História Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Got7, Hentai, Hot
Visualizações 187
Palavras 1.671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello Sweeties do meu kokorooo...
Como prometido, e como forma de mostrar meu amor pelos carinhosos e incentivadores comentários....
Aqui está mais um capítulo....
E posso adiantar que muitas de vcs entrarão em óbito no final deste capítulo....
Mas vou deixar vcs implorando por mais, e isso não se pode fazer depois de morta, não é mesmo?
Então segurem seu coraçõezinhos e vamos lá!!

Beijos e boa leitura!

Capítulo 6 - Fruto Proibido


Fanfic / Fanfiction Dreaming - Imagine BTS(Hot) - Capítulo 6 - Fruto Proibido

“A Autora” P.O.V

 

        Aqueles dois homens estavam estranhos desde que deixaram (s/n) em seu quarto. Caminhavam silenciosamente pelos corredores da ala de entrada até alcançarem a estátua majestosa em frente à grande escadaria.

 

Jb – Mestre. A primeira noite ocorreu muito bem. Acho que ela reagiu positivamente em relação a essa primeira revelação. – Fala ele olhando diretamente para a estátua. Sei não, mas acho que não tá batendo muito bem das cacholas.

Mk – Acha que ela reagirá assim tão bem quando descobrir toda a verdade? – De repente a estátua começa a se mover, se transformando completamente. As feições de um belo homem tomaram lugar da superfície de mármore branca que antes formava a estátua. Ele era alto e parecia tão imponente quanto qualquer outro homem que eu já tenha conhecido.

Nj – Teremos que esperar para saber. Mas vamos torcer que sim. – Ele diz e começa a andar descendo as escadas. – Irmãos, acordem. – E de repente todas as outras estátuas começam a se mover e se transformar.

Jb – Mestres. – Cumprimenta se curvando perante os belos homens que ali se encontravam.

Jm – Onde ela está?

Mk – Descansando em seus aposentos.

Jk – Temos mesmo que mantê-la naquele quartinho desprezível?

Jb – Acho que ela está muito bem confortável lá. E segura também. Não tem como os mortais encontrarem ela.

Nj – E aquele que foi levado até o quarto dela no primeiro dia?

Jb – Já foi devidamente... eliminado.

Jk – Mas creio que teria um lugar melhor para deixar ela. Talvez o aposento central.

Yg – Só estais preocupado em poder vê-la de sua torre, não?

Jk – Claro, assim podemos saber que ela está segura.

Nj – Jaebum, transfira ela para o aposento central, e mantenha essa ala fechada. Deixe livre para ela apenas o acesso ao nosso jardim.

Jb – Como desejar Mestre.

 

 

 

Dreamer P.O.V

 

 

       A sensação da água morna em meu corpo era relaxante. Meus pensamentos viajavam entre a noite com o mestre e a visão que seguiu nossa conexão. Logo minha ficha caiu. Lógico, ele só pode ser o mestre da tribo dos Jumpers. Como esses seres podem ser assim tão desprezíveis se seu Mestre é assim tão adorável. Claro que de início pensei que ele não passasse de um “Deus” pervertido, mas após a visão, consegui enxergar um outro lado dele. Já estava apaixonada por ele, louca para reencontrá-lo.

      Termino meu banho e vou para meu closet dando de cara com Mark e Jb me esperando lá dentro.

 

(s/n) – Nossa, pra que toda essa recepção?

Jb – Você mudará de aposentos.

(s/n) – Por que? Eu gosto daqui, a vista para o jardim é linda.

Mk – Acredite, a vista do seu novo aposento é muito melhor. Venha. – Ele diz e os dois se dirigem para a saída de meu quarto. Já estava acostumada a andar por aí quase nua mesmo, então apenas os segui. Caminhamos até a grande escadaria, e percebi que a grande estátua estava em outra posição, afastada da parede. Atrás dela, uma grande porta, que até então eu não havia notado que tinha ali, se abriu revelando mais uma larga escadaria. (A: Quantas escadas têm nesse castelo?) Muitas. Subimos e ela dava direto num grande aposento. Uma grande lareira envolta de prateleiras de livros, decorava o local, e um sofá magnífico estava colocado de frente para a mesma. No outro lado do quarto, uma grande cama era coberta por lençóis dourados, e uma fina cortina rodeava a mesma, pendendo do teto. À minha frente, uma enorme janela se abria para uma varanda larga, de onde podia-se ver o jardim inteiro e as torres.

          Próximo à lareira pude perceber uma porta, entrei e me vi dentro de um closet maior que o anterior. Esse também já estava preenchido com diversos vestidos, camisolas e capas, todos em transparência. Pude perceber uma parte toda em peças vermelhas, provavelmente para serem usadas com Kookie. Voltei ao quarto e me questionei se ali não havia um banheiro.

 

(s/n) – Uma dúvida, onde fica o banheiro? – Pergunto e os dois homens soltam risadinhas.

Mk – Venha comigo. – Ele voltou para o closet, e caminhando até o fundo do mesmo, abriu uma porta, que estava camuflada pela pintura da parede, revelando um enorme banheiro. Entrando no mesmo, fiquei maravilhada ao ver a enorme banheira. Os móveis combinavam-se com os lençóis da cama, em tons de dourado.

 

                Voltando para o quarto, os dois homens se despedem e se retiram. Vou até o closet e visto uma peça em tons de arcoiris, igual a da noite anterior, porém essa era mais delicada, um tanto quanto fofa. Sua saia era mais rodada e o busto mais delicado. Deitei-me na cama com o intuito de descansar um pouco. Já que ainda era de manhã e logo iria almoçar.

               Acordei num susto com o barulho de Mark entrando no quarto com um carrinho cheio de comida. Ele levou o mesmo até a varanda, colocando os alimentos em uma mesa que havia ali.

 

Mk – Pensei que gostaria de comer enquanto olha o jardim. Sei o quanto gosto da vista. – Disse com um sorriso demonstrando o quanto ficava contente por saber o que me agradava.

(s/n) – Obrigada Mark. Será que depois de comer eu poderia ir ler no jardim?

Mk – Mas é claro. Você pode visitar o jardim central sempre que puder.

(s/n) – O central? Isso quer dizer que se eu quisesse ir para o jardim em frente ao castelo..

Mk – Não, você não pode ir para lá. – Diz antes me interrompendo e adivinhando o que eu ia falar.

(s/n) – Por que? Ele também pertence ao castelo, não?

Mk – Sim, mas como você já notou, lá ficam os serviçais, mortais, que não tem nenhum controle sobre seus desejos carnais, e nenhum respeito pelos Mestres.

(s/n) – Ah, claro. Havia me esquecido. – Ele apenas assentiu e se retirou, me deixando sozinha comendo e olhando para o belo jardim. Após terminar meu almoço, escovo meus dentes e pego um livro, saindo dos meus aposentos e indo em direção ao jardim. Não tinha intenção de ir ao outro jardim, já que eu gostava mais desse, ainda mais depois de descobrir as rosas vermelhas que com certeza foram ali colocadas para mim.

    

         Cheguei ao jardim e caminhei olhando as flores. Me aproximei do canteiro das rosas vermelhas para olhar melhor, mas ao me aproximar percebo um movimento em meio delas. Tento descobrir o que poderia estar se movendo, mas não encontro nada. Termino meu caminho me sentando em baixo da cerejeira e começo a ler meu livro. Era um romance de época.

            Estava concentrada lendo, até que escuto um barulhinho e vejo um pequeno vulto passando próximo a mim. Olhando ao redor, procuro o dono do barulho, provavelmente era algum animal, embora eu não tivesse visto nenhum por ali durante esses dias. De repente vejo surgir do meio das flores um coelho negro de olhos vermelhos. Quase tive um ataque de fofura quando o mesmo ergueu-se em suas patinhas traseiras e mexeu seu narizinho em minha direção.

             Ele veio em minha direção e, subindo em meu colo, ergueu-se de novo mexendo o narizinho, acho que estava tentando me reconhecer. Não aguento toda aquela fofura e começo a acariciar seus pelos macios. Ele se deita em meu colo, aproveitando o carinho. Passo o resto da tarde ali, com aquele lindo coelhinho, até que pego no sono.

           Acordo sentindo algo cair em cima de mim, abro os olhos e percebo que o coelhinho estava ao meu lado, olhando para o objeto em meu colo. Olhando para o mesmo me deparo com uma maçã vermelha, suculenta. Mas como isso caiu aqui se estou em baixo de uma cerejeira? O coelhinho se estica em direção a maçã a cheirando e olha para mim. Como se dissesse para eu comer a mesma.

 

 (s/n) – Por um acaso foi você que colocou ela aqui, meu coelho? Olha só pra mim, falando com um coelho. Só posso estar ficando louca. Algo me diz que isso não é uma simples maçã. Não é mesmo... que nome eu vou te dar... já sei... Kookie. – O coelhinho começou a pular. – Acho que você gostou, né? Queria encontrar um lugar seguro para deixar você. – Ele olha em direção ao meu quarto. – Ok, vamos lá então. – Peguei ele no colo e fui andando até meu quarto, ainda segurando a maçã.

 

               Entrei em meu quarto e procurei um lugar para deixar ele bem confortável. Acabei optando por afofar um travesseiro e deixar ele em cima da minha cama mesmo. – Acho que agora é hora de eu comer a maçã né. – dito isso, abocanhei aquela maçã suculenta, e assim como na noite anterior, fiquei sem o controle de minhas pernas. Comecei a caminhar voltando para o jardim. Olhei em direção as torres tentando descobrir para qual eu iria dessa vez. Mas todas continuavam iguais. Minhas pernas foram me levando e ao olhar para o chão, percebi que o mesmo tinha mudado, eu estava caminhando sobre uma estrada de mármore negro. Concluí então que me dirigia até a torre negra.

                 Ao chegar em frente a mesma, suas portas se abriram e eu entrei numa sala toda decorada em tons de azul. Ao invés de uma cama, havia uma espécie de jacuzi no meio do grande salão. As portas se fecharam atrás de mim e percebi que havia alguém na banheira. Emergindo dela, um homem mais baixo de lábios carnudos, me olhava de um jeito malicioso, com um sorriso pervertido em seus lábios. Seu abdômen era mais definido que o de Kookie, aquele homem era o caminho para o pecado.

              Jogando seus cabelos loiros para trás, o mesmo faz sinal para que eu me aproxime. Ainda sem controle sobre meu corpo, começo a caminhar, o olhando firmemente, enquanto aquele pedaço de mal caminho mordia seus lábios carnudos. Ao chegar perto dele, ele me estende a mão e eu pego nela enquanto ele me puxa para entrar na banheira com ele. Ele aproxima seus lábios de meu ouvido, e mordendo o lóbulo ele sussurra, sua respiração quente batendo em meu pescoço me causando arrepios:

 

Jm – Mestre Park Jimin, mas hoje você me chamará de Daddy.


Notas Finais


Uuuuiiixiii... pera que perdi o fôlego aqui...
Alguém me abana, por favor...
Que final... eu no lugar dela já falava: Me joga na parede e me chama de lagartixa"
ueuhuehueheu... tá, parei... Foco autora....

Então, já sabem né.... Não infartem ainda... Pq no próximo....aaaa... no próximo o circo vai pegar fogo!!
Aquietem esses kokoros e esse fogo aí amoras, que amanhã eu volto com o hot delicioso, até pq, com esse pedaço de mal caminho aí, não tem como não ser delicinha né....

Beijinhos... :*


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