História Dream - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Elizabeth Gillies, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren G!p, Lauren Jauregui
Visualizações 429
Palavras 3.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei antes do esperado, pensei que iria demorar mais, mas para a alegria de vocês, eu não demorei tanto assim. E se tiver algum erro relevem, eu editei o capítulo, mas com certeza um erro deve ter passado despercebido.

Esse capítulo vai mostrar como a Lauren está se sentindo, com a sua esposa fora de casa. Apenas narração dela, bom, eu acho que ela ta começando a cair em si, e começando a mudar não sei se vocês vão achar isso, mas eu achei. Boa leitura ❤

Capítulo 9 - Soothing


      Pov Lauren

Quanto ela deve? - perguntei para o idiota do balconista

- não deve nada é por conta da casa 

- fala logo quanto ela deve, eu vou pagar a conta dela 

- não precisa pagar a conta dela 

- eu quero pagar e vou pagar. Cadê o gerente dessa bagaça? cadê o dono? - ele me olhou e sorriu 

- está bem aqui - apontou pra si mesmo - eu sou o gerente dessa "bagaça" - ele fez aspas com os dedos 

- então, você é um ruim balconista gerente e dono. - coloquei o café no balcão, tirei a carteira do bolso, peguei algumas notas e contei, deu 100 dolares, joguei as notas no rosto daquele idiota - pode ficar com o troco, isso paga o meu e o dela. E se eu ver ou souber que você deu em cima da minha esposa outra vez, eu te arrebento - peguei o café e sai de lá, atravessei a rua e entrei no carro. Tomei um gole de café e suspirei - isso sim é café, hmmm, o dono é um imbecil, mas o café é muito bom - disse pra mim mesma, quando terminei de tomar o café dei partida no carro.

Estacionei meu carro na frente da boate, sai do mesmo e entrei na boate, encontrei Dinah e vero. 

- Desculpem o atraso - Dinah não me olhou, continuou anotando algo na prancheta, somente Veronica me respondeu 

- você tem duas mulheres para entrevistas, chegaram as 7 - olhei para o relogio e já eram 9 da manhã 

- manda elas virem até a minha sala - fui até a minha sala e me sentei na cadeira. Depois de alguns segundos bateram na porta, pedi para entrar e me levantei. Uma mulher loira alta e bonita, fui até ela e cumprimentei com um aperto de mão - prazer, Lauren jauregui 

- Kiara - ela sorriu 

- sente-se, fique à vontade - voltei a me sentar na cadeira. Peguei o currículo dela e começei a ler - vejo que você já tem experiência na dança, né? 

- sim, eu já fiz aula de dança profissional, dava aula em uma academia. O meu salário era de 5 mil dolares, eu quero ganhar o dobro - eu quase engasguei quando ela falou isso 

- o dobro? pagamos um pouco mais de 2 mil dolares para as nossas dançarinas, o máximo que posso lhe pagar é 3 mil dólares 

- não mesmo, eu sou profissional, dava aulas para uma das melhores academia de miame 

- por que não da mais? 

- porque a academia teve que fechar, então, fiquei sem emprego

- não podemos pagar o salário que você está pedindo, apenas 3 mil dolares é o máximo 

- sendo assim eu não quero - ela se levantou 

- tem certeza? temos outros benefícios também 

- se não vai pagar 10 mil reais eu não quero - me levantei 

- mesmo assim foi um prazer te conhecer - demos mais um aperto de mãos e ela saiu. Depois de alguns segundos Veronica entrou na minha sala 

- e ai? - ela fechou a porta atrás dela e eu suspirei 

- ela quer 10 mil - Veronica começou a rir e se aproximou 

- 10 mil? - essa mulher ficou doida, não pagamos isso nem para a melhor dançarina daqui 

- ela disse que não quero o emprego se não for receber 10 mil dólares 

- ela era gata iria fazer sucesso

- tem mais uma agora, né? 

- não - frazi as sombrancelhas - eu liguei pra ela, pra falar da entrevista, e ela desistiu, disse que arrumou outro emprego

- agora você vai ter que ler vários currículos outra vez 

- eu? 

- sim 

- eu não vou ler mais nenhum currículo, quem vai fazer isso vai ser você, eu tenho muita coisa pra fazer, não da pra ficar lendo um monte de papeis. Vou na minha sala pegar os currículos - ela saiu, peguei meu celular pra ver se tinha alguma mensagem ou ligação perdida, mas não tinha nada, a minha esposa realmente esqueceu que é casada. - voltei - Veronica voltou com um monte de papeis em mãos 

- o que é isso? 

- os currículos 

- tudo isso? 

- sim, e você tem que escolher duas, escolhe a mais, se caso isso que aconteceu hoje, voltar a se repetir

- e não da pra mandar a Dinah fazer isso?

- a Dinah quer te comer viva, e você ainda quer dar o seu trabalho pra ela? tem certeza? isso será um suicídio

- é melhor não, eu sou muito nova pra morrer 

- agora eu vou sair, tenho que sair com a Lucy - sorri - vamos ir até uma clínica de inseminação artificial - meu sorriso morreu - quero logo ver a minha mulher gravida, um filho meu, vai ser tão mágico - ouvia tudo sem falar nada - bom, agora eu já vou, boa sorte ai - ela saiu da sala. Peguei aqueles currículos e começei a ler. 

{…}

As horas se passaram e a fome bateu, resolvi sair pra almoçar. Pensei em almoçar no restaurante da camila, estou com saudade da comida dela, então, vou ir comer lá. Logo quando entrei no restaurante vi que ele estava um pouco cheio, a recepcionista me levou até uma mesa, onde eu me senti e olhei o cardápio 

- Boa tarde - um garçon chegou até mim - a senhorita já pediu? 

- não, quero chamar a chef, da pra chamar ela pra mim? 

- ela está ocupada agora, eu posso te atender 

- não, eu quero conversar com a chef, ela é minha esposa. Sou Lauren jauregui Cabello, esposa de Camila cabello jauregui. 

- vou chama-la - ele saiu e eu fiquei olhando o cardápio, depois de alguns minutos, o garçon voltou - ela disse que está ocupada, e que não pode conversar com você agora 

- Você falou que era a esposa dela que estava aqui 

- sim, e ela disse que está ocupada 

- vou ver se isso é verdade - me levantei da cadeira, e fui até a cozinha, começei a procurar camila, achei ela em um canto comendo uma maçã - pelo jeito anda muito ocupada - falei quando cheguei perto dela, ela me olhou e parou de comer a maçã - era mais facil falar que não queria falar comigo 

- não quero falar com você - bufei de raiva 

- qual é a sua, Camila? - falei um pouco mais alto 

- qual é A Sua, Lauren, entrar no meu restaurante e exigir que eu devo falar com você. 

- você é a minha esposa

- e dai? só porque eu sou a sua esposa que tenho que fazer o que você quer quando você quiser? 

- sim 

- saia da minha cozinha - ela exigiu mas fiquei parada no mesmo lugar - saia da minha cozinha! 

- não irei sair! - falei no mesmo tom que ela 

- ou você sai, ou irei chamar o segurança 

- você não teria essa coragem 

- dickerson - ela chamou o subi chef sem desviar os olhos de mim - vá chamar os segurança - não vi se ele foi ou não, pensei que ele não tinha ido, mas eu estava enganada. - tirem ela daqui - olhei pra trás e vi dois seguranças, um deles seguraram no meu braço 

- me solta! deixa que eu saio sozinha - ele me soltou, olhei para a minha esposa e disse: - Eu vou mas eu volto - dei as costas pra ela e sai da cozinha, logo depois sai do restaurante. Entrei no meu carro, soquei o volante e depois dei partida. Parei em uma lanchonete próxima da boate, pedi um lanche e me sentei em uma mesa, a garçonete trouxe o meu lanche começei a comer. 

Camila me expulsou do seu restaurante, eu vi ela montar esse restaurante, eu vi ele crescer, eu vi ele passar por faces boas e ruins, vi ele se afundar e se levantar, e agora ela vem e expulsa a sua propia esposa do seu restaurante. Isso não vai ficar assim, ela pensa que vai fugir de mim pra sempre, ela é a minha esposa e uma hora ou outra ela vai ter que falar comigo. 

Depois de comer o lanche eu me levantei, paguei e sai dali, tinha uma praça de frente pra lanchonete, então, fui até lá. Tirei a caixinha de cigarro do bolso e acendi, começei a fumar olhando os movimentos por ali. O cigarro ficou impossibilitado de fumar mais dele, joguei ele no chão e apagei com o pé. Olhei pra frente e vi uma criança, ela estava correndo muito rápido, deve ter menos de 3 anos de idade, ele era bem pequeno. Ele caiu na minha frente, não tardei e ajudei ele a se levantar 

- hey, pequeno - depois de ajudar ele a se levantar eu limpei seu joelhinho que estava sujo. - toma mais cuidado pequeno - olhei pra trás dele e tinha uma mulher correndo até mim, peguei ele no colo, a moça parou na minha frente, ela estava ofegante, ela estava gravida, creio que esse pequeno é filho dela 

- Me desculpe, moça - ela pegou o pequeno do meu colo - ele está começando a andar, e quando eu deixei ele no chão ele simplesmente saiu correndo - olhei para o garoto e ele tinha cabelos negros pele muito branca e os olhos castanhos, parecia uma mistura minha e da minha esposa, ao pensar nisso um enorme sorriso cresceu nos meus lábios. A moça diante de mim estava com uma barriga enorme, imaginei a minha esposa com essa barriga, carregando um filho meu, carregando um fruto do nosso amor. Na minha imaginação ela está tão linda, e quando o pequeno nascer vai ser tão lindo e especial


Carregar ele no colo eu sinto que vai ser tão mágico, serei o mais gentil possível com aquele pequeno que irá pesar menos de 5 kilos, ouvir ele chorar por sentir falta do meu carrinho, por sentir falta dos meus braços, segurando-o, e fazendo ele se sentir seguro, sinto que quero isso, sinto que isso vai ser mágico sinto a felicidade chegando daqui a poucos meses. Senti lágrimas preencherem meus olhos 

- Você tem filhos? - sai dos meus devaneios com essa pergunta dela 

- na verdade a minha esposa está gravida 

- parabéns. - ela sorriu - ele vai te trazer muitas felicidades à vocês - cocei a minha nuca, a vontade de chorar surgiu mas eu não sei porque isso está acontecendo - agora eu tenho que ir 

- claro, fique à vontade - ela saiu, suspirei, atravesei a rua e entrei no meu carro. Com os vidros do carro fechado e ele desligado, fiquei pensado nas coisas que falei, na forma que eu agi. 

Eu fui uma tremenda ignorante com a minha esposa. Ter um filho é o sonho dela, e agora percebo que ter um filho deve ser maravilhoso, ela sempre me disse isso, e eu tapava meus ouvido para não que ouvir aquela "Asneira" que ela fazia questão de muitas vezes. Fui ignorante, arrogante e hipócrita, por pensar que o que ela falava era bobagem. Será que é tarde demais para pedir perdão? 

Sai dos meus desvaneios e dei partida no carro, uma musica começou a tocar no rádio, me lembrei da minha camz, ela ama esse cantor, e ela diz que ele define o nosso relacionamento, que parece que ele mora dentro da nossa casa e vê tudo que se passa dentro dela, e depois faz fofoca sobre essas coisas em forma de música, ela ama as musicas do Ed sheeran. Sorri ao lembrar disso, ela sempre falava coisas como essa pra mim, ela cantava pra mim e dizia que a cada dia que se passava ela sentia que me amava mais. Parei no sinal vermelho 

- como eu fui ser tão idiota - disse pra mim mesma - e deixar a minha mulher ficar chateada comigo, falar e tratar ela de um jeito horrível. Eu vou ter você de volta camz, ou eu não me chamo Lauren jauregui, só espero me perdoe por tudo, porque eu nunca vou me perdoar

Cheguei na boate e passei pelo corredor, mas antes de chegar na boate, encontrei com Dinah no corredor 

- Dinah - parei na frente dela 

- me da licença - ela tentou passar por mim, mas eu não deixei 

- preciso falar com você 

- não tenho nada pra falar com você 

- eu quero saber da minha esposa, tenho certeza que você sabe como ela está 

- Eu não vou te falar nada

- Eu só quero saber se ela está bem 

- não te interressa se ela ta bem ou não, eu não vou te falar nada, só posso dizer que mesmo que você não queira ela está bem 

- eu nunca desejei o mal da minha esposa 

- sim, você desejou o mal da sua esposa, você fez ela chorar e ela ainda chora, você sabia disso? aposto que não, né?

- Eu...

- você nada, cale a sua boca, não quero mais te ouvir. - ela passou por mim e saiu, fui pra minha sala, me sentei e suspirei. Começei a lembrar dos momentos bons que eu passei ao lado da minha esposa, lembrar do começo do nosso relacionamento me fez sorrir. Lagrimas voltaram a se formar em meus olhos, eu não queria chorar, eu não gosto de chorar por nada e nem por ninguém, mas a falta dela está me fazendo se lamentar. Tentei dormir um pouco em um sofá que tinha ali na minha sala, mas não consegui dormir. Me levantei e sai da minha sala, quando sai do corredor Elizabeth veio falar comigo 

- Agora não da eu tenho que sair 

- não precisamos de mais garotas - eu ainda estava andando - e a Veronica disse que precisa de mais, damos conta sozinhas - parei e olhei pra ela 

- não, vocês não dão, a boate ultimamente anda lotada, precisamos de mais mulheres para agradar os clientes, e vocês vão trabalhar menos. Isso não é bom ?

- as novas vão ofuscar o trabalho das que estão aqui a tempos. Os clientes vão querer as novas e não as que eles já estão acostumados 

- e dai? pelo menos você trabalha menos - voltei a andar 

- você tem que impedir isso 

- por que iria impedir algo, que eu mesma propus? - sai da boate e atravessei, Elizabeth veio atrás de mim 

- OK, quero que pense e depois pare as entrevistas, não precisamos de mais garotas - abri meu carro 

- eu sou uma das donas da boate, eu decido se vai ter mais garotas ou não

- eu fui falar com a Veronica, ela foi grossa comigo, só porque eu falei sobre isso com ela 

- isso você resolve com a Veronica - entrei no carro e coloquei o cinto 

- espera, onde você vai? Me da uma carona 

- onde você quer ir? 

- até a farmácia

- OK, entra ai - ela deu a volta no carro e entrou, depois que ela colocou o cinto eu dei a partida. 

{…}

Parem em frente a casa da Veronica 

- vou falar com a vero, já volto - sai do carro e fui até a frente da casa da minha amiga, toquei a campainha e Lucy atendeu 

- oi, Lucy, a vero está?

- não está, e mesmo que ela tivesse aqui eu não deixaria ela vir te atender

- uou, ta de TPM? - eu não falei isso só pra provocar, ela realmente parece que está com tpm, Camila também fica assim, grossa, de mal-humor, e dando patada em quem vier pela frente 

- tpm está a sua mãe! você é uma cachorra é isso que você é, cafajeste! - ela esbravejou 

- o que eu te fiz, mulher?

- nasceu! 

- olha, Lucy, eu não sei o que está acontecendo com você, sério mesmo. Eu só vim aqui falar com a Veronica, ela disse que tinha uns calmantes, e se eu precisasse era só vir aqui. Então, cá estou eu 

- vai se fuder - arregalei meus olhos - você pensa que eu não sei as coisas que falou pra minha amiga? pediu pra ela abortar um filho seu, sua desgraçada, ela está arrasada, por causa de você! 

- OK, sei que você está brava, e entendo o motivo. Mas vamos deixar isso de lado, eu só quero dormir, então, por favor, me de alguns calmantes 

- Aqui não é farmácia, e tomara que tenha insônia todos os dias, pelo resto da sua vida, porque assim vai sobrar tempo para pensar nas merdas que você faz. E suma daqui, antes que eu pegue um balde de agua gelado e jogo em você 

- não, não precisa - estava frio, e tomar um banho de agua gelada ninguém merece - eu já estou de saida - ela desviou os olhos e olhou para o meu carro 

- e ainda está com uma puta dentro do seu carro, você não presta. Vou pegar um balde de agua gelada em você - ela entrou dentro da casa dela, sai correndo de lá e entrei no carro 

- o que foi? - Elizabeth perguntou - o que ela te disse pra você sair correndo - dei partida no carro e sai dali cantando pneus 

- ela me ameaçou

- te matar? 

- não, jogar um balde de agua fria, eu só queria um calmante pra conseguir dormir, e ela já veio com sete pedras nas mãos. Agora eu sei porque ela tem que tomar calmante. 

- compra na farmácia

- é isso que irei fazer agora mesmo 

Fui até a farmácia, tentei comprar algum calmante, ou outro tipo de remédio para me fazer dormir. Mas o farmacêutico não me vendeu, disse que ele não podia vender sem receita, e Elizabeth conseguiu comprar o anticoncepcional dela 

- Eu não acredito nisso - falei quando sai da farmácia - o que tem demais em vender um calmante 

- Lauren - parei de andar e olhei para Elizabeth - eu posso conseguir comprar pra você 

- sem chance, ele não vende sem a receita 

- ele vende sim, pra mim ele vai vender, vamos entrar lá e você vai ver que estou falando a verdade 

- OK - voltamos a entrar na farmácia

- disfarça, vinja que ta comprando alguma coisa - começei a fingir ver algumas coisas, e Elizabeth foi falar com o farmacêutico, ela estava falando algo com ele que eu não conseguia ouvir. Cheguei mais perto e percebi que ela estava seduzindo ele, começei a rir baixinho, eles ficaram conversando por mais um tempo, ela passou por mim com uma sacolinha em mãos, fui atrás dela e sai da farmácia. - aqui está - ela me deu a sacola, e lá tinha o calmante 

- como conseguiu isso?

- tenho algumas cartas nas mangas, agora vamos - entrei no carro, ela também, dei partida no carro. 

- obrigada por isso, eu não estou conseguindo dormir, talvez com os calmantes eu consiga dormir

- não está conseguindo dormir? traiu a sua mulher e a culpa te persegue? - olhei pra ela e depois voltei a prestar atenção na direção 

- eu já disse que não traio a minha mulher. Eu nunca trai a minha esposa, seria incapaz de um ato como esse 

- você é capaz sim, porque sei que isso ai entre as pernas ainda sobe, então, você ainda consegue transar - ela colocou a mão sobre a minha coxa - e quando você precisar pode contar comigo. - tirei a mão dela de cima da minha coxa 

- ele sobe sim - olhei pra ela que sorriu 

- mas só sobe para a minha esposa 

- esposa que saiu de casa 

- ela vai voltar 

- aposto que não. Eu ouvi a sua conversa com a Dinah, ela não vai deixar a sua esposa voltar pra casa 

- ela não tem que deixar nada, Camila é a minha esposa, temos que resolver as coisas apenas nós duas, sem plateia. Ela me ama eu sei disso, e eu à amo, mesmo as pessoas não acreditando nos meus sentimentos por ela. E ela vai voltar pra mim - parei o carro em frente a boate - está entregue 

- acredito que isso que está falando é apenas uma ilusão - ela tirou o cinto - eu já falei se você precisar é só me chamar - ela me deu um beijo na bochecha e saiu do carro. Depois disso eu fui pra casa, não estou com cabeça pra trabalhar agora. 

Cheguei no meu apartamento e me joguei no sofá, eu sentia que estava exauta, preciso de uma pausa. Eu preciso de uma bela noite de sono, mais de 12 horas no minimo, mas o sono não vem, e sinto que hoje será mais um daqueles dias sem dormir. Me levantei e fui tomar um banho, a fome bateu e eu preparei um sanduíche, já que eu não sei cozinhar nada, me arrependo de não ter apreendido isso com a Camila


Notas Finais


Será que Lauren está começando a se arrepender de como agiu com a sua esposa? Será que ela já merece o perdão da mesma? O que vocês acham?


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