História Dragão Negro - Capítulo 54


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Bafo e Arroto, Banguela, Batatão, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Dente-de-Anzol, Fúria da Noite, Melequento, Perna-de-Peixe, Personagens Originais, Soluço, Stoico
Tags Aventura, Como Treinar O Seu Dragão, Drama, Romance, Violencia
Exibições 59
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 54 - Que os jogos começem


POV: VOZ

Em um dos meus muitos dias de trabalho, eu havia encontrado uma humana cheia de esperanças, que era o meu oposto já que na época tinha perdido a vontade de observar tudo que tinha relação com a palavra “humano”. Porem o que ela me disse é algo que penso até hoje, suas palavras foram: “O mundo não é um lugar tão cruel assim”.

POV: SOLUÇO

Mantive-me a manhã inteira acordado trabalhando nos brasões de cada batalhão, apesar de ser um tanto quanto trabalhoso é um trabalho que eu sinto prazer em realizar, esses símbolos serão usados por diversos vikings, como eu não poderia sentir orgulho?
De qualquer forma, eu acabei gastando mais tempo nos projetos do que eu imaginava, o Sol já demonstrava sua despedida. Ainda tenho que solicitar alguns equipamentos que os pilotos pediram, passear com o banguela, visitar o pelotão do Darti, e-e

- AAAAAAAAAAAA! – Banguela assustado deu um salto e veio checar o que tinha acontecido. – A Banguela o que que eu faço? Tem muita coisa de uma só vez. – Ele veio de seu modo meio preguiçoso por ter acabado de acordar e colocou sua cabeça em meu colo fazendo seu típico grunhido pedindo carinho. – Você tem razão, acho que preciso dar uma espairecida, vamos voar um pouco Banguela? – Assim que ele ouviu a palavra “voar” e “Banguela” na mesma frase já começou a esboçar uma felicidade imensa pulando de um lado para o outro me esperando.

Eu logo o acompanhei largando todos meus papeis em cima da mesa de trabalho e pegando sua cela para podermos ir logo para os céus. Os ventos nos meus cabelos, o som do ar sendo cortado enquanto nós atravessávamos eles em um piscar de olhos em uma velocidade que só um Fúria da Noite pode proporcionar, essa sensação é simplesmente a melhor coisa no mundo.

Enquanto voávamos pude ver algo no horizonte, um dragão de grande porte negro vindo em direção a Berk com dois pilotos em cima dele. Uma figura negra se mostra em cima do dragão de mesma cor... Darti finalmente tinha voltado e é claro que eu ia tirar satisfação com ele já que não estou de bom humor mesmo.

- Darti!

- Soluço, há quanto tempo. Como esteve? – Eles carregavam quatro malas, observei na mão de Julie uma aliança, mas não vi nada na mão de Darti. Talvez ele a tenha coberto com sua luva.

- Antes de mais nada, minhas bênçãos para vocês. – Ele se entreolharam e vi Julie sorri enquanto Darti me agradecia. – Agora o mais importante... Por que demorou tanto?! Tem noção do tanto de trabalho que to tendo? Amanhã de manhã você irá ver seu pelotão, ele está com quinze membros e o resto você que vai avaliar. – Eles riram de mim, não pude conter minha postura e minha insatisfação também não era tanta, então me juntei a eles na gargalhada.

- Você me dando uma bronca. Acho que tem a primeira vez para tudo mesmo.

- Mas é sério, é bom você levar eles a sério. E de novo, bem vindo de volta à Berk.

- Obrigado chefe.

- Já falei para não me chamar de chefe!

Tendo um fim em nossa conversa voltei-me para minha casa para poder descansar e se der alguma inspiração terminar o broche da equipe Terror, foi o único que eu ainda não fiz.

POV: DARTI

Acordei como sempre acordo nos últimos dias, com uma maravilhosa ruiva ao meu lado com seu cabelo um tanto quanto bagunçado. Infelizmente era eu o responsável pelo preparo do café, então eu tinha que sair da cama sem acordá-la e preparar o café enquanto planejo minha avaliação.

Como eu tinha deixado a casa por uns dias as frutas que aqui havia, já estavam podres, que desperdício. Peguei um pouco de manteiga, geléia, algumas fatias de pão e esquentei o leite para ela. Satisfeito e com tudo pronto eu ia saindo, mas antes eu apanhei um livro da minha estante, com os preparativos feitos eu pude sair para alimentar Leônidas que deve estar cansado da viagem de ontem. Saímos para caçar seu peixe favorito, salmão.

Com ambos alimentados decidi me direcionar para a academia, acho melhor eu ouvir Soluço de vez em quando ou ele vai me dar bronca de novo. Querendo ou não eu ainda o considero como meu líder.

Voamos sem muitas preocupações para a academia, chegando lá me deparei com um grupo de quinze vikings com vários dragões... Isso vai dar um trabalho. Tínhamos muitos integrantes com muitos dragões, e era exatamente o oposto do que eu tinha em mente. Quero tirar pelo menos dez desse grupo e ai talvez consiga formar um time descente... Talvez.

Eu e Leônidas descemos, chamando a atenção deles para nós, quando finalmente fiquei na altura deles pude descer do meu dragão, que logo voltará para seu lugar de costume nos meus ombros. E agora, os cumprimentos que não me interessam muito.

- Bom... Primeiramente, bom dia... E...

- Ele realmente é nosso capitão? – Quem me questionou foi um garoto que aparentava ter seus quinze anos, possuía cabelos amarelos e olhos azuis. Acho que pertence aos Hoffersons, e seu desdenho é de impressionar.

- Sim, acho que sou eu mesmo. Como você se chama?

- Lembre bem desse nome, eu sou Ragnar. Eu e meu dragão Alexia somos os melhores desse grupo. – Confiante, seu dragão era uma Tufão-Merangue de porte pequeno se comparada aos outros de sua espécie.

- Claro, claro... Rouguinar, não vou me esquecer.

- É Ragnar.

- Ok, não precisa gritar. – Gostava de manter essa aparência diante a todos, não é preciso ficar sério ou fazer esforço, não tem nada que valha apena mesmo. – Vamos direto para o teste, mas antes. Como foi a avaliação do Soluço? – Uma garota de cabelos castanhos escuros levantou a mão. – Pode falar. – Estranho uma viking como ela.

- Ele testou nossa aptidão. – Ela fala tão baixo que mal pude escutar.

- Obrigado – Disse baixinho – Já que o Soluço já testou suas habilidades com dragões, vamos fazer um jogo.

- Jogo? Eu vim aqui para fazer parte do pelotão especial, não para fazer jogos. – Respondeu Ragnar.

- Especial? Este pelotão pode ser muita coisa... Mas eu não diria especial. Agora se ninguém me interromper vamos ao jogo, quero que vocês formem três times de cinco.

- Pra que?

- Se eu puder terminar – Logo ele cruzou os braços e ficou me encarando com uma cara de poucos amigos, por que Hoffersons tem um orgulho tão grande? – Obrigado, os três times terão o mesmo objetivo, aquele que me encontrar e tirar... Este livro de mim até o anoitecer estará aprovado. – Falei mostrando o objeto para todos.

- “A mascara da morte rubra”? – Disso uma mulher de cabelos castanhos e olhos negros que esbanjava determinação em todo seu ser.

- Exatamente, ótima obra.

- E quando começamos. – Perguntou um terceiro no meio da multidão, o próprio estava encapuzada que me impedia de ver seu rosto. Mas pude ver que carregava dois machados e seu porte era o mesmo ou até maior do que o do Melequento

- Agora mesmo. – Disse atirando duas bombas de fumaça, uma neles, outra em mim. Com o susto eu pude escalar a parede inferior da academia, contornar a montanha e entrar na floresta... Que os jogos comecem.



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