História Drácula (Ziall Au! Adaptação) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Larry, Niall Horan, One Direction, The Originals, Tvd, Zayn Malik, Ziall
Exibições 289
Palavras 1.455
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então, voltei com a adaptação.

Espero que estejam gostando dela, assim como eu gostei.

Como perceberam, os capítulos na fanfic original eram imensos, tanto que apenas hoje, após cinco capítulos, terminou o primeiro.

A partir do próximo capítulo, vou deixá-los maiores, com mais ou menos 3k.

Tudo bem pra vocês?

Espero que sim.

Enjoy it!

Capítulo 5 - Drácula Begins V



Niall estava apavorado, desde a noite que encontrou o vampiro não dormia direito, devido aos pesadelos com aqueles olhos assustadores e seus dentes afiados o mordendo até levar a sua morte.

Além dos pesadelos, sua mão estava estranha, havia um corte na palma esquerda, não sabia onde tinha machucado, mas por mais que passasse unguentos e ervas, não sarava, a ferida queimava o tempo inteiro, como se tivesse acabado de cortar.

Não saia mais da igreja durante a noite, antes mesmo de escurecer, trancava tudo e se escondia num canto da igreja, próximo a um crucifixo gigante no canto da parede.

O vampiro não poderia entrar lá, esse era seu único conforto, e com esse pensamento, adormecia todas as noites.

Niall acordou assustado no meio da noite com um barulho vindo do telhado, sentou e tentou enxergar algo, mas estava tudo escuro, as únicas luzes vinham das velas distribuídas pela igreja e principalmente do altar.

- Foi o vento Niall, e são apenas sombras causadas pelas velas._ sussurrou tentando se controlar, mas tremia por dentro, apavorado, pois a sombra circulava pelo teto da igreja. Os pêlos de seu corpo se ouriçaram e seus dentes batiam um no outro.

Se arrependeu de ter ficado desse lado, que dava apenas para o confessionário, pelo menos o outro, daria para correr pro seu quarto.

E pegando o crucifixo de madeira e a água benta, saiu de onde estava, iria arriscar chegar até o quarto, passou pelo caminho mais claro, em frente ao altar.

- Já está fugindo?_ Niall ouviu a voz no fim do corredor dos bancos, na porta de entrada da igreja, que permanecia trancada.

Niall deveria correr, mas a coragem ou a tolice o dominou e ele parou levantando seus amuletos. O padre ouviu uma risada estrondosa, como se estivesse se afastando, subindo e tudo ficou em silêncio novamente, o único barulho que ouvia era seu coração descontrolado.

E enfim o vampiro apareceu como mágica, no meio do corredor, e veio andando lentamente em sua direção, sem seus passos fazerem um barulho sequer.

- Você é só um humano fraco, mas então como...?_ falou mais para si, notou o machucado em sua mão e sentiu o próprio ferimento doer.

- Como entrou aqui? Como pôde? Essa é a casa de Deus.

- Você visitou a minha, por que não posso visitar a sua?

Ele sorriu e num instante estava próximo a ele outra vez.

- Vade retro Satanás, volte pra ao inferno que é o seu lugar!_ gritou e jogou a água benta no vampiro, que apenas fez uma careta de desagrado, Niall cambaleou para trás, assustado demais por não ter tido o efeito que esperava.

- O que estava esperando? Que eu queimasse e evaporasse?_ falou dando um sorriso irônico._ Só fez molhar minha capa preferida, idiota.

Niall estendeu a cruz que estava em sua mão machucada, ele fez uma careta de dor, mas ainda assim a manteve firme.

O vampiro se limitou a sorrir e jogou a cruz fora, Niall recolheu o braço, sentido ainda mais dor quando a cruz passou por sua ferida.

- Você...? O que exatamente é?

- Tenho muitos nomes, mas pode me chamar de morte.

Niall perdeu as forças das pernas, mas Zayn o amparou, faminto.

- Você realmente achou que sua presença aqui nos assustou?

- Nós? Tem mais de você?

- Um humano com tanta autoconfiança, quem você pensa que é?

- E-eu não sou assim. Foi apenas o que o povo dizia._ falou tentando sair dos braços dele, que o apertava sem precisar fazer força.

- E você acreditou? Seu tolo. Devia te deixar iludido por mais um tempo, mas eu não gosto de você.

"Me fez ser fraco, mas isso nunca mais vai acontecer."

- E vou mostrar pra todo mundo que devem continuar me temendo. Depois de dois meses, a primeira morte será a do padre e dentro da igreja. O povo vai enlouquecer._ falou sorrindo soltando o ar gelado no rosto do Niall.

-Seu monstro!_ gritou se debatendo com raiva._ Por que faz isso com pessoas inocentes? Cão maldito.

- Eu não sou um cão padre, sou um vampiro, um lorde, um senhor, que você pode chamar respeitosamente de Drácula, Conde Drácula.

Drácula rasgou sua batina, que caiu aos pés do clérigo, envergonhado demais para sequer erguer o olhar, só sentiu seu corpo sendo erguido como se fosse tão leve quanto uma pena, e instantes depois sentiu os dentes afiados em seu pescoço e a vida sendo sugada por sua boca.

Quando o vampiro olhou aquele corpo branco apenas com a roupa de baixo cobrindo suas vergonhas, lhe pareceu tão familiar, e começou a se sentir febril outra vez, mas a fome e a raiva por um fraco humano o perturbar tanto foi maior, o pegou no colo e o mordeu.

Sentiu seu sangue doce e as batidas aceleradas do coração do padre junto com a sua, o coração dele lutava pela vida, tentado tudo para continuar a bater rápido, mas pouco a pouco foi perdendo força, os braços de Niall estavam em volta de seu pescoço, já sem o apertar, apenas repousavam ali já quase sem vida.

Então o vampiro sentiu o cheiro de sangue e algo molhado em suas costas, a mão do padre estava sangrando, e muito.

Deu um passo para trás e viu que aos seus pés havia uma poça de sangue, quando olhou a palma de sua mão, estava no mesmo estado que a dele.

E febril outra vez, jogou o corpo do padre no chão, tonto, querendo fugir dali, caminhou como um humano até a entrada e tocou a maçaneta, abriu a porta e deixou o vento frio acertar seu rosto, e então ouviu as batidas fracas do coração dele enchendo seus ouvidos, o perturbando, o confundindo, se preparou para correr dali com sua velocidade de vampiro, contudo, o que fez foi voltar para o centro da igreja, morder o próprio pulso e colocar na boca dele, o forçando a tomar de seu sangue, apesar de não abrir os olhos, o padre o sugava com avidez, enquanto seu coração lutava para sobreviver, começando a bater normal outra vez.

O vampiro tirou o pulso devagar e sua boca, o pegou no colo e o carregou até o quarto.

Colocou o padre na cama e ficou, sem saber por que, o vendo dormir.

"Tão familiar... Por quê? E o curei, por quê?"

A mão do Niall estava com a ferida aberta e a sua também, a segurou, analisando.

- Eu morri... E parece que não fui um bom menino, já que não fui para o céu._ Niall disse assim que abriu os olhos e viu o vampiro sentado na beira da sua pequena cama. Estava calmo ou fraco demais para reagir._ Quando morremos e não vamos para o paraíso, viramos demônio na terra?

- Você não morreu._ se pegou sorrindo dele.

- Mas sou como você agora?_ perguntou agitado.

- Não.

Niall assentiu o olhou para sua mão, que estava entre as do vampiro, mas não disse nada.

- Como machucou sua mão?_ Zayn perguntou ainda a segurando e a olhando.

- Não foi você?

- Eu?

- Sim, afinal isso apareceu no dia seguinte ao nosso encontro na entrada da igreja, não quis mais cicatrizar, já fiz de tudo, mas nada cura. Pensei que você tivesse me mordido na mão e sua mordida tivesse algum veneno que fosse me matando aos poucos.

- Não se preocupe eu não te mordi e minha mordida tem apenas duas funções: matar e transformar. E meu sangue tem uma função...

- Curar._ o padre disse levando a mão no pescoço já sem a marca de mordida.

- Sim.

- Mas não curou minha mão._ falou intrigado, ainda sem olhar diretamente nos olhos do vampiro durante todo esse tempo.

- Eu sei._ falou frustrado._ Tinha esperança de que meu sangue curasse pelo menos a sua.

Niall enfim olhou para ele, que tirava o lenço da mão e revelava um corte como o seu.

- Você também se fere._ falou boquiaberto.

- Sim, mas me curo instantaneamente. E essa ferida está assim desde o dia seguinte ao nosso encontro, assim como a sua, por acaso você envenenou o crucifixo?_ brincou e depois sorrindo cansado, por não entender o que estava acontecendo.

Niall sentou na cama devagar, ficando de frente a ele e levantou a mão machucada com a palma virada para ele, o vampiro entendeu seu gesto, se endireitou e com uma lentidão dramática aproximou sua mão na dele.

Uniram as mãos cortadas e entrelaçaram os dedos...

Drácula fechou os olhos e sua mente o levou pra longe, pra uma época em que há muitos anos viveu...

300 anos antes...

To be continued...

-x-x-x-






Notas Finais


Imagino que queiram me matar por terminar o capítulo assim haha

Mas não podem, ou nunca saberão o que aconteceu no passado do Zayn.

Me deixem viva que no próximo saberão.

Temos um acordo?



Obrigada pessoas lindas que comentando.

Amo vocês <3


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