História Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Got7, Hentai, Hot
Visualizações 166
Palavras 3.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoinhas...
Sei que estão ansiosos pelas atts das outras fics...
Mas estou fazendo tudo simultaneamente....
Tanto a repostagem quanto a escrita dos novos capítulos das outras fics....
Mas logo logo tem capítulo novo nas outras fics... não se desesperem..
E vamos lá com mais um episódio duplo..

Boa leituraa!!

Capítulo 5 - Saltando (Pts. 1 e 2)


Fanfic / Fanfiction Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 5 - Saltando (Pts. 1 e 2)

  Dreamer P.O.V

 

 

                     Acordo em uma espécie de acampamento. Minha cabeça latejava. Saio da barraca em que me encontrava e me deparo com fileiras de barracas idênticas. Esse cenário, não me é estranho. Começo a caminhar tentando encontrar alguma resposta para as inúmeras perguntas que surgiam em minha cabeça.

                      Continuo andando até que passo por uma fogueira que estava rodeada por.... Soldados? Então minha ficha cai. Já havia estudado sobre esse momento diversas vezes durante meu treinamento como Hacker. Eu estava na Guerra do Renascimento, assim chamada, pois foi durante essa guerra que os Grandes Mestres Insighters surgiram. Mas o que eu estou fazendo aqui? Vou andando distraída quando acabo esbarrando com alguém, fazendo com que derrube uma pilha de lenhas que este carregava.

 

(s/n) – Me desculpe, eu estava distraída, não vi você.

???? – N-não, imagina. N-não precisa s-se de-desculpar. – Logo reconheço aquela voz e levanto meu rosto em sua direção. Não conseguia acreditar.

(s/n) – Mestre Jungkook?

Jk – S-só Jungkook. Co-como sabe m-meu nome? – Percebo que o mesmo está nervoso. Mas esse Jungkook é muito diferente do que eu conheci.

(s/n) – Chutei, você é muito parecido com uma pessoa que eu conheço e que tem esse mesmo nome. – Ai que idiotice.

Jk – No-nossa, que... que coincidência.

???? – Soldado Jeon, você por um acaso está com os braços quebrados?

Jk – N-não senhor, Capitão! – Responde abaixando a cabeça. Olho ao redor e vejo os demais soldados observando a situação com sorrisos debochados nos rostos.

???? – Por um acaso acabaram as árvores dessa enorme floresta?

Jk – Não s-senhor, Capitão! – Começo a ouvir risadas pelo acampamento.

???? – Então largue de ser tão molenga e vá buscar mais. Você é um soldado ou uma lagartixa?

Jk – Um s-soldado senhor!

???? – Então ande logo e vá de uma vez. Só volte a esse acampamento quando tiver lenha suficiente para a semana toda!

Jk – S-sim senhor, Capitão! – O capitão vira e vai embora, deixando os demais soldados às gargalhadas. Não aguentei, e comecei a sentir um aperto no peito por ver Jungkook assim, tão humilhado.

(s/n) – Vamos, eu te ajudo! – Digo e vejo o mesmo arregalar os olhos.

Jk – N-não precisa.

(s/n) – Claro que precisa, como vai carregar toda essa lenha sozinho? Vamos, eu não tenho mais nada para fazer por aqui mesmo.

Jk – O-obrigado.

 

                       Entrei em uma barraca e peguei duas mochilas, se iríamos pegar tanta lenha, então precisávamos nos prevenir para o caso de termos que dormir na floresta. Entreguei uma mochila para ele e tomamos o caminho em direção à floresta. O caminho inteiro foi tomado pelo silêncio. Até que me irrito e decido quebrar.

 

(s/n) – Como veio parar no meio dessa guerra?

Jk – M-meu pai me obrigou. S-segundo ele, um homem de v-verdade deve servir seu povo.

(s/n) – Do que você tem tanto medo?

Jk – Me-medo?

(s/n) – Sim, você não consegue falar uma frase sem gaguejar.

Jk – É que... É que... Garotas me intimidam. – Tive que segurar uma gargalhada ao escutar isso. Não era o que parecia na nossa primeira conexão. E isso me instigou ainda mais em querer saber como esse Jungkook tão inocente e assustado, se transformou num Grande Mestre sensual e tão seguro de si.

(s/n) – Por que?

Jk – Sei lá... O-olha pra mim... S-sou um esquisito, sou f-forte, mas não tenho coragem.

(s/n) – Eu não te acho esquisito. Muito pelo contrário. Você é muito bonito. Só precisa se soltar, mostrar do que é capaz, mostrar seu potencial.

Jk – N-não sei se con-consigo.

(s/n) – Humm... E se eu te ajudar?

Jk – Como?

(s/n) – Não sei ainda. Mas vou pensar em algo. Olha, acho que aquelas árvores dariam uma ótima pilha de lenhas.

 

                          Começamos a cortar e partir árvores e galhos, até que ficamos exaustos e suados. Decidi procurar algum lago ou rio para passar uma água no corpo e tirar o suor. Jungkook decide ir comigo para me socorrer caso apareça algum bicho da floresta ou algum engraçadinho. Embora, nessa situação tão frágil em que ele se encontra, eu duvide muito que ele vá me defender muito.

 

(s/n) – Por que não aproveita e toma um banho também?

Jk – N-não... Melhor não..

(s/n) – Vem, eu não vou fazer nada. E fica bem mais fácil pra você me proteger.

Jk – T-tudo bem... mas vamos ficar de costas um para o outro.

(s/n) – Tudo bem. – E assim, tiro minhas roupas, que só então reparei que estava fardada, e entro na água. Me viro de costas para que ele também fizesse isso. Depois de alguns minutos decido sair. Mas ao me encaminhar para a beira do riacho, piso em um buraco e acabo afundando. Sinto duas mãos firmes me puxar com força e, me carregando no colo, me tira d’água.

Jk – Você está bem? – Pergunta ele preocupado me deitando no tronco de uma árvore caída que tinha ali.

(s/n) – Estou, muito obrigada. Quase me afoguei. – Digo ainda trêmula do susto. Acabei então tendo a visão de seu corpo. Seus braços fortes e seu abdômen bem definido me fizeram perder o ar, mas quando abaixei mais o olhar, me deparei com seu membro, nem um pouco pequeno. Pelos Mestres, isso coube dentro de mim? Sinto minhas bochechas corarem e ele, ao perceber nossa situação, acaba ficando vermelho também e corre até a mochila para pegar duas toalhas, me entregando uma.

Jk – Me desculpe.

(s/n) – Não foi nada, você salvou minha vida, não tinha como parar para se recompor né. – Falo dando uma risada sem graça e o mesmo assenti ainda envergonhado. – Acho melhor nos vestirmos, está ficando frio. – Ele assenti e entrega minha roupa, que visto rapidamente.

 

                          Logo começa a escurecer e decidimos montar as barracas. Ao revirar as mochilas percebemos que só havia uma barraca e um saco de dormir. Ficamos um tempo pensando no que fazer até que decidimos que com o frio que fazia, seria mais correto, e saudável, dividirmos o saco de dormir. Enquanto arrumava a barraca e o saco de dormir, Jungkook foi caçar algum pequeno animal para assarmos e comermos. Ele estava demorando então decido começar a montar uma pequena fogueira. Alguns minutos depois, ele volta com dois grandes coelhos já mortos e sem a pele, prontos para serem assados. Comemos, nos deliciando com aquela carne macia.

 

Jk – N-não queria matar eles. S-sempre gostei muito deles. A-acho que me identifico co-com eles.

(s/n) – Por que? – Pergunto e ouço ele suspirar.

Jk – E-eles podem s-ser fortes. M-mas preferem aproveitar da sua de-delicadeza e mostrar gentileza. S-sem contar que são fofinhos. – Termina a frase soltando uma risada tímida. Sinto um sorriso meio bobo se formar em meus lábios.

(s/n) – Bom, já está ficando tarde. Vamos dormir? – Ele assenti e, depois de apagar a fogueira, vamos nos deitar. Ele acaba deitando atrás de mim, e, sentindo ainda um pouco de frio começo a tremer. Após alguns minutos, ouço ele respirar fundo e envolver seus braços ao meu redor, me puxando pra si, usando o calor do seu corpo para me aquecer. Não demora muito para adormecermos.

 

 

 

 

Saltando (Pt.2)

 

 

Dreamer P.O.V

 

 

                 Acordei no meio da noite um pouco dolorida devido ao chão duro e desconfortável. Tentando encontrar uma posição que não doesse tanto meu corpo, me virei de frente para Jungkook e pude perceber que o mesmo me encarava atento.

 

(s/n) – Te acordei? – Pergunto meio sonolenta.

Jk – N-não, não estou co-conseguindo dormir direito. – Responde ele meio sem jeito. Assim tão de perto, começo a observar seus lábios, e me lembro da nossa primeira noite. E por impulso acabo encostando nossos lábios. Sinto um calor invadir nossos corpos, e o mesmo começa a passar as mãos por dentro de minha blusa. Pera, quando ele começou com essa ousadia?

(s/n) – Jungkook... – Digo arfando ao sentir o mesmo alcançar meus seios.

Jk – Kookie... Me chame de Kookie (s/n). – Disse ele firme. – Me desculpe, não sei o que está acontecendo comigo. – E logo ele abaixa suas mãos em direção aos botões de minha calça a abrindo e retirando em seguida. O calor começava a aumentar e quando dei por mim já estava retirando a calça dele também. Senti seus dedos massagearem levemente minha intimidade, deixando transparecer ainda seu nervosismo. Apertei seu membro sentindo o mesmo inchar e aumentar cada vez mais em minhas mãos.

                          

                        Num movimento rápido, ele levanta minha perna direita, envolvendo-a em sua cintura e começa a me penetrar devagar com movimentos calmos e lentos, mas muito excitantes. Aquela calma toda fez com que meu corpo relaxasse e se entregasse ao puro prazer. Arqueei a cabeça para trás ao sentir ele lentamente estocando mais fundo, alcançando meu ponto sensível. Era incrível como ele conseguia alcançá-lo com tanta facilidade, mesmo com suas estocadas calmas e lentas.

                         Aproveitando a exposição de meu pescoço, o mesmo encosta seus lábios ali, beijando e dando fortes chupadas, deixando diversas marcas que obviamente ficariam roxas depois. Foram necessárias mais algumas estocadas fundas naquele ponto para que eu me desmanchasse em seu membro. Mantendo o ritmo, senti que o mesmo chegaria ao seu ápice logo e agarrei seus lábios ferozmente, entrelaçando nossas línguas, e puxando seu lábio inferior no fim. E pouco depois, senti seu corpo estremecer e seu líquido quente me preencher.

                        Senti algo queimar dentro de mim, e aquilo doía. Pude perceber que ele também sentia isso, já que começou a se contorcer de dor, ainda dentro de mim. A dor foi aumentando até que não aguentamos e desmaiamos com aquela sensação. Comecei a pensar que tivéssemos morrido.

                         Acordei com uma luz forte batendo em meu rosto, e abrindo os olhos com dificuldade, percebi que Jungkook não se encontrava mais na barraca. Me levantei e vesti minha calça, saindo da barraca. Me deparei com o mesmo sentado preparando algo para comermos na fogueira, e uma pilha enorme de lenha ao seu lado.

                        Ao perceber minha presença o mesmo levanta o olhar em minha direção, e céus, aquele olhar, tinha algo diferente. Ele abriu um largo sorriso que me fez derreter ainda mais por ele, sentindo uma vontade enorme de puxá-lo para aquela barraca e repetir diversas vezes o que fizemos na noite anterior.

 

Jk – Bom dia linda. Dormiu bem? – Definitivamente, tinha algo muito diferente com ele.

(s/n) – S-sim, muito. – Respondo sorrindo timidamente.

Jk – Que bom. Venha, estou preparando o lanche da manhã. Precisamos estar bem alimentados. Passei perto do acampamento e ouvi outros soldados falando que as tropas inimigas estão avançando em direção ao castelo. – Aquele não podia ser ele.

(s/n) – Tudo bem. Jungkook...

Jk – Já disse pra me chamar de Kookie. – Fala abrindo seu lindo sorriso de novo.

(s/n) – Ah sim, Kookie. Aconteceu algo? Você está... diferente.

Jk – Deve ser impressão sua. – Assinto ainda desconfiada. Termino de comer e começamos a recolher as coisas. Ele pega a enorme pilha de lenha, sem nenhum esforço, e acabo me assustando com sua força.

(s/n) – Precisa de ajuda? – Pergunto, tentando tornar aquela situação não tanto estranha.

Jk – Não precisa. Isso não está nem um pouco pesado, e também não deixaria minha mulher carregar peso. – Sinto minhas bochechas queimarem com aquele comentário. Ele tinha mesmo falado aquilo? Minha mulher? Comecei a sorrir feito boba enquanto caminhávamos em direção ao acampamento.

 

                          Chegamos lá e o capitão veio em nossa direção a passos largos. Presto continência, e Kookie, largando a enorme pilha de lenha, faz o mesmo.

 

Cp – Estou surpreso, devo admitir, com sua força. Era isso que eu queria ver. Agora se aprontem, iremos partir logo após o meio dia.

(s/n)/Jk – Sim senhor, Capitão.

 

                        E assim, após nos alimentarmos e recolhermos o acampamento, começamos a marchar em direção ao castelo. Ao nos aproximar já avistamos o caos. O exército inimigo já atacava o mesmo. Espalhando o terror pelo reino. Logo o capitão começa a gritar ordens e todos começam a se preparar para atacar os inimigos. Sinto o medo me invadir, eu não sabia nada de lutar. Foi então que me lembrei, sou uma hacker, eu posso criar qualquer coisa com os instrumentos certos.

                         Começo a vasculhar as caixas e mochilas atrás de equipamentos, e encontro alguns que poderiam ser úteis. Sinto uma mão em meu ombro e vejo Kookie ao meu lado me olhando surpreso e curioso.

 

Jk – O que pensa que está fazendo? Você não vai pra lá.

(s/n) – Claro que vou Kookie, eu posso ajudar.

???? – Soldado Jeon? Podemos conversar? Tenho um plano que pode nos ajudar.

Jk – Claro, só um momento. – Fala para o outro soldado de voz grave e alto, que me parecia ser familiar. Kookie volta a me encarar. – Por favor, mantenha-se a salvo, não sei o que poderia fazer se algo acontecesse com você.

(s/n) – Não se preocupe, eu sei me cuidar, agora vá lá e salve o reino, meu coelho. – Mais uma vez ele abre aquele lindo sorriso e sai em direção ao soldado que havia o chamado.

 

                      Volto minha atenção para os instrumentos em minha frente e, após muito esforço para que não saísse nada errado, já que não tinha muitas peças ao meu dispor, saio com a pesada arma em direção e um pequeno monte que havia ali. A arma que eu havia construído, assim na improvisação, era um lança bomba capaz de seguir o inimigo alvo da minha mira. Não tinha tempo de testar, então teria que me arriscar ali mesmo. Mirei no meio de uma tropa inimiga, mais precisamente, num homem que parecia estar comandando aquele grupo. Disparei e a bomba foi certeira para cima do homem e no meio da tropa, lançando seus corpos para longe. Sorri satisfeita com minha façanha, mas logo desfiz quando senti algo caindo ao meu lado.

                           Ao olhar para o objeto, vejo que se tratava de uma grande granada, no mesmo instante agarro minha arma e me jogo daquele monte, rolando alguns metros abaixo dele, enquanto o mesmo explodia. Senti o sangue quente escorrer de minha testa, pois acabei batendo em uma pedra durante a queda. Me levantei um pouco zonza, e procurei por um local de onde podia mirar melhor. Mas não havia local onde me proteger. Paro ali mesmo e tento mirar novamente. E assim acerto mais um grupo de soldados inimigos. Escuto gritos e ao olhar para trás, vejo alguns deles vindo em minha direção, apontando suas armas para mim.

                             Começo a correr, e atirar nos mesmos, mas em vão. Quando percebo já estou em meio à luta. Troco a munição de minha arma e desmonto uma parte dela, fazendo com que a mesma volte a ser uma arma normal. Começo a atirar em todos os inimigos que atravessam em minha frente. Mas logo sinto algo atingir meu peito, me fazendo cair de joelhos no chão. Sinto uma dor enorme e minha vista começa a escurecer.

                             Mas antes de cair em profunda escuridão, vejo duas pessoas surgirem, sim, surgirem, em minha frente, uma delas agarra a cabeça do soldado que atirou em mim, quebrando o pescoço do mesmo, enquanto o outro me segura em seu colo. Com dificuldade reconheci Kookie, seus olhos arregalados e cheios de lágrimas me encaravam com desespero.

 

Jk – Por favor meu amor. (s/n)! Não me deixe. Não me deixe. – Ouço sua voz já embargada pelo choro. Um enorme silêncio nos cercava, me dando a certeza que não estávamos mais no meio da batalha.

???? – Acredite em mim. Não podemos fazer mais nada. – Escuto a voz do outro.

(s/n) – Kookie... – Digo com dificuldade. – E-eu... eu te... eu...

Jk – Não querida, poupe energia, você não pode partir, não pode me deixar. Olhe, eu queria muito que visse esse lugar. – Ele levanta levemente minha cabeça e com esforço consigo ver, um imenso campo florido coberto de rosas vermelhas. Era tão lindo que me fez chorar. Voltei a olhá-lo.

(s/n) – Kookie... Eu te amo!! – E a escuridão tomou conta de mim.

 

 

                                                                  [...]

 

 

                      Sinto meu corpo girando, como se estivesse sendo sugada, e uma luz invade meus olhos. Os abro lentamente tentando me acostumar com a iluminação. Consigo enfim abrir meus olhos e percebo que ainda estou na torre dos coelhos. Tento me levantar, mas ainda zonza, volto a cai na cama. Consigo me manter sentada e logo percebo que minhas vestes mudaram. Ainda era o mesmo vestido. Porém agora ele estava num tom de vermelho vivo, lindo, e minha tornozeleira agora era preenchida por pequenos coelhos de pelagem negra e olhos vermelhos, muito parecidos com o Mestre Jungkook.

                    Escuto sons de passos vindos em minha direção e logo o avisto vindo com uma bandeja, concluí que fosse meu café da manhã. Percebo que seus olhos estavam vermelhos, como se ele tivesse chorado. E então me veem as lembranças. Sim, eu já havia conhecido ele, em alguma vida passada. Será que ele se tornou mestre por minha causa? Será que o mesmo havia acontecido com os outros?

                    Quando ele olha em minha direção, e percebe que já estou acordada, abre aquele sorriso. Ah, como eu podia passar o resto dos meus dias o observando.

 

Jk – Vejo que acordou. – Fala largando a bandeja em uma mesa.

(s/n) – Kookie. – Digo e ele logo desfaz o sorriso. Senti minhas bochechas queimarem, merda, o que eu fiz? Tinha que abrir minha maldita boca.

Jk – Aaahh, (s/n). Não sabe como senti falta da sua voz me chamando assim. Todos esses anos, desejando poder escutar isso. – Seus olhos começam a lacrimejar e ele volta a abrir seu sorriso, vindo em minha direção. Se abaixa em direção ao meu rosto, e passando as mãos pelo mesmo, me puxa para um beijo cheio de amor e carinho. – Venha, você precisa se alimentar e, infelizmente, retornar aos seus aposentos. – Fala fazendo um biquinho ao final da frase. E assim o obedeço.

 

                          Sento a mesa e começo a comer, sendo observada por ele. Mas aquilo não me incomodava, poderia passar o dia todo ali com ele apenas me observando. Eu já o amava. Será que era isso que Mark queria dizer? Sobre amar os 7 cada um a sua maneira? Isso eu teria que descobrir por mim mesma. Logo termino de comer, e com muita dificuldade, me despeço dele.

 

Jk – Adeus minha mulher, por enquanto. – Diz beijando minha mão com um sorriso malicioso em seus lábios.

(s/n) – Adeus Kookie. – Me despeço e volto a andar em direção ao jardim. O dia estava lindo, mais lindo que o anterior. Podia ver com mais nitidez as flores do jardim, e reconheci aquelas rosas vermelhas, eram as mesmas que Kookie havia me mostrado antes de minha terrível morte. Saio de meus pensamentos quando avisto aqueles dois homens, que cuidavam tão bem de mim, e dando meu melhor sorriso, vou em direção a eles.

 

Mk – Bom dia, bela dama. Vejo que dormiu bem. – Diz rindo abertamente.

(s/n) – Bom dia, jovens cavalheiros. Sim, dormi muito bem.

Jb – Então vamos, você precisa tomar um banho e descansar, essa foi apenas a primeira noite. – E assim adentramos na ala do castelo, onde ficavam meus aposentos.

 

“Estou ansiosa por essa noite”


Notas Finais


Uaauuu... essa é uma que não me canso de ler....
uehueheu....
Bom.. gostaria de aagradecer todo o apoio que estão me dando e por toda a paciência que estão tendo comigo...
Prometo recompensá-los por todo o atraso...
E por favorzinho, não desistam Jimim(hehehe)...
Esse atraso é temporário... só até eu reestabilizar essa fic...

Beijos amoras da minha vidaaa... A Mel ama muito vcss....^^


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