História Drawings - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Drama, Hetero, Romance, Sad, Zelo
Exibições 48
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Pequenas brigas


"– VOCÊ É MINHA CUNHADA? – Yoona gritou, fazendo eu arregalar os olhos e franzir o cenho.

– O QUÊ? – Gritei, junto com algumas garotas"

– Yoona... Você está bem? – perguntei, erguendo uma sombrancelha.

– Sim, claro que estou. Por quê? – respondeu com o maior sorriso que poderia fazer.

– Como assim eu sou sua cunhada? – perguntei diretamente, apoiando meu cotovelo na mesa e o queixo em minha mão.

– É... Yoona... Como assim essa garota é sua cunhada? – ouvi a voz de uma garota atrás de mim, me fazendo dar um pequeno pulo de susto.

– Holy shit, what the fuck scare! (Puta que pariu, que susto do caralho!). – Murmurei em inglês por extinto, fazendo todos me olharem estranho, menos Zelo.

– Que feio, Clarice, muito feio. – cruzou os braços, me olhando.

Sorri, pondo um dedo em frente aos lábios, murmurando um "shh" e piscando um dos olhos, rindo alto logo depois.

– Ninguém me explicou nada ainda. Quem vai se pronunciar primeiro? – a garota que surgiu do nada disse irritada, pondo as duas mãos na mesa – que tal a.. Clarice? – sorriu.

– Eu? Por que eu? O que eu fiz? – me virei, a olhando

– Explica logo. – exclamou irritada e bateu com força as mãos na mesa.

Dei de ombros, sorrindo de canto ao pensar o quão bom seria provocar e falei:

– Não. Não tenho nada para explicar.

– O quê? Quem você pensa que é? – puxou com força um dos meus braços, me fazendo soltar um leve gemido de dor. – Ih, alem de idiota é frágil.

– Quem você pensa que é? – repeti sua pergunta, levantando rapidamente e ficando em sua frente. – Não devo satisfação à ninguém, muito menos à você.

– A pirralha é marrenta, huh? – murmurou rindo e me fazendo revirar os olhos.

– Vai demorar muito ai? Sabe... Eu estou com sono. – bocejei, batendo o pé no chão.

– Ora sua... – levantou a mão para me dar um tapa, mas fui mais rápida e segurei seu pulso.

– Sua o quê? Vai, diz. – apertei as unhas encima de sua veia. Era como se toda a raiva que eu sentisse do mundo fosse descontada naquela menina.

– Chega, ninguém vai brigar aqui. – fui puxada para trás, fazendo soltar o pulso da outra e o ser abraçou meu pescoço. Era Zelo, obviamente. A única girafa que faz isso comigo.

– Ahn... Irmãozinho querido... Você sabe que abraçar a Clarice assim não vai ajudar muito não, né? – Yoona murmurou, arqueando uma sombrancelha e olhando para nós.

– Ah... Por quê? – murmurou meio triste e, quando levantei a cabeça para olhá-lo, estava com um beicinho nos lábios.

– Ser fofo também não. – completou, rindo.

– Realmente. – intervi, tentando inutilmente me soltar.

– Mas por quê? Alguém me explica! – continuou com o beicinho, me olhando dessa vez.

– Cho, para de ser lerdo. – segurei em suas mãos e me soltei de seu abraço, ficando em sua frente e o olhando. – Ela está quase me espancando aqui por sua causa. Me abraçar agora não é a melhor opção. – sorri, piscando um olho e virando em direção a menina que nos olhava quase cuspindo fogo pelo nariz de tanta raiva.

Yoona riu, me fazendo olhá-la com um olhar mortal que a fez parar na hora, focando na situação que ocorria naquele pátio.

– Já acabou, Zelo-oppa? – perguntou olhando para o próprio.

Puta merda, o que essas garotas vêem nele? Ele nem é tudo isso.

Ele é lindo, fofo e... , entendi por que essas garotas gostam dele.

Vi-o corar, o que me fez achar isso fofo até demais.

Se bem que seria bem mais fofo se eu estivesse fazendo-o corar. Estou com ciúmes? Claro que não.... Maybe (Talvez).

Suspirei, voltando a bater o pé no chão devido ao tédio.

– Já acabaram, né? Ótimo. – comecei a andar em direção à minha sala, até ter meu cabelo puxado pela filha da puta, vulgo garota que quer dar para o Cho.

– Não, não, não. Você volta aqui. – puxou com mais força, me fazendo morder o lábio para não tirar uma faca da cintura e matar ela ali mesmo.

O problema era: eu tinha uma faca? Não. Mas nesse momento estou pensando em começar a sempre ter. É bom estar preparada para essas rasteiras da vida.

Bufei, virando com rapidez e dando uma cotovelada em seu braço, para me soltar.

– Cansei. – cravei as unhas sobre seu pulso novamente e apertei com mais força, vendo-a gritar. Provavelmente de dor, não sei.

– Você... Me... Paga... – sussurrou.

Tirei minha mão dela e arrumei minha saia do uniforme, me virando e andando para a sala como se nada tivesse acontecido.

Sorri ao entrar naquele cômodo já bastante conhecido e me sentei no meu lugar, abrindo o caderno que estava encima da mesa e começando a rabiscar numa folha qualquer.

Aos poucos o desenho foi surgindo, quase todo sombreado. Era a imagem de um garoto encolhido no chão, com cara de medo enquanto um outro garoto – maior que esse – estava à sua frente, ameaçando-o com um cutelo em mãos.

Me assustei com o que mesma fiz e soltei o lápis com força, fechando o caderno de uma vez só.

– Que raiva, hein. – gritei de susto, levantando o olhar e encontrando Cho me olhando. – Hey calma – pôs a mão em meu ombro, me olhando. – é apenas eu aqui. – sorriu.

Sorri minimamente, olhando para o caderno fechado.

– Desculpe. – sussurrei.

– Por...?

– Pelo grito, sabe. – ri baixinho.

– Ah, isso. Tudo bem.  Quer matar aula? Não quero ficar aqui nessa escola.

– De novo, Cho? – sorri – que mal exemplo você é. – zombei, guardando o material.

– Mas ninguém nunca soube... – murmurou, dando de ombros.

– Você não presta. – Olhei-o, negando levemente com a cabeça.

– Aish. Presto sim, baixinha. – fez beicinho.

– Cho, puta que pariu, para de ser fofo. Assim eu não aguento. – confessei, batendo as mãos na mesa.

– Mas eu não fiz nada... Não aguenta o quê?

– Me dá vontade de te morder!

– Pode morder, eu deixo. – deu de ombros

Ri e segurei em seu rosto, mordendo com força sua bochecha antes de me afastasse e levantar.

– Vamos. Falta 5 minutos para sinal do intervalo bater e não quero ficar aqui. – fui até a porta. – Vem logo, cho.

– TÁ DOENDO, SABIA? – gritou me seguindo. Apenas ri e o ignorei, saindo daquela escola antes que alguém passasse pelo portão principal para vigiá-lo.

···

– AAAAH, SE ACALMA, EU TÔ CANSADA. – gritei parando de andar e pondo as mãos no joelho, respirando ofegante.

– Deixa de preguiça. – o fuzilei com o olhar. – Aish. Vem logo. – me pegou no colo voltando a andar.

– Não precisa disso, você sabe, né? – perguntei enquanto me segurava nele para não cair.

– Quero chegar logo em casa – justificou, andando.

Cho me pôs no chão assim que chegou na casa que dividia com aquele hyung dele no qual eu esqueci o nome. Abriu a porta e esperou que eu entrasse, fechando a porta logo depois.

Ele me puxou para aquele quarto que dormimos aquele dia e se sentou na cama, me encarando.

– Eu to com sono – disse assim que me olhou, deitando na cama e fechando os olhos.

– E eu to com fome. Aconselho a não dormir enquanto eu estiver aqui. Posso riscar seu rosto ou te morder enquanto dorme. – disse sorrindo, rindo alto ao vê-lo dar um pulo e correr para a cozinha.

– Vamos comer então.



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