História Dragões sabem amar - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Fenrir Greyback, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Jorge Weasley, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Remo Lupin, Ronald Weasley, Severo Snape, Simas Finnigan, Sirius Black, Theodore Nott
Tags Drarry
Exibições 219
Palavras 2.517
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Heeeellooouuu!!!!!!!!! Its Me!!!!!!! Olhha quem voltou :D

Me desculpem por demorar tanto assim para postar :c im sorry. Eu tive um crise apago e fic ou não. Enfim, to aqui hue
Bom, primeiro quero explicar algumas coisinhas... a minha fic vai ter muitas coisas diferente do quinto livro, ok? Claro que vou seguir a história, mas queria deixar claro que a ordem cronológica das coisas pode mudar, assim como alguns fatos.
Ok, acho que eu não precisava dizer isso, mas só para caso alguém fique confuso.
Bom, segundo: minha fic já completou um ano ;--; está crescendo, que amor <3 huehuehe eu sei que seu eu postasse com mais frequencia ela ia crescer mais ainda, mas tem alguma coisa que se instala em mim chamada preguiça, e outra ainda pior que gruda como um chiclete chamada bloqueio criativo. Então, nas férias vou tentar postar o melhor que posso, sim? Releiam a fic, sei lá, mas não me abandonem, por favor... estou tentando, sério msm.
Aceito sugestões para a fic: críticas construtivas, ideias, pedidos, qualquer coisa -- nem qualquer coisa, td tem limite huehue
Obrigada por todos que ainda acompanham e comentam. Vcs são maravilhosos. Sem mais -- se alguém leu isso aqui -- boa leitura.

Capítulo 18 - Capítulo dezesseis



A sala comunal da grifinória estava ficando vazia com o decorrer das horas, e a luz na lareira ficava cada vez mais fraca. Lá fora uma chuva torrencial caía e Harry, quente e protegido, sentia seus olhos se fecharem lentamente.
    -- Acho que termino isso depois -- murmurou Rony, se levantando da poltrona em que estava e segurando nos braços desajeitadamente montes de folhas e livros -- vou subir, Harry. Boa noite. 
    Harry murmurou um boa noite e tentou se concentrar no seu dever, como deveria estar fazendo também. 
    As semanas tinham passado para Harry numa velocidade incrível. Logo estavam no fim de Outubro e o frio atingia com força as paredes de Hogwarts.
    O garoto, assim como seu amigo ruivo, estava atolado de deveres que os professores estavam passando para os alunos quintanistas. É claro, naquele ano realizariam os N.O.M.S e precisavam estar preparados. Entretanto, Harry, que tinha muitas coisas na cabeça, sentia-se o menos preparado possível. Lia sonolento o livro de poções, sem realmente entender uma palavra. 
    O que mais estava na cabeça do garoto -- além da professora Umbrigde, que parecia gostar de fazer da vida dele um inferno, de Voldemort, com quem continuava tendo sonhos, e Hagrid, que não voltara para Hogwarts desde que partira numa viajem a mando de Dumbledore -- era Draco. 
    O loiro, desde que assumira para a escola inteira o relacionamento deles, tornara-se um tanto protetor e rabugento. Agora que estavam oficialmente juntos não se encontravam mais no corredor do quinto andar para conversar, e Harry sentia muito isso. 
    Outra coisa que aconteceu quando todos descobriram sobre ele e Draco foi um aumento significativo de olhares para ele. Assim como previra Gina, relacionamentos homossexuais não eram estranhos no mundo bruxo; o mais estranho para os alunos, de fato, era um relacionamento intercasa. 
    Nunca que um grifinório e um sonserino estariam juntos, ainda mais os dois, que tinham rixa antiga. Como sempre, Harry tentava ignorar, mas nem sempre conseguia.
    Os grifinório pareciam sentidos em relação a Harry. Como se ele os tivesse, de alguma forma, traído. Lilá e Parvati estavam indignadas com tudo e sempre que viam Harry passar lhe lançavam olhares de desprezo. Simas também lhe olhava torto, mas não comentava nada.
    O importante para Harry, o moreno descobriu depois de uma semana de tormento, era a aprovação dos amigos. Estavam do lado dele, e isso era o que precisava. De um ombro amigo fiel. 
    Alguns dos amigos de Draco se tornaram amigáveis com ele. Em uma noite, após um treino de quadribol -- que Harry estava extremamente feliz de ter de volta -- Draco convidou-o para conhecer os amigos. Segundo ele "Theodore não para de me irritar e afirma que sou um péssimo amigo por não confiar que ele será bom para você e blá blá blá".
    Harry aceitou, é claro. Foram então para as masmorras, mas como Harry não podia entrar na sala comunal da sonserina, eles se encontraram numa sala de aula vazia. 
    Nott e Zabini foram bem simpáticos com ele. Harry lembrava-se do nome Nott ser dito na noite do cemitério, mas o próprio Theodore parecia a pessoa menos propensa a se tornar um comensal da morte. Parecia... demasiado fofo para matar alguém. 
    Pansy Parkinson também estava lá, mas parecia muito contrafeita. Lançou a ele um olhar de raiva, como se ele tivesse roubado Draco dela. Mais tarde Malfoy contou que a garota sempre tivera uma queda por ele. 
    Harry bocejou, desistindo de terminar o trabalho que Snape passara. Ia terminar amanhã... quem sabe... 
    Levantou-se lentamente da poltrona e recolheu suas coisas. Andou lentamente até a escada que levava aos dormitórios masculinos, olhando-se brevemente no espelho ao pé da escada. 
Não tinha reparado naquele espelho antes. Deviam ter posto ele ali ainda naquele dia, quando todos estavam em suas aulas. Era um espelho muito bonito, Harry percebeu. A moldura era bem trabalhada em desenhos que apareciam diante dos olhos conforme o garoto mais olhava. 
    O primeiro foi um elefante usando um chapéu bem comprido, como uma versão muito maior de Dobby usando todas as toucas que Hermione fazia para os Elfos domésticos. Da tromba do elefante surgia uma flor que cantava usando como microfone um regador pequeno. A água, entretanto, não estava saindo dele, e sim indo para; caíam, na verdade, de dois grandes olhos logo acima de um pássaro cheio de penas quadradas.
    Harry ficou um bom tempo desvendando os desenhos do espelho, tentando entender o motivo de terem posto o objeto logo ali. Com certeza alguma menina queria se certificar que o menino do qual ela gostava se olhasse no espelho antes de encarar o mundo.
    O moreno, que até então evitara olhar para o reflexo, o fez rapidamente. Num átimo, talvez entre uma piscada e outra, imaginou ter visto um nariz reto. Chacoalhou a cabeça, sorrindo da canto. Estava com sono. Já estava vendo coisas demais. Com esse pensamentos terminou de subir as escadas. 
    Encontrou o dormitório num silêncio profundo, cortado apenas pela chuva que ainda caía. Trocou de roupa, deitou embaixo do cobertor e suspirou pesado. 
O dia seguinte seria um tanto quanto longo. Ganhara mais uma semana de detenção com a sapa velha.
    A agora Alta Inquisidora de Hogwarts estava inspecionando as aulas dos professores e, durante a inspeção da aula da professora substituta de Trato das Criaturas Mágicas Harry falou, desapercebido e em voz suficientemente alta, sua discórdia diante da fala que a Inquisidora mandara para Dino. Agora teria que aturar mais uma vez a sua pele sendo cortada.
    E não veria Draco o dia inteiro. Estaria ocupado demais fazendo seus trabalhos atrasados. Só esperava que por isso o loiro não ficasse mais rabugento ainda.
 Assim que acordou no dia seguinte, ouvindo os resmungos de Rony por ser seu dia mais odiado de aulas, Harry esquivou-se de alguns alunos grifinórios que ainda estava irritados com o repentino relacionamento dele com Malfoy e desceu junto com Hermione para tomar o café. 
    A amiga havia alguns dias sugerido que ele ensinasse Defesa Contra as Artes das Trevas, a verdadeira, para alunos que estariam decididamente interessados em aprender. Contudo, Harry tinha certos receios sobre isso. Primeiro porque não seria seguro como talvez a amiga achasse. Segundo porque ele não se via como um professor decente. E terceiro porque isso lhe tiraria mais tempo ainda, e portanto não poderia ficar com Draco.
    -- Sabe, Harry, eu sei que está tudo muito corrido, também estou sufocando com tanta coisa. Mas estamos quase em dezembro e ainda não aprendemos nada com aquela cara de sapa! Você bem sabe o quanto é importante aprender a se defender...
    -- Eu sei, mas a questão é que...
    -- Nada disso, chega. Harry, você pode convidar Malfoy também, e os amigos dele. Eu não tenho nada contra o seu relacionamento, muito menos contra a sonserina. A única coisa que quero, mesmo, é aprender. Por favor, fale com ele e pense no assunto, sim?
        O moreno assentiu com a cabeça, sem ver outra escapatória. Depois de dar uma mordida grande em uma torrada, verificou pelo canto do olho a aura de Malfoy. O fio parecia cada dia mais forte e agora ele podia sentir o que o loiro sentia a grandes distâncias.
    Nesse momento ele estava com raiva. O garoto de olhos verdes procurou os cinzas do namorado para buscar alguma explicação, mas o outro simplesmente não voltou sua cabeça para a mesa vermelha e dourada. Desistiu então e, não querendo andar até a mesa das cobras porque não queria olhares já naquela hora da manhã, Harry, junto dos amigos, caminhou até a sua primeira aula.
    Foi totalmente entediante, tal como as que se seguiram. Na hora do almoço ele sentia tanto sono que quase não percebeu a aproximação de alguém muito alto e de nariz muito reto. Henry.
    -- Potter. Será que posso falar com você?
    Todos os olhares se viraram para eles dois e o salão ficou muito quieto para o seu gosto. Se amaldiçoando por corar e com uma imensa vontade de mandar todos se foderem, ele assentiu com a cabeça e se levantou do banco para acompanhá-lo. Sentiu, embora não tenha virado para olhar, os olhos do loiro queimando em suas costas. Só esperava que ele não fizesse nenhuma besteira...
    Foram até um corredor parcialmente deserto e pararam próximo a uma janela. Ele sorriu fracamente para o garoto e puxou algo de dentro das vestes. Era um livro um pouco surrado, de capa vermelha, meio fosca. Não havia nada informando que tipo de livro era, apenas uma assinatura muito pequena ao pé da folha. 
    -- Eu te disse sobre o livro. Eu sei que não pediu por ele, mas mesmo assim achei melhor lhe entregar. Caso aconteça alguma coisa que não compreenda. 
    Harry pegou o objeto estendido e constatou sua aspereza. Depois, murmurou um obrigado e esperou que o mais alto tornasse a seguir o seu caminho. Não o fez, contudo, e continuou olhando para o moreno. 
    -- O que foi?
    -- Nada. Só... tenha cuidado, Harry. As vezes eu escuto demais, sabe, e não gosto do que ouço. 
    Depois disso, virou as grandes e retas costas e continuou a andar num passo calmo e lento, as mãos balançando levemente, o cabeço bagunçado. Parado como um tonto, demorou alguns segundos até o garoto perceber que Rony falava com ele. Rumaram, depois do garoto lhe contar o que ocorrera, para a próxima aula.
    Não conseguindo prestar atenção ao que o professor Snape dizia, Harry explodiu seu caldeirão, o que arrancou risada de toda a turma. O professor irritado mandou-o limpar tudo depois da aula e assim ele o fez.
    Estava preocupado, para não dizer desconfiado. Henry poderia ser cavalheiro e muito gentil, e até poderia atraí-lo de um jeito que só Draco fazia -- embora em menores proporções -- mas ainda assim, havia algo que não estava se encaixando naquilo tudo. Não conseguiu tirá-lo da cabeça durante a aula e fora exatamente por isso que se descuidou e causou a sua desgraça de se atrasar para a detenção.
    Draco demorou-se um pouco mais na sala. Olhou para Snape, que negou com a cabeça, e depois para Harry -- sem a varinha, confiscada pelo professor sonserino, que parecia alegre de finalmente ter algo do que reclamar de Harry -- que estava se tornando um aluno médio para bom em sua matéria -- e, ignorando a negação de Snape, ajoelhou-se ao lado do garoto para ajudá-lo a limpar a bagunça.
    O professor bufou e saiu da sala como um furacão, resmungando algo como: "está ficando mole, esse moleque". Então puderam usar as varinhas.
    O moreno olhou para Malfoy, já no corredor em que se separariam -- Malfoy para seu dormitório, e Harry para a detenção -- e sorriu, sentindo-se culpado.
    -- Me desculpe, Draco, estou sem tempo ultimamente... você sabe disso. Obrigado pela ajuda na sala, você não preci... -- foi interrompido com um beijo desesperado do loiro. 
    Andaram juntos, os lábios ainda numa união, até a parede mais próxima. Ali, ficaram os próximos cinco minutos sentindo um ao outro, quase como se tivessem passado uma vida inteira separados. 
    -- Draco... -- murmurou Harry, a cabeça nas nuvens -- detenção...
    O loiro riu anasalado e depois de mais alguns beijos soltou-o.
    -- Você tem que parar com isso. Daqui a pouco vai passar o ano inteiro naquela sala. 
    Harry deu de ombros, sorrindo de canto.
    -- Antes que eu me esqueça -- murmurou ele, lembrando-se da promessa que fizera à amiga castanha -- Hermione deu a ideia de... bem, de eu ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas... de verdade, sabe? Então vamos reunir um grupo de alunos, para nos preparar contra...
    -- Ele -- completou Draco para Harry, que assentiu com a cabeça. O mais baixo observou o rosto tenso do loiro, admirando o jeito como suas sobrancelhas ficavam. 
    -- Então ela disse para convidar você e seus amigos, se eles quiserem. Só gente em que você confia, é claro. 
    -- Porque ela me convidaria? Nunca fiz nada para ela gostar da minha pessoa -- murmurou, coçando a nuca. A verdade é que sempre fizera de tudo para pô-la para baixo, para fazer ver em seus olhos surgir aquele sentimento de tristeza que por muito tempo Draco adorou ver e nunca entendeu o motivo. 
    -- Não que ela tenha adorado a ideia -- respondeu Harry, mordendo o lábio -- é que eu não concordaria em fazer isso porque assim não teríamos tempo juntos e... eu quero que tenhamos tempo juntos -- ao final de frase sua voz estava tão baixo que por um momento imaginou se o loiro o tinha escutado. 
    Pareceu que sim, porque um sorriso pequeno surgiu em seus lábios.
    -- Está certo. Me avise qualquer coisa. 
    O moreno assentiu com a cabeça, extremamente feliz. Depois disso se separaram, fazendo caminhos completamente opostos. Com a impressão de que não seria a última vez a fazerem isso, Harry se assustou com a sombra de um gato. Correndo para não ser pego por Madame Nora, ele bateu duas vezes antes de ser convidado a entrar na sala da professora. Havia muitos gatos nas paredes, fitando-o com seus olhos felinos. 
    Dessa vez, aquilo se tornou estranho.

OoOoO
Diário de R. A. B.   
 Há muito tempo não escrevo nessas páginas. Uma coisa muito estranha está acontecendo todos os dias e por isso não consigo tempo para escrever. Estou ficando com medo. Ele disse que era coisa da minha cabeça, como se eu estivesse pirado, mas eu sei que não estou ficando louco. 
    Alguém está me perseguindo. E eu provavelmente sei quem é, mas todo mundo vê nele a normalidade em pessoa, por isso não posso compartilhar minhas suspeitas com ninguém. Ele me disse que não deixaria nada me acontecer, mas eu sei que ele não pode estar comigo o tempo todo, afinal, estamos em turmas diferentes.
    Já cogitei a ideia de contar a Dumbledore, mas não consigo criar coragem. Estou com medo do que possa me acontecer se abrir a boca. O pior nisso tudo é que eu tenho certeza do que está acontecendo. Porque eu já li isso em algum lugar. Preciso sair de Hogwarts, preciso buscar um lugar seguro. Mas onde seria isso? 
    Não tenho tempo para escrever mais que essas linhas. Arrumo minhas malas hoje, antes do natal. Amanhã, terei partido. E o diário, o deixo para Sirius. Me desculpe, irmão. Sei como isso vai parecer a você e aos pais. Espero que fique bem. E não me culpe. 

R. A. B. 
Harry terminou de ler aquela última página com um arrepio. O diário que ele lia toda noite terminara com uma declaração um tanto estranha. 
    Ajeitou os óculos no rosto, observou as linhas vermelhas na mão e olhou pela janela. Uma coruja levantou voo, outra pousou num telhado. Ele se arrepiou novamente. Uma coisa estranha estava acontecendo com R. A. B. Ele estava sendo seguido. 
    Fechou os olhos e balançou a cabeça. A imagem de um gato veio. Um gato de pelos muito curtos, sua sombra na parede do castelo. Seus olhos penetravam em sua alma. Ele sabia.
    A história estava se repetindo. 
    Fechou o diário. 
 


Notas Finais


Novamente peço desculpas por demorar. Eu sei que o capítulo não ficou aquelas maravilhas, mas ok... espero que gostem, de qualquer jeito. Bjks


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