoje, recomeçaremos os treinamentos e colocarei gente minha para ficar de olho por aí em qualquer estranho que vinher.

- Alexander é ardiloso como uma serpente. Não será fácil pegá-lo - argumenta ela.

- Invadir um território com todo o nosso clã reunido é suicídio... somos mais numerosos e trabalhamos unidos - replica ele.

- Ainda insisto que devemos matá-lo para evitar complicações - afirma ela.

- Tudo a seu tempo minha filhota. Temos que encurralá-lo para dar o golpe certo - raciocina ele e ela odiava ver a razão ali exposta. - Tenho rastreado-o há anos mas sempre tem fugido aquele covarde.

- Pai, e se... eu me casasse para manter o clã seguro? - indaga ela mordendo o lábio em indecisão.

- Ele não vai se deter por isso e sabe do que digo, já que o conhece bem. Façamos como eu disse e esperemos ele dar o próximo passo; vá descansar filha e pare de se culpar... ele e só ele é o único culpado - fala seu pai se pondo de pé.

Mais tranquila, ela se despede dele e desce, recebendo o recado de que Scarleth fora a um chá de senhoras e iria demorar. Vou para casa treinar é o melhor que faço, decide ela que caminha para o estacionamento que estava um pouco deserto. A kitsune anda até sua vaga e num átimo de segundo, chuta um alvo que aparece à sua direita, fazendo-o cair com violência; furiosa, ela distende as garras e avança, mas ele desvia e rosna para ela. Tomando posição de luta, os dois se enroscam no chão e vários golpes são trocados - nenhum com dano para ela; vendo que não ia conseguir vencer, saca uma faca e avança, cortando-a na cintura e ela o soqueia na garganta, lançando-o longe e via seu corpo se debater devido à falta de ar. Nohara se levanta e seus olhos cintilavam de ódio, as mãos estavam sujas com seu sangue e nódulos se formavam nos dedos. Ela o queria ver morrer lentamente.

- Avise a Alexander ou quem quer que seja daquela família imunda que eu vou trucidá-los e desmembrá-los com muita crueldade. - O homem se debatia horrorizado e levantando-o do chão com facilidade, ela rosnava de forma mortal e olhando-o diz: - Como disse? Eu não consigo ouvi-lo... não faz mal, não deve ser importante mesmo - e rapidamente quebrou seu pescoço, arremessando-o para longe de si e vai para seu veículo. Contudo, a jovem começa a cambalear e ver tudo turvo, caindo de joelhos no chão; que merda é essa que está me acontecendo? pensava. Ela sentia-se estranhamente fraca e reparou que o corte ainda sangrava em profusão. Seu corpo doía e despencou no chão frio do estacionamento. Por que não se curava?

 

 

 

 

 

 

Será que vou morrer? pensava em meio à neblina daquela agonia. Nunca sentira tanta dor.

 

 

 

 

 

 

 

- Nohara?! Noharaaaaaa!!!!!! - berrou uma voz masculina. - Meu Deus, você está sangrando!!!

 

 

 

 

 

 

 

Alguém a chamava, mas não tinha forças para falar. Mal tivera tempo de ver o rosto de seu salvador, pois a força da escuridão era maior: a tomou em suas garras e ela subitamente desmaiou, deixando um rapaz apavorado.

 

 

 

- Nohara, acorda!!!! ACORDAAAAAAAAAA!!!!!!

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Atualizarei ela 1x ao mês e agora que está bem encaminhada, poderei ir em frente sem temer, ok?

Bjos e até a próxima!!!!


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