História Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Got7, Hentai, Hot
Visualizações 234
Palavras 3.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Regras e Soluções


Fanfic / Fanfiction Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 3 - Regras e Soluções

Dreamer P.O.V

 

Acordo com uma dor em meu peito. De repente me lembro do ocorrido no teste. Olho para meu peito e vejo que o mesmo estava intacto. Será que foi apenas um sonho?

 

???? – Não, não foi apenas um sonho. Agora, assim como nós, você se tornou imortal.

(s/n) – Eu me tornei imortal depois de morrer? Essa eu não entendi.

???? – Em breve entenderá. Me chamo Jaebum, mas pode me chamar de Jb. Serei seu responsável a partir de agora. Venha, lhe mostrarei seus aposentos para que possa se banhar e vestir-se adequadamente. Lhe passarei as regras e farei uma breve preparação.

(s/n) – Regras? Preparação?

Jb – Sim, seu corpo precisa estar pronto para os mestres poderem fazer as apresentações.

(s/n) – Como assim? – Ele começa a rir da minha cara de espanto.

Jb – Que tipo de conexão você acha que eles farão com você?

(s/n) – Eu sei qual é o tipo de conexão, só não entendi a parte de preparar meu corpo.

Jb – Ah sim, digamos que eles possuem gostos um tanto, peculiares, quanto à maneira com que fazem tal conexão. E eu tenho que prepará-la para realizar cada desejo deles. Não se preocupe, vai ser bem divertido, pra mim, é claro. – Ele fala e sorri malicioso, ato que me faz arrepiar completamente. Aish Dreamer, o que ta acontecendo com você? Por que se excitou só com um sorriso? Cade você “A Autora”? Bem quando preciso de alguém para desabafar ela some.

(s/n) – Mas como eles podem ter tais gostos? Pensei que eles ficavam aqui enclausurados aguardando a escolhida.

Jb – Minha querida, me diga, vê alguma mulher aqui? Não né. Somos todos homens com necessidades e um universo paralelo todo à nossa disposição.

(s/n) – Quer dizer que quando sentem vontade, simplesmente visitam o outro universo e se satisfazem com as fêmeas de lá? Mas por que não fazem isso aqui?

Jb – Simples, não queremos ser reconhecidos ou vistos por seu povo.

(s/n) – Nossa! Mas para que tudo isso?

Jb – Para evitar impostoras.

 

Saímos daquele aposento indo em direção aos jardins. Estava frio, mesmo tendo um lindo sol brilhando no céu. Vamos caminhando e começo a perceber outros homens, serviçais, mais velhos, provavelmente mortais também trazidos do outro universo. Vamos caminhando e sinto todos os olhares se voltarem a mim. Eles pareciam estar sedentos. Foi aí que eu decidi olhar para minhas vestes para saber o que tanto olhavam, pois não podia simplesmente ser pelo fato de eu ser a única mulher ali, e foi então que percebi o motivo do frio e dos olhares. Eu estava nua. Estava andando pelos jardins, no meio de vários homens, NUA!!

Rapidamente tratei de tentar me tapar e correr para me esconder em algum arbusto, claro que saí correndo berrando que nem uma cabra desmamada. Escuto Jb gargalhar.

 

(s/n) – Qual é a graça? Como pôde me fazer sair de lá assim?

Jb – Infelizmente, para você, terá que se acostumar a ter seu corpo à mostra. Até porque as vestimentas que irá usar não irão tapar muito seu corpo.

(s/n) – Como assim? Vou ter que ficar andando por aí com meu corpo assim? Na vista de todos?

Jb – Primeiro que você não irá ficar andando por aí. Seus caminhos serão de seu quarto aos aposentos dos mestres, e onde eles solicitarem sua presença. Segundo, você não andará sozinha, como disse antes, sou seu responsável, logo não precisa ter medo dos outros serviçais, até porque eles não são loucos de desafiar a fúria dos mestres. E por último, sua função, seu dom, depende totalmente e somente do seu corpo, que é muito bonito, por sinal. – Ele diz e logo em seguida me olha de cima abaixo mordendo os lábios.

(s/n) – Quer parar de me olhar assim?

Jb – Não, e vamos logo. Quanto antes terminarmos seus preparativos, mais rápido os mestres lhe serão apresentados.

 

                    Continuamos a andar até chegar em frente ao castelo, e que castelo. Só de olhá-lo já perdia o fôlego. A construção parecia ter sido esculpida milimetricamente, as torres tinham entalhes diferenciados. Sete torres, obviamente uma para cada mestre, e logo concluí que os entalhes que subiam por suas paredes caracterizavam cada mestre. Fiquei fascinada por uma torre, cujos entalhes desenhavam perfeitamente galhos de cerejeira. Era tão linda e delicada que parecia ser real.

 

Jb – Não se preocupe, você terá tooodoo o tempo do mundo para apreciar as torres e ligar os entalhes aos seus donos.

 

                      Entramos no castelo e, se não tem como se maravilhar mais, agora tem. Seu interior era todo decorado de maneira delicada e ao mesmo tempo imponente. Talvez descrevendo seus donos. Uma escadaria central toda trabalhada em ouro era cercada por 6 estátuas perfeitas. Elas eram lindas. Ou melhor, eles. Suas feições pareciam ter sido esculpidas por anjos. No topo da escada encontrava-se a sétima estátua, mais alta e imponente que as outras, suas feições faziam-no parecer capaz de destruir qualquer ser insignificante que ousasse o encarar por muito tempo. Afasto-me da mesma e continuo seguindo Jb por um longo corredor.

                        Logo encontramos outra escada, oculta por uma estreita porta. Jb abre uma outra porta ao chegar no topo da escada, dando-me passagem para entrar no cômodo. Era um quarto enorme, maior que o meu da minha antiga casa. Uma cama enorme encontrava-se no centro do mesmo. Estava decorada com lençóis de seda negros tão convidativos que tive que aguentar o impulso de me jogar na mesma.

 

Jb – As regras são simples. Você deve estar disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não importa a hora, se os mestres solicitarem sua presença, você deve estar devidamente preparada. Como você sabe, agora é submissa dos mestres, tudo o que eles pedirem, você deve obedecer, sem questionar. Só poderá falar com eles quando solicitado que dirija a palavra para os mesmos. Você terá dois dias de liberdade por mês. Dia em que você poderá ir lá para baixo visitar seus queridos “amigos”. Agora você pode se dirigir ao banheiro se lavar. Mandarei serviçais para limpar devidamente seu corpo. No seu closet estão as roupas que usará a partir de agora. Retornarei em breve para sua preparação.

 

                 Ele termina de falar e sai do quarto, não dando tempo de fazer nenhuma pergunta. Como assim limpar meu corpo adequadamente? Outros homens iriam tocar em mim para me, limpar? (A: Amiga, corre, procura uma janela, se joga.) Eu sou imortal agora doida. Não vai adiantar de nada. (A: Então lascou-se. Acho que ele se referia a serviço de SPA, talvez. Se for, to com inveja.) Ai doida, nem brinca com uma coisa dessas.

               Vou até o banheiro, que era igualmente enorme. Começo a encher a banheira quando vejo um rapaz entrando no banheiro. Tento cobrir meu corpo, mas o mesmo vem até mim e afasta minhas mãos. Silenciosamente ele faz sinal para que eu me deitasse numa maca que havia ali (nem tinha percebido que tinha uma maca), o obedeço e ele começa a.... a... (A: Eu tava certa né) Sim, tava. Aproximadamente uma hora depois ele termina e se afasta, saindo do recinto ainda em silêncio. Solto um suspiro aliviada por finalmente ter terminado e vou para a banheira. Tomo um banho demorado tentando processar tudo o que havia acontecido. Foi tudo tão rápido. Como pode minha vida mudar tão de repente? Acabo adormecendo. Começo a sonhar, esse mesmo sonho que vem me atormentando há dias.

                 Vejo uma mulher, carregando um bebê num cesto dourado. Ela larga o cesto em frente de uma casa, se abaixa e fala algo que não consigo entender. Ela começa a chorar e dá um beijo na criança. Logo ela sai dali deixando a criança sozinha. A criança começa a chorar. Sinto uma angústia invadir meu peito e escuto alguém me chamar. Parecia ser a voz de Jb.

 

Jb – (s/n)!! (s/n)!! Acorde!! (s/n)!!

 

              Acordo num pulo e percebo que estava chorando, muito. Olho para o lado e Jb estava ali, agachado ao meu lado na banheira. Me olhava meio espantado e então percebo que o banheiro estava todo inundado e os espelhos quebrados.

 

(s/n) – De novo não! – Digo em um sussurro, porém ele acaba escutando, já que estava bem próximo de mim.

Jb – De novo não o que? – Pergunta assumindo uma expressão séria.

(s/n) – Há dias venho tendo um sonho, mas não é um sonho comum, e quando acordo sempre tem algo destruído.

Jb – Acho que vou ter que acelerar sua preparação. Saia da banheira e vá se vestir. Estarei esperando na escada.

 

                Assenti e o mesmo sai do banheiro. Lavo meu rosto e me levanto. Minha toalha, assim como tudo naquele banheiro, estava encharcada. Vou até meu quarto procurar outra toalha. Encontro e me enxugo. Abro meu closet e vou procurar alguma lingerie.  Acabo percebendo que não havia nenhuma. Me lembro do que Jb disse sobre meu corpo ficar sempre exposto a partir de agora. Droga! Não vai ser fácil me acostumar. (A: Ué, dizem, no outro universo, que existiu uma mulher chamada Eva que vivia pelada, sendo coberta por apenas uma folhinha) Muito engraçada, isso não é hora de fazer piada. (A: Só to tentando te tranquilizar.) Não funcionou.

               Começo a vasculhar as roupas, e todas se resumem em vestidos transparentes, só diferenciando os modelos. Escolho um mais básico, já que no momento iria apenas para uma preparação. Arrumo meus cabelos em um coque bagunçado, e passo uma make bem leve.

                 Saio do quarto e me deparo com Jb no meio da escada. Ele me olha de cima a baixo e dá um sorriso de lado. Sem nenhuma palavra ele desce as escadas e eu o sigo. Voltamos para o corredor longo não andando muito até ele abrir uma porta e me mandar entrar. Estava tudo escuro. Luzes fracas se acendem quando o mesmo entra no quarto. Custo a me acostumar com a fraca iluminação, até que finalmente consigo enxergar ao meu redor. Um quarto negro se revela diante de meus olhos, as paredes eram revestidas por grades grossas, dando mais a impressão de ser uma jaula. Uma grande cama se abria no chão cercado por cordas de onde pendiam algemas. No fundo do quarto, uma estante com diversos tipos de chicotes e açoites aguardavam por serem escolhidos para garantir a “diversão” da noite (A: Eita amiga é hoje que o coro come.).

                    Jb me empurra até o meio do quarto me fazendo subir num tipo de banco e esticando meus braços até minhas mãos encostarem-se às grades. Assim que alcanço as mesmas, sinto elas se enrolando aos meus pulsos. Olho assustada para Jb que parecia estar apreciando meu pavor ao fato das grades se moverem sozinhas. Fico completamente presa, impossibilitada de sair dali.

                      Jb dá a volta em mim e vai em direção aos chicotes. Escolhe um de couro preto e vem em minha direção. Começa a me olhar mordendo os lábios e sem aviso desfere um golpe em meus seios. Solto um grito de susto pelo ato repentino. O mesmo solta um riso soprado e desfere outro golpe em minha barriga. E assim continua, cada vez batendo mais forte. Depois de algum tempo ele larga o chicote e pega uma cinta de couro. Arregalo os olhos ao perceber suas intenções.

 

(s/n) – I-isso é mesmo n-necessário? – Pergunto em tom aflito.

Jb – Isso não é nada perto do que os mestres podem fazer com você.

 

                Logo ele começa a desferir golpes fortes com a cinta. Grito de dor sentindo minha pele esquentar nos locais atingidos. Com certeza ficarei cheia de marcas. Depois de mais uns cinco golpes começo a perceber o quanto essa dor pode ser prazerosa. E meus gritos já começaram a se transformar em gemidos. Ao perceber isso o mesmo morde os lábios e sorri maliciosamente. Depois de um tempo ele me tira dali me pegando no colo e me largando na cama. Me prende nas algemas que haviam ali e abre meu vestido, já que ele era fechado apenas por uma fita fina na minha cintura. Subitamente ele ataca meus seios, massageando-os com as mãos.

                Logo ele desce seus lábios até meu seio esquerdo enquanto massageia o direito, invertendo os lados em seguida. Começa uma trilha de beijos, lambidas e mordiscos por minha barriga em direção a minha intimidade, onde ele começa a beijar, me causando arrepios. Seus lábios começam a se movimentar e sua língua passeia por toda minha intimidade, me fazendo gemer baixo. Ele logo começa a intensificar os movimentos brincando com meu clitóris. Começo a sentir meu corpo aquecer e um tremor subindo por minhas pernas. Estava chegando em meu ápice. Ao perceber isso ele para, me fazendo gemer manhosa.

 

Jb – Desculpa, mas não posso deixar você chegar lá. Isso somente os mestres poderão fazer.

(s/n) – O que viemos fazer aqui então?

Jb – Fazer seu corpo suportar as piores dores que ele pode sentir.

 

              Ao dizer isso, ele se levanta e pega uma vela que havia na estante. Percebo então um cabo pendendo do teto acima da cama, onde o mesmo amarra a vela e a acende.

 

(s/n) – Não é o que eu estou pensando né? – pergunto e o mesmo apenas me olha com um sorriso debochado no rosto. Pouco tempo depois sinto um pingo quente me queimar na região da barriga, seguido de vários outros. Começo a gritar e me contorcer de dor. Ele ri e empurra a vela a fazendo balançar e pingar por todo meu corpo. – Para, por favor! – Falo já sentindo as lágrimas escorrerem de meus olhos.

Jb – Você precisa aguentar. E sem chorar, de preferência.

(s/n) – Isso é impossível, e é maluquice!

 

               Ele me vira fazendo com que a vela pingasse agora em minhas costas. Sinto o fino tecido do vestido que ainda cobria minhas costas, grudar em minha pele antes de se desfazer com o calor da vela. As lágrimas não paravam de escorrer de meus olhos e eu continuava a gritar de dor. De repente escuto a porta abrir e alguém berrar com Jb.

 

Mk – O que está fazendo? Sabe que não pode deixar ela marcada. Se os mestres virem não vão gostar nada disso.

Jb – Ela precisa se acostumar com a dor. Ou como o corpo dela irá suportar a dor das visões?

Mk – Ela terá que aprender a lidar com isso do jeito dela.

 

                Sinto uma mão me soltando. A dor era tanta que acabei desmaiando e mergulho em um sonho muito angustiante.

 

 

 

Soluções

 

 

                   Estava no meio de um círculo de fogo. Aquelas chamas cada vez mais aumentavam e vinham em minha direção. Começo a sentir minha pele arder com as queimaduras. Eu chorava e gritava por socorro. Logo lembro, é só um sonho. E começo a imaginar uma forte chuva. Depois de tanto me concentrar, finalmente começa a chover. A água bate em minha pele, mas não apaga o fogo, mas é o suficiente para me manter viva em meio às chamas.

                  Acordo sentindo alguém esfregar algo em meu corpo. Abro os olhos e vejo Mark. Eu estava na banheira enquanto ele passava a esponja delicadamente por meu corpo, concentrando-se nas marcas causadas pela vela.

 

(s/n) – Mark! Está ardendo.

Mk – Eu sei, mas você tem que aguentar. Essa espuma tem propriedades que ajudam a curar queimaduras.

(s/n) – Por que está me ajudando?

Mk – Não gosto de ver outras pessoas sofrendo.

(s/n) – Mark?

Mk – Humm...

(s/n) – Obrigada!

Mk – Não precisa me agradecer. Agora vem, vou te ajudar a se vestir e trazer algo para comer. Não comeu nada desde que chegou né.

(s/n) – Humm... Não... - Sinto minha barriga roncar protestando contra minha falta de atenção a mesma. Mark começa a rir.

Mk – Vamos logo, antes que esse monstrinho enlouqueça de fome.

 

              Me levanto saindo da banheira. Mark me entrega uma toalha e me seco devagar tentando não encostar muito nas queimaduras. Mark me leva em direção a meu quarto tirando minha toalha de meu corpo. Ele começa a passar um tipo de pomada nas marcas. Aquilo era bom, dava uma sensação de refrescância. Ele termina e sai avisando que ia pegar algo para me alimentar. Assinto e vou em direção ao meu closet. Pego uma camisola transparente e a visto, ajeito meus cabelos e caminho em direção à janela.

                 De lá dava para ver todo o jardim e as torres. Logo percebo que não posso estar no castelo em si, já que consigo ver as torres. Fico olhando em direção ao jardim quando vejo um homem caminhando por entre as flores. Não consigo o ver muito bem, pois o mesmo estava de costas para mim. Mas pude ver que suas roupas douradas eram bordadas em tons de rosa formando galhos de cerejeiras. Seria esse o mestre da linda torre de cerejeiras? (A: Isso tá meio óbvio né.).

 

Mk – Mestre Kim Seokjin. “Tão belo quanto às flores das cerejeiras”.

(s/n) – Que susto Mark. – Ele da um sorrisinho meio sem jeito.

Mk – Venha, trouxe comida para você.

 

                   Mark caminha em direção à mesa onde estavam os alimentos que ele preparara para mim. Olho mais uma vez para o jardim, e vejo o tal mestre Kim Seokjin se virar, me dando a visão de seu rosto. E como era lindo. Senti uma enorme atração no mesmo instante e meu corpo se arrepiou imaginando o momento em que eu finalmente me encontraria com ele. Acabo ficando distraída em meus pensamentos que nem percebo quando o mesmo levanta seu olhar em direção a minha janela. Ele dá um sorriso e acabo sorrindo também por impulso. Logo saio do transe sentindo minhas bochechas ficarem vermelhas e saio da janela.

 

 

Quebra de tempo

 

 

                    Já havia anoitecido e eu estava com dificuldades para pegar no sono. Decido contemplar novamente a vista do jardim. Mark havia colocado uma poltrona ao lado da janela, conforme eu havia pedido mais cedo, para poder apreciar melhor a vista do meu quarto. Pego uma escova de cabelo e me sento na poltrona escovando os mesmos. Acabo adormecendo ali mesmo, admirando o lindo jardim que se estendia a minha frente.

                      Acabo tendo aquele sonho novamente, da mulher largando o bebê em frente de uma casa. Dessa vez, após ela beijar a criança a vejo caminhando até um beco escuro. De repente ela tira uma faca do casaco. Eu conheço aquela faca, é a mesma que Jb usou para me tornar imortal. Num movimento rápido ela golpeia o coração. Mas ela não morre imediatamente e fica caída no chão agonizando, gritando. Logo uma silhueta adentra o beco parando ao lado do corpo dela. A pessoa se abaixa e recolhe a faca e sai, a deixando ali, agonizando até a morte.

                        Acordo gritando e logo a luz do meu quarto é acesa. Mark entra correndo e vem em minha direção. Sinto algo escorrer em minha testa e percebo que era sangue. Olho para a janela e vejo que a mesma estava toda quebrada. Olho para Mark que estava tão assustado quanto eu. Ele me leva para o banheiro e limpa todo o sangue e os cortes causados pelo vidro da janela que deve ter estourado em mim. Ele me ajuda a voltar para a cama.

 

Mk – Acha que consegue dormir? – Acenei com a cabeça que não. Estava com medo de sonhar aquilo tudo de novo. – Quer que eu durma aqui com você? – Assenti e o mesmo se deitou na cama ao meu lado. Ele me abraça colocando minha cabeça em seu peito e começa a cantarolar uma canção de ninar. Não demora muito para eu cair no sono.


Notas Finais


Então meus lindos... Vou produzir para as outras fics e essa e logo voltarei a fazer a repostagem.
No total já temos repostados 5 capítulos. Já é um pulinho....
Prometo tentar adiantar mais ainda hoje...

Beijos meus amoreess!! :*


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