História Dreaming - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce Castiel
Exibições 36
Palavras 1.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiii disculpa a demora,eu ia postar no meio da semana mas...não deu. Então eu decidi q vou postar uma vez por semana.
Boa leitura unicórnios

Capítulo 5 - Capítulo 5



         Subo para meu quarto,pego meu celular e vejo que tem uma mensagem do meu irmão. 
           " Cris,vou chegar tarde em casa hoje. Qualquer coisa me liga.
 Beijos. Cris"
            Então também. Levo um susto quando sinto uma coisa passando nada minhas pernas,olho para baixo e vejo uma bolinha preta,é minha gata,Molly. Pego ela nos meus braços,sento na cama e começo a brincar com ela,mas somos atrapalhadas quando um vulto branco me surpreende,mas logo vejo que é Milly,minha outra gata. Elas começam a brincar entre si,fico rindo sentada na cama. Derepente sou abraçada por traz,mas logo uma cabeleira vermelha se encaixa na curva do meu pescoço.
          Castiel- Você demorou,fiquei preocupado. - fala baixinho no meu ouvido.
          Eu- Ta tudo bem. Meu irmão avisou que vai chegar tarde. Você poderia ficar mais um pouco comigo?
          Castiel- Você vai ter que me convencer. - sua voz é rouca à minha orelha.
          Eu-  Você é malvado.
          Castiel- E você gosta. - novamente sua voz é rouca. Ele morde meu pescoço,me vira de frente para ele e me beija ferozmente. Deitamos na cama e ele volta a morder meu pescoço.
           Eu- E-eu,vai com calma-a. - ele desvia a atenção do meu pescoço e me olha com um olhar pidão - Nem pense nisso. - ele suspira com ar de derrotado e deita ao meu lado. 
           Castiel- Você venceu. - ele me puxa pela cintura e me abraça - Quem são os animadinhos? - ele olha as gatas.
           Eu- Essa é a Molly, - aponto para a mesma - e essa é a Mi... - minha voz acaba quando vejo uma silhueta no canto do quarto,é a mesma silhueta do meu sonho. Ele fica parado,mas já é o suficiente para me apavorar. Me estremeço nos braços do Castiel,ele me aperta mais e acaricia meus cabelos.
           Castiel- O que foi? - não consigo falar,só aponto na direção que a sombra estar - Eh,não tem nada ali.
           Não,não,não. Eu não posso ser a única a ver isso,não posso. O que está acontecendo? Castiel me olha preocupado e se levanta.
           Castiel- Vem,você precisa se distrair. - ele me puxa pela cintura para fora do quarto,me leva até a sala e me senta no sofá - O que você? - Não respondo - Você ta bem? - balanço a cabeça negativamente - Você pode me contar se quiser. - desvio o olhar para o chão,ele suspira - Tudo bem. Você quer sai ? - olho para a escada que leva até meu quarto,olho para ele novamente e concordo com a cabeça e um meio sorriso nos lábios. 
            Eu- Mas...onde a gente vai?
            Castiel- Ah,sei lá. Só andar por ai. 
            Eu- Ta bom. Mas eu vou desse jeito. - ele murmura algo,mas eu não consigo entender - Falo alguma coisa?
            Castiel- Não. Vamos?
            Eu- Espera,vou deixar um recado para o Cris. - pego um pedaço de papel e escrevo dizendo que sai e que não sei que hora vou voltar. Calço meu all star de emergência (caso eu esteja com preguiça de pegar um no quarto),saímos da casa e tranco a porta. Castiel só de na moto e liga o motor,subo logo em seguida. 
            Saímos sem rumo e acabamos em um parque de diversões. Vamos em várias barracas,algumas de comida outras de tiro ao alvo. Ele vai na barraca dos alvos,porque eu sou uma anta para essas coisas,eu miro para a esquerda e vai para cima(não me pergunte como) ,enfim,ele ganha um ursinho de pelúcia muito fofo e me dá. Ele quase me obriga a ir na montanha russa,como eu sou muito cagona para essas coisas eu já sabia que ia da em merda. E como eu me conheço muito bem,eu quase quebrei a mão de Castiel,tinha hora que eu não sabia se ele tag a gritando de dor ou emoção. Ao descer do carrinho eu quase fui de cara com o chão,depois de passar uma meia hora sentada em um banco e quando Castiel para de rir da minha cara,nos saímos de moto e vamos para uma pista de patinação. 
            Castiel- Vamos patinar um pouco.
            Eu- Não acho que vá dar certo.
            Castiel- Garanto que do chão você não passa.
            Eu- Motivador,pense. - falo sarcástica.
            Castiel- Eu sei. Vamos. - ele me puxa pela mão até onde tem um monte de patins. Como eu sou pequena meu pé também é pequeno,então quase não consigo achar um que caiba em mim.
            Ficamos mais ou menos uma hora e meia patinando,e durante esse tempo acho que eu cai umas 30 vezes,meus joelhos estão roxos,e eu não parava de esbarrar nas pessoas fazendo elas caírem e eu também. Depois de eu me humilhar em público (de novo) vamos comer alguma coisa (Autora- Esse povo num para de come não é? ),comemos e saímos para minha casa (contra a minha vontade). No meio do caminho começo a sentir uma sensação ruim e peço para Castiel parar.
            Castiel- O que foi? - a preocupação toma conta de seu rosto ao descer da moto.
            Eu- To com uma sensação ruim. Não sei o que é. - abraço forte o ursinho e ele,ao perceber que estou com medo,me abraça.
                 ( cristiane of )
                 ( castiel on )
            Eu- Quer ir para minha casa? - ela não responde - Cris? - ela começa a tremer - Cris. Cris! - chacoalho ela,nada - CRIS! - ela está congelando,a mesma abaixa a cabeça e começaram a chorar - O que foi? - nenhuma resposta,parece que ela não está aqui,é como se seu corpo estivesse vazio. Coloco minhas mãos em seu rosto e levanto o mesmo,seus olhos estão encharcados e avermelhados de tanto chorar.
            Eu- Cris,fala comigo. - seus olhos não estão olhando para mim e sim além de meus ombros,viro rapidamente,mas não há nada lá,olho para ela novamente e me assusto ao ver seus olho. Em vez de seus lindos olhos bicolores há um vermelho sangue hipnotizante e assustador - Cris?! - ela fecha os olha por alguns segundos,depois os abre lentamente - Cristiene,você ta bem? - ela me abraça e chora ainda mais,retribuo o abraço e apoio meu queixo em sua cabeça. Depois de longos minutos assim ela se desfaz do abraço e me olha - Ta melho? 
            Cristiane- Um pouco. - sua voz é quase inaudível.
            Eu- Já é 21:10,quer ir para casa agora,já ta tar...
            Cristiane- NÃO. - fico surpreso com sua reação - Desculpa,só não quero ir para casa e ficar sozinha. - ela se encolhe um pouco.
             Eu- Tudo bem. Se você quiser,eu fico com você até seu irmão chegar. - ela sorri de leve e concorda com a cabeça.
             Vou o resto do caminho preocupado com ela. Não sei o que está acontecendo,nem como.passo ajudá-la. Chegando lá ela joga o all star em qualquer lugar,vai em direção a TV e procura um filme.
             Cristiane- Cast. 
             Eu- Oi? 
             Cristiane- Pode ser filme romântico? 
             Eu- Dependo do nível de melozidade.
             Cristiane- A nível Romeu e Julieta? 
             Eu- Não. - falo curto e grosso. 
             Cristiane- Como eu era antes de você? 
             Eu- Não.
             Cristiane- A lagoa azul.
             Eu- Não.
             Cristiane- De volta a lagoa azul.
             Eu- Porra,bota um filme que preste. Da aqui,deixa eu escolher. -vou em direção a ela.
             Cristiane- Sai pra la absorvente estragado.
             Eu- De que você me chamou? - uma veia está saltando da minha testa.
             Cristiane- Ta surdo é?  A-B-S-O-R-V-E-N-T-E  E-S-T-R-A-G-A-D-O.
             Eu- Não me chame assim,tábua. - ela levanta e fica cara a cara comigo(Castiel- Como se fosse possível.   Cristiane- Cala a sua boca.)
             Cristiane- Eu não seu tomate gigante. 
             Eu- Doida.
             Cristiane- Idiota.
             Eu- Chata.
             Cristiane- Poste ambulante.
             Eu- Baixinha. - acho que eu acabei de me fuder,porque uma áurea negra se forma ao redor dela.
             Cristiane- Olha aqui seu absorvente gigante,você não tem o direito de me chamar de baixa. - enquanto fala,ela pega discretamente uma almofada do sofá. 
             Eu- Não tenho culpa se você é um anão de Jardim. - acho que eu to querendo que meu funeral seja hoje,só pode.
             Eu não deveria ter dito isso,ela começou a correr atrás de mim com a almofada, depois de jogar em mim ela pega os tênis e também joga em mim. Daí eu penso " Eu não vou ficar correndo de um anão" ,paro instantaneamente e viro de frente para ela,fazendo a mesma cair em cima de mim.
             Eu- É,parece que temos um imã. - riu enquanto a encaro e aperto sua cintura.
             Cristiane- Eu acho que você faz de propósito. 
             Eu- E você gosta. -aproximo mais meu rosto na intenção de beija-la,ela beija meu nariz e levanta.
             Me levanto em derrota e vou sentar no jun do com ela. Depois de muita discrição,decidimos assistir A Fantástica Fábrica de Chocolate, bom....ela ta assistindo, eu si consigo pensar no que aconteceu hoje. Quero saber porque isso acontece,o que é isso. 
            Sou acordado de meus pensamentos quando sinto Cristiane deitar em meu colo,começo a acariciar seus cabelos e a vejo dormir. Não preto atenção no resto do filme,apenas nela. Apoio meu cotovelo no braço do sofá,repouso meu rosto sobre a minha mão e adormeço ali mesmo,com.um meio sorriso nos lábios. 
            Acordo com alguém balançando meu braço,odeio ser acordado assim.
            Eu- Vá à merda! Me deixa dormir. 
             - Educaçao mandou lembranças. Anda,levanta daí. - abro meus olhos,viro e vejo que é Cristian. Olho para meu colo e Cristiane não está lá.
            Eu- Cadê ela? - pergunto quase em desespero.
            Cristian- Calma,eu levei ela pro quarto. - relaxo um pouco com isso.
            Eu- Que horas são? - bocejo.
            Cristian- 23:15. Se você quiser,pode ficar no quarto de hóspedes. 
            Eu- Não,não,Eu vou para casa. - me levanto e começo a ir em direção a saída,mas me viro novamente para ele - Ah,fica de olho nela. Não sei o que ta acontecendo,mas ela não me parece esta em ordem com ela mesma. Isso me preocupa.
            Cristian- Eu também estou preocupado. Ela ta agindo de modo estranho e tem pesadelos quase todas as noites. - bocejo novamente - Você tem certeza que não quer ficar? Você ta parecendo um zumbi.
            Eu- Não,só preciso jogar água no rosto.
            Cristian- Fica a vontade. O banheiro é do lado da escada. - vou até o banheiro,jogo água no rosto d volto.
            Eu- Pronto. Já vou indo,valeu.
            Cristian- Valeu.
            Saio de la,pego minha moto e vou para casa ainda pensando nela. Tem alguma coisa de errado nisso,e eu vou descobri.
 


Notas Finais


Foi isso
Disculpa algum erro,ninguém é de ferro,né?
Xau e Xero.


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