História Dreams - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, Ian Harding, Ian Somerhalder, Nick Jonas, Nina Dobrev, Shawn Mendes, Wilmer Valderrama
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Ian Harding, Ian Somerhalder, Lauren Jauregui, Nick Jonas, Nina Dobrev, Normani Hamilton, Shawn Mendes, Wilmer Valderrama
Tags Camren
Visualizações 13
Palavras 2.558
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nuggets, Desculpa não ser um cap novo, já estou escrevendo outro.
Eu mudei um pouco a escrita, estava muita coisa repetida, mudei duas frases e acrescentei uma, mas o cap está no mesmo sentido.
Boa leitura!

Capítulo 2 - Sentidos!


Fanfic / Fanfiction Dreams - Capítulo 2 - Sentidos!

Narrador POV

Estava uma manhã bem tranquila em Police Department, até que um moreno queria entrar a todo custo, agentes tentava impedi-lo de prosseguir e um deslize dos agentes, o moreno conseguiu entrar na delegacia em uma rapidez impressionante.

Agente Hansen leva um susto na hora que vê o moreno ali, então, se levanta rapidamente e se posiciona na frente dele, espalmando suas mãos em seu peitoral.

- Ei, calminha aí. – Dinah o empurra levemente. – Não vai entrar.

- Me deixe falar com ela, Dinah! – o moreno trinca a mandíbula com raiva.

- Nem pensar. – Jane começa a se irritar.

- O que você está fazendo aqui? – agente Brooke aparece ao lado da Jane.

- Só quero falar com a Camila. – o moreno estava impaciente.

- E quem te deu permissão? – um outro moreno apareceu atrás das meninas.

- Ninguém te chamou aqui, Shawn. – o moreno retruca.

- Não preciso ser chamado quando se trata da Mila. – Shawn se aproxima mais dele. – É melhor você sair daqui enquanto seu rostinho ainda está intacto. – agente Mendes fecha a mão.

- QUER ME BATER, BICHA? – o moreno gritou e por impulso, Shawn dá um murro na boca do mesmo.

- Você não está falando com qualquer pessoa. – Shawn o avisa.

- Que merda está acontecendo aqui? – Camila pergunta raivosa da parte de cima da delegacia, que tinha total visão da sala principal da delegacia.

- Amor, só quero conversar. – o moreno limpa o sangue com a mão.

- Acabou tudo entre nós há três semanas, você perdeu a porra do direito de me chamar assim. – a latina quase gritava.

- Eu te amo, não faz isso com a gente. – o rapaz estava implorando. – Foi um erro idiota, mas é você que eu quero.

- Você não ama a si mesmo, Austin. – Camila apertava o batente entre os dedos. – Sai da minha delegacia antes que eu mande te prender. – a latina estava com tanta raiva que estava quase perdendo a sanidade e gritando para os quatro ventos o que o seu ex-noivo merece ouvir.

- Me dê uma chance, anjo. – Austin fixou os olhos nos castanhos, a latina bufou de raiva e desceu a escada num picar de olhos.

Seus olhos estavam fixos no moreno, passou rápido entre os agentes presentes ali, mas quando estava sem aproximando do Mahone, Shawn a assegurou.

- Porra, Mendes. Me solta, eu vou dar na cara desse desgraçado. – Camila cuspia fogo pela boca de tão brava que estava.

- Calma, Mila. – Shawn pede a última coisa que a latina teria neste momento, calma.

- Austin, vai embora. – Ally pedia com uma calma sem igual.

- Só se a Camila falar comigo. – Austin teima.

- Que porra, Mahone. Que morrer, cara? – Dinah debocha.

- Que porra de bagunça é essa? – Normani apareceu e arregalou os olhos quando viu a cena. – Sai daqui agora, Austin. – Hamilton diz irritada.

- Qual é, Mani. – Austin choraminga.

- Agente Hamilton para você! – Normani trinca a mandíbula. – Anda. – ela chega perto dele e o empurra.

- NÃO! – Mahone grita, Camila se solta dos braços do Shawn e chega perto de Austin.

- VOCÊ QUER GRITAR E FAZER UM SHOW? OK! – Camila grita e gira sobre os calcanhares vendo sua delegacia inteira prestando atenção na briga. – VOCÊ É UM FILHO DA PUTA, QUE ME TRAIU E VEM NO MEU LOCAL DE TRABALHO ME IMPORTUNAR, FAÇA MIL FAVOR. – Cabello debochava, mas a vontade era dá uma surra nele.

- Deixa eu te explicar. – Austin suplicava.

- Ok! Diz a mentira. – Camila cruza os braços e encara o moreno, que ficou em silêncio. – VAMOS, ESTOU ESPERANDO! – ela grita assustando todos ali.

- Eu estava bêbado, não sabia o que estava fazendo. – Camila solta uma gargalhada debochada.

- Você? Bêbado? – ela se aproxima mais dele. – Primeiro, com certeza você não estava bêbado, você acha que eu sou trouxa? Eu descobri que você me traia há um tempo, foi ingenuidade sua, achar que eu nunca iria descobrir. – Camila revela, o moreno arregala os olhos e a latina continuou. – Segundo, não estou com paciência e muito menos tempo para ouvir baboseira sua. E terceiro, sai da minha delegacia. – a latina falava e levanta os dedos a cada coisa pontuada, e o moreno ficou estático, não se movia, fixou os olhos em Camila e permaneceu assim. – AGORA! – Cabello grita, fazendo o moreno pular levemente de surpresa para trás.

- Isso não acaba assim. – Austin afirma.

- Acabou sim, Austin. – Camila diz firme. – Se aproxima de mim novamente e você se arrependerá amargamente. – ela o ameaça.

- Está me ameaçando, Mila? – ele pergunta com o tom de voz prepotente.

- Não! Imagina! – a latina debocha. – Só estou te avisando. – dito isso, ela se vira e sobe a escada.

- Sai logo, Austin. – Normani disse com raiva e empurra o mesmo, antes dele sair, olhou uma última vez a latina, que estava terminando de subir a escada, então, se virou e saiu da delegacia.

- Voltem ao trabalho. – Camila eleva um pouco a voz, assim que chega ao segundo andar, fazendo todos levarem um pequeno susto e voltarem ao trabalho imediatamente.

 

- Droga! – Lauren expressa com raiva.

- O que foi? – Vero pergunta preocupada.

Lauren trinca a mandíbula, cerra os punhos, a sua vontade era de matar um, queria socar alguém até sua raiva esvaziar. Ela não estava conseguindo controlar o que estava sentindo e muito menos explicar.

- Lauren? – Vero a chamava, mas ela estava em um transe profundo.

Os olhos da morena transparecia ódio, Vero jurava que a amiga estava à explodir em qualquer segundo. Ela estacionou o carro, tirou o cinto e balançou levemente os ombros da morena, tentando em vão acordá-la do transe.

Jauregui estava ficando vermelha de tanta raiva que estava sentido, ela precisava descontar em alguma coisa urgentemente, mas não sabia como, sua mente não funcionava, só processava na raiva possessa que estava.

De repente ela sente uma dor no peito, os olhos começaram a arder, mas nenhuma lágrima descia, o peito queimava pedindo socorro, as lágrimas simplesmente não caiam. Em ato desesperador, Lauren deu um tapa, com toda força que tinha, no próprio rosto e mesmo assim não descia uma lágrima se quer, e então, deu outro tapa.

Vero olhou com os olhos arregalados para a amiga, estava assustada com o que a morena estava fazendo e fez a única coisa que achou que poderia ajudar, segurou as mãos da Lauren com toda força possível.

- Laur, pelo amor, pare com isso. – Lauren se debatia, tentando se soltar. – Lauren, para. – os olhos da Vero marejaram e sem nenhuma resistência, ela deixou as lágrimas caírem.

Iglesias estava ficando desesperada com o que estava acontecendo diante de seus olhos, ela sofria junto com a amiga, vê-la daquela forma a machucava profundamente. E Lauren, não despertava do transe, o que deixava Vero ainda mais preocupada.

- Porra, Lauren. – Vero dizia em desespero, com o rosto banhado de lágrimas.

Com desespero aumentando, Vero suavizou o aperto nas mãos da morena que conseguiu soltar uma mão e deu um tapa em sua face com toda força e raiva que ela tinha naquele momento, assim, conseguindo derramar lágrimas e alivia a queimação em seu peito, se sentiu libertada, mas a raiva ainda permanecia.

- LAUREN! – Vero gritou assustada assim que viu sua amiga se batendo novamente, deixando o rosto com um vermelhão. Jauregui finalmente acorda do transe e arregala os olhos para amiga que estava com os olhos vermelhos por conta do choro.

- Vero... – a voz de Lauren se perde.

- Até que fim. – Vero diz aliviada e agarra a morena em um abraço apertado.

- Vero, me solta, está me sufocando. – Lauren suplica e a mesma a solta.

- Desculpa, você me assustou. – Vero confessa.

- O que aconteceu? – Lauren franze o cenho e antes que Iglesias respondesse, as memórias vieram como um flash e se lembrou do que acabou de acontecer. – Oh, droga! – ela passa as mãos pelo o rosto. – Entrei em transe novamente! – a morena afirma mais para si mesma.

- Sim! – Verônica responde mesmo não sendo uma pergunta. – Você ficou com os olhos cheios de ódio, o rosto ficou vermelho e de repente você começou a se bater. – Lauren respira fundo. – Eu me assustei. – Vero revela em um sussurro.

- Nunca tinha acontecido com tanta intensidade que nem foi a pouco. – Vero olha surpresa para a amiga.

- Nunca? – Lauren nega com a cabeça. – Você se lembra de tudo? – Vero pergunta cautelosa.

- Sim! – Lauren olha nos olhos da amiga. – Eu estava sentido tanta raiva, que poderia matar alguém e essa era minha vontade. – Vero arregala os olhos surpresa. – Então, meu peito começou a doer, meus olhos ardiam, mas não saiam nenhuma lágrima, depois meu peito começou a queimar e em um ato desesperado comecei a me bater para as lágrimas caírem e aliviar o queimou e a dor no meu peito, que funcionou no último tapa. – Lauren confessa para Vero.

- Laur. – Vero diz em um tom de lamento. – Você precisar ir ao psicólogo. – Iglesias afirma.

- Estou começando a considerar a ideia. – a morena suspira.

- Depois de hoje, é bom mesmo você ir procurar o psicólogo que a Demi indicou. – Vero se ajeita no banco. – Você está com condições de ir comprar o carro ou quer ir para casa? – ela demonstra preocupação.

- Não! Já estou bem, vamos comprar o carro. – a voz de Lauren saiu firme, sem vacilar, que a mesma comemorou internamente, porque se demonstrasse que não estava bem, Vero a levaria para casa e ela precisava de uma distração.

O silêncio reinava dentro do carro o caminho inteiro, só foi quebrado quando as duas estavam dentro da loja e a revendedora foi ajudá-las.

- Já sabe o que quer ou quer escolher? – a revendedora pergunta delicada.

- Eu tinha uma Mecedes Benz, eu quero mudar um pouco, falei com o Adrian e ele me disse que tinha um carro perfeito para mim. – Lauren diz olhando alguns carros.

- Vou chamá-lo. Só um momento. – a morena assente e a revendedora saiu em direção a sala do gerente.

- O que acha que o Adrian preparou para você? – Vero pergunta tentando não deixar o silêncio retornar entre elas.

- Eu realmente espero que seja aquele Aston Martin Vanquish, cinza. – Lauren aponta para o carro com um sorriso de lado.

- Eu quero dirigi-lo. – Vero afirma e a morena sorriu.

As duas foram em direção ao carro e ficaram olhando o interior, babando naquela belezura. Estavam distraídas olhando o carro que nem perceberam que um homem moreno, com seus 1,80 de altura, olhos castanhos claros, apareceu perto delas.

- Achou o carro que escolhi para você? – Adrian pergunta e assusta as garotas. – Desculpe, não quis assustar vocês. – elas afirmam com a cabeça aceitando as desculpas. – Sabia que você iria amar ele. – ele diz convencido.

- Eu amei! – Lauren diz empolgada.

- Achei sua cara, o trouxe de outra loja. – o rapaz revela.

- Sério? – Lauren pergunta surpresa.

- Sim. – Adrian anda para o outro lado do carro. – Ele está zerado, consegui emplacar ele hoje e já arrumei as papeladas, é só você assinar e levá-lo. – ele sorri. – O que me diz? – ele levanta as sobrancelhas.

- Eu fico com ele. – Lauren afirma animada.

- Vem comigo para o escritório. – Adrian a chamou e as duas subiram com ele.

{...}

- Tome cuidado, ele é mais potente que o último que você comprou. – Adrian alerta a morena, assim que ela entra no carro. – Muito mais. – ele insistia na diferencia entre os carros.

- Não se preocupe, Adrian. – Lauren fala firme.

- Foi isso que você me disse dá última vez e você viu o que deu. – o moreno disse preocupado e triste.

- Aquilo foi uma eventualidade, meu amigo. – a morena responde naturalmente. – Terei mais cuidado, ok? – o moreno assente e Lauren aperta um botão perto do volante e ligou o carro, assim, acelerando o mesmo e indo embora.

 

Depois daquela loucura toda na delegacia, Camila foi para sua sala e teve uma crise de nervos, o peito queimava, os olhos demonstrava ódio e a raiva subia cada vez mais. Após tantas tentativas fracassadas de se acalmar, seu peito encheu de alegria e adrenalina, sem explicações.

Ela se sentia livre e ria sem motivo. Parecia que ela estava em um parque de diversões ou até mesmo em um carro em alta velocidade. Aquela sensação de ser livre estava preenchendo seu coração e aquela raiva que preenchia ele todo, sumiu de repente, não sentia mais raiva, nem ódio e nem queria matar alguém.

- Ela está louca! – Dinah afirma.

- Como está querendo matar alguém em um segundo e no outro está feliz, sorrindo à toa?  – Ally pergunta confusa.

- Já disse, está louca. – Jane frisa sua suspeita.

- Não! Acho que ela está rindo de raiva. – Normani inclinou um pouco a cabeça e olhou sua amiga que estava sentada na cadeira dela sorrindo.

- Ainda acho que ela está louca. – agente Hansen insistia nisso.

- Ela só está com raiva do Austin ter aparecido. – Shawn comenta preocupado com a cena que presenciava.

- Vamos interna ela no hospício. – Dinah diz como se tivesse achado a solução perfeita.

- Dinah! – os três a repreende no mesmo momento.

- É a melhor solução. – Jane se defende.

- A melhor solução é você ficar com a boca fechada. – agente Hamilton fala irritada.

- Calma, amor, só estou brincando. – Dinah tenta se justificar.

- Ela é sua amiga, tem que ajudar e não piorar as coisas, Jane. – Normai diz séria.

- Jane? Essa doeu! – agente Hansen finge magoa.

- Não exagera. – Mani revira os olhos.

- Precisamos fazer algo. – Ally evidencia preocupação.

- Vou chamá-la. – Shawn se aproxima da latina. – Mila? – ela estava com o olhar fixo no nada em sua frente, só sentindo a sensação mais feliz que ela já sentiu nas últimas três semanas. – Camila? – Shawn leva a mão ao ombro dela e nada da garota demonstrar reação. – Camila? – elevou o tom de voz e apertou a mão no ombro da latina a fazendo acordar do transe.

- O que? – ela pergunta atordoada.

- Você está bem? – ele se abaixa, ficando na altura dela.

- Sim! – ela passa as mãos no rosto.

- Você estava em transe de novo. – Shanw disse calmo.

- Eu sei! – ela afirma.

- Você se lembra de tudo? – ele pergunta cauteloso.

- Lembro, eu sempre me lembro de tudo depois do transe. – Camila revela e olha para seu amigo.

- E como foi? – ele perguntou interessado.

- Me senti feliz como não me sentia nos últimos dias, me senti livre. Parecia que eu estava dentro de um carro em alta velocidade. – ela fica confusa.

- Você não acha melhor procurar um médico? – Ally pergunta carinhosa.

- Ou um psicólogo? – Normani pergunta no mesmo tom delicado que a Ally.

- Aquele incidente na praia deve ter causado algum efeito colateral. – Shawn fala relembrando da cena que viu naquele dia.

- Eu estou bem.

Camila tentava se convencer que estava bem, mas ela sabia melhor que ninguém, que não estava bem, ela era muito teimosa e orgulhosa para admitir tal coisa.

Seu amigo e suas amigas não tinham coragem de dizer que ela não estava bem, por enquanto, eles não queria deixar a latina mais nervosa, mas assim que as coisas esfriassem, eles bateriam o pé até ela resolver está situação.


Notas Finais


Espero que estejam gostando.
Até o próximo, nuggets. Beijos!


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