História Doutor Bieber - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 3.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeey gente. Só vim postar porque encheram meu saco KKKKKKK
Espero que gostem ♡

Capítulo 7 - Oscilações


Fanfic / Fanfiction Doutor Bieber - Capítulo 7 - Oscilações

Poin't Of View — Justin Bieber.

Sentia meu coração bombear forte no meu peito e minhas mãos começarem a soar, fitando o escuro do elevador só em pensar que eu ficaria preso aqui por um bom tempo.

Não, isso não deve ter acontecido!

— Mas que merda aconteceu? — Amber pergunta apavorada e eu vou até o painel a fim de falar com a Lexi, para questionar o motivo do elevador parar.

— Lexi, o elevador parou. Qual foi o motivo? — perguntei, escutando alguns ruídos que saía do painel.

— Me desculpe senhor Bieber, houve uma queda de energia da clínica e já estão consertando. Logo logo o elevador irá voltar a funcionar!

Solto um suspiro cansado e levo minhas mãos até os meus cabelos passando no local, totalmente frustrado. Caralho, bendita hora que isso aconteceu.

— Isso só pode ser pegadinha.— levantei a cabeça com a voz de Amber e a mesma estava com suas mãos posadas nas laterais da sua cabeça — Você tem noção do quanto é tortura ficar em um lugar preso com você? — ela virou seu rosto para me encarar e eu soltei uma risada, balançando a cabeça em negação.

— Eu sei, é tortura de tanto que a sua calcinha fica encharcada. — soltei uma piscadela, esticando meus lábios em um sorriso safado.

A loira ergue a sobrancelha e começa a rir, fazendo deboche da minha cara agora cruzando os braços e se virando por completa até ficar de frente à mim.

— Você é idiota assim ou fez curso?

— Não sei — dei de ombros — Quer vim descobrir?

— Não, obrigada. — sorriu falsa e eu revirei os olhos em completo tédio e encostei minhas costas no metal, soltando um alto suspiro já sentindo um calor infernal.

O pior não é nem ficar preso aqui e sim, as consequências que pode arrecadar. Pois essa merda pode cair no poço ou então vai demorar a ser concertado a ponto de eu desmaiar.

Mas que merda!

Os minutos se passavam de forma lenta e torturante e nesse meio tempo ainda não troquei nenhuma palavra com a Amber. Ela ainda estava irritada comigo e provavelmente poderia me matar aqui mesmo.

Então não, estou bem calado.

Um barulho ensurdecedor e um balanço do elevador, fez com que meu corpo fosse impulsionado para a frente e sentisse o impacto da queda com o chão, sentindo meus joelhos doerem de forma absurda por amortecer a queda e logo em seguida sinto o corpo de Amber ser arremessado em cima de mim, fazendo minhas costas se chocarem no chão.

— Porra. — murmurei fazendo uma careta sentindo um pouco de dor com o seu corpo por cima do meu, escutando ela também resmungar soltando um suspiro. — Caralho, Amber!

— Desculpa — murmurou com dificuldade se remexendo em cima de mim e quando levantou seu rosto, seus olhos se encontraram com os meus.

Por incrível que pareça não consegui desviar o olhar, é como se eu tivesse hipnotizado naqueles olhos azuis que traziam paz e foi inevitável não admirar cada traço do seu rosto, agora percebendo o quanto sua beleza era instigante.

Depois de ficarmos nos entreolhando como dois idiotas, ela mordeu o lábio meio sem jeito e desviou o olhar saindo de cima de mim com dificuldade. Suspirei e me levantei, sentindo minhas costas doerem como se eu tivesse levado chicotadas.

— O que foi isso?

— Eu não sei — levantei meu rosto olhando o teto do elevador com dificuldade pelo escuro.

— A gente vai cair?

— Acho que não.

— Você acha? — ela aumenta o tom de voz e eu a olho, vendo o medo e o desespero na sua expressão.

— Todo elevador tem um sistema de segurança. Quando os cabos se rompem, o sistema de segurança é acionado — passo a língua pelo lábio umedecendo o mesmo — Como se fosse um freio de mão de um elevador, entendeu?

Ela se afasta e põe as mãos na cintura, olhando para os lados soltando um suspiro.

— Ok. Caso esse freio de mão não funcionar?

— A gente cai no poço.

— A gente caí no poço?! — ela arregala os olhos e começa se mexer de forma inquieta. — Nós vamos ficar aqui parados esperando isso acontecer? Mas não vou mesmo!

Ela nega com a cabeça de forma frenética e percorre seu olhar para o teto, com sua feição de pensativa.

— Não, nem pense nisso! — digo rapidamente trazendo sua atenção para mim.

— Não pensar nisso? Eu é que não vou ficar aqui, sendo uma amostra grátis de carne assada e esperar cair no poço da clínica! — trinca os dentes e eu passo as mãos pelo rosto tentando arranjar paciência.

— Tu tá alucinado com esse calor, porra? — perguntei quando tirei minhas mãos do rosto e a fitei como se ela fosse doida.

— Pensa bem seu imbecil. — bate o pé no chão irritada — A gente pode escalar pelos cabos.

— Não, muito obrigado gata. Se esse elevador voltar a funcionar, não estou a fim de virar patê!

— Nós vamos morrer de calor aqui, Justin! — falou afobada se abanando com as mãos e eu concordo começando a tirar o jaleco.

— Uma hora a gente sai.

— O que está fazendo? — sua pergunta me fez rir, vendo por canto de olho ela me analisar tirando minha camisa e jogando no chão.

— Aqui está uma sauna, não vou ficar de camisa e jaleco né? — seus olhos estavam presos no meu peitoral soado como se estivesse hipnotizada e quando solto um riso, ela desperta do transe e desvia o olhar envergonhada — Você deveria tirar essa blusa. Tá calor para caralho!

No mesmo segundo ela me olhou e soltou um riso debochado.

— Para você se aproveitar de mim? Não, to bem.

— Não preciso me aproveitar de você, linda.

— Você é ridículo — revira os olhos — Já não basta ter que ficar presa nesse cubículo, ainda tenho que ficar com você. Bem que podia ser a Crystal, aí vocês transavam até o elevador voltar a funcionar.

Fecho os olhos com força tentando arranjar paciência para não me explodir com ela, mas estava difícil quando ela só sabia apertar a maldita tecla novamente.

— Até quando vai ficar com esse papo chato?

— Talvez quando eu não olhar mais para você.

Touché.

— Aí, brava assim só na cama gostosa — ri nasalado.

— Você é um imbecil, sabia? — me olhou em desdém e eu dei de ombros — Eu não quero nem pensar em ter que ficar aqui um tempo com você, que inclusive foi culpa sua de ficarmos presos aqui!

— Como é que é? — quase gritei me desencostando da parede metálica — Eu por acaso mandei o elevador parar, caralho?

Ela fechou a cara e se aproximou de mim, com seus olhos esbanjando fúria.

— Talvez se você não tivesse me puxado, nós não estaríamos presos nessa caixa de fósforo. — gritou com seu dedo erguido na minha direção e eu cerrei meus punhos me controlando para não dá uns tapas nesse rosto bonito.

— Não aponte para mim, porra!

— Tem razão. — sorriu e no mesmo segundo senti a ardência na minha bochecha quando meu rosto foi para o lado. Ela me deu um tapa.

Levei minha mão até o local e virei meu rosto lentamente, a fuzilando com os olhos. Sua expressão continha um misto de raiva e angústia. Dava para notar que essa garota estava se controlando para não descontar toda as suas frustações em mim.

— Ficou doida, Amber? — me controlei para não gritar, mas estava difícil. Essa garota me tirava dos eixos.

— Doida? — repetiu com a testa franzida e soltou um riso fraco — Eu tenho uma mãe vadia que não tem os miolos no seu devido lugar, transou com o meu ginecologista que por acaso estavámos ficando e o que mais? Ah claro, você não se importa. — sorriu fraco — Então se isso for doida, tudo bem — ergueu os braços — Me leva para um psiquiatra daqui.

Cerrei meus punhos e senti meu corpo inteiro ferver de raiva. Que garota difícil do caralho.

— Dá para você parar com esse drama, caralho? — gritei dando um soco ao meu lado na parede metálica e ela sobressaltou de susto, mas logo ajeitou sua postura.

— Drama? — me fitou incrédula — Você comeu a minha mãe. Eu deveria quebrar a sua cara, cachorro!

— Foda-se. — cuspi as palavras na sua direção com uma raiva extrema — Eu posso comer a Crystal, na hora que eu quiser e quando eu quiser. Porque eu sei que sua querida mãe vai abrir as pernas novamente e não vai ligar para você!

Por um momento ela relaxou seus membros inferiores e sua feição mudou, processando minhas palavras e eu me senti arrependido por uma fração de segundos. Amber permaneceu calada aumentando minha frustação e quando eu ia me pronunciar para pedir desculpas, foi tudo tão rápido que eu só consegui sentir as minhas costas embaterem com o metal atrás de mim e uma sequências de tapas e murros no meu peito e braço serem desferidos, chegando a realmente doer.

— Eu te odeio, te odeio muito! — ela gritava em meio aos tapas, exalando ira pelos olhos — Seu desgraçado!

— Para caralho! — gritei querendo agarrar seus pulsos, mas ela não parava. Me machucava de forma frenética e depois pude ver claramente seus olhos brilharem e seus lábios formarem uma linha reta.

Não acredito!

Eu realmente não podia acreditar no que eu estava vendo. Ela estava a ponto de chorar na minha frente e eu me senti um verdadeiro filho da puta, um idiota, um pau no cu. Tanto que eu deixei ela me bater até cansar, descontando toda a sua raiva em mim. Quando a mesma parava com seus movimentos, a loira desabou em lágrimas enquanto seu peito subia e descia freneticamente.

Suas mãos pararam no meu peito e sua cabeça se abaixou, chorando à ponto de me fazer sentir culpado. Porra, eu odeio ver menina chorando na minha frente.

Então a puxei e a abracei fazendo sua cabeça enterrar-se no meu peito. Fechei os olhos com força querendo me bater por ter falado aquilo. Caralho.

— Desculpa. — sussurrei — Eu não queria falar aquilo. Sério, foi mal!

Ela ainda continuava chorando molhando o meu peito nu com suas lágrimas e eu posei meu queixo na sua cabeça, a apertando entre meus braços mesmo com ela se debatendo, querendo se afastar.

— Eu odeio a Crystal, Justin — ela falou com a voz ofegante e falhada — Eu odeio vocês dois. Me solta!

Respirei fundo não sabendo o que falar, afinal eu não sei o terço do que ela já passou por causa da Crystal. E também a minha mãe sempre foi gentil, preocupada, deixou de comer para me dá comida, guerreira e todas as qualidades. Mas lá no fundo eu sabia que a Crystal se importava com a Amber, só teria que quebrar muito a cara até ser uma "mãe" digna.

Desde então o silêncio se prevaleceu e só agora percebo que o calor se alastrava por cada centímetro do meu corpo a cada segundo que se passava.

Eu me sentia uma salsicha sendo assada, em breve torrada. Se isso for uma amostra grátis do inferno, eu tenho que rapidamente ir na igreja e confessar todos os meus pecados para ver se eu sou salvo, porque isso aqui era praticamente um forno e eu estava sendo queimado.

Ela se separou de mim e me deu às costas sem nem me olhar, se sentando toda encolhida no canto do elevador. Resolvi não falar nada, pois sei que eu fiz foi piorar tudo.

Mandou bem seu burro!

Quando menos percebi, havia se passado quinze minutos e meu corpo já dava tremores e o suor era presente nas minhas mãos, testa e peitoral aumentando o meu desespero e minha dor de cabeça.

— Acho que eu estou vendo uma luz branca — escutei a loira murmurar depois de um tempo em silêncio e eu ri fraco, sentindo minha boca seca.

— Olha o drama...

— Vai se foder, eu acho que vou desmaiar! — abro os olhos vendo seu peito ofegante e sua cabeça entre os joelhos.

Respiro fundo indo até ela, me sentando ao seu lado e apoio meus cotovelos nos joelhos, a encarando com atenção.

— Não pense no pior. Não vamos ficar trancados aqui o resto do dia!

— Eu sei, mas não quero morrer até lá — choramingou se encolhendo mais ainda no canto.

Merda. Esses homens querem quanto para concertarem esse caralho logo? Até a minha irmã consegue arrumar isso mais rápido dançando, do que esses patetas.

Definitivamente eu preciso sair daqui antes que eu sofra um desmaio aqui dentro juntamente com a Amber.

E por falar nela, escuto a loira ao meu lado começar a aspirar o ar como se tivesse em busca de oxigênio e viro meu rosto, notando seu rosto avermelhado e sua boca pálida.

— Amber pelo amor de Deus, não inventa de desmaiar! — praticamente implorei me virando e tirando uma mecha do seu cabelo, em frente ao seu rosto. Mas é como se ela tivesse em outro mundo e não aqui — Me escutou?

Ela continuava sem falar nada, me ignorando totalmente ou nem mesmo me escutando. Cemicerrei meus olhos notando seu corpo dá umas leves tremidas e seu peito ir para cima e para baixo, enquanto seus dedos flexionavam suas pernas.

Pronto, era só o que faltava!

— Justin... — Amber sussurrou com a voz falhada e se levanta com dificuldade, se mexendo inquieta como se tivesse em pânico. Puta merda, ela estava tendo um ataque de pânico. Caralho! — Eu tenho que sair daqui agora, eu não posso ficar aqui nem mais um minuto!

Me levantei imediatamente já pensando em mil formas como fazer ela se distrair e não em pensar em nada que envolva essa porra de elevador. Porém, nada vinha na cabeça... Qual é, sou ginecologista né.

— ME TIREM DAQUI, AGORA! — A loira começou começou a gritar enquanto batia desesperadamente nas portas de metal — POR FAVOR!

— Amber. — comecei a me aproximar da mesma e segurei seu braço, a fazendo me encarar. Franzi a testa vendo seu rosto completamente pálido em meio ao suor — Você tem ataque de pânico?

— Eu tenho claustrofobia — soltou uma lufada de ar e quando seu corpo deu uma tombada para o lado, a segurei antes que ela caísse no chão.

Puta que pariu!

— Ei, não desmaia. Por favor! — segurei seu rosto fazendo-a me olhar nos olhos, mas não estava dando muito certo pois seus olhos estavam se fechando — Caralho, fica acordada.

Dei leves batidas na sua bochecha tentando fazer o possível para ela ficar consciente, mas não conseguia de forma alguma notando seu corpo enfraquecer aos poucos.

Droga!

Não pude processar mais nada, pois no minuto seguinte meus lábios atacaram o seus com urgência. E quando achei que não ia ser correspondido, fiquei surpreso quando seus lábios se entreabiram dando acesso à minha língua adentrar na sua boca. Sinto suas mãos em volta do meu pescoço trazendo meu corpo para mais perto do seu e eu apertei sua cintura colando totalmente nossos corpos, não querendo que ela se afaste e que esse contato se quebre.

O que eu mais estranhava é que aquele beijo não era um beijo repleto de desejo e brutalidade, e sim um beijo normal, de afeto talvez. Porra. Não, isso não!

— Amber... — sussurrei descolando nossos lábios, com nós dois puxando o ar para nossos pulmões e não perdi tempo em beija-lá novamente.

Subo minhas mãos fazendo uma leve massagem nas suas costas enquanto desfrutava minha língua na sua boca, sentindo ela puxar meus cabelos. Tomo atitude e empurro seu corpo até suas costas baterem na parede, colando nossos corpos, nos agarrando como se a vida dependesse daquilo.

Quando o ar se esvaiu dos nossos pulmões, me separei partindo o beijo e dei uma leve mordida no seu lábio inferior. Abrimos os olhos, ofegantes e me deparei com seus olhos me olhando profundamente como se soubesse todos os meus segredos apenas com isso. Sorri fraco dando um beijo na sua bochecha e descendo até chegar no seu pescoço, por fim enterro minha cabeca na curvatura do mesmo e respiro fundo, a abraçando.

Ela estava imóvel, provavelmente não esperando essa ação vinda de mim e eu não a culpo. Sempre sou um idiota e só penso em uma única coisa: sexo. Mas qual é, ainda sou um cara legal e sei ser carinhoso quando quero. Ela estava praticamente desmaiando e eu apenas a beijei antes que isso acontecesse. E agora minha cabeça girava em 360 graus com meus pensamentos aleatórios me deixando confuso e não permitindo que eu raciocinasse direito depois desse beijo.

Depois de algum tempo, sua ficha parece cair e retribui o abraço ainda meio hesitante soltando um suspiro. Um barulho do elevador se fez presente e logo em seguida, as luzes voltaram a se acender.

Me separei do seu corpo e pude ver as portas se abrirem revelando várias pessoas na frente do elevador. Umas nos olhavam em choque, outras só me olhavam e outras só estavam ali por curiosidade.

— Está tudo bem, senhor Bieber? — Lexi, a secretária questionou dividindo seu olhar entre mim e Amber com seu olhar de desdém para a loira ao meu lado.

— Está Lexi — suspirei — Cancele todas as minhas consultas de hoje!

Ela assentiu ainda meio confusa com tudo e eu me inclinei pegando minha camisa, jaleco e a ficha de um paciente sentindo minha cabeça dá reviravoltas, querendo apenas tomar um banho gelado e descansar.

— Meu Deus, Amber! — uma morena passou ao meu lado e abraçou a loira com extrema força.

Saí do elevador, pedindo licença para passar em meio daquela gente fofoqueira e vi Chaz vim na minha direção afoito.

— Ei dude, tá tudo bem? — ele posou sua mão no meu ombro e eu concordei, desviando meu olhar para a Amber por breves segundos vendo ela ainda meio pálida.

— Estou Chaz, mas eu preciso que você me faça um favor — ele franziu a testa com um misto de confusão e curiosidade, logo assentindo — Leve a Amber até a sua sala. Ela teve uma crise de pânico dentro do elevador, quase desmaiou e ficou toda se tremendo!

— Ok Justin. Eu vou levá-la — me interrompeu soltando um riso com meu jeito atrapalhado — Não se preocupe com a sua namoradinha. Está comigo, está com Deus! — disse todo convencido e eu ri me afastando e dando um leve soco no seu braço.

— Valeu, veado. — agradeci — E só para deixar claro, ela não é minha namorada!

— Claro — ironizou e antes de eu retrucar, o filho da puta me deu às costas e foi até Amber.

Passo as mãos pelo cabelo sentindo-o molhado e penso bem se eu vou para minha sala para pegar algo, mas pensando bem é melhor não. Só quero ir para casa e esquecer toda essa tortura psicológica que eu passei naquele cubículo.

Olho pela última vez em direção ao elevador e vejo Amber sair acompanhada de Chaz e a garota morena, distraída em algo. Seus olhos param para focar em mim e eu não fiz nada, não andei e não desviei o olhar. Apenas fiquei ali me certificando se ela não precisava de mais nada e quando ela sorriu fraco, uma sensação estranha percorre em mim que não consigui decifrar, só consegui acenar antes de começar a caminhar em direção à saída.

Foda-se que eu tinha clientes para atender, eu não estava mais com cabeça para porra nenhuma.

Minhas pernas travam e eu solto um alto suspiro quando vejo a loira entrar na clínica com sua feição de desespero. Ela me nota ali e vem na minha direção. Deus, me dê paciência!

— Cadê a minha filha? — perguntou antes de descer seu olhar até a minha mão vendo o jaleco e a camisa, logo franzindo a testa — Espera, foi você que estava com ela no elevador?

— Quem te chamou aqui? — perguntei rude, a ignorando.

Sua feição de surpresa tomou conta do seu rosto e eu ergui a sobrancelha, querendo saber como ela ficou sabendo do ocorrido.

— A amiga dela. — disse rolando os olhos em meio à aquela gente em frente ao elevador e depois me olhou — Então, cadê a Amber?

— Ela teve uma crise de pânico e vai ser levada até a sala de um amigo meu que é médico!

— Meu Deus — ela arregalou os olhos e quando ia dá um passo, segurei seu braço a fazendo me encarar.

— Se eu fosse você, não iria. — ela me olhou incrédula — A Amber realmente não quer te ver nem pintada de ouro!

— Foda-se se ela quer ou não. — disse puxando seu braço de volta — Eu sou a mãe dela e quero ver como ela está.

Revirei os olhos e murmurei um "dane-se" prestes a ir embora, se não fosse por ela me chamar.

— Posso falar com você depois? — a loira abriu um sorriso e eu soltei um riso, não acreditando.

— Tenho mais o que fazer. — respondi, dando uma piscadela e passei por ela nem me dando o trabalho de ver sua cara de tacho.

Esse final de semana eu apenas quero me divertir e esquecer essas duas que fazem questão de fazer minha cabeça doer.

E farei isso em maior estilo. 


Notas Finais


Não tenho nada a comentar, só sei sentir.
Surtei muito com esse cap, pois mostrou o lado fofo dos dois, além da putaria e porra... JUSTIN BEIJOU A AMBER AAAAAAAAHHHHHHHH
ME AMARROTA PQ EU TO PASSADA!!
E A CRYSTAL LEVOU UMA PATADA KKKKKKKKKKKKKKK CHUPA

Enfim, espero que tenham gostado. O próximo vai ser tão bom quanto!

Leiam essas duas fanfics que eu comecei essa semana:
Flames: https://spiritfanfics.com/historia/flames-9871677
Summer Wish: https://spiritfanfics.com/historia/summer-wish-9888209
ATÉ O PRÓXIMO, FUUUI ❤


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